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Bellucci não joga challenger e fica longe de Londres
03/06/2012 às 14h59

creditoPor José Nilton Dalcim

A presença do tênis brasileiro nas Olimpíadas de Londres ficou um pouco mais distante. Número 1 do país, mas classificado num teórico 77º posto após sua eliminação precoce em Roland Garros, o paulista Thomaz Bellucci teria de disputar um torneio de nível challenger na próxima semana para buscar pontos de última hora, mas ele não conseguiu convite para Prostejov e assim depende agora também de sorte.

Neste momento, sem considerar a segunda semana de Roland Garros e os challengers a ser disputados na próxima semana, a lista olímpica de 56 participantes diretamente determinados pelo ranking seria fechada na 69ª posição. O critério da Federação Internacional determina um máximo de quatro tenistas por país em cada chave de simples, o que elimina 13 jogadores (cinco espanhóis, seis franceses, um americano e um argentino) que figuram entre os top 70.

O problema de Bellucci é que todos os seis tenistas que estão a sua frente também podem entrar, porque são de países que não estão na regra limite. São os casos do do belga Steve Darcis, do australiano Matthew Ebden, do búlgaro Grigor Dimitrov, do alemão Cedrick Stebe, do túnis Malek Jaziri e do italiano Filippo Volandri.

Os únicos quatro países que poderão levar quatro representates são Espanha, França, Argentina e Estados Unidos. Com três nomes, figuram Sérvia, Japão, Croácia, Colômbia, e Rússia, enquanto Suíça, República Tcheca, Itália, Alemanha, Eslováquia e Bélgica têm direito no momento a dois. Outros países que poderão se inscrever são Grã-Bretanha, Ucrânia, Canadá, Austrália, África do Sul, Áustria, Holanda, Uzbequistão, Chipre, Finlândia, Cazaquistão, Polônia, Luxemburgo e Taipei.

A lista oficial se baseará no ranking do dia 11 de junho, imediatamente após Roland Garros. No caso de não conseguir vagas, a Confederação Brasileira poderá requerer um dos oito convites oferecidos pela Federação Internacional, mas nesse caso estará também sujeito à aprovação do Comitê Olímpico Brasileiro, que tem por critério habitual não levar convidados.

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