Notícias | Dia a dia | US Open
Serena: 'Eu não estava 100%, mas ela mereceu'
às 09h41

Serena caiu na semifinal do US Open pelo segundo ano consecutivo

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) - Assim como aconteceu no ano passado, a norte-americana Serena Williams voltou a ser superada nas semifinais do US Open. Nesta quinta-feira à noite ela foi eliminada pela tcheca Karolina Pliskova, que anotou parciais de 6/2 e 7/6 (7-5), em 1h29 de partida, e tirou a caçula das irmãs Williams da liderança do ranking.

Serena será ultrapassada pela alemã Angelique Kerber, que venceu a outra semifinal em Flushing Meadows e disputará a final contra Pliskova. A atual número 1 do mundo novamente não quis comentar sobre a liderança do ranking e apenas falou sobre o jogo contra a tcheca, garantindo que o cansaço não foi um fator decisivo. 

"Não estava cansada da minha partida anterior, sou profissional e venho jogando tênis nos últimos 20 anos. Não foi um jogo de cinco horas ou algo do gênero", afirmou a norte-americana, que lamentou não ter feito uma boa partida e revelou um problema no joelho esquerdo

"Tive alguns problemas com meu joelho esquerdo, mas não estava cansada. A fadiga não tem nada a ver com isso. Eu não estava 100%, mas ela jogou bem e mereceu a vitória. Seu saque estava muito bom e com certeza foi algo que a ajudou bastante. Ela é uma boa jogadora e sabe fazer um pouco de tudo", disse Serena, que afirmou ter começado a sentir o incômodo a partir da segunda ou terceira rodada. 

A mais nova das irmãs Williams observou que o problema limitou sua movimentação em quadra. "Não estava conseguindo me movimentar da maneira como gostaria. Quando você está machucada acaba pensando em coisas que não deveria ao invés de focar nos golpes. Estava um pouco dispersa".

Serena também culpou o excesso de erros no duelo com Pliskova, que segundo ela acabaram lhe custando caro. "Não acho que muita coisa tenha dado certo hoje, cometi um monte de erros e não joguei bem como estava fazendo antes", analisou a tenista da casa, que verá sua sequência de 186 semanas como número 1 do mundo acabar. Ela fica exatamente com a mesma marca estabelecida pela antiga recordista, a alemã Steffi Graf.

Comentários