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Notícias | Dia a dia | Wimbledon
Sem susto, Federer busca 8º Wimbledon e 18º Slam
04/07/2014 às 14h17
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Federer pode ampliar seu recorde de títulos de Slam

Foto: Divulgação
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Londres (Inglaterra) - Apesar de seu poderoso saque e de ter quase 10 anos a menos que o adversário, o canadense Milos Raonic pouco conseguiu fazer para impedir que o suíço Roger Federer atingisse a final de Wimbledon pela nona vez na carreira. Com o placar de triplo 6/4, após 1h43 de esforço, Federer buscará às 10 horas deste domingo o inédito octacampeonato de Wimbledon e o 18º troféu de Grand Slam contra o sérvio Novak Djokovic.

Esta será a 25ª final de Federer em eventos de Slam, maior marca da Era Profissional e cinco a cima do espanhol Rafael Nadal. Ele também se torna o segundo tenista com mais de 32 anos a decidir Wimbledon, repetindo Ken Rosewall, que o fez aos 35 e aos 39 anos. É ainda o mais velho finalista de Slam desde Andre Agassi no US Open de 2005. Federer jamais perdeu uma semi de Wimbledon nas nove tentativas. A única derrota numa decisão foi a de 2008 diante de Nadal.

A campanha também garante o terceiro lugar no ranking para Federer, exatamente um ano depois que perdeu a posição. Ele atingiu a 40ª vitoria em 47 partidas na temporada, apenas quatro a menos que o líder Nadal. Esta será sua 6ª final de 2014, tendo vencido em Dubai e Halle, onde chegou ao 79º da carreira e o 14º sobre a grama.

Tal como um relógio suíço, Federer trabalhou muito bem com o saque durante toda a semifinal contra o Raonic, precisando de apenas uma quebra de serviço em cada série para concretizar seu favoritismo. O canadense mostrou nervosismo e perdeu logo o game inicial de saque e isso permitiu que o cabeça 4 administrasse o momento. A única oportunidade veio num break-point no oitavo game, mas nem conseguiu jogar o ponto.

Nos dois sets seguintes, Raonic conseguiu equilibrar as ações, embora jamais ameaçasse com suas devoluções, e teve desempenho praticamente idênticos, oferecendo a quebra para o experiente adversário no nono game de cada série. Federer só precisou então confirmar sua maior arma do torneio para concluir a tarefa.

Ao longo dos três sets, Federer perdeu apenas 10 pontos quando acertou o primeiro serviço e outros nove com o segundo saque. Como se esperava, buscou a rede e foi eficiente, com 75% de aproveitamento (24 em 32 tentativas). Dos 32 winners, seis foram com ace. Raonic, que perdeu pela quinta vez para o suíço, anotou 17 aces e só teve uma chance de quebra, tendo vencido apenas 24% como recebedor.

Federer e Djokovic irão se cruzar pela 35ª vez na carreira, um duelo iniciado em abril de 2006. O suíço tem ligeira vantagem de 18 a 16, tendo vencido dois dos três duelos já feitos nesta temporada, nas semis de Dubai e de Monte Carlo, tendo perdido na decisão de Indian Wells.

O único confronto em Wimbledon entre eles aconteceu na penúltima rodada de 2012, com vitória de Federer por 3 a 1. Das nove finais já realizadas, Djokovic ganhou cinco, porém apemas uma delas aconteceu num Grand Slam, há quase seis anos, quando o suíço faturou o US Open de 2007.

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