Passei uns três dias com o maior sorriso do mundo, então cheguei aqui e agora é melhor voltar à realidade.Maria Sharapova, sobre o título em Roland Garros.
Sair do saibro de Paris para a grama de Wimbledon é a coisa mais difícil que existe, especialmente se você chega tão longe em Roland Garros. Você quer comemorar e desfrutar, mas na verdade precisa vir para cá e se preparar. Os dois primeiros dias você percebe que não pode mais deslizar, precisa dar mais alguns passos. Ao invés de ralis, não bate mais do que cinco vezes.
Sharapova, comentando sobre a mudança radical de pisos.
Claro que existe pressão. Vou tentar não pensar nisso quando for para quadra. Mas estou muito feliz por jogar na grama novamente.
Petra Kvitova, que defenderá seu inesperado título do ano passado em Wimbledon.
Perder uma final de Grand Slam talvez seja a coisa mais difícil na vida de um tenista, mas você precisa tentar melhorar e esperar por nova chance.
Sharapova, sobre a derrota na final do ano passado para Kvitova.
Dentro de mim, continuo sendo a mesma pessoa do que era antes de ganhar Wimbledon. Mas é claro que é diferente. As pessoas me reconhecem em todo lugar, algo estranho para mim no começo. Agora sei que faz parte da minha vida. Ser campeã aqui é para sempre.
Kvitova, respondendo como tem lidado com o sucesso.
Quando recebi o convite para carregar a bandeira (da Rússia) na cerimônia dos Jogos, tive de reler umas cinco vezes e ainda pedir para outros verem se era verdade mesmo.
Sharapova, sobre a escolha para ser porta-bandeira.