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US Open 2018: um torneio para entrar na história
Por Chiquinho Leite Moreira
setembro 10, 2018 às 3:11 pm

Jogadas espetaculares, resultados surpreendentes, recordes, novidades e muita polêmica marcaram o US Open de 2018. Aconteceu de tudo na cidade que nunca dorme. Novak Djokovic conquistou o tricampeonato, o 14. Grand Slam – igualou Pete Sampras – e, com todos os méritos, Naomi Osaka tornou-se na primeira japonesa a conquistar um troféu desse nível.

Entre tantas coisas, infelizmente, o assunto de maior relevância foi a polêmica na final feminina. Antes de mais nada, quero deixar claro que para mim houve sim exageros, mas de ambas as partes. Tanto do rígido juiz de cadeira Carlos Ramos, como da enérgica tenista Serena Williams.

Antes de mais nada é preciso acabar com essa farsa do ‘coaching’. Atire a primeira pedra àquele que nunca pecou. Ora, não há um jogo sequer que o treinador não tente passar instruções aos seus pupilos. Ora, foram precisos sete partidas para Serena Williams ser advertida por causa do falante Patrick Mouratoglou. Será que nos outros seis encontros não aconteceu o mesmo?

Por outro lado, a regra existe e o juiz de cadeira a fez cumprir. Mas será também que não teria faltado um pouco mais de bom senso ao Carlos Ramos. Se muitos treinadores não respeitam a regra e passam mensagens para seus jogadores (sem nunca terem sido punidos), talvez o mais conveniente teria sido o juiz ‘avisar’ a tenista que ele iria seguir rigidamente o código de conduta.

Ramos aplicou sem hesitar o código de conduta. Primeiro o ‘coaching’ (com multa de US$ 4 mil), depois o abuso de equipamento (a quebra de raquete custou US$ 3 mil) e a acusação verbal outros US$ 10 mil, na maior soma deste US Open.

Experiente, Carlos Ramos foi considerado o mais indicado para atuar no jogo entre Williams e Osaka. O português é o único árbitro em atividade que possui o Golden Slam. Esteve nas finais masculinas do quatro Grand Slams e mais a decisão da medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres, com Andy Murray e Roger Federer.

Sua história é marcada por decisões duras. Em 2017, em Roland Garros, no encontro dos espanhóis Rafael Nadal e Roberto Bautista Agut deu duas advertências seguidas ao maior campeão do Slam francês, causando muitas reclamações e discussões.

Serena Williams poderia ter sido orientada sobre este risco. Mas, na realidade, não é a primeira vez que a norte-americana se envolve em ríspidas discussões com os juizes. No próprio US Open, num jogo diante da belga Kim Clijsters, Serena foi agressiva com uma fiscal de linha asiática e teve de ser punida severamente por Brian Earley, o supervisor de torneio. homem experiente e conhecido no circuito desde os seus tempos em competições juvenis.

Agora, o pior de tudo é que esta polêmica acabou arranhando o brilho da merecida conquista de Naomi Osaka. A cerimônia de premiação começou com vaias. A ponto de a própria Serena tomar a iniciativa de pedir apenas aplausos.

Enfim, será que já não seria hora de os torneios do Grand Slam discutirem novas ações? O US Open foi o primeiro a colocar o relógio do saque de 25 segundos. Wimbledon já pensa em jogar o tie break no último set. E por que não estabelecer um critério ao coaching? Permitir como no circuito da WTA e já testado de outra forma no Next Gen da ATP, mas, seja lá o que se estabelecer como regra, que seja então cumprida a risca. E não ora sim, ora não.


Comentários
  1. Wladner

    Por isso somos o que somos. Artigo criticando árbitro por seguir as regras. Não tem essa de “falta de bom senso” do árbitro. O primeiro warning não tirou ponto algum de Serena e já deveria ser suficiente para ela baixar a cabeça e se concentrar no jogo. Essa atitude dela e somente dela manchou a imagem do US Open agredindo ainda um momento que deveria ser especial para uma menina de apenas 20 anos que acabara de ganhar um Grand Slam.

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Estou pedindo um critério: pune ou pune. Por que não deu warning em outras partidas? Só guardou para a final o cumprimento da regra

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      1. Wladner

        O correto ainda é correto independe do momento. Não houve polêmica alguma relacionada a coaching. Houve sim aquela polêmica com o Kirgios que deve inclusive ter pressionado os juízos a estarem mais atentos às regras o que é uma coisa boa.

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  2. WALDIR DOS SANTOS

    E O NOVAK DJOKOVICH …..O
    DJOKO ELE NÃO JOGOU…..NÃO GANHOU O USOPEN…….CADE ELE……..SUMIU PARA VOCE……..TALVES VOCE ESTEJA COM NADAL TOMANDO UMA CERVEJA DE RAIVA.

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  3. PEDRO HENRIQUE BUENO MATOS DE ALMEIDA

    Vou ter que discordar um pouco… isso é interpretativo, nos outros jogos que ele arbítrou talvez não ficou muito evidente se os treinadores deram instrução, se nesse ficou claro, aliás o próprio Mouratouglou admitiu o coaching, então que seja dada a punição, a Serena levou a punição, não concordou, até aí ok, mas pq depois da reclamação não se concentrar de novo no jogo? Tenista não entra em quadra pra levar advertência, entra pra jogar tênis, diferente do futebol em que a falta faz parte do jogo e as vezes deve ser usada taticamente, no tênis o atleta não deve tomar advertências, quebrou a raquete, não tinha o que reclamar disso, ou de fato o chão estava duro demais? Faça-me o favor! E pra fechar com chave de ouro chama o juiz de ladrão? Sinceramente, acredito que até caiba um processo pela atentado a honra do Carlos Ramos, ainda mais em rede mundial. Quanto a Serena que para mim é o maior jogador de tênis, entre homens e mulheres, que jamais vai existir, mancha de novo a história do tênis.

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  4. Luiz Fabriciano

    Chiquinho, com todo o respeito que sempre nutri por você, sua parcialidade em favor da Serena agora me deixou triste.
    No mundo não há, ou pelo menos, não deveria haver
    bom senso em aplicações de regras ou códigos de conduta. A regra está para ser cumprida. Serena sabe muito bem de todas elas. O primeiro incidente foi causado por ela e não lhe custou nada além de uma advertência verbal. Serena é reincidente. O mundo sabe disso. O juiz trabalhou no jogo da Serena pela primeira vez nesse US Open – se os outros não cumprem a regra, a instituição deveria chama-los à essa atenção – então não tem esse argumento de hora cumpre/hora não cumpre.
    Serena já deveria saber que jogo (futebol?!) não se ganha no grito, e pela segunda vez ela quis isso.
    Até a WTA deu bola fora defendendo a Serena. Oras, dizer que acha correto o treinador participar do jogo (eu também acho), mas não é a regra do torneio.

    Grande abraço.

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Acho que houve exagero da Serena, sem dúvida, e deveria sim ser punida. Mas a discussão é pq não se pune o coaching em todos os jogos?

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  5. Zeca

    Discordo de sua avaliação, respeitosamente.
    As regras devem ser cumpridas. O cumprimento (rigoroso) prescinde de prévia advertência.
    O problema é que poucos árbitros têm coragem para advertir jogadores de alto estirpe. E, quando o fazem, são objeto de críticas imerecidas.
    O árbitro percebeu o uso ilegal de instruções e agiu conforme o regulamento. Se não o fez em ocasiões anteriores, o erro foi incorrido no passado, quando teria deixado de agir, e não quando o fez.
    Grato pela atenção.

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  6. jorge luiz

    Por isso que no blog do Dalcin tem 20 vezes mais comentários,Chiquinho que além de ser um Nadalete, agora tentando defender a indefensável atitude da arrogante Serena, lamentável.

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  7. Paulo F.

    Doze, DOZE, palavras sobre o tricampeonato de Djokovic, Chiquinho?
    Ah, fosse o Nadal né? O Sr. estaria com LER nos dedos até o ano que vem de tanto escrever…

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  8. Marlon

    De fato Chiquinho entrou na polemica, e, em consequencia dessa atitude deixou de enaltecer Djoko. Se fosse o “leao da montanha” ele iria rasgar elogios. Nao estou aqui pedindo para que ele fale do djoko, so acho que para um comentarista ele deveria ser mais neutro. Nao que eu nao goste do Federer, mas depois da facanha do Djoko vir aqui comentar sobre o fato de Serena esta certa ou nao caberia comentar no sabado ou domingo e separar a segunda para OS CAMPEOES!

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  9. Henri

    Boa tarde Chiquinho td bem !! na minha modesta opinião a imprensa de modo geral esta fazendo exatamente o que esta moça pretende ou seja desviar
    atenção do deprimente show dela de falta de educação e esportividade para uma polemica que não deveria ser relevante em função do fato principal este sim deveria ser o destaque. A grande realidade é que depois de perder o game de saque no 3 a 3 ela viu que o jogo ja era e simplesmente resolveu melar o espetáculo pra justificar o vareio que ela estava tomando.Ela ja revelou este lado arrogante e anti esportivo varias vezes e se tivesse ganhando o jogo garanto que ela não dava este escândalo para um simples warning. Praticamente todo jogo de tenis tem um erro discutível aqui ou ali e daí!!! A atitude dela foi intolerável e isto sim é que merece o destaque . Depois ainda acusa o juiz de sexista racista e td mais faça me um favor. Grande abraço vcs fazem um ótimo trabalho

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  10. Antonio Jose

    Pra mim a arrogância da americana não me surpreende… Não respeito-a desde o dia em que humilhou a pobre juíza de linha na final contra a Clisters… E porque? Pelo mesmo motivo do PITI de sábado… Estava perdendo o jogo!! Não tinha o menor motivo para a palhaçada que aprontou… Tomou apenas uma advertência e pronto. Nada teria acontecido se não continuasse a tentar dar carteirada no juiz, em vez de jogar tênis… Há, mas o juiz foi duro? Poderia até ter feito diferente… Mas para mim isso foi muito pequeno diante do papelão ridículo da arrogante Serena e também dos torcedores americanos, que chancelaram a palhaçada da compatriota! Um campeão não se faz somente de títulos… Simples assim.

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  11. RS

    Chiquinho,

    Respeito muito o seu profissionalismo e historia, porem nao concordo com os seus argumentos acima.

    O arbitro agiu corretetamente dentro das normas.
    Nao e porque uns juizes nao aplicam as regras que outros nao devam aplicar… nao e porque uns jogadores (as) nao sao pegos e punidos, que os pegos nao devam ser punidos, certo?.

    Todos os jogadores e tecnicos sabem das regras e da autoriadade do juiz e que estao sujeitos a punicao, se o juiz pega-los.

    A instrucao que o treinador passava para a Serena era muito relevante, num momento muito delicado para a Serena e, portanto, favoreceria significativamente a Serena naquele momento do jogo, prejudicando a sua adversaria.
    Portanto, o juiz nao poderia deixar de aplicar a regra (alem do que o tecnico foi flagrado nas filmagens).

    O segundo warning foi indiscutivel… portanto, 2 warnings = 1 ponto perdido. Nao ha o que discutir.

    Em geral, os atletas reclamam quando da punicao (as vezes de forma contundente e por vezes abusiva), mas depois continuam o jogo, evitando situacoes constrangedoras, em respeito ao arbitro, ao adversario, aos espectadores, patrocinadores e organizadores ou, simplesmente, para evitar uma punicao maior.

    Mas nao foi o que vimos neste sabado; houve um continuo abuso e desrespeito da jogadora perante o arbitro, que, apos varios desaforos da Serena, nao teve outra opcao senao cumprir a regra. Ela pediu pela punicao e foi devidamente atendida.

    O juiz deve ser apoiado e protegido pelas entidades e profissionais do tenis, pois agiu de forma correta.

    Apoiar o comportamento da Serena ira gerar situacoes futuras em que jogadores se sentirao no direito de desafiar e desrespeitar o juiz sem aceitar a devida punicao… Os juizes perderao totalmente a autoridade… Melhor nao ter juiz…

    Se as regras podem evoluir ou a padronizacao de sua aplicacao, esta e uma outra discussao, totalmente fora do contexto da partida.
    Talvez a Serena tenha um ponto ai, porem isto nao justifica de forma nenhuma o seu comportamento totalmente inadequado em quadra.

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  12. Nilson Reis

    Boa noite Chiquinho, gosto de seus comentários e sempre te acompanho mas que falta de, no mínimo, boa vontade de sua parte, colocando somente que o Nole ganhou seu 14. Slam em seu Texto??? Que isso!!! E falar 80% de juiz e chilique da Serena??? O mundo do tênis não gira só em torno de Federer e Nadal, existe Djoko que tem feito um segundo semestre brilhante, ganhando 2 slam seguidos, fora uma carreira monstruosa de conquistas. Reveja os conceitos de torcida.

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  13. moises

    Moreira, não concordo com a sua opinião. Erro único, total e exclusivo da Serena. Arrogante, má perdedora, péssimo exemplo, enfim, LAMENTÁVEL .

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  14. BENHAMIN GOVEIA

    Assim como Serena não está autorizada à fazer o que fez na final, sendo por isso punida de acordo com regras do regulamento, árbitros não são autorizados a dar conselhos ou incentivar jogadores para manter uma postura neutra em quadra. E todos nós vimos o que aconteceu na partida do Kyrgios contra o Herbert, quando o Lahyany desceu da cadeira para conversar com o australiano. Então, assim como Serena foi punida, o Lahyany também deveria ser, pois regra é regra.

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  15. WALDIR DOS SANTOS

    ABERTURA DO TEXTO…..DUAS LINHAS SEM ELOGIO OU NÃO SABE MAIS ESCREVER, PELO VISTO É ISTO, POIS HOJE ESCREVE 1 OU 2 VEZES POR MES.

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  16. Roberto

    Chiquinho, a regra está escrita e está clara. É função do jogador conhecer e respeitar, é função do árbitro conhecer e aplicar. Não é função do árbitro explicar a regra para o jogador, muito menos alertá-lo que pode ser punido.
    A Serena Willians foi infeliz em todos os comentários em quadra e extra-quadra.
    Muitos jornalistas e entidades foram e estão sendo infelizes em defender a jogadora.
    Agora, árbitro tem que ser rígido (então sua velada crítica é inapropriada), tem que seguir a regra e tem que aplicar a todos (aí tua crítica tem motivo).
    Como é muito difícil o árbitro ficar cuidando do jogo e de atitudes anti-esportivas dos jogadores e técnicos (que usando as palavras de Serena, “é trapaça”, e como o técnico admitiu não estou acusando falsamente ninguém) o mais justo é acabar com a proibição do coaching e permitir que o técnico sente com o jogador

    Responder
    1. Chiquinho Leite Moreira

      Vc falou tudo no final de seu texto. Acaba-se com o coaching ou aplica-se a regra em todos os jogos. Afinal, a Serena fez sete jogos no US Open e será que só na final o Mouratoglou tentou passar instruções?
      É, mais ou menos, como no pênalti no futebol. O goleiro não pode avançar a linha, mas quem marca?

      Responder
      1. RS

        Chiquinho,
        A regra do coaching seria como a lei de não dirigir alcoolizado… o sujeito alcoolizado toma o risco, se dirigir… se for pego é punido….
        Não é por que muitos motoristas bebados não são pegos e multados, que àqueles flagrados pela polícia não devam ser multados…
        A lei inibe, mas não pode garantir que a maioria que não a respeita será punida… mas, uma vez flagrado, o sujeito é multado…

        Responder
  17. Henrique

    Hahaha! Impressionante como pro Chiquinho, se não der o ídolo dele, Nadal, os campeões ficam secundários. Só uma linha pro Djokovic e pra Osaka??? Alguém duvida que se o milongueiro de Mallorca fosse o campeão, o Chiquinho teria feito um textão emocionado ressaltando o quão magnífico seu tenista favorito é? Calma, Chiquinho, daqui a pouco o sérvio ultrapassa o espanhol em Slams! O Djoko é muito mais completo que o espanhol que nunca defendeu sequer um título fora do saibro.

    Responder
  18. Luciane sakae

    Que comentário infeliz!! Brasileiro sendo brasileiro!! Regras são feitas para serem cumpridas! Não tem esse negocio de “bom senso”! E não é porque outros árbitros não cumpriram com a regra,que Carlos Ramos não deveria cumprir também!!

    Responder
  19. Lila Muniz

    Chiquinho bom senso é aplicar regras…se todo mundo faz, não descaracteriza o não cumprimento da regra.
    Exemplo: Não devemos sonegar Imposto de Renda, ah, mas todo mundo sonega, bom e daí, continua sendo errado…e não posso me eximir da responsabilidade/o cumprimento do correto, porque outras pessoas não o fazem.
    Serena estava nas cordas, Osaka era superior…
    Serena se sucumbiu de vaidade, decidiu jogar toda a sua frustração no árbitro, se valendo de título de mãe, e da torcida.
    Quem nos garante que não quis destabilizar a adversária? Uma garota de 20 anos no seu primeiro Grand Slam?
    Serena não precisava manchar esse USopen na sua carreira…ela que enfrentou tantos desafios, é campeã de 23 títulos, campeã olímpica, deveria jogar tênis, lutar e perdendo, deveria se vestir daquela humildade que sabemos qual é e reconhecer que do outro lado da quadra alguém jogou muito melhor que ela e merecia uma premiação a altura como tantas outras que a própria Serena já mereceu e nenhuma adversária manchou o questionou a vitória.
    Serena reflita e peça uma coletiva se desculpando com todos, com o juiz, com a Osaka…seria digno de uma grande pessoa nas quadras e fora dela.

    Responder
  20. Lila Muniz

    Chiquinho bom senso é aplicar regras…se todo mundo faz, não descaracteriza o não cumprimento da regra.
    Serena estava nas cordas, Osaka era superior…
    Serena se sucumbiu de vaidade, decidiu jogar toda a sua frustração no árbitro, se valendo de título de mãe, e da torcida.
    Quem nos garante que não quis destabilizar a adversária? Uma garota de 20 anos no seu primeiro Grand Slam?
    Serena não precisava manchar esse USopen na sua carreira…ela que enfrentou tantos desafios, é campeã de 23 títulos, campeã olímpica, deveria jogar tênis, lutar e perdendo, deveria se vestir daquela humildade que sabemos qual é e reconhecer que do outro lado da quadra alguém jogou muito melhor que ela e merecia uma premiação a altura como tantas outras que a própria Serena já mereceu e nenhuma adversária manchou o questionou a vitória.
    Serena reflita e peça uma coletiva se desculpando com todos, com o juiz, com a Osaka…seria digno de uma grande pessoa nas quadras e fora dela.

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