
Cincinnati (EUA) - Pela quarta vez na temporada o sérvio Novak Djokovic e o suíço Roger Federer irão se enfrentar. Desta vez, os dois tem encontro marcado pela decisão do Masters 1000 de Cincinnati, neste domingo, às 13h30 (horário de Brasília), no que será o 28º duelo entre eles até então. Antes mesmo de ter o tenista da Basileia definido como seu rival, “Nole” já comentava sobre um duelo contra ele.
“Todos nós sabemos o quão bom ele é, especialmente nas retas finais dos torneios. Acho que as condições da quadra aqui, bem rápidas, se encaixam bem em seu estilo”, avaliou o sérvio, comentando o possível embate com Federer, que acabou se concretizando com a vitória do suíço sobre o compatriota Stanislas Wawrinka na segunda semifinal do dia.
Apesar de ter levado a melhor nos confrontos em 2012, com duas vitórias e uma derrota, no geral Djokovic fica atrás com vantagem de 15 a 12 para o suíço. “Já nos enfrentamos muitas vezes e sempre é um grande desafio quando você enfrenta um grande adversário”, acrescentou o número 2 do mundo, que com o triunfo de Federer neste sábado não pode mais voltar ao topo da ATP na próxima semana.
O sérvio chega para o duelo decisivo não só com uma boa vitória sobre o argentino Juan Martin del Potro na semi, em revanche da disputa do bronze olímpico, mas também embalado pelo título faturado em Toronto, na semana anterior. “Tentei ficar mais dentro de quadra e aproveitar minhas chances. É o que eu tenho feito nos últimos anos”, falou Djokovic sobre o duelo com o argentino.
“Claro que às vezes funciona e outras não, mas isso tem funcionado quase sempre para mim nas duas últimas semanas. Estou feliz por isso”, complementou o vice-líder do ranking, que comandou o placar contra Del Potro. “Quando você está em uma situação de break-point atrás faz com que seu foco fique mais apurado e te deixa um pouco mais agressivo. É algo que eu sempre tenho em mente”, explicou.
COMENTÁRIOS