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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Djokovic vence batalha e chega ao oitavo Slam
01/02/2015 às 10h23
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Djokovic reagiu nos sets finais e garantiu o penta

Foto: Divulgação
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Melbourne (Austrália) - Ninguém nunca venceu tanto no Australian Open como o sérvio Novak Djokovic. O número 1 do mundo se tornou neste domingo o único pentacampeão do torneio na Era Profissional, ao superar uma incrível batalha contra o escocês Andy Murray, que levou 3h40 e teve as parciais de 7/6 (7-5), 6/7 (4-7), 6/3 e 6/0. Apenas Roy Emerson venceu em Melbourne seis vezes, mas isso foi na fase amadora do esporte.

Ao mesmo tempo e ainda mais importante, Djokovic chega ao oitavo troféu de Grand Slam em 15 finais disputadas, igualando-se numericamente a Andre Agassi, Ivan Lendl, Jimmy Connors, Fred Perry e Ken Rosewall. Mantém uma notável regularidade: desde 2011, tem levantado ao menos um Slam por temporada. Também atinge o 49º troféu da carreira, o que o fez embolsar cerca de US$ 2,4 milhões. É o segundo tenista a mais faturar na história, atrás apenas de Roger Federer.

Aconteceu de tudo no primeiro set. Djokovic salvou de forma notável 0-40 no terceiro game e jogou demais para quebrar e fazer 3/1. Murray então passou a tirar mais a bola do forehand do adversário, jogou mais agressivo e devolveu a quebra. Mas. na hora de empatar, foi irregular e permitiu o 5/3, num game em que o sérvio caiu ao tentar chegar numa bola que resvalou na fita e ralou a mão direita. O escocês lutou, reagiu de novo e a decisão foi ao tiebreak, onde Murray abriu 2-0 e depois 4-2, cometendo então dupla falta crucial. Pior ainda, errou voleio fácil no 5-5, antes de enfim Djokovic fechar o set de 72 minutos.

A segunda série tanto foi cheia de alternativas, e o excelente nível técnico não caiu. Murray ganhou os dois primeiros games, mas depois perdeu os quatro seguintes e parecia caminhar para uma situação delicada na partida. Então conseguiu outra reação espetacular, virando para 5/4. Pouco antes, dois espectadores tentaram invadir a quadra e causaram correria na segurança. No décimo game, o escocês deixou escapar o set point com forehand fraco. No 5/5, Djokovic não aproveitou três chances de quebra. Novo tiebreak, Murray largou melhor e foi a 4-1, mas desta vez não vacilou e tudo ficou empatado após 2h32 de incrível esforço.

Djokovic parecia ofegante no começo do terceiro set e isso levou Murray a fazer novamente 2/0. Não sustentou a vantagem por muito tempo e viu Djokovic virar para 3/2. O sétimo game foi decisivo. O escocês foi agressivo e teve break-point, mas o sérvio fez um voleio curto corajoso e se salvou. Murray pareceu sentir o momento e jogou um péssimo game, com direito a dupla falta para perder o saque e ver o adversário fechar a série após 39 minutos.

A situação piorou para o escocês quando ele perdeu logo o primeiro serviço do quarto set. Não apenas perdeu de vez a tranquilidade, como deu enorme confiança ao número 1 do mundo, que passou finalmente a dominar a partida. Atingiu 5/0 para delírio da torcida e fechou o jogo sem que Murray esboçasse reação.

Com o resultado, Djokovic amplia sua série de vitória sobre Murray para 16 a 8, com as cinco últimas consecutivas. No piso duro, o placar fica mais elástico, com 13 a 6. Empata em número de finais vencidas (cinco para cada lado) e abre vantagem nos jogos de Slam, agora 4 a 2, três triunfos na Austrália, incluindo as finais de 2011 e 2013.

Murray leva para casa uma grande campanha mas uma marca negativa: é o primeiro a perder quatro finais no Australian Open sem levar o título. Como consolo, aparecerá novamente no quarto lugar do ranking na lista desta segunda-feira.

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