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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Murray joga muito, anota 'pneu' e vence de virada
29/01/2015 às 10h16
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Murray tem agora 5 vitorias em 11 jogos com Berdych

Foto: Divulgação
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Melbourne (Austrália) - O britânico Andy Murray ignorou o retrospecto negativo e o fato de Tomas Berdych ter agora como técnico seu ex-parceiro de treinos, o venezuelano Daniel Vallverdu, e derrubou o tcheco de virada na primeira semifinal deste Australian Open. Sexto favorito, ele levou a melhor em tensa batalha de quatro sets definida com placar de 6/7 (6-8), 6/0, 6/3 e 7/5, depois de 3h25 de jogo.

Em sua quarta final da carreira em Melbourne, o escocês de Dunblane tenta pela primeira vez erguer a taça do primeiro Grand Slam do ano. Um dos possíveis adversários é o sérvio Novak Djokovic, seu algoz nas decisões de 2011 e 2013 e contra quem ostenta um retrospecto negativo de 15 derrotas em 23 duelos. O outro que pode pintar é o suíço Stan Wawrinka, atual campeão, que perdeu oito dos 14 embates com o britânico.

Um dos dois top 10 que possuem retrospecto negativo contra Berdych, ao lado do croata Marin Cilic, o escocês entrou em quadra com apenas uma vitória nos últimos cinco confrontos diante de um dos dez melhores do mundo. Só que Murray resolveu deixar todos esses números no passado e mesmo saindo atrás no placar, mostrou sua solidez em quadra e triunfou de virada.

A partida começou eletrizante, com os dois adversários jogando muito bem. Sacando muito e dando pouquíssimas chances ao britânico, Berdych foi o primeiro a quebrar, superando o saque do rival no oitavo game. Só que logo após conseguir a vantagem, o tcheco vacilou e permitiu que Murray devolvesse a quebra. O número 6 do mundo ainda teve dois breaks no 5/5, mas não os aproveitou e a definição foi para o tiebreak.

O desempate foi marcado por uma série de pontos perdidos com os serviços. Murray fez 6-5 e teve o primeiro set-point, só que no saque do tcheco, que confirmou ambos os pontos e jogou a responsabilidade para o outro lado, conquistando agora um set-point para si. O britânico não segurou o serviço e com um erro não forçado de direita entregou a parcial.

Na virada de quadra, um gesto polêmico de Bedych, que teria falado em voz alta “Bem jogado, Tomas”, no momento em que cruzou com Murray para ir ao banco para sentar no intervalo, agitou o ambiente e deixou o britânico irritado. Para sorte de sua torcida, o tenista de Dunblane não se abalou com o ocorrido e tratou de responder dentro de quadra.

A segunda parcial de Murray foi irrepreensível. Contando também com uma clara queda no ritmo do tcheco, que diminuiu o índice de aproveitamento de primeiro serviço de 76% para apenas 50%, e a quantidade de bolas vencedoras de 16 para somente uma, o britânico dominou, venceu 14 dos 22 pontos de devolução, aproveitou as três quebras que teve e anotou um “pneu” para cima de Berdych.

O tcheco conseguiu se recuperar e voltou a jogar bem no terceiro set, mas não no mesmo nível do primeiro. Do outro lado, Murray manteve a boa atuação do segundo, que acabou lhe conduzindo à dianteira no placar. Uma quebra no sexto foi o suficiente para que o britânico levasse a melhor na parcial e ficasse à frente no marcador pela primeira vez na partida.

A história do quarto set foi parecido com a do terceiro, novamente com uma quebra solitária definindo o jogo. Novamente houve bastante equilíbrio, mas um game mal jogado de Berdych, que cometeu três erros não forçados ao sacar em 5/5. Em seguida, Murray foi ao serviço, não vacilou e concretizou a virada que não apenas lhe garantiu na final, mas também assegurou seu retorno ao top 4, completando de fato o “Big Four” com Djokovic, Federer e o espanhol Rafael Nadal.

Murray ainda pode sonhar com mais, já que em caso de triunfo na final irá ultrapassar Nadal e assumirá o terceiro posto. A última vez que o britânico ostentou a condição de número 3 do mundo foi em outubro de 2013, figurando a maior parte do tempo desde então fora do top 5.

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