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Notícias | Copa Davis
Capitão brasileiro lamenta confronto fora de casa
11/04/2013 às 10h11
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Zwetsch crê que o Brasil possa seguir na elite da Davis

Foto: Marcelo Ruschel/POA Press
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Itajaí (SC) - Nesta quarta-feira foram sorteados os confrontos pela repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. O Brasil caiu com a Alemanha e terá que sair de casa para tentar se manter na elite do torneio. Para o capitão João Zwetsch, jogar fora é a maior dificuldade, pois sempre se espera evitar esta situação em uma competição em que este é um fator muito importante.

"A primeira coisa que esperávamos era poder jogar em casa. Todos os times são fortes, obviamente alguns quando completos são muito mais fortes como a Suíça e a Espanha, que talvez seja a equipe mais forte de todas quando completa. Todos os outros se equivalem, o Japão fora de casa seria complicado", afirma o capitão brasileiro João Zwetsch.

O Brasil aguarda agora a definição da cidade e do tipo de piso e bola que serão escolhidos pelos alemães para poder definir a equipe e a preparação para o confronto. O capitão João Zwetsch tem até o dia 3 de setembro para definir a convocação do time. Mais do que convocar, a preocupação é em montar a preparação ideal para os jogadores que vão competir na Alemanha.

"Nos cabe desde já a condição de fazer um planejamento legal dos jogadores tendo a ideia de chegar na melhor preparação possível para a Copa Davis. Temos que esperar a definição do piso, que pode ser em quadra rápida e até na grama, em que os alemães jogam bem. Temos que esperar essas definições", explica o capitão brasileiro.

Depois do desempenho do Brasil nos dois últimos confrontos fora de casa, contra Rússia, em 2011, e Estados Unidos, nesta temporada, em que a equipe brasileira esteve próxima da vitória mesmo jogando em condições adversas, João Zwetsch acredita que o time brasileiro está evoluindo para chegar a uma grande vitória fora de casa.

"Nossa equipe está tendo uma crescente quando se junta. Na mentalidade, na busca de uma coisa só, o respeito de todos trabalhando juntos e isso está nos fazendo cada vez mais fortes. Muita gente pensou que estávamos mortos na sexta-feira contra os Estados Unidos, mas quem acompanhou de perto sabia que acreditávamos na vitória e chegamos perto de consegui-la", analisa Zwetsch.

O capitão nacional admite preocupação com a força da Alemanha, que tem jogadores em bom momento no circuito mundial, mas reforça que a equipe brasileira precisa saber vencer times deste nível para seguir no Grupo Mundial da Copa Davis.

"Se o Haas jogar, fica ainda mais forte ainda pelo tênis que ele vem jogando. Mas para ficar no Grupo Mundial sabemos que temos que enfrentar e vencer times desse nível. Tem quatro ou cinco times com nível de ganhar de qualquer um, tem mais uns 16 times que também são fortes, mas a gente tem condições de jogar de igual para igual e é isso o que temos que pensar e preparar para fazer desde já", finaliza o capitão brasileiro.

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