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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Garotos australianos aproveitam chance e sonham
23/01/2015 às 12h55
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Nick Kyrgios admitiu que gostaria de enfrentar Federer

Foto: Site oficial
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Melbourne (Austrália) - O tênis australiano está na mão de dois jovens tenistas de enorme potencial e talento. Bernard Tomic, 22 anos, é bem mais experiente do que Nick Kyrgios, 19, mas irá tentar chegar pela primeira vez nas quartas do Australian Open e a segunda num Slam (a outra foi em Wimbledon de 2011) com um tênis bem forjado no fundo de quadra. Sacador, Kyrgios surpreendeu o circuito com as quartas de Wimbledon do ano passado e teve o sonho de boa campanha em Melbourne crescer ainda mais ao ver a queda de Roger Federer para Andreas Seppi.

"Não fiquei realmente surpreso com a queda de Federer", afirmou após a boa vitória em três sets sobre Malek Jaziri. "Sabia que Seppi é capaz de jogar um grande tênis, vencer qualquer um dos tops. Roger não jogou tão mal, foi equilibrado. Claro que eu prefiro enfrentar Seppi do que Federer, mas não vai ser fácil. Peguei ele no US Open e foi duro, tive de jogar o melhor da minha vida. De qualquer forma, gostaria de enfrentar o melhor de todos os tempos, todo mundo quer jogar com Roger. Posso imaginar o que Seppi está sentindo agora ao vencê-lo na Rod Laver".

Kyrgios admitiu que as costas ainda incomodam e sentiu desconforto no terceiro set, daí pediu atendimento como precaução. "Claro que isso me afeta, principalmente na movimentação. Há poucas semanas atrás, nem tinha certeza que conseguiria jogar o Aberto. Tenho feito muita massagem e fisioterapia, banhos frios e quentes, e descansado muito". Ele admitiu que a dor é expressiva. "Fica bem doloroso, é a pior coisa do mundo. Às vezes dói até ao andar ou ao me sentar. Mas não vou ficar reclamando. Estou nas oitavas, estou feliz". Ele acredita que seu jogo continua evoluindo: "Sem dúvida, cresci da outra partida para hoje. Contra (Ivo) Karlovic não havia ralis, contra Malek precisei trabalhar muito, ele tem bom slice e precisei ser paciente".

Tomic, por sua vez, precisou de paciência para derrotar o poderoso saque de Sam Groth, em duelo nacional. "Não joguei tão bem assim, mas venci. Não houve lá muito tênis, só uma questão de tentar devolver o saque", afirmou Tomic em evidente tom de crítica ao estilo de Groth. Para recuperar o ritmo, ele já marcou treino com Lleyton Hewitt para o dia seguinte. E agradeceu o veterano compatriota: "Ele ajuda todo mundo, é um grande cara".

Seu poderoso advesário agora será o tcheco Tomas Berdych: "É um ótimo jogador, está há muito tempo no topo. Já nos enfrentamos duas vezes na grama, quem sabe agora no cimento seja minha chance. Você tem que sacar bem e aproveitar cada chance. Tomas bate muito forte na bola, diferente da maioria dos tenistas. Na verdade, ele já deveria ter vencido algum Slam. Quero usar a torcida, jogar solto, ir para a bola".

Ele também não se mostrou surpreso com a queda de Federer: "Assim está o circuito de hoje. Todos podem ganhar, todos querem ganhar. Você tem que achar um jeito de vencer". Tomic jura que não sente mais pressão por resultados: "Decidi semanas atrás que queria permanecer no top 50 ou 60 depois do Australian Open. Agora, já posso pensar entre os 40, e aí será uma motivação extra para o primeiro semestre".

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