
Miami (EUA) - Enfim o suíço Roger Federer se tornou o maior número 1 de todos os tempos. Nesta segunda-feira, ao ser confirmado por mais uma semana como líder do ranking da ATP, ele ultrapassou a marca do norte-americano Pete Sampras, que havia comandado a lista de tenistas profissionais por 286 semanas, e se tornou o atleta que liderou por mais tempo.
Agora com 287 semanas na dianteira, o suíço irá ampliar o recorde pelo menos até as Olimpíadas, uma vez que até lá não será ultrapassado por ninguém. O sérvio Novak Djokovic, único que pode conseguir esse feito, não tem programado um torneio sequer em seu calendário até os Jogos de Londres, quando voltará a batalhar com Federer pelo número 1.
Os dois seguem separados por apenas 75 pontos, seguidos pelo espanhol Rafael Nadal, que vem a uma distância bem maior, com 2.095 pontos de desvantagem para o segundo colocado. O britânico Andy Murray é o quarto e o espanhol David Ferrer, que nesta semana conquistou o título do ATP 250 de Bastad, o quinto da temporada, fecha a lista do top 5.
Em uma semana sem muita atividade, apenas três mudanças aconteceram dentro do top 20, todas nas últimas colocações. O espanhol Marcel Granollers subiu quatro posições e se tornou o 20 do mundo, logo atrás do japonês Kei Nishikori, o agora 19º da lista, que foi ultrapassado pelo ucraniano Alexandr Dolgopolov, novo 18 do mundo.
Campeão do ATP 250 de Stuttgart, no ano passado, o espanhol Juan Carlos Ferrero não conseguiu defender os pontos da conquista e amargou a maior queda entre os tenistas do top 100. O “mosquito” perdeu 19 lugares e foi parar na 56ª posição. Em contrapartida, o compatriota Guillermo Garcia-Lopez subiu 17 posições e figura no 70º posto.
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