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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Murray minimiza torcida australiana e ex-auxiliar
27/01/2015 às 14h16
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Melbourne (Austrália) - Segundo semifinalista definido na chave masculina do Australian Open, o britânico Andy Murray superou o jovem atleta da casa Nick Kyrgios para se garantir na penúltima fase do torneio. Nem mesmo a força da torcida foi o suficiente para embalar o representante local diante da incrível consistência do número 6 do mundo, que venceu sem grandes sustos e em sets diretos.

Depois de concretizar seu triunfo sobre Kyrgios, o escocês de Dunblane disse que o fato de enfrentar a torcida contra não tirou o seu foco do que era realmente importante. “Não fui para o jogo pensando assim, estava mais é focado em vencer Nick, que é um grande sacador e dificultou muito aminha vida com seus serviços. Fico feliz por ter conseguido superar esse obstáculo”, avaliou Murray.

O que ele não conseguiu analisar muito bem foi o seu jogo, uma vez que as condições do jogo, com um pouco de vento, o fizeram ter que adaptar seu estilo. “É difícil avaliar o quão bem joguei hoje, pois as condições estavam bem duras. Tentei usá-las em meu favor e mudei um pouco o meu estilo de jogo” afirmou o britânico, que negou o rótulo de metido que Kyrgios pode passar com o que faz em quadra.

“Na verdade, acho que ele foi bastante respeitoso em quadra. Aplaudiu alguns bons golpes, elogiou outros. Claro que ele fica frustrado consigo mesmo às vezes e fala coisas que não devia, mas acho que todo mundo já fez isso quando tinha 19 anos. Não acredito que ele seja uma má pessoa. É um cara legal, mas que precisa amadurecer. Como qualquer outro com sua idade, ele comete os seus erros”, opinou.

Seu próximo adversário será o tcheco Tomas Berdych, que evitou a 18ª derrota seguida e superou o espanhol Rafael Nadal. “Não me surpreendi, Tomas fez uma grande partida hoje. Rafa vem um pouco de altos e baixos, não jogou muitas vezes nos últimos tempos”, disse o escocês, que irá rever o venezuelano Daniel Vallverdu, novo técnico do tcheco e que até o ano passado trabalhava com Murray.

“Quando parei de trabalhar como Miles MacLagan, ele passou a trabalhar com Baghdatis e nos enfrentamos algumas vezes. Isso não foi um problema. Mas não sei como vai ser (com Vallverdu), se será estranho ou não”, comentou o britânico, lembrando que não será a primeira vez que terá de enfrentar alguém que tem ao seu lado um ex-integrante de sua equipe.

“Minha meta não é derrotar o Dani, minha meta derrotar Berdych e é nisso que vou pensar nos próximos dias”, acrescentou Murray, que não vê grande vantagem o fato de Vallverdu o conhecer bem “Também sei o que Dani pensa de Berdych, porque ele já me disse. É algo que funciona para os dois lados. Não quero discutir sobre o que Dani faz e o que deixa de fazer, pois não vou jogar contra ele”, disparou o número 6 do mundo.

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