Tag Archives: Maria Camila Osorio Serrano

Título do Junior Masters leva francesa ao número 1
Por Mario Sérgio Cruz
outubro 29, 2018 às 11:08 pm

Campeã da quarta edição do ITF Junior Masters, a francesa de 17 anos Clara Burel teve mais uma boa notícia nesta segunda-feira ao assumir a liderança do ranking mundial juvenil da ITF. O título pôs fim à uma incômoda sequência de vice-campeonatos a Bruel, que havia perdido as finais do Australian Open, do US Open e dos Jogos Olímpicos da Juventude, há apenas duas semanas, em Buenos Aires.

Brandon Nakashima e Clara Burel venceram a quarta edição do evento em Chengdu (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Brandon Nakashima e Clara Burel venceram a quarta edição do evento em Chengdu (Foto: Paul Zimmer/ITF)

“É o meu primeiro troféu este ano. Tive algumas finais difíceis e tem sido muito doloroso para mim perder todas as vezes na final, por isso estou muito feliz por colocar as mãos neste troféu”, disse Burel após a conquista do título no último domingo, na cidade chinesa de Chengdu.

Burel ultrapassou a canhota chinesa Xiyu Wang, então líder do ranking, e que sequer pôde disputar todas as partidas da fase de grupos, por conta de lesão em uma das costelas. Embora ainda tenhta idade para disputar torneios juvenis por mais uma temporada, já que só completará 18 anos em março de 2019, o foco da francesa passa a ser subir no ranking da WTA, onde aparece nesta segunda-feira no 611º lugar. “Ganhar um título me dará muita confiança nos próximos meses e por jogar profissionalmente”.

A respeito da final, em que venceu a colombiana de 16 anos Maria Camila Osorio Serrano por 7/6 (8-6) e 6/1, a francesa comemorou o resultado e o espírito de luta, embora o desempenho não tenha agradado. “Eu não joguei meu melhor tênis. Camila estava jogando muito bem no primeiro set e eu só tinha que tentar encontrar o meu caminho e lutar por cada bola”.

Superada por Burel na decisão, Osório Serrano tentava ser a primeira sul-americana a vencer o torneio. Quarta colocada no ranking juvenil, a colombiana reiterou seu desejo de um dia se tornar a número 1 do tênis mundial, algo que já havia dito em entrevista ao TenisBrasil durante a Copa Paineiras, em março.

“Estou feliz com o que fiz esta semana, mas tenho que continuar trabalhando cada vez mais para ser a número 1 do mundo, não entre as juvenis, mas no ranking da WTA”, disse Osório Serrano, que é treinada pelo ex-top 50 Alejandro Falla.

“Estou ficando melhor. Eu estou melhorando meu saque, nos golpes e meu backhand. Talvez eu esteja me movimentando melhor também -não hoje, mas em geral- e esta semana realmente me ajudará daqui para frente. A coisa boa no tênis é que há sempre outro torneio para voltar minhas atenções e eu farei isso depois de uma semana inacreditável”, complementou a colombiana.

A liderança no ranking masculino permanece nas mãos do taiwanês Chun Hsin Tseng, que foi campeão de Roland Garros e Wimbledon este ano e repetiu a façanha de Gael Monfils em 2004. Finalista em Chengdu, Tseng não confirmou o favoritismo e perdeu por 6/2 e 6/1 o norte-americano de 17 anos Brandon Nakashima.

Primeiro norte-americano a vencer o torneio, Nakashima tinha como principal resultado na temporada juvenil até então o ITF G1 na grama de Roehampton, disputado na semana anterior a Wimbledon. Ele destacou a solidez de seu jogo e controle emocional para vencer o líder do ranking mundial da categoria.

“Eu apenas tentei me manter sólido no meu lado da rede, para ter certeza de reduzir os erros e jogar cada ponto com alta intensidade”, disse Nakashima, que salta do 13º para o quinto lugar do ranking da ITF. “Eu tento ficar o mais calmo e calmo possível durante a partida, sem demonstrar muita emoção. Eu acho que isso é um verdadeiro trunfo para mim”.

Junior Masters começa nesta quarta. Veja quem joga!
Por Mario Sérgio Cruz
outubro 23, 2018 às 11:32 pm

A quarta edição do ITF Junior Masters dá a largada na madrugada desta quarta-feira. Serão cinco dias de disputa com os dezesseis melhores juvenis da temporada nas quadras duras do Sichuan International Tennis Center, na cidade chinesa de Chengdu. Os grupos da chave masculina levam os nomes de SHUAI e YONG. Já as chaves femininas se chamam LI e LIANG.

Particularmente, considerando este torneio até mais interessante que o Next Gen ATP Finals no sentido de apresentar o futuro do esporte. São jogos com formato tradicional e com jogadores tendo destaque pela primeira vez, enquanto o evento da ATP em Milão apresenta nomes que já são conhecidos do público que acompanha o circuito com mais afinco. Os problemas do evento da ITF: Ser disputado na China, não ter transmissão de TV e coincidir datas com o WTA Finals.

295339

GRUPO LIANG

  • Xiyu Wang: Líder do ranking munial juvenil, a canhota Xiyu Wang foi campeã juvenil do US Open e semifinalista em Wimbledon. Já com 18 anos, a chinesa aparece no 194º lugar do ranking da WTA e tem dois títulos profissionais de nível de ITF de US$ 25 mil.
  • Clara Burel: Vice-líder do ranking da ITF, Burel vem de um vice-campeonato nos Jogos Olímpicos da Juventude em Buenos Aires. A francesa de 17 anos também foi vice-campeã em dois Grand Slam, na Austrália e nos Estados Unidos. Como profissional, a francesa está no 605º lugar na WTA.
  • Maria Camila Osorio Serrano: A colombiana de 16 anos fará sua segunda participação no Junior Masters. Na temporada passada, ela não passou da fase de grupos em Chengdu. Logo no início de 2018, Osório Serrano venceu 20 jogos seguidos no saibro Sul-Americano e conquistou cinco títulos nos seis primeiros torneios que disputou. Nas últimas semanas, foi semifinalista do US Open e dos Jogos da Juventude e aparece no 723º lugar do ranking profissional.
  • Eleonora Molinaro: A luxemburguesa de 18 anos é a 14ª colocada no ranking da ITF e chegou ao oitavo lugar em junho. Ela venceu quatro títulos na temporada juvenil, com destaque para o Trofeo Bonfiglio em Milão. Vencedora de dois títulos profissionais, Liang é agora a 393ª colocada na WTA.

GRUPO LI

  • Xinyu Wang: A chinesa de 17 anos começou a temporada disputando a chave principal do Australian Open, para onde ganhou convite depois de vencer um playoff asiático. Ela venceu em agosto seu primeiro título profissional em um ITF na Tailândia e ocupa 343º lugar. Como juvenil, foi semifinalista na Austrália e em Wimbledon, onde conquistou dois títulos de duplas.
  • En Shuo Liang: A taiwanesa de 18 anos chegou a ocupar a vice-liderança no ranking da ITF e aparece atualmente na sexta posição. Logo no início da temporada, foi campeã de simples e duplas no Australian Open da categoria. Como profissional, aparece na 283ª colocação e venceu seu primeiro título de ITF.
  • Clara Tauson: Com apenas 15 anos, a dinamarquesa chega embalada pelo título da Osaka Mayor’s Cup, torneio ITF GA disputado na semana passada em solo japonês. Durante a campanha, venceu dois jogos por duplo 6/0 e aplicou sete ‘pneus’ nas adversárias. Tauson também venceu o European Junior Championships e foi finalista do Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre.
  • Leylah Fernandez: Canhota de 16 anos, a canadense se destacou em solo brasileiro ao vencer o Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre em março. Fernandez também foi semifinalista em Roland Garros e chegou às quartas no US Open.

295338

GRUPO SUAI

  • Chun Hsin Tseng: O taiwanês de 17 anos é o número 1 do ranking mundial juvenil e conquistou dois títulos de Grand Slam consecutivos, em Roland Garros e Wimbledon, façanha que não foi obtida desde Gael Monfils em 2004. Tseng também já começa a se destacar entre os profissionais, venceu três torneios de nível future e ocupa o 437º lugar do ranking mundial.
  • Adrian Andreev: Quinto colocado no ranking da ITF, o búlgaro de 17 anos. Seu principal resultado em simples foi o título do Trofeo Bonfiglio, no saibro italiano de Milão em maio. Nas duplas, foi campeão do US Open e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos da Juventude. Como profissional, venceu um jogo por seu país na Copa Davis e foi convidado para a disputa do ATP 250 de Sófia em fevereiro.
  • Nicolas Mejia: Formado nos Estados Unidos, Mejia treina na renomada IMG Academy e fez sua última temporada como juvenil. Ele alcançou o quarto lugar do ranking em julho e aparece atualmente na oitava posição. O colombiano de 17 anos foi medalhista de prata nas duplas mistas dos Jogos Olímpicos da Juventude. Mejia também protagonizou uma batalha de 4h24 na semifinal do torneio juvenil de Wimbledon, quando foi superado pelo britânico Jack Draper por 7/6 (7-5), 6/7 (6-8) e 19/17.
  • Tao Mu: Convidado para a disputa do ITF Junior Masters, Mu será o representante da casa em Chengdu. O chinês de 18 anos aparece atualmente na 18ª colocação no ranking da ITF. Seu resultado mais expressivo foi uma semifinal alcançada na grama de Wimbledon. Embora seja o jogador com pior ranking entre os participantes, o anfitrião tenta repetir o feito do finlandês Emil Ruusuvuori, que venceu a edição passada quando era o 15º colocado.

GRUPO YONG

  • Hugo Gaston: O francês de 18 anos vem embalado pela conquista da medalha de ouro na chave nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. O vice-líder do ranking mundial juvenil também tem foi campeão de duplas no Australian Open, onde também fez quartas em simples. No início de sua carreira profissional, Gaston venceu um future de duplas no saibro francês de Grasse.
  • Sebastian Baez: Promessa do tênis argentino, Baez fará sua segunda participação seguida no Junior Masters e ficou em quarto lugar na edição passada. O argentino de 17 anos se destacou no começo da temporada com títulos do Banana Bowl e do Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre e chegou a vencer 15 jogos seguidos no Brasil antes de cair para Gilbert Klier na Copa Paineiras em São Paulo. Nos Grand Slam, destaque para o vice-campeonato em Roland Garros, já no início da carreira profissional, acumula três semfinais de future.
  • Lorenzo Musetti: Finalista da chave juvenil do US Open, em que perdeu para o paranaense Thiago Wild, Musetti aparece atualmente no sétimo lugar do ranking da ITF. O italiano de apenas 16 anos também chegou às quartas de final na grama de Wimbledon e ainda tem duas temporadas como juvenil pela frente. Ele só disputou dois torneios como profissional.
  • Brandon Nakashima: O norte-americano de 17 anos atingiu o décimo lugar do ranking juvenil em setembro e hoje aparece na 13ª posição. Nakashima chegou embalado a Wimbledon depois de ter vencido um ITF G1 na grama de Roehampton na semana anterior, mas não conseguiu confirmar a boa fase e não passou da segunda rodada do Grand Slam britânico.

BRASILEIROS MIRAM O PROFISSIONAL – Dois jogadores brasileiros aparecem atualmente entre os dez melhores juvenis do mundo, o paranaense Thiago Wild e o brasiliense Gilbert Klier Júnior. Embora tivessem condições de classificação para o evento, ambos já estão com 18 anos e priorizam as competições profissionais. Wild joga uma série de challengers no saibro sul-americano, enquanto Klier tenta qualis de future em solo nacional.

HISTÓRIA DO TORNEIO – O russo Andrey Rublev e a chinesa Xu Shilin foram campeões da edição inaugural em 2015. No ano seguinte, os títulos ficaram com o sul-coreano Seong Chan Hong e com a russa Anna Blinkova. Já em 2017, o finlandês Emil Ruusuvuori e a ucraniana Marta Kostyuk conquistaram a competição.

Andrey Rublev venceu a edição inaugural do torneio em 2015

Andrey Rublev venceu a edição inaugural do torneio em 2015

Rublev já 76º do mundo na ATP aos 21 anos e chegou ao 31º lugar em fevereiro, Hong também está com 21 anos e ocupou o 343º lugar, mas aparece atualmente apenas na 655ª posição. Já Ruusuvuori é o 318º do mundo aos 19 anos e está com o melhor ranking da carreira.

No feminino, destaque para a atual campeã Kostyuk, que chegou à terceira rodada do Australian Open e já é 121ª do mundo. Blinkova alcançou o top 100 na última segunda-feira, ao ocupar o 97º lugar. Por sua vez, Shilin é a 255ª colocada na WTA aos 20 anos.

TRANSMISSÃO – Nos dois primeiros anos, a ITF disponibilizava transmissão ao vivo pelo YouTube. A estratégia deve ser retomada a partir da fase final do torneio no fim de semana. Em 2017, foi feita uma parceria com o Olympic Channel, mas o site não anunciou transmissões para este ano. Já o placar ao vivo está disponível neste link.

Jogos da Juventude: Por onde andam os medalhistas?
Por Mario Sérgio Cruz
outubro 12, 2018 às 9:19 pm

As finais do tênis nos Jogos Olímpicos da Juventude estão marcadas para este fim de semana em Buenos Aires. No sábado, o público argentino terá a oportunidade de torcer pelo anfitrião Facundo Diaz Acosta, que disputa o título contra o francês Hugo Gaston. O jogo está marcado para às 9h45 (de Brasília), com transmissão do site da ITF e do Olympic Channel. A França também tem representação na final feminina, que acontece no domingo, com Clara Burel enfrentando a eslovena Kaja Juvan. A disputa do bronze será neste sábado entre a colombiana Maria Camila Osorio Serrano e a chinesa Xinyu Wang.

Nesta sexta-feira, o tênis brasileiro pôde comemorar a medalha de bronze de Gilbert Klier Júnior. Único representante nacional na competição, o brasiliense de 18 anos ficou em terceiro lugar na chave masculina de simples. Ele vencia a disputa pelo bronze contra o búlgaro Adrian Andreev por 6/4 e 3/1 quando o rival abandonou por lesão nas costas. A medalha de Klier é a terceira da história do país em competições olímpicas no tênis. As duas anteriores vieram na edição passada das Olimpíadas dos jovens, no ano de 2014 na cidade chinesa de Nanjing. Na ocasião, o gaúcho Orlando Luz foi medalhista de prata em simples e ouro nas duplas, em parceria com o paulista Marcelo Zormann.

As duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos da Juventude foram realizadas na Ásia, primeiro em Cingapura no ano de 2010 e depois em Nanjing. Entre seus medalhistas de simples, alguns tenistas já confirmaram a condição de jovens promessas, outros ainda seguem em busca de um lugar na elite do tênis mundial, enquanto outros se perderam pelo caminho. Veja como cada um está na atualidade.

NANJING 2014

Masculino
– Ouro: Kamil Majchrzak (POL)
– Prata: Orlando Luz (BRA)
– Bronze: Andrey Rublev (RUS)

Entre os medalhistas de 2014, Rublev é quem mais se destaca na atualidade, embora Orlandinho e Majchrzak vivam o melhor momento de suas carreiras.

Entre os medalhistas de 2014, Rublev é quem mais se destaca na atualidade, embora Orlandinho e Majchrzak vivam o melhor momento de suas carreiras. (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Bronze na China, Rublev conseguiu se estabelecer primeiro entre os grandes jogadores. Atualmente com 20 anos, o jovem russo aparece no 73º lugar do ranking mundial e chegou a ocupar a 31ª posição. Ele já tem aum título de ATP 250, conquistado no saibro croata de Umag no ano passado, além de ter chegado às quartas de final do US Open de 2017.

Medalhista de Prata, o gaúcho Orlando Luz está com 20 anos. Há uma semana, o ex-líder do ranking mundial juvenil atingiu sua melhor marca como profissional, na 385ª posição. Treinando na Espanha desde o início do ano, Orlandinho aparecia apenas no 725º lugar em janeiro e já disputou três finais de future na temporada, com dois títulos. Já o polonês Kamil Majchrzak, campeão em 2014, está com 22 anos e ocupa o 178º lugar do ranking mundial, melhor marca de sua carreira, e já atingiu duas finais de challenger.

Vale destacar também a situação de Marcelo Zormann, hoje com 22 anos. Voltando a 2014, ele e Orlando Luz chegavam à China vindos do título juvenil de duplas em Wimbledon e conquistaram outro título de expressão. A final disputada em Nanjing foi contra dois russos que atualmente se destacam no circuito, o já citado Rublev e o atual 27º do ranking Karen Khachanov. Zormann tem três títulos de future, venceu quatro jogos de challenger na carreira e alcançou o 467º lugar do ranking. Atualmente na 889ª posição, o paulista de Lins decidiu fazer uma pausa na carreira para tentar superar a depressão e falou abertamente sobre seu momento pessoal em recente entrevista ao TenisBrasil.

Feminino
– Ouro: Xu Shilin (CHN)
– Prata: Iryna Shymanovich (BLR)
– Bronze: Akvile Parazinskaite (LTU)

Nenhuma das medalhistas em 2014 chegou ao top 100 da WTA e a lituana Akvile Parazinskaite já não joga mais profissionalmente

Nenhuma das medalhistas em 2014 chegou ao top 100 da WTA e a lituana Akvile Parazinskaite já não joga mais profissionalmente. (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Nenhuma das três medalhistas da chave feminina em Nanjing chegou ao top 100 no ranking da WTA. A lituana Akvile Parazinskaite, que ficou em terceiro lugar na cidade chinesa, não joga profissionalmente desde 2016, está sem ranking e teve como a melhor marca da carreira o 623º lugar.

Campeã em casa há quatro anos, a chinesa Xu Shilin chegou a liderar o ranking mundial juvenil e quase alcançou o top 200 entre as profissionais. Seu recorde pessoal foi o 202º lugar, alcançado em julho de 2016 e ela atualmente ocupa a 294ª colocação aos 20 anos. Vice em Nanjing, a bielorrussa Iryna Shymanovich está com 21 anos, ocupa o 490ª lugar na WTA e o melhor ranking de sua carreira foi o 367º lugar, alcançado ainda em 2014.

Se por um lado, nenhuma das medalhistas conseguiu vingar no circuito, a chave do torneio olímpico de Nanjing contou com duas jogadoras com evidente destaque na atualidade. A letã Jelena Ostapenko, que foi campeã de Roland Garros no ano passado e está no 18º lugar no ranking e a atual 14ª colocada russa Daria Kasatkina. A tcheca Marketa Vondrousova, atual 68ª do mundo, e a norte-americana Sofia Kenin, 50ª, também atuaram naquela competição.

CINGAPURA 2010

Feminino
– Ouro: Daria Gavrilova (RUS)
– Prata: Saisai Zheng (CHN)
– Bronze: Jana Cepelova (SVK)

Zheng está com seu melhor ranking, Gavrilova chegou ao top 20 no ano passado e Cepelova já foi top 50 e tem vitória sobre Serena Williams no currículo

Zheng está com seu melhor ranking, Gavrilova chegou ao top 20 no ano passado e Cepelova já foi top 50 e tem vitória sobre Serena Williams no currículo. (Foto: Paul Zimmer/ITF)

O pódio feminino da edição inaugural das Olimpíadas dos Jovens é o que mais confirmou as expectativas entre suas medalhistas, a começar pela campeã Daria Gavrilova. Atualmente com 24 anos e no 34º lugar do ranking, a jogadora nascida em Moscou ainda defendia a Rússia antes de assumir a nacionalidade australiana em 2015. Gavrilova conquistou o título do WTA Premier de New Haven em agosto do ano passado e chegou a figurar entre as 20 melhores tenistas do mundo.

Vice-campeã em Cingapura, Saisai Zheng vive o melhor momento da carreira aos 24 anos ao ocupar o 58º lugar do ranking. A chinesa alcançou pela primeira vez ao top 60 ainda em 2016, mas conviveu com problemas físicos. Ela ficou seis meses sem jogar por lesão no joelho direito e até saiu do top 100, mas vem recuperando posições desde julho, quando foi finalista do WTA de Nanchang.

Já a eslovaca Jana Cepelova está com 25 anos, chegou a ser top 50 e atualmente ocupa o 273º lugar do ranking. Ela tem uma expressiva vitória sobre Serena Williams, obtida na campanha até o vice-campeonato do Premier de Charleston, em 2014. A chave em Cingapura ainda tinha nomes como Elina Svitolina e Moninca Puig.

Masculino
– Ouro: Juan Sebastian Gomez (COL)
– Prata: Yuki Bhambri (IND)
– Bronze: Damir Dzumhur (BIH)

Campeão em Cingapura, o colombiano Juan Sebastian Gomez aparece atualmente apenas no 1.572º lugar do ranking da ATP

Campeão em Cingapura, o colombiano Juan Sebastian Gomez aparece atualmente apenas no 1.572º lugar do ranking da ATP. (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Campeão em Cingapura, o colombiano Juan Sebastian Gomez chegou a liderar o ranking mundial juvenil em 2010, ano em que completou 18 anos. Atualmente, ocupa a modesta posição de número 1.572 no ranking da ATP com somente dois pontos conquistados. Em sua carreira profissional, possui apenas um título de future em simples e mais sete de duplas e seu recorde pessoal no ranking foi o 496º lugar, alcançado em 2015.

O indiano Yuki Bhambri é o atual 97º do mundo e chegou à 83ª posição em abril deste ano. Já o bósnio Damir Dzumhur é quem conseguiu se manter na elite do circuito. O jogador de 26 anos já tem três títulos de ATP, aparece atualmente no 39º lugar do ranking e tem como recorde pessoal a 23ª colocação, alcançada em julho último.

Embalada, colombiana de 16 anos sonha ser a número 1 do mundo
Por Mario Sérgio Cruz
março 9, 2018 às 4:25 pm

Com quatro títulos na temporada e uma invencibilidade que durou até a semana passada durante o Juvenil de Porto Alegre, Maria Camila Osório Serrano começou 2018 vencendo 24 jogos seguidos e conquistando os troféus das etapas do circuito mundial juvenil da ITF na Costa Rica, Paraguai, Colômbia e no Banana Bowl, em Criciúma. Sua série invicta, aliás, chegou a 26 partidas já que carregava dois jogos do fim do ano passado.

Enquanto vive um ótimo momento no circuito, a atual número 6 do ranking mundial juvenil sonha alto. Em conversa com o TenisBrasil durante a Copa Paineiras, torneio ITF GB1 disputado no clube Paineiras do Morumby em São Paulo, Osório Serrano disse com todas as letras qual é seu principal objetivo: “Quero chegar a ser a número 1 do mundo”.

Maria Camila Osório Serrano venceu 26 jogos seguidos no circuito juvenil (Foto: Heusi Action/Gabriel Heusi)

Maria Camila Osório Serrano venceu 26 jogos seguidos no circuito juvenil (Foto: Heusi Action/Gabriel Heusi)

O quanto a meta desta colombiana é ambiciosa aparece na história do tênis feminino sul-americano. Desde a criação do ranking em 1975, a melhor sul-americana foi a argentina Gabriela Sabatini que chegou ao terceiro lugar em 1989, enquanto a última top 10 foi a também argentina Paola Suarez em 2004. Na história do tênis colombiano, Fabiola Zuluaga tem a melhor marca de seu país ao ser 16ª do mundo em 2005. Não custa lembrar que Maria Esther Bueno foi nomeada a número 1 antes da criação do ranking, e tem como melhor marca na Era Aberta o 29º lugar em 1976.

Osório Serrano está ciente de que terá menos oportunidades durante a transição para o circuito profissional que outras jogadoras da mesma idade, mas de origem europeia ou norte-americana. “Uma menina dos Estados Unidos ou da Europa ganha convites para torneios importantes. Na América do Sul no máximo que dão é um convite para um torneio de 250 mil. Para elas, dão convite nos Grand Slam”, afirmou.

A jovem colombiana também já pensa nas mudanças que serão promovidas no circuito profissional a partir da próxima temporada. “Se eu ganhar um torneio de US$ 15 mil em novembro, por exemplo, em janeiro do próximo ano ele já não vai valer. Então a ideia é começar a jogar já os torneios maiores para este ano eu me meter mais entre as profissionais e começar a correr o ranking e ficar entre as 750″, comentou sobre a proposta da ITF em retirar a pontuação do ranking dos torneios com premiação mínima e estabelecer a criação de um circuito de transição.

Dotada de um jogo inteligente e cheio de recursos, como slices, drop shots e subidas à rede, a jogadora de 16 anos não esconde a idolatria por Roger Federer. “Ele me encanta. Roger é meu ídolo desde que eu tenho seis anos e comecei a jogar tênis”, ela disse. “Quando eu tinha seis anos, na primeira vez que comprei uma raquete, todas as meninas queriam a rosa da Sharapova e eu sempre escolhia a preta ou vermelha do Federer porque ele é meu ídolo e eu sempre queria jogar como ele”.

Confira a entrevista com Maria Camila Osório Serrano.

Você começou a temporada com muitas vitórias consecutivas. Foram 26, se contar as duas últimas do ano passado. Como você lidou fisicamente e mentalmente com isso, porque se você chega às finais em todas as semanas a recuperação deve ser muito complicada.
Jogar tantos dias seguidos durante quatro semanas foi muito duro para mim. Agora eu pude descansar dois ou três dias antes de voltar a jogar. Porém eu tentava pensar apenas no próximo jogo e não que eu estava cansada, nem nada. As partidas que passaram, passaram e o foco era nos jogos seguintes. Creio que isso foi chave para seguir avançando.

E como era o seu trabalho de recuperação, porque imagino que você tivesse muito pouco tempo para treinar e também para o descanso porque você jogava praticamente todos os dias.
O que eu fazia era me alongar muito, tomar muita água e isotônico para recuperar os líquidos. Também fazias muitas sessões de massagem e na banheira com gelo. Tive que fazer muitas coisas, porque eram muitos jogos e eu queria estar continuar sempre ganhando e ganhando. Acredito que isso foi a chave para eu me recuperar bem.

Você já teve algumas experiências com a equipe da Fed Cup, inclusive jogando. Conta como foi sua vivência com jogadoras profissionais, especialmente com a Mariana Duque que foi top 100 e já ganhou um WTA.
Foi uma experiência muito bonita. Faz dois anos desde a primeira vez que me convocaram e para mim é sempre um orgulho representar o meu país, representar a Colômbia. Isso trouxe muitas coisas positivas. Estive com uma jogadora que já esteve no top 100 e pude ver de perto tudo o que ela faz, o que come e como treina. Saber quando ela aquece uma hora antes ou meia hora antes de entrar em quadra, a hora de sair, de voltar e de alongar. As jogadoras lá respiram tênis e me ensinam a ser profissional.

O seu jogo tem muita variação, você usa muito slice e vai bastante à rede. Em que jogadoras você mais se inspira? Na Radwanska, por exemplo?
Roger Federer, mas gosto dela também. Roger me encanta. Ele é meu ídolo desde que eu tenho seis anos e comecei a jogar tênis. Vou te contar uma história: Quando eu tinha seis anos, na primeira vez que comprei uma raquete, todas as meninas queriam a rosa da Sharapova e eu sempre escolhia a preta ou vermelha do Federer porque ele é meu ídolo e eu sempre queria jogar como ele.

E no tênis feminino tem alguma jogadora que você se espelha?
Eu gosto muito da Halep e gostava muito da Serena Williams quando ela estava jogando.

Hoje no circuito tem muitas jogadoras altas, fortes e agressivas, como Pliskova e a Muguruza no alto nível e jovens que tentam se espelhar nelas. Como você tenta falar com sua equipe antes de enfrentar uma jogadora desse estilo?
Sempre que eu entro em quadra… Todavia, eu ainda não estou nesse nível, mas se eu chegar a ele, eu tenho que pensar em fazer o meu jogo, não? Nenhum jogador entra em quadra pensando ‘Vou jogar contra ela, tenho que mudar’, sempre entram pensando em fazer o que sabem. Se as coisas não acontecem, tenho que buscar soluções e alternativas, mas sempre tenho que entrar pensando em fazer o meu jogo.

A jovem colombiana já atuou no ITF Junior Masters no ano passado (Foto: Paul Zimmer/ITF)

A jovem colombiana já atuou no ITF Junior Masters no ano passado (Foto: Paul Zimmer/ITF)

Inclusive na China, você jogou o Masters e enfrentou algumas das melhores do mundo na categoria. Algumas meninas como a Kostyuk, por exemplo, jogam nesses estilo mais agressivo. Como foi sua experiência?
Sim, a Kostyuk e a Kaja Juvan jogam assim. Eu penso que quatro meses atrás estava jogando contra elas na China e agora a Marta chega a uma terceira rodada de um Grand Slam. E ela não é a única. Também há muitas meninas que estão se destacando em alto nível como a [Amanda] Anisimova, a [Anastasia] Potapova, [Clarie] Liu e [Kayla] Day são juvenis que estão se dando muito bem.

Claro que temos que entender que elas são de outros países e têm mais oportunidades. Uma menina dos Estados Unidos ou da Europa ganha convites para torneios importantes. Na América do Sul no máximo que dão é um convite para um torneio de 250 mil (WTA International). Para elas, dão convite nos Grand Slam.

Você pode ganhar um convite para o WTA de Bogotá, talvez.
Creio que sim. Acredito que vou jogar o WTA. Eu não sei ainda, mas me parece muito bom e é algo que me motiva muito. Obviamente tenho que seguir trabalhando, lutando e dar tudo para chegar onde quero chegar.

A partir do ano que vem, o circuito profissional terá mudanças e os torneios de US$ 15 mil não darão mais pontos no ranking. Você tem conversado sobre isso com sua equipe?
Sim, você tem que estar entre as 750 para estar no ranking, senão tem que jogar o circuito de transição. Para este ano ainda não vale, mas se eu ganhar um torneio de US$ 15 mil em novembro, por exemplo, em janeiro do próximo ano ele já não vai valer. Então a ideia é começar a jogar já os torneios maiores. Eu tenho três Junior Exempt para torneios de US$ 25 mil para este ano eu me meter mais entre as profissionais e começar a subir no ranking e ficar entre as 750.

Quando você terminar a carreira juvenil, seu objetivo é seguir direto para o circuito profissional ou tentar fazer uma faculdade nos Estados Unidos antes?
Eu quero ser profissional, essa é a meta, meu sonho e tenho que focar totalmente nisso. Quero chegar a ser a número 1 do mundo.

Juniors Masters dá a largada. Veja quem joga!
Por Mario Sérgio Cruz
outubro 24, 2017 às 11:10 pm

A terceira edição do ITF Junior Masters dá a largada na madrugada desta quarta-feira. Serão cinco dias de disputa com os dezesseis melhores juvenis da temporada nas quadras duras do Sichuan International Tennis Center, na cidade chinesa de Chengdu. Os grupos da chave masculina levam os nomes de SHUAI e YONG. Já as chaves femininas se chamam LI e LIANG.

GRUPO LI

  • Whitney Osuigwe: Líder do ranking mundial juvenil, a norte-americana de apenas 15 anos foi campeã de Roland Garros e um dos destaques de seu país na Fed Cup Júnior. Ela vem de um vice-campeonato em Osaka e também venceu o Banana Bowl em março.
  • Elena Rybakina: Quinta no ranking juvenil, a russa de 18 anos já é 420ª na WTA e tem dois títulos profissionais. Como juvenil, seus principais feitos foram o título do Trofeo Bonfiglio e as semifinais na Austrália e em Roland Garros.
  • Maria Lourdes Carle: A argentina de 17 anos foi semifinalista do US Open e venceu no fim do ano passado o prestigiado torneio americano Eddie Herr, além de ter chegado às quartas no Orange Bowl. Ela tembém foi semifinalista do Sul-Americano Individual.
  • Sofia Sewing: Atual 15ª do ranking juvenil aos 18 anos, Sewing foi finalista do Campeonato Internacional de Porto Alegre e chegou às quartas em Wimbledon.

GRUPO LIANG

  • Marta Kostyuk: Terceira do ranking, a ucraniana de 15 anos foi campeã do Australian Open em janeiro. Ela também se destacou no European Junior Championships, onde foi finalista de simples e campeã de duplas, além de ter vencido um torneio ITF G1 no Canadá na semana anterior à do US Open.
  • Maria Camila Osorio Serrano: A colombiana de 15 anos já jogou até Fed Cup por seu país e é 15ª no ranking juvenil. Ela foi vice no Sul-Americano Individual e semifinalista em Porto Alegre.
  • Kaja Juvan: Campeã do European Junior Championships e atual detentora do título do Orange Bowl, a eslovena de 16 anos foi top 5 em janeiro. Ela também foi campeã de duplas em Wimbledon e já se dedica ao circuito profissional, conquistando dois títulos na carreira.
  • Xin Yu Wang:Sexta do ranking, a chinesa de 16 anos vem embalada pelo título de Osaka na última semana. A maior parte de seus resultados foi conquistada na Ásia.

GRUPO SHUAI

  • Yibing Wu: O chinês de 18 anos é o líder do ranking mundial juvenil e disputará sua última competição na categoria, em que foi campeão de simples e duplas no US Open e semifinalista na Austrália. Como profissional, ele já tem um título de challenger em Xangai e um future.
  • Marko Miladinovic: Sérvio de 16 anos e décimo do ranking da ITF. Ele chegou a ser o sétimo colocado em junho. Venceu o Banana Bowl em março e se destacou no saibro italiano com semifinal no torneio Santa Croce e vice no Trofeo Bonfiglio de Milão, mas não foi bem nos Grand Slam.
  • Jurij Rodionov: O canhoto austríaco de 18 anos e nono do ranking venceu três títulos de simples na temporada, dois deles em seu próprio país. Seu melhor resultado em Grand Slam foi em Wimbledon, onde chegou às quartas de final.
  • Emil Ruusuvuori: Finlandês de 18 anos e 15º do ranking mundial juvenil. Ele foi semifinalista do US Open e também fez a mesma campanha na grama de Roehampton.

GRUPO YONG

  • Axel Geller: Argentino de 18 anos e que treina na IMG Academy. Vice-líder do ranking mundial juvenil, ele foi finalista de Wimbledon e do US Open, mas ainda não tem pontos no ranking profissional.
  • Sebastian Baez: Também argentino e 11º do ranking aos 16 anos, ele chegou às quartas de final no US Open e foi semifinalista da categoria principal do último Orange Bowl. Ele é treinado pela lenda do tênis argentino Jose Luis Clerc.
  • Trent Bryde: O norte-americano de 18 anos venceu o Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre em março. O resultado na capital gaúcha é responsável por 250 de seus 751,25 pontos no ranking.
  • Yu-Hsiou Hsu: O taiwanês de 18 anos já foi top 5 em junho e atualmente é o 14º do ranking e foi campeão de duplas em Wimbledon e no US Open.

PROGRAMAÇÃO – Os jogos serão disputados a partir de meia-noite (de Brasília). A programação do estádio principal começa com a partida masculina entre Wu e Miladinovic, seguida pelo encontro entre Kostyuk e Wang. Não antes das 3h, Osuigwe e Carle se enfrentam. Já o duelo argentino entre Geller e Baez fecha a rodada.

Já na quadra 1, Rybakina e Sewing fazem o primeiro jogo do dia. Depois, acontece o duelo entre Ruusuvuori e Rodionov. A partir das 3h, Osorio Serrano enfrenta Osorio Serrano. O último jogo dia nesta quadra envolve Trent Bryde e Hsu.

TRANSMISSÃO – Nos outros dois anos, a ITF disponibilizava transmissão ao vivo pelo YouTube. Já em 2017, os links estão disponíveis a partir da fase final do torneio, em parceria com o Olympic Channel. Já o placar ao vivo está disponível neste link.

Definidos os jogadores no ITF Junior Masters
Por Mario Sérgio Cruz
outubro 13, 2017 às 9:56 pm

A terceira edição do ITF Junior Masters já tem suas listas de participantes definidos. Assim como nas duas últimas temporadas, o evento acontece no Sichuan International Tennis Center, na cidade chinesa de Chengdu, entre os dias 25 e 29 de outubro.

O torneio terá oito jogadores na chave masculina e mais oito na feminina. Os tenistas serão divididos em dois grupos com quatro, tal como acontece no ATP Finals e no WTA Finals. Diferente do que aconteceu nas edições anteriores, o torneio passa a valer pontos para o ranking mundial juvenil e ajuda a determinar quem será o número 1 ao final da temporada.

Líder do ranking e campeão do US Open, o chinês Yibing Wu será a principal atração (Foto: Arata Yamaoka)

Líder do ranking e campeão do US Open, o chinês Yibing Wu será a principal atração (Foto: Arata Yamaoka)

A chave masculina é encabeçada pelo chinês Yibing Wu, líder do ranking e campeão do US Open, e pelo argentino Axel Geller, que vice de Wimbledon e também em Nova York. Outro argentino na disputa é Sebastian Baez, 11º colocado. O taiwanês Yu-Hsiou Hsu, que venceu três Grand Slam nas duplas, o austríaco Jurij Rodionov e o finlandês Emil Ruusuvuori também estão no páreo. Campeões do Banana Bowl e do Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre, o sérvio Marko Miladinovic e o norte-americano Trent Bryde completam a disputa.

O torneio feminino é liderado pela norte-americana campeã de Roland Garros Whitney Osuigwe e pela ucraniana vencedora do Australian Open Marta Kostyuk. Os Estados Unidos ainda contam com Sofia Sewing. Duas sul-americanas estarão presentes no torneio, a argentina semifinalista do US Open Maria Lourdes Carle e a colombiana Maria Camila Osorio Serrano. A eslovena atual campeã do Orange Bowl Kaja Juvan, a chinesa semifinalista do US Open Xin Yu Wang, a russa campeã do Trofeo Bonfiglio Elena Rybakina fecham o grupo de participantes.

Saiba Mais – Desde a semana passada, a ITF tem disponibilizado os perfis de cada um dos participantes. Diariamente, eles apresentam um menino e uma menina que estarão presentes no torneio.