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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Djokovic não se considera favorito para título
31/01/2015 às 14h02
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Djokovic vê grande peso nas orientações de Becker

Foto: Divulgação
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Melbourne (Austrália) - Com mais uma campanha excelente nos torneios de Grand Slam, o sérvio Novak Djokovic não quer saber de favoritismo para a final deste domingo, às 6h30 de Brasília, diante do amigo Andy Murray. O retrospecto dá números amplamente positivos a ele em praticamente dos os campos, com 15 a 8 no geral e 13 a 6 nas quadras sintética, além de 3 a 2 nos jogos de Slam.

Djokovic prefere dar créditos ao adversário: "Os jogos que Murray fez neste torneio, especialmente os dois últimos, mostram que ele está jogando realmente muito bem. Já nos enfrentamos tantas e tantas vezes, inclusive em Grand Slam e em finais dessa importância, então sabemos como encarar a partida. Será obviamente muito emocional, nós dois estaremos tensos", aposta. "Não existe um favorito claro, ainda que eu tenha vencido duas vezes aqui e ganhado os quatro jogos do ano passado. Isso serve como um fator mental, mas nem tanto".

O cabeça 1, que já venceu Murray nas finais da Austrália de 2011 e 2013, espera um duelo longo. "Temos estilos muito semelhantes de jogar, então o negócio é ir para a quadra e ver o que conseguimos fazer. Sò podemos esperar pontos longos, muito empenho e desgaste físico. Vai exigir muito de mim para ganhar essa final". O sérvio tenta ser o primeiro homem a ganhar o torneio por cinco vezes na Era Profissional. O australiano Roy Emerson tem seis, porém na fase amadora.

Chegar ao oitavo troféu de Grand Slam e se equiparar a outros nomes importantes do tênis, como Andre Agassi, Ivan Lendl e Jimmy Connors, é encarado como uma motivação especial. "Mas no momento eu preciso me concentrar só nessa partida, encarar da forma certa, jogar da forma certa. Chegar à final é um grande feito, é o jogo pelo qual você tanto se preparou nos últimos meses. É o lugar onde você deseja estar, a razão de ficar tantas horas na quadra. Porque são os Slam que realmente importam".

Esta será a primeira final de Slam de Djokovic como pai e ele diz que isso também é uma emoção especial. "Claro que isso é novidade para mim. Fiquei emocionando ao ver uma foto do Stefan assistindo meu jogo de quartas de final. Hoje eu jogo também para ele. Quem sabe um dia ele possa estar ali na arquibancada". O sérvio coloca muito peso na orientação de Boris Becker "Ele se envolve emocionalmente na partida, como se ele próprio estivesse na quadra jogando. Entende o desafio mental de ganhar uma partida e consegue essa conexão comigo em todos os momentos. Estou muito feliz por tê-lo comigo".

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