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Kyrgios: 'braço foi ficando cada vez mais fraco'
30/08/2017 às 20h12

"Um serviço e o braço fica totalmente morto. Muito morto e adormecido. Está incrivelmente fraco. Como isso pode acontecer tão de repente? Eu não sentia nada e, de repente, um saque e perdi a força no meu serviço."
Kyrgios explicando o problema no braço direito que sentiu nesta quarta-feira na derrota para o compatriota John Millman por 6/3, 1/6, 6/4 e 6/1.

"Minha direita dói. É muito chato. Eu tento e, então, num serviço eu sinto e não consigo. Não sei o que fazer."
Kyrgios durante o atendimento médico.

"Eu sabia que o ombro de Nick piorava durante a partida. É uma vitória, mas um pouco vazia. Ele é um colega de equipe, um grande cara dentro e fora da quadra. Eu sinto por ele, realmente."
Millman lamentando a contusão de Kyrgios.

"É um daqueles jogos que você quer esquecer.”
Bouchard sobre outra derrota dolorosa no US Open.

"Eu consigo me concentrar no jogo quando estou aqui. Mas, sim, tenho lembranças ruins daqui de dois anos atrás."
Bouchard, confirmando que sua ação contra a federação americana prossegue na Justiça. A canadense escorregou e bateu a cabeça no vestiário, sendo obrigada a abandonar o torneio em 2015.

"Há altos e baixos numa temporada. Wimbledon foi complicado, sofri estiramento no ligamento do joelho direito. Precisei de um descanso e não foi fácil voltar para os torneios americanos. É frustrante, mas é parte da vida de uma atleta."
Mladenovic, cabeça 14, eliminada nesta quarta por 6/3 e 6/2 pela romena Monica Nicolescu.

"Quando saí da quadra, não sabia quem enfrentaria a seguir. Quando descobri que seria Nadal, pensei 'Oh Deus!'. É emocionante, mas preciso de algumas horas para a ficha cair. Sei que será em uma grande quadra, então, será emocionante. Mas também pode acabar com os nervos. Preciso entrar animado e esperar que ele não venha muito forte."
O japonês Taro Daniel, de 24 anos.

 

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