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Notícias | Dia a dia | US Open
Nadal ainda sente dor mas afirma estar preparado
27/08/2016 às 10h35
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Nadal estreia no US Open contra o uzbeque Denis Istomin

Foto: Divulgação
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Nova York (EUA) - Responsável por tirar o espanhol Rafael Nadal de ação de Roland Garros no meio da competição e depois de impedi-lo de disputar Wimbledon, o punho esquerdo ainda não está 100% recuperado, mas já está bom o suficiente para permitir que o canhoto de Mallorca voltasse para os Jogos Olímpicos e para a disputa do US Open, que começa na próxima segunda-feira.

"O punho ainda me incomoda, mas é tudo um processo de recuperação pelo qual tenho que passar enquanto vou jogando. Com mais tempo de descanso o punho não vai melhorar, o que preciso fazer é me adaptar a isso. Espero que com o passar dos dias ele vá melhorando", disse o otimista Nadal, que foi bem nos Jogos do Rio, foi derrotado só nas semifinais e depois perdeu a disputa do bronze. 

Para o atual número 5 do mundo e cabeça de chave 4 em Nova York, o longo tempo afastado das quadras ainda cobram seu preço. "Dois meses e meio sem competir, e especialmente sem treinar, e vieram as Olimpíadas e tudo o que fiz lá. Aqui as bolas são diferentes e as condições também. Vai ser normal eu começar um pouco mais devagar", analisou.

Apesar de tudo isso, Nadal afirma estar preparado para o último Grand Slam da temporada e espera fazer um bom papel em um torneio que lhe encanta disputar. "O US Open é um torneio que eu gosto bastante, a atmosfera aqui é incrível. Sinto toda a paixão e a energia da torcida, por isso me divirto muito jogando no Arthur Ashe, especialmente nas sessões noturnas", disse o espanhol.

Questionado sobre a atual circunstância do 'Big Four', Nadal disse que o suíço Roger Federer, o sérvio Novak Djokovic, o britânico Andy Murray e ele estão ficando velhos, mas ainda conseguem ótimos resultados. "É normal ver a nova geração tentando ganhar posições. Novak ainda é o número 1 e Andy o número 2. Eu me machuquei quando estava em terceiro na corrida da temporada", observou. 

"Roger teve um ano duro com lesões e só conseguiu jogar o Australian Open e Wimbledon. Vamos ver o que os mais novos podem conseguir, mas hoje em dia vejo que Andy e Novak conseguiram se distanciar do resto", complementou o espanhol.

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