God Save the King Murray
Por Chiquinho Leite Moreira
novembro 5, 2016 às 6:27 pm

Andrew Barron Murray este pomposo nome é o do novo “rei do tênis’. Não importa como tenha sido coroado, com a desistência do canadense Milos Raonic nas semifinais do Masters 1000 de Paris, mas assume o trono de direito e de fato. Chega a liderança do ranking destronando o sérvio Novak Djokovic, com atuações convincentes e resultados brilhantes.

Andy Murray é o primeiro britânico da era aberta a assumir a posição de número um do mundo. Não é de se surpreender. O tenista escocês acostumou-se a fazer história, encerrando enormes jejuns. Foi o primeiro jogador GB a conquistar um Grand Slam, desde Fred Perry, em 1936. Isso aconteceu em 2012, quando levantou a taça de campeão do US Open, com vitória sobre Dkjokovic. Voltou a quebrar um recorde ao conquistar Wimbledon em 2013, também em cima de Djokovic, e novamente igualando-se a Perry, em 1936. Fez mais, muito mais. Ganhou outra vez no All England Club, em 2016, sobre Raonic. Ganhou o ouro no tênis do team GB, em Londres, com vitória diante de Roger Federer. Primeiro ainda a ser bi olímpico, no Rio 2016 superando Juan Martin Del Potro.

É, sem dúvida, um jogador e tanto. Repito que aprendi a gostar de seu estilo. Está muito legal em vê-lo em quadra. E fora dela também demonstra grande personalidade. Recentemente votou pela separação da Escócia. E, não sei se por coincidência ou não, Andrew Barron Murray foi coroado em Paris, jogando com o azul e branco, nas cores da bandeira escocesa.


Comentários
  1. Lázaro Zardini

    Caro Chiquinho…
    Há algumas semanas você previa a façanha e eu (desinformado sobre o desconto dos pontos do Finals) a via com bastante desdenha. Mas eis que Murray é coroado “antes” do esperado, já que o próprio britânico esperava a virada da temporada pra pensar no topo.
    Agora, parece mais sóbrio apostar em Murray campeão do Finals e #1 da temporada, do que em Djoko. Louco, não?
    Pois bem, o que é certo é que a mídia brasileira parece estar bem satisfeita, assim como aqueles admiradores (como eu) que, apesar de terem suas preferências, sabem creditar e se emocionar por grandes atletas. Afinal de contas a história do britânico é mesmo emocionante. A superação de na maior parte da carreira mesmo sendo um gênio ser “apenas” o quarto favorito em qualquer torneio. E, ainda, sua postura sincera e particular que o livrou de diversas contradições, já que nunca disse nada pra agradar ou parecer mais legal.
    Congratulations for King Murray!!!

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  2. Fabricio

    ChiquInho, dentre os cenarios abaixo oq vc palpintaria para os slan de 2017. a) Murray e Novak dominando; b) Federer e Nadal beliscando 1 ou 2 slan; c) Novatos vencendo ao menos 1 slan; d) nda?

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    1. Chiquinho Leite Moreira

      Poxa acho que tudo isso q vc falou Fabricio. Murray e Djoko dominando, RF e RN podendo beliscar e surpresas com a nova geração.

      Responder
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