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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Hexa da a Djokovic seu 11 título de Grand Slam
31/01/2016 às 09h35
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Djokovic tem agora 21 vitórias seguidas em Slam

Foto: Site oficial
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Melbourne (Austrália) - Pela quarta vez a final do Australian Open reuniu o sérvio Novak Djokovic e o britânico Andy Murray. Assim como em todas a outras decisões, a deste domingo terminou com outra vitória do número 1 do mundo, que provou estar em estado de graça e derrubou o escocês de Dunblane em sets diretos, com parciais de 6/1, 7/5 e 7/6 (7-3), depois de 2h52 de confronto

Além de levar os 2.000 pontos no ranking da ATP e uma premiação de pouco mais de US$ 2,4 milhões, o sérvio alcança outras importantes marcas. Para começar, ele igualou o recorde de Roy Emerson de títulos no Australian Open, chegando à sua sexta conquista. Djokovic se tornou o quinto maior vencedor de Grand Slam, empatado com os 11 de Bjorn Borg e Rod Laver.

Hexacampeão nas quadras do Melbourne Park, o líder do ranking manteve sua invencibilidade em finais do torneio, conquistado o título nas seis oportunidades que jogou pela taça. Do outro lado, Murray segue se frustrando quando o assunto é a final na Austrália e amarga o quinto vice-campeonato, quatro deles contra Djokovic e um diante do suíço Roger Federer

O sérvio ampliou duas séries vitoriosas importantes. Uma delas é em jogos de Grand Slam, tendo vencido os últimos 21 que disputou. A outra é no circuito, agora com 15 triunfos em sequência, não perdendo desde o resultado negativo na fase de grupos do ATP Finals do ano passado, quando foi superado por Federer, sua vítima na final do torneio.

Um dos apenas quatro jogadores que conseguiram derrotar Djokovic na temporada passada, Murray não conseguiu impor ao rival uma nova derrota. O britânico começou bem abaixo dentro de quadra e foi presa fácil para o número 1 do mundo no primeiro set, em que perdeu os cinco primeiros games, com duas quebras contra si, conseguiu fazer um gamezinho, mas acabou superado por 6/1.

No segundo set, o sérvio não foi tão dominante quando no primeiro e deu suas oportunidades para Murray, que não soube aproveitá-las. Por sua vez, Djokovic não se fez de rogado e conseguiu transformar melhor as suas chances em games. Embora tenha jogado fora quatro beaks logo no terceiro game, o líder do ranking conseguiu uma quebra no sétimo e tomou a dianteira.

Só que Murray desta vez tratou de devolver a desvantagem em seguida. Nos games seguintes, houve chances para ambos os lados, mas o único que se deu bem neste período foi Djokovic, que quebrou mais uma vez, no 11º game, e logo em seguida sacou para fechar e ampliar sua vantagem no marcador, salvando antes um break-point antes de finalmente confirmar o serviço.

Na abertura do terceiro set, Murray mais uma vez foi quebrado, o que parecia ter selado o destino da partida. Só que o britânico não se abateu e foi buscar a igualdade. Sua primeira oportunidade veio no quarto game, com dois breaks perdidos, mas no sexto ele enfim conseguiu aproveitar um break-point, o quarto que teve na parcial, para deixar tudo igual. A definição foi então para o tiebreak, em que Djokovic confirmou a supremacia e selou o triunfo.

Djokovic não teve o seu melhor dia no saque, vencendo 67% dos pontos disputados, mas ainda sim teve aproveitament superior aos 56% do rival britânico, que terminou o jogo com mais aces (12 a 7) e também duplas faltas (5 a 3). Murray também somou mais bolas vencedoras (40 a 31), mas foi o sérvio que cometeu menos erros não forçados (41 a 65).

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