
Londres (Inglaterra) - Assim como acontecera nos outros 13 encontros, nesta quarta-feira, o suíço Roger Federer passou sem dificuldades pelo russo Mikhail Youzhny e manteve a invencibilidade nos confrontos, anotando parciais de 6/1, 6/2 e 6/2. A superioridade do atleta da Basileia no duelo é tamanha que ele perdeu apenas três sets em todos esses encontros.
Classificado para a semifinal depois de cair nas quartas nos dois últimos anos, Federer tem tudo para enfrentar o sérvio Novak Djokovic, atual campeão de Wimbledon, que primeiro precisa confirmar o favoritismo diante do alemão Florian Mayer. Caso o embate seja mesmo confirmado, servirá como primeiro passo para que o suíço retorne ao posto de número 1 do mundo.
O atleta da Basileia precisaria não só de uma eventual vitória contra Djokovic na semifinal, mas também de um novo triunfo na final. Se conseguir este feito, além de igualar o recorde de sete títulos no All England Club, que pertence a Pete Sampras, Federer também igualaria outra marca do norte-americano, a de semanas na liderança do ranking.
Até então são 26 os confrontos entre Federer e Djokovic, com vantagem apertada para o suíço (14 a 12). Nos três encontros mais recentes a vitória acabou nas mãos do sérvio. Quando o assunto são os Grand Slam, são 10 os embates e cada um deles venceu cinco vezes.
Maior freguês de Federer, com a derrota sofrida nesta quarta, Youzhny facilitou a vida do rival logo no começo da partida, sofrendo uma quebra em sua primeira aparição nos saques. Com o placar favorável, o suíço sobrou em quadra e levou com tranquilidade o primeiro set, em que ainda bateu o serviço do russo ainda mais uma vez antes de fechar.
A história da quebra prematura se repetiu tanto no segundo como no terceiro set, fazendo com que o atual número 3 do mundo não soubesse o que é ficar atrás do placar em qualquer uma das três parciais do jogo. Com isso, Youzhny foi derrotado novamente pelo suíço e se tornou o rival com a maior série de insucessos contra Federer, deixando para trás o espanhol David Ferrer e o finlandês Jarkko Nieminem, que perderam 13 seguidas e também nunca venceram.
O domínio de Federer na partida deu-se muito em função do excelente aproveitamento com a primeira bola, responsável por 88% dos pontos disputados com ela, ao passo que o russo venceu apenas metade das bolas com o primeiro saque. Por conta disso, foram ao todo 20 oportunidades de quebra cedidas para Federer, que aproveitou seis e salvou as duas que teve contra.
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