
Cincinnati (EUA) - Ao alcançar a final do Masters 1000 de Cincinnati, o suíço Roger Federer garantiu uma semana a mais na liderança do ranking. Neste domingo, ele derrotou o sérvio Novak Djokovic, seu perseguidor mais próximo, na decisão do torneio ampliando ainda mais a distância entre os dois na lista da ATP.
Com isso, o atleta da Basileia não irá deixar de ser número 1 do mundo até o fim do US Open, já que abriu 895 pontos em relação a Djokovic, que pode descontar no máximo os 720 referentes à campanha de Federer em Flushing Meadows no ano passado.
Atual campeão em Nova York, o sérvio tem mais chance de ver a diferença aumentar, uma vez que basta a Federer chegar às semifinais para somar mais pontos. Só que a vantagem do número 1 do mundo acaba aí, pois no restante da temporada ele defende 3.000 pontos referentes aos títulos no Masters de Paris, no ATP Finals e no ATP 500 da Basileia.
Neste mesmo período, Djokovic tem quase seis vezes menos pontos a defender. No ano passado, o sérvio foi às quartas em Paris, à semi na Basileia e não passou da fase de grupos no ATP Finals, o que corresponde a apenas 560 pontos. Em função desta diferença, apesar de ter a manutenção da ponta garantida até o fim do US Open, Federer terá que lutar até o fim do ano para fechar mais uma temporada como número 1.
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