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Notícias | Copa Davis
Noah cobra sacrifício: 'Escolha não será política'
03/11/2015 às 11h29
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'Atitude não foi certa nos últimos anos', criticou o capitão

Foto: Arquivo
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Paris (França) - Prestes a começar sua terceira passagem pela Copa Davis como capitão francês, Yannick Noah adiantou as mudanças que pretende implantar em uma reunião com os jogadores antes do Masters 1000 de Paris. Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, o ex-número 3 do mundo criticou atuações recentes, cobrou sacrifício dos jogadores e adiantou que as convocações não terão influência política enquanto estiver no comando.

“Eu disse a eles que quero mudar algumas coisas”, afirmou Noah, que se reuniu com cerca de 10 jogadores no último sábado. “Eu sabia que alguns jogadores não tiveram a atitude certa quando vestiram a camisa do time francês nos últimos anos. Acho que às vezes estivemos abaixo do que deveríamos e disse aos jogadores que o comportamento sugeriu que eles não estavam prontos”.

Seguindo a linha dura, Noah explicou como será o processo de convocação e que irá responsabilizar os jogadores, nas vitórias e nas derrotas. Ele pretende ligar com três semanas de antecedência para aqueles que estuda convocar para pedir que fiquem prontos para o confronto.

“Você não ouve que alguém não vai jogar a final de um Major porque está cansado. Eu quero que os jogadores que eu escolher estejam preparados para jogar os três dias. Se tivermos bons treinos na segunda e na terça, temos mais chances de estar bem na sexta-feira”, adiantou.

O campeão de Roland Garros-1983 deu a entender que o primeiro compromisso, contra o Canadá entre os dias 4 e 6 de março, será no saibro, mas não quis passar sobre a Federação Francesa na escolha. Ele ainda garantiu que chamará quem estiver comprometido com a competição e suas convocações não terão interferências externas.

“Temos quatro confrontos para vencer e se alguns jogadores não estiverem prontos, outros vão estar. Se você estiver motivado, você vai fazer sacrifícios no seu calendário para a preparação. Se uma pessoa decide jogar um torneio em uma superfície diferente na semana anterior ao confronto da Copa Davis, talvez por ser atraente financeiramente, ele não será escolhido. Não vou fazer escolhas por questões políticas. Vou selecionar os jogadores em boa forma e no momento certo”, acrescentou.

Noah conquistou a Copa Davis em sua primeira experiência como capitão, em 1991, e também triunfou em sua segunda passagem pelo cargo. Ele ficou no comando entre 1995-98 e a França chegou ao título em 1996. No ano seguinte, o ex-jogador levou as mulheres à inédita conquista da Fed Cup.

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