Notícias | Dia a dia | Roland Garros
Djokovic comemora após 'melhor partida no torneio'
03/06/2016 às 17h38

Sérvio ficou muito satisfeito com atuação na semi

Foto: Divulgação

Paris (França) - Classificado para a final de Roland Garros pelo terceiro ano seguido e quarta vez na carreira, Novak Djokovic não escondeu a satisfação após a boa vitória na semifinal nesta sexta-feira. O sérvio considera a atuação diante da Dominic Thiem a melhor nos seis jogos que fez em Paris.

"Foi minha melhor partida no torneio", disse Djokovic após a vitória por 6/2, 6/1 e 6/4. "Eu esperava por isso depois daquele longo jogo das oitavas que eu começaria a jogar melhor conforme o torneio avançasse, e é o que está acontecendo agora".

Em busca de um título inédito em Paris, Djokovic terá um velho conhecido em finais, Andy Murray. Os atuais números 1 e 2 do mundo já decidiram seis títulos de Slam, com vantagem sérvia por 4 a 2. Além disso, os dois disputaram duas das mais importantes finais desta temporada de saibro.

"Nós jogamos duas finais no saibro recentemente, em Madrid e Roma", disse Djokovic, que venceu o britânico na capital espanhola e perdeu na Itália. "Ele melhorou muito na quadra de saibro ao longo dos anos e esta temporada é um grande exemplo disso.

O sérvio lidera o histórico com Murray por 23 a 10, com 4 a 1 em duelos no saibro contra o britânico. "Tenho certeza que vai ser uma final emocionante e com muitas trocas da linha de base, porque temos estilos semelhantes de jogo."

Jogador que mais venceu no ano, Djokovic chegou a 43ª vitória na temporada, apenas duas a mais que Thiem. "Estou muito contente por vencer em três sets contra alguém que está muito bem no ano", avaliou o sérvio. "Ele se comporta muito bem dentro e fora de quadra para a sua idade. É o líder de uma nova geração com muita força e variedade em seu jogo.

Superado por Djokovic na primeira semifinal de Grand Slam da carreira, Thiem prefere valorizar a experiência. "Ele foi muito forte hoje. É tudo que posso dizer. Isso me inspira a trabalhar ainda mais e espero ter uma nova chance em breve no futuro", disse o austríaco de 22 anos.

"É difícil contra ele. Ele não lhe dá ponto de graça e sua devolução é inacreditável", explicou o jovem tenista, que entrará no top 10 na próxima semana já na sétima posição. "Agora estou sentindo um vazio, mas é normal. Depois de um torneio como este, toda a pressão vai embora".

Comentários