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Murray joga por vaga na semi e manutenção do nº 1
11/07/2017 às 16h14

Murray é o atual campeão de Wimbledon

Foto: Divulgação

Londres (Inglaterra) - Abrindo a rodada desta quarta-feira na tradicional Quadra Central de Wimbledon, às 9h (horário de Brasília), o duelo entre o britânico Andy Murray e o norte-americano Sam Querrey vale muito mais do que apenas a vaga às semifinais para o atleta da casa. Atual campeão do torneio, ele joga também para garantir o número 1 se passar por mais um adversário no torneio.

O britânico pode seguir na ponta mesmo se perder, as aí terá que torcer contra o sérvio Novak Djokovic, que só irá retomar o posto de melhor do mundo se for campeão na grama do All England Club.

Se depender do retrospecto, o escocês tem tudo para garantir vaga na semi e a permanência na liderança da ATP, já que venceu Querrey em sets dos oito embates anteriores, um deles inclusive em Wimbledon, pelas oitavas de final de 2010. Além disso, Murray não perde para um norte-americano desde 2011, quando foi superado por Alex Bogomolov.

Murray chegou pelos menos nas semifinais em sete dos últimos oito torneios de Wimbledon, levantando a taça em 2013 e 2016. Do outro lado, Querrey tenta ser o primeiro tenista de seu país a chegar em uma semi de Slam desde Andy Roddick, que foi vice-campeão em Londres em 2009. Ele também pode ser o 22º norte-americano a ir tão longe no torneio.

No mesmo horário, só que na quadra 1, o luxemburguês Gilles Muller, algoz do espanhol Rafael Nadal nas oitavas, medirá forças com o croata Marin Cilic para ver que enfrentará Murray ou Querrey na semifinal. O retrospecto coloca o campeão do US Open de 2015 como favorito, uma vez que ele venceu os dois embates anteriores.

Os dois entrarão em quadra como os maiores vencedores da atual temporada de grana, Muller com 11 triunfos e uma derrota e Cilic com 10 vitórias e duas derrotas. Ambos fazem suas melhores campanhas da carreira no tradicional evento londrino. O croata tenta se juntar aos compatriotas Goran Ivanisevic e Mario Ancic, que á fizeram semi em Wimbledon, ao passo que o luxemburguês já é o único do seu país a ir tão longe em um Slam.

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