
Miami (EUA) - Com a conquista de seu quinto título do Masters 1000 de Cincinnati, o suíço Roger Federer ampliou vantagem em relação ao sérvio Novak Djokovic no ranking da ATP. Agora, os dois primeiros colocados estão separados por quase 900 pontos, o que garante ao atleta da Basileia a manutenção do número 1 até o fim do US Open, independente de seu resultado em Nova York.
O fato de defender o título conquistado no ano passado faz com que Djokovic defenda 2.000 pontos em Flushing Meadows, ao passo que o suíço precisa salvar os 720 referentes às semifinais de 2011. Só que a questão dos pontos a defender muda de figura logo que o US Open acabar, pois nas semanas seguintes até o fim do ano quem tem bem mais a defender é Federer.
Além do que somou em Nova York, o número 1 do mundo terá mais 3.000 pontos a serem descontados neste ano, referentes aos títulos no ATP 500 da Basileia, no Masters 1000 de Paris e no ATP Finals, em Londres. Neste mesmo período na temporada passada, Djokovic não teve resultados tão expressivos e somou apenas 560 pontos.
Mesmo com a ponta garantida até depois do US Open, o suíço terá que batalhar para se manter lá até o fim da temporada. No geral, Federer tem mais a defender do que Djokovic, que descontado tudo o que ambos têm até dezembro leva vantagem sobre o atleta da Basileia. Por isso, o atual líder do ranking terá que manter a boa forma se quiser fechar mais um ano como número 1.
Semifinalista em Cincinnati, superado por Djokovic, o argentino Juan Martin del Potro foi o único a subir dentro do top 10. Ele ganhou uma posição e derrubou o sérvio Janko Tipsarevic para o nono posto, ocupando agora a oitava colocação. Completam a lista dos 10 melhores o espanhol Rafael Nadal (3º), o britânico Andy Murray( 4º), o espanhol David Ferrer (5º), o francês Jo-Wilfried Tsonga (6º), o tcheco Tomas Berdych (7º) e o norte-americano John Isner (10º).
COMENTÁRIOS