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Ucraniana nascida em 2000 chega ao top 100 da WTA
Por Mario Sérgio Cruz
julho 16, 2018 às 5:33 pm

Pela primeira vez uma jogadora nascida em 2000 irá fazer parte do top 100 do ranking mundial da WTA. Quem fará parte desse grupo é Dayana Yastremska, que aparece no centésimo lugar da lista divulgada nesta segunda-feira. A ucraniana, que completou 18 anos em maio, vem se destacado em torneios de nível ITF nas últimas semanas.

Yastremska será a primeira jogadora nascida em 2000 no top 100

Yastremska será a primeira jogadora nascida em 2000 no top 100

Yastremska já estava com o melhor ranking da carreira na última atualização da lista, divulgada há duas semanas, quando ocupava o 127º lugar. Depois de cair na segunda rodada do quali de Wimbledon, a ucraniana decidiu voltar ao saibro e venceu um torneio  US$ 60 mil (mais hospedagem) em Roma. Logo depois,  foi semifinalista no torneio de US$ 100 mil em Budapeste. Com isso, faturou 150 pontos no ranking.

A temporada de Yastremska teve outros dois grandes resultados em ITFs de US$ 100 mil. Ela foi finalista no saibro francês de Cagnes-Sur-Mer e na grama inglesa de Ilkley. Como juvenil, foi número 6 do mundo e finalista de Wimbledon em 2016, quando perdeu a decisão para a russa Anastasia Potapova.

Em torneios pela elite do circuito, Yastremska conseguiu duas vitórias no WTA de Istambul no ano passado, passando pela ex-top 10 alemã Andrea Petkovic e pela russa Anna Kalinskaya antes de cair para a eslovaca Jana Cepelova nas quartas de final. Este ano, a ucraniana tentou apenas os qualis de Charleston e Acapulco, mas não conseguiu avançar.

Primeiro título no Brasil 

A ucraniana também tem uma história com o Brasil, já que conquistou seu primeiro título profissional na cidade de Campinas em 2016, quando tinha 15 anos e venceu oito partidas consecutivas, sendo três pelo quali e cinco na chave principal. Um susto naquele torneio, disputado nas quadras da Sociedade Hípica, é que Yastremska sofreu um desmaio ainda no vestiário após a vitória na semifinal diante da argentina Catalina Pella.

Atendida pela equipe médica do torneio e levada de ambulância para o hospital, a ucraniana passou por diversos exames clínicos, por exigência da Federação Internacional, antes de receber autorização para entrar em quadra no dia seguinte. Recuperada, derrotou na final a francesa Alizé Lim.

Jovem espanhol vence primeiro challenger

Também durante a segunda semana do Grand Slam britânico, o jovem espanhol Pedro Martinez se destacou ao vencer um challenger no saibro de Bastad, na Suécia. Martinez, que completou 21 anos em abril, iniciou o torneio como 251º colocado e entrará no top 200 com os oitenta pontos conquistados.

Dessa forma, três nomes da nova geração espanhola estarão no top 200 a partir da próxima semana, já que Martínez se juntará ao atual 89º do mundo Jaume Munar e ao 185º colocado Carlos Taberner a partir da próxima semana. A lista ainda pode ganhar o reforço nos próximos meses de Nicola Kuhn, que tem apenas 18 anos e já é 230º do mundo.

Dez jovens que podem surpreender em 2018
Por Mario Sérgio Cruz
dezembro 20, 2017 às 7:10 pm

A temporada 2018 do tênis começa em menos de duas semanas e muitos expoentes da nova geração estão dispostos a dar um salto de qualidade e se firmar na elite do circuito. Hoje apresento no blog dez nomes com menos de 20 anos e fora do top 100 da ATP ou da WTA. São tenistas que já vem de bons resultados em seu primeiro ou segundo ano como profissionais e começam a aparecer nas chaves de grandes torneios e que terão presença cada vez mais constante nas principais competições do circuito.

Amanda Anisimova: A americana de apenas 16 anos subiu do 761º para o 192º lugar do ranking em 2017, chegando a ocupar a 183ª posição em 28 de agosto. Ela encerrou a carreira juvenil com 15 vitórias e apenas uma derrota durante a temporada, com destaque para o título do US Open da categoria.

Anisimova foi campeã juvenil do Australian Open e saltou mais de 500 posições na WTA

Anisimova foi campeã juvenil do Australian Open e saltou mais de 500 posições na WTA

Já como profissional, foram 22 vitórias e três finais de ITF, com um título em Sacramento. Além disso, Anisimova acabou recebendo convite para jogar Roland Garros por meio do acordo entre as federações nacionais de França e Estados Unidos. Anisimova esteve no Brasil e jogou um ITF profissional em Curitiba, além de ter vencido o Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre, antiga Copa Gerdau.

Bianca Andreescu: A canadense de 17 anos e 189ª do ranking iniciou a temporada apenas no 306º lugar e teve como melhor ranking a 143ª posição, alcançada em agosto. Andreescu se tornou a primeira jogadora nascida nos anos 2000 a derrotar uma top 20 do mundo ao superar a então 13ª colocada Kristina Mladenovic em Washington.

Depois de saltar no ranking, furar o quali de Wimbledon e derrotar uma top 20 em Washington, Andreescu foi eleita a melhor jogadora do Canadá

Depois de saltar no ranking, furar o quali de Wimbledon e derrotar uma top 20 em Washington, Andreescu foi eleita a melhor jogadora do Canadá

Além de ter chegado às quartas de final do WTA disputado na capital norte-americana, a canadense treinada pela ex-número 3 do mundo Nathalie Tauziat também furou o quali de Wimbledon e venceu dois ITFs. O salto no ranking e bons resultados fizeram com que ela fosse eleita pela federação de seu país como a melhor tenista canadense de 2017, desbancando a ex-top 5 e atual 83ª do ranking Eugenie Bouchard.

Dayana Yastremska: A ucraniana de 17 anos também já esteve diante do público brasileiro, quando conquistou seu primeiro título profissional no ano passado em Campinas. Em 2017, Yastremska saltou do 342º para o 188º lugar do ranking mundial e venceu um ITF. Ela chegou às quartas em dois torneios da WTA, a primeira no saibro de Istambul e depois nas quadras duras e cobertas de Moscou, que é um evento de nível Premier.

Destanee Aiava: Primeira jogadora nascida nos anos 2000 a vencer um jogo de WTA, este ano em Brisbane, Aiava tem apenas 17 anos e já irá disputar seu segundo Australian Open em janeiro de 2018. Ela subiu do 384º para o 154º lugar no ranking mundial durante a última temporada e chegou a conqusitar dois títulos de ITF.

Destanee Aiava, de 17 anos foi a primeira jogadora nascida nos anos 2000 a vencer um jogo de WTA

Destanee Aiava, de 17 anos foi a primeira jogadora nascida nos anos 2000 a vencer um jogo de WTA

Kayla Day: Depois de saltar do 988º para o 195º lugar em 2016, a jovem norte-americana teve uma nova ascensão no ranking e aparece atualmente na 152ª posição. Day completou 18 anos em setembro, três meses depois de ter alcançado a 122ª colocação no ranking. Convidada para jogar em Indian Wells, Day avançou duas rodadas e só parou na então sétima colocada Garbiñe Muguruza em duelo de três sets. Já no mês de agosto, ela entrou diretamente na chave do Premier de Stanford e avançou uma rodada antes de novamente só cair diante de Muguruza.

Xinyu Wang: Com apenas 16 anos e número 5 do ranking mundial juvenil, Xinyu Wang disputou apenas oito partidas válidas pelo circuito profissional em 2017 e conseguiu cinco vitórias. Até por isso, ela aparece apenas no modesto 767º lugar do ranking mundial. Entretanto, a jovem chinesa terminou o ano conquistando uma vaga na chave principal do Australian Open ao vencer a seletiva entre jogadores profissionais da Ásia e do Pacífico, chegando a vencer a ex-top 30 japonesa Misaki Doi na semifinal.

Chinesa de 16 anos e top 5 no ranking mundial juvenil irá disputar o Australian Open

Chinesa de 16 anos e top 5 no ranking mundial juvenil irá disputar o Australian Open

Felix Auger-Aliassime: O canadense de 17 anos já chama atenção desde 2015, quando se tornou o jogador mais jovem a vencer um jogo de challenger com apenas 14 anos, além de ser o primeiro nascido nos anos 2000 a conseguir tal feito.

O canadense é o mais jovem a vencer um jogo de challenger e o primeiro nascido em 2000 a ter um título deste porte

O canadense é o mais jovem a vencer um jogo de challenger e o primeiro nascido em 2000 a ter um título deste porte

Em 2017, Auger-Aliassime deu um salto no ranking, saindo do 601º para o 162º lugar, impulsionado por seus dois primeiros títulos de challenger, em Lyon e Sevilha. Ele poderia ter feito sua estreia em nível ATP no mês de agosto, durante o Masters 1000 de Montréal, mas teve que abrir mão do convite por conta de uma lesão no punho esquerdo.

Miomir Kecmanovic: Há um ano, Kecmanovic era o número 1 do ranking mundial juvenil e apenas o 806º colocado no ranking da ATP. Depois de conseguir 43 vitórias no circuito profissional em 2017, com três títulos de future e um challenger, o sérvio de 18 anos bate na porta do top 200 e aparece na 208ª posição.

Corentin Moutet: O canhoto francês de 18 anos venceu 44 jogos como profissional em 2017, acumulando três títulos de future e um challenger nas quadras duras e cobertas de Brest no fim do ano. Com a boa campanha, ele subiu do 519º para o 156º lugar. Além disso, como a França recebe muitos torneios ATP 250 durante a temporada, é bem provável que ele apareça em algum quali ou receba alguns convites no próximo ano. O primeiro deles será já para o Australian Open, pelo acordo de reciprocidade com as federações nacionais.

Moutet tem 18 anos e ganhou mais de 300 posições no ranking. Ele deverá receber convites no próximo ano

Moutet tem 18 anos e ganhou mais de 300 posições no ranking. Ele deverá receber convites no próximo ano

Nicola Kuhn: Nascido na cidade austríaca de Innsbruck, Khun é filho de pai alemão e mãe russa e optou por defender a Espanha aos 15 anos, já que treina na Equelite Sport Academy de Juan Carlos Ferrero. Em julho foi conquistou seu primeiro título de challenger no saibro alemão de Braunschweig, sendo que aquele era apenas o segundo torneio deste porte que ele disputou. Na temporada, ele subiu do 789º para o 241º lugar do ranking.

JÁ ESTÃO NO TOP 100

A tcheca Marketa Vondrousova já 67ª no ranking mundial aos 18 anos e tem um título de WTA

A tcheca Marketa Vondrousova já 67ª no ranking mundial aos 18 anos e tem um título de WTA

Como foi dito no início do post, preferi não destacar jogadores que já estão no top 100 do ranking mundial. Entretanto, três nomes que podem também dar um salto de qualidade. No circuito feminino, a canhota tcheca Marketa Vondrousova é 67ª do mundo com 18 anos e já tem até título de WTA, enquanto a bielorrusa de 19 anos Aryna Sabalenka aparece na 73ª posição e foi importante na campanha de seu país até a final da Fed Cup. Já no masculino, destaque para o grego Stefanos Tsitsipas, 91º do ranking mundial e dono de um título de challenger e quatro vitórias em nível ATP, uma delas sobre o top 10 David Goffin.

Russa de 15 anos é campeã juvenil em Wimbledon
Por Mario Sérgio Cruz
julho 9, 2016 às 10:17 pm

Pelo segundo ano seguido e apenas pela terceira vez na história, uma jogadora russa é campeã juvenil em Wimbledon. O título de 2016 ficou com a promissora Anastasia Potapova, de apenas 15 anos, que venceu uma final dramática neste sábado contra a ucraniana Dayana Yastremska, um ano mais velha, por 6/4 e 6/3 em 1h37.

Apenas o placar e as estatísticas do jogo não traduzem dificuldade da partida, que teve dez quebras de saque. No longo último game do jogo, a russa perdeu seis match points em seu serviço, o último com uma dupla-falta. Mais que isso, em duas ocasiões ela chegou a comemorar o título em marcações que foram posteriormente corrigidas pelo desafio eletrônico.

 

“Foi 6/4 e 6/3, mas senti como se fossem três sets”, disse Potapova à ITF. A jovem russa ficou surpresa até mesmo com o número de match points perdidos. Quando perguntada, respondeu “Foram apenas três” até saber a conta exata “Sete match points! Oh meu Deus!”

Ela ainda deu sua versão sobre os altos e baixos do game final. “Eu só conseguia pensar ‘Eu ganhei!’ e então ela pediu um desafio. Foi um pouco para fora. Depois aconteceu a mesma situação e foi mesmo para fora. Disse para mim mesma ‘Eu não posso perder’. Quando terminou o jogo, eu disse: ‘Graças a Deus. Finalmente eu ganhei!’.

Potapova e Yastremska decidiram o título juvenil neste sábado (Foto Eddie Keogh/AELTC)

Potapova e Yastremska decidiram o título juvenil neste sábado (Foto Eddie Keogh/AELTC)

Apostando em um tênis muito sólido do fundo de quadra na final, Potapova viu a rival tomar a iniciativa na maioria dos pontos, mas se perder em erros não-forçados. Yastremska liderou a contagem de winners por incríveis 21 a 4, mas também cometeu 42 erros diante de 31 da russa.

Além de ser mais consistente defensivamente, a russa soube explorar o baixo desempenho no saque da adversária. No primeiro set, a ucraniana não apenas colocou 38% de primeiros serviços em quadra, como sofreu com as devoluções da russa. Potapova venceu 17 pontos dos 29 jogados no saque da adversária. Já no segundo set, a jovem russa quebrou mais duas vezes e venceu metade dos pontos que jogou na devolução, 18 em 36.

Carreira respeitável – Apesar da pouca idade, Potapova já acumula uma série de bons resultados em competições de base. Falando apenas em Grand Slam, ela vinha de uma semifinal em Roland Garros e chegou às quartas na edição passada de Wimbledon, com apenas 14 anos.

Ela também tem um histórico considerável em torneios tradicionais nos Estados Unidos, ao vencer o Eddie Herr de 12 e 14 anos em 2013 e 2014. Já no Orange Bowl, foi finalista nos 12 anos em 2013, campeã nos 14 em 2014 e foi às quartas na categoria principal no ano passado.

Um pouco de história – Apenas três russas já venceram o torneio juvenil em Wimbledon. A primeira foi Vera Dushevina em final contra Maria Sharapova em 2002. A segunda foi no ano passado, quando Sofya Zhuk superou a compatriota Anna Blinkova.

Já com a antiga União Soviética, Galina Baksheeva foi bicampeã nos anos de 1961 e 62, mesma situação de Natasha Chmyreva em 1975 e 76 e Natalia Zvereva em 1986 e 87. Também já venceram Olga Morozova em 1965 e Marina Kroshina em 1971.

Canadá também tem um finalista no juvenil de Wimbledon
Por Mario Sérgio Cruz
julho 9, 2016 às 1:04 am

O Canadá não terá apenas Milos Raonic na final de Wimbledon neste final de semana. O país também terá seu representante na decisão da chave juvenil, o canhoto Denis Shapovalov. Ele assegurou lugar na final ao vencer o líder do ranking da categoria, o grego Stefanos Tsitsipas, nesta sexta-feira por 4/6, 7/6 (7-5) e 6/2 em 1h52 de jogo.

“Ele estava jogando muito melhor do que eu”, disse Shapovalov em entrevista à ITF. “Ele estava sacando muito bem, mas eu continuei forte mentalmente e no final ele caiu um pouco. Essa foi a diferença”, avaliou canhoto de 17 anos.

O canhoto Denis Shapovalov faz boa temporada também como profissional (Foto: Susan Mullane/ITF)

O canhoto Denis Shapovalov faz boa temporada também como profissional (Foto: Susan Mullane/ITF)

Shapovalov tenta ser o segundo canadense a vencer um Grand Slam juvenil na chave masculina de simples. O outro caso é recente, com Filip Peliwo que teve uma grande temporada em 2012 com títulos em Wimbledon e US Open na categoria, além dos vice-campeonatos no Australian Open e Roland Garros.

Atual 13º no ranking mundial juvenil, Shapovalov faz uma boa temporada também no circuito profissional. O jogador de 17 anos já venceu três futures nos Estados Unidos em 2016, além de ter sido semifinalista no challenger de Drummondville em seu país, inclusive derrotando Peliwo pelo caminho.

No próximo domingo, Shapovalov jogará na Quadra Número 1 do All England Club, a segunda maior do complexo e tradicional palco das finais do juvenil. O jogo provavelmente coincidirá horário com a final masculina, o que impossibilitará um pouco da torcida por Raonic.

Alex De Minaur teve sua formação dividida entre Austrália e Espanha (Foto: Susan Mullane)

Alex De Minaur teve sua formação dividida entre Austrália e Espanha (Foto: Susan Mullane/ITF)

O adversário da final será o australiano Alex De Minaur, que precisou de só 49 minutos para despachar o americano Ulises Blanch. “É bom finalmente superar essa barreira das semifinais”, disse DeMinaur, que parou na penúltima rodada do US Open-2015 e Australian Open deste ano.

“Estou curtindo cada segundo disso. Acho que nas outras semifinais eu coloquei um pouco de pressão sobre mim mesmo ao pensar ‘Oh meu Deus, estou na semifinal e faltam só duas partidas para ganhar um Grand Slam'”, revelou o jovem de 17 anos.

De Minaur é filho de pai uruguaio e mãe espanhola. Ele viveu em Sydney até os cinco anos de idade e depois foi com a família para a Espanha. Reside hoje em Alicante, mas sua formação no tênis foi dividida entre as duas bases. O atleta disputou competições juvenis de 14 e 16 anos em solo australiano, inclusive na grama de Mildura, e seguiu para os primeiros futures como profissional já na Espanha a partir de 2015.

Final feminina no sábado –  A decisão da chave juvenil feminina acontece às 9h (de Brasília) deste sábado, na Quadra Número 1, e envolve duas jogadoras bastante precoces até mesmo para a categoria, a ucraniana Dayana Yastremska e a russa Anastasia Potapova.

Yastremska, que completou 16 anos em maio, ficou conhecida do público brasileiro no início da temporada ao vencer um ITF profissional de US$ 25 mil na cidade paulista de Campinas. Com o resultado, ela acabou desistindo do Banana Bowl e seguiu direto para Porto Alegre, onde foi semifinalista do Campeonato Internacional Juvenil (antiga Copa Gerdau).

A ucraniana Dayana Yastremska já venceu um título profissional em Campinas este ano (Foto: Eddie Keogh/AELTC)

A ucraniana Dayana Yastremska já venceu um título profissional em Campinas (Foto: Eddie Keogh/AELTC)

Potapova é ainda mais jovem, nasceu em 2001 e fez 15 anos em março. Apesar da pouca idade, a russa já tem um histórico considerável em competições de base, com destaque para a recente semifinal de Roland Garros e as quartas de Wimbledon do ano passado. Ela foi campeã do Eddie Herr de 12 e 14 anos em 2013 e 2014. Já no Orange Bowl, foi finalista nos 12 anos em 2013, campeã nos 14 em 2014 e foi às quartas na categoria principal no ano passado.