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Notícias | Dia a dia | Roland Garros
Para Gulbis, mulher não devia jogar no profissional
30/05/2014 às 11h28
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Gulbis diz que tomou decisões erradas no passado

Foto: Divulgação
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Paris (França) – Adversário de Roger Federer nas oitavas de final de Roland Garros, Ernests Gulbis fez mais uma declaração polêmica na entrevista coletiva desta sexta-feira. O letão não gostaria que suas irmãs, tenistas juvenis, jogassem profissionalmente, porque acredita que mulheres devem priorizar a formação de uma família.

“Espero que elas não sigam carreira como tenistas profissionais. Porque é difícil para uma mulher. É uma escolha dura de vida”, afirmou Gulbis após derrotar Radek Stepanek em sets diretos. “Uma mulher precisa curtir um pouco mais a vida. Tem que pensar em família, em filhos. Como vai pensar nisso até os 27 anos jogando tênis profissional? É difícil”, acrescentou.

Gulbis retornou às oitavas de um Slam pela primeira vez desde 2008, quando atingiu as quartas também em Paris. “É a primeira vez em seis anos que estou nesta sala (principal de entrevistas) como participante, não espectador”, brincou. “Estou de volta. Da última vez, eu joguei quartas de final e tinha 18 anos. Muita coisa mudou, mas o básico continua igual (risos)”.

O letão chegou a Paris embalado pelo título no torneio de Nice na semana anterior. “Eu estava um pouco cansado quando cheguei aqui, tive um primeiro set duro contra Lukasz Kubot. Ele jogou bem, mas eu não estava lá. Foi bom ter vencido a estreia. Fui melhorando a cada partida, fisicamente e no meu jogo”, comentou.

Mais maduro, o letão reconhece que os resultados recentes são fruto de sua maior seriedade com a carreira. “Eu tomei muitas decisões erradas no passado. Não prestava muita atenção nas coisas que fazia, como cuidar do meu corpo, como treinar, várias coisas. Quando eu estava treinando, na quadra ou na academia, eu me dedicava. Mas eu errava no planejamento, altos e baixos, sem consistência”, lembrou Gulbis.

“Eu trabalhava direito três meses e depois eu ficava doente ou ia para a Letônia e tirava 10 dias inúteis de folga, não fazia nada. Essas decisões são erradas. E ninguém precisa me dizer, eu sei exatamente o que preciso fazer nos dias de folga agora. Essa é a maior diferença”, disse o letão. “Felizmente eu não demorei tanto (para mudar de comportamento). Basicamente embarquei no último trem. Tenho 25 anos, então era minha chance de ter sucesso, uns sete, oito anos jogando em alto nível”.

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