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Notícias | Dia a dia | Australian Open
'Não joguei no nível que esperava', revela Djokovic
30/01/2015 às 13h47
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Djokovic vai buscar seu quinto título em Melbourne

Foto: Divulgação
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Melbourne (Austrália) - Embora tenha sido um duelo emocionante, definido apenas no quinto set, a partida entre o sérvio Novak Djokovic e o suíço Stan Wawrinka não teve a qualidade que se esperava dos dois. O número 1 do mundo levou a melhor sobre o atual campeão do Australian Open, mas mesmo assim reconheceu seus altos e baixos no decorrer do embate e revelou não ter jogado como gostaria.

“Não joguei no nível que esperava antes da partida. Teve games que joguei da maneira que deveria, mas em outros eu estava muito defensivo e deixei que ele ditasse os pontos jogando da linha de base. É difícil enfrentá-lo quando está ditando os pontos”, observou o líder do ranking, que por outro lado destacou o lado positivo do confronto, bastante equilibrado nos quatro primeiros sets, sendo apenas o quinto mais díspar.

“Foi cheio de emoção, muito tenso, como é todo jogo entre grandes atletas em uma semifinal de Grand Slam. Não foi uma partida muito diferente das outras duas, a principal diferença foi o quinto set, que acabou sendo totalmente meu”, avaliou o sérvio, que depois de quatro sets disputados acabou faturando o quinto com facilidade e direito a ‘pneu’ sobre Wawrinka.

Para Djokovic, o fundamental na reta final foi vencer os três primeiros games, deslanchando a partir daí na quinta parcial. Apesar do 6/0 no final, o número 1 do mundo elogiou o derrotado rival suíço. “Jogadores como Stan, com sua imensa qualidade, te fazem jogar o seu melhor e foi assim que venci o quinto set”, comentou.

O sérvio minimizou a declaração que havia feito dentro de quadra, em que disse ter sentido dificuldade física em certos momentos. “Em alguns pontos corri demais, pois ele devolveu muitas bolas e dominou da linha de base, por isso não conseguia me recuperar bem para o próximo. Mas com certeza estarei em forma para a final”, explicou o tenista de Belgrado.

“Fui bem sólido no primeiro set, mas não tanto no segundo. No terceiro, tive um melhor momento e no quarto cheguei a ter uma quebra de vantagem e o coloquei nas cordas. Neste momento não capitalizei minhas chances, tive break no 2/0, não aproveitei e em seguida fui quebrado”, avaliou Djokovic, que na final irá medir forças com o britânico Andy Murray.

Apesar da vantagem no retrospecto contra o britânico, com 15 vitórias em 23 jogos, e do recente histórico no duelo, vencendo sete dos últimos oito encontro, Djokovic não se vê como favorito na decisão. “Ele tem jogado um grande tênis nestas últimas semanas, vou ter que jogar o meu melhor se quiser derrotá-lo. É uma final e não há favoritos. Sem dúvida ele é um dos melhores defensores do circuito, tem um incrível contra-ataque e muita variedade em seu jogo”.

Djokovic não poupou elogios para o britânico, seu amigo de longa data, vendo evolução de Murray nestes últimos tempos. “Nos enfrentamos desde os 11 ou 12 anos, temos apenas uma semana de diferença e um estilo de jogo similar. Isso faz do jogo especial Acho que ele está indo mais para os golpes e também está sacando muito bem. Pelas partidas que vi, o forehand melhorou. Não é a primeira vez na carreira que ele dá a volta por cima. Ele é um grande competidor, um verdadeiro lutador e alguém comprometido com o esporte”, pontuou o sérvio.

Com a final entre Murray e Djokovic, o ranking da ATP voltará a ver o ‘Big Four’ comandando a lista, com o sérvio na ponta, o suíço Roger Federer em segundo e uma briga entre o britânico e o espanhol Rafael Nadal pelo terceiro posto, que pode ser de Murray em caso de título. “Houve muita conversa sobre uma troca de geração quando Wawrinka e Cilic venceram Grand Slam no ano passado, mas acho que ainda esses quatro caras têm mais chance de vencer os Slam”, finalizou o número 1 do mundo.

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