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Notícias | Copa Davis
'Estou orgulhoso pelo que fizemos', diz Goffin
29/11/2015 às 16h33
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'Provei que posso ter alto nível', analisou o 16º da ATP

Foto: Divulgação
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Ghent (Bélgica) - O belga David Goffin reconheceu uma mistura de sensações após disputar 12 sets em três dias em uma decisão que seu país não alcançava há 111 anos. O número 16 do mundo lamentou o vice-campeonato na Copa Davis, mas reconheceu a grande atuação de Andy Murray no saibro de Ghent.

“É claro que estou muito decepcionado, triste, mas não tenho arrependimentos neste final de final. Acho que a Grã Bretanha e Andy merecem o troféu, eles foram muito sólidos, Andy é um grande campeão, ganhou o jogo e é o herói para o seu país”, afirmou neste domingo.

Se Murray foi o maior responsável pelo título, Goffin foi quem carregou a Bélgica nos jogos de simples. Na estreia, mesmo sem estar 100% fisicamente, entrou no quinto e decisivo ponto e venceu em sets diretos. Depois, marcou mais uma vitória nas quartas de final, duas na semifinal e abriu a decisão, na sexta-feira, obtendo a primeira virada da carreira após estar dois sets abaixo no placar.

“Estou muito orgulhoso da minha temporada e deste ano na Copa Davis. Eu dei tudo pelo meu país, pelo time, pelos meus amigos. Foi a primeira final na Copa Davis e foi um momento inesquecível, então estou orgulhoso pelo que fizemos. Este final de semana me deu confiança para o ano que vem. Acho que provei que posso ter um alto nível e ainda vou tentar melhorar meu jogo, meu serviço e ser mais agressivo em 2016”, acrescentou o jogador de 24 anos.

O capitão Johan van Herck seguiu na mesma linha, apesar de demonstrar maior abatimento. “No esporte e nesse nível só uma coisa conta: o troféu. Dói vê-lo a cinco metros de distância e não poder chegar mais perto. Por outro lado, estou orgulhoso, mas perdemos para um time melhor”.

Apesar de não ter sido questionado sobre a sorte da equipe até a final, o capitão rebateu insinuações de que a Bélgica que tinha equipe com condições de estar na decisão. O time fez todos os jogos em casa, na estreia derrotou a Suíça sem Roger Federer e Stan Wawrinka e nas quartas de final passou pelo Canadá desfalcado de Milos Raonic e Vasek Pospisil.

“Falou-se muito da sorte que tivemos, ok. Mas você ainda tem que aproveitar as chances e foi o que fizemos. Acho que temos um bom time, merecemos estar no Grupo Mundial e somos um time sempre difícil de bater. Não temos um jogador super top, mas temos jogadores muito bons e uma equipe muito boa”, analisou van Herck.

Saiba mais

• Assista ao ponto decisivo e a festa de Murray.

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