Monthly Archives: novembro 2017

Adolescentes vencem 15 challengers em 2017
Por Mario Sérgio Cruz
novembro 29, 2017 às 9:00 pm

A temporada dos torneios de nível challenger chegou ao fim na última semana após o término das disputas em Hua Hin, Bangalore, Andria e Rio de Janeiro. Como de costume, a ATP costuma compilar os dados desses torneios que servem de acesso para a elite do circuito. Seguindo a tendência dos últimos anos, a nova geração vem ganhando cada vez mais espaço.

Quinze challengers foram vencidos por jogadores com menos de 20 anos. A ATP classifica os jogadores dessa faixa etária como Teenages, que serão chamados aqui de Adolescentes apenas pela falta da tradução exata do termo em português. Linguagem à parte, o número de títulos é um pouco maior que as treze conquistas de 2016 e outras treze do ano anterior, mas supera de longe os seis títulos de 2014. Além disso, a turma com menos de 20 anos disputou 23 finais em 2017.

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Os dados são parecidos com os títulos da chamada Next Gen, que engloba jogadores nascidos a partir de 1996 e que estejam no top 200 do ranking mundial. Foram 17 títulos, mesmo número obtido na temporada passada.

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Final entre adolescentes: A final mais jovem do circuito aconteceu já no final de outubro, na cidade francesa de Brest. O anfitrião de apenas 18 anos Corentin Moutet venceu o grego Stefanos Tsitsipas, um ano mais velho, para conquistar seu primeiro título deste porte. Aquela foi a única decisão entre dois adolescentes na temporada.

https://twitter.com/ATPChallenger/status/924816035487744000

Em 2016, foram duas finais entre jogadores com menos de 20 anos. Em Casablanca, com o francês Maxime Janvier (19) vencendo o próprio Tsitsipas (18) e em Tallahassee, onde o também francês Quentin Halys (19) levou a melhor contra o norte-americano Frances Tiafoe (18). Já em 2015 foram duas finais entre jovens americanos, uma vez que Taylor Fritz (17) venceu Jared Donaldson (19) em Sacramento, enquanto Noah Rubin (19) derrotou Tommy Paul (18) em Charlottesville.

Primeiro título: Entre os 33 jogadores que venceram o primeiro challenger este ano, nove conseguiram o feito antes do 20º aniversário. O mais precoce foi o canadense Felix Auger-Aliassime, que venceu em Lyon aos 16 anos. Seu compatriota Denis Shapovalov se junta ao chinês Yibing Wu e ao alemão Nicola Kuhn que foram campeões pela primeira vez aos 17 anos.

Na turma dos 18 anos estão o francês Corentin Moutet e o sérvio Miomir Kecmanovic. Já o cazaque Alexander Bublik, o australiano Omar Jasika e o grego Stefanos Tsitsipas conquistaram o primeiro título de challenger da carreira aos 19 anos durante a última temporada.

https://twitter.com/ATPChallenger/status/935328176808648704

A temporada ainda teve três jogadores que entraram no grupo dos campeões aos 20 anos, o espanhol Jaume Munar, o australiano Akira Santillan e o indiano Sumit Nagal, que no último domingo foi campeão em Bangalore. Outros três atletas conseguiram o priemiro troféu aos 21 anos: Matteo Berrettini, Nicolas Jarry e Cameron Norrie.

Mais um recorde para Auger-Aliassime: O título conquistado no saibro francês de Lyon fez de Felix Auger-Aliassime o primeiro jogador nascido nos anos 2000 a vencer um torneio deste tamanho. Ele também já havia sido o primeiro nascido em 2000 a conseguir uma vitória, aos 14 anos e 11 meses, em Granby em 2015, quando se tornou o mais jovem a vencer um jogo de challenger. O promissor canadense já havia sido o mais jovem a passar pelo quali e entrar na chave principal, aos 14 anos e 7 meses em Drummondville-15.

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Auger-Aliassime é o sétimo mais jovem vencedor de torneios de nível challenger e já acumula dois troféus neste porte. Atual 162º do ranking, o canadense completará 18 anos em agosto e pode correr atrás de duas marcas que pertencem ao francês Richard Gasquet, que venceu cinco títulos antes do 18º aniversário e sete antes de completar 19 anos. Mas essa busca pode ser abortada caso ele consiga uma grande campanha em um torneio importante e se estabeleça rapidamente entre os cem melhores do mundo, como aconteceu com Denis Shapovalov.

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Mais curiosidades: Os jogadores de 27 anos foram os que mais venceram challengers este ano, com 19 títulos ao todo. Na sequência estão as 15 conquistas com atletas com 25 e também com 26 anos. Já entre os ‘trintões’ foram 34 títulos, quatro a menos que no ano passado e dois a mais que em 2015. O mais velho a vencer um challenger na temporada foi o francês Stephane Robert, que aos vencer o título no torneio japonês de Kobe aos 37 anos e 5 meses, tornou-se o terceiro mais experiente campeão da história do circuito.

Os dados estão disponíveis no site da ATP e são públicos. A atualização é do dia 20 de novembro, ainda sem computar os resultados da última semana, mas para os números deste post já fiz os ajustes necessários.

Erros e acertos do Next Gen Finals
Por Mario Sérgio Cruz
novembro 14, 2017 às 4:35 pm

Muito se falou ao longo da última semana do Next Gen ATP Finals a respeito das várias regras que foram testadas, como o set até quatro games, a comunicação entre atletas e jogadores em quadra, o relógio de 25 segundos para marcar o tempo entre os saques e a ausência dos juízes de linha. Em português, recomendo o ótimo post do blog Saque e Voleio e a matéria do site da ATP reproduzida pelo TenisBrasil com as opiniões do técnicos sobre as mudanças.

Mas como qualquer edição inaugural, o torneio que acabou no último sábado com o título do sul-coreano Hyeon Chung teve erros e acertos. É praticamente unânime que a forma como foi conduzida o sorteio, que foi discutida na semana passada, não agradou e deve ser revista para o ano que vem. Então listei alguns pontos positivos e negativos do evento que reuniu sete jogadores classificados com até 21 anos e o convidado local Gianluigi Quinzi, vencedor de um playoff preparatório.

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A Data: O maior acerto da ATP e dos organizadores. O torneio ocupou uma semana praticamente “morta”, prévia à disputa do ATP Finals e das finais da Fed Cup. Não houve nenhum outro evento que concorresse com o de Milão e o torneio da nova geração e suas regras diferentes praticamente dominaram o assunto entre os fãs de tênis. Nem mesmo os horários dos jogos coincidiram com o sorteio do Finals ou com a disputa feminina em Minsk.

A duração do evento: É praticamente um complemento do tópico anterior. A ideia de resolver a fase de grupos em três dias e dividir as sessões com dois jogos na sessão diurna e outros dois na noturna não deixou o torneio tão cansativo de acompanhar. Para o campeão e o vice pode ter ficado um pouco cansativo jogar em cinco dias seguidos, mas desmembrar demais a primeira fase poderia causar um desgaste prematuro do público com a fórmula.

Zverev: Principal estrela da nova geração do tênis, Alexander Zverev foi “vendido” desde o ano passado como um nome a ser visto em Milão. Mas a espetacular temporada do alemão de 20 anos, que alcançou o terceiro lugar do ranking e se classificou para o ATP Finals, o fez desistir do evento italiano. Ainda assim, foi viabilizada uma exibição dele contra o grego Stefanos Tsitsipas entre as sessões diurna e noturna da última terça-feira, premiando os donos de ingressos do primeiro dia. Zverev ainda entrou na brincadeira das novas regras e chamou o amigo Marcelo Melo para participar da conversa entre jogador e técnico.

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Equipe de estatísticas da ATP: Em torneio com jogos em melhor-de-cinco e regras diferentes, não seria fácil calcular as possibilidades de classificação e critérios de desempate. Antes dos jogos da última quinta-feira, o Grupo B tinha TREZE cenários diferentes de combinações de resultados para a definição dos classificados. Que bom que a ATP viabilizou isso com antecedência.

Faltou juntar o grupo: Um tópico que já foi abordado no último post. A foto oficial do torneio foi feita um dia antes dos jogos, na quadra que seria utilizada e com os jogadores em uniforme de treino. Foi uma oportunidade perdida de fazer o sorteio ou alguma ação promocional com os oito jogadores em local público. Como a própria ATP fez com o Finals.

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A decisão do terceiro lugar: Estava prevista para o último sábado uma partida entre Borna Coric e Daniil Medvedev pelo terceiro lugar, mas o croata abdicou da disputa. Foi marcada então uma exibição entre Medvedev e o canadense Denis Shapovalov, que também abriu mão de jogar. A solução encontrada foi trazer o diretor do torneio Ross Hutchins para um bate-bola com Medvedev e os boleiros que trabalharam durante a semana em Milão.

Em torneio que não oferece pontos no ranking -e nem poderia, por conta da limitação por idade- a realização da decisão de 3º e 4º lugar dificilmente seria atrativa para o jogador. Se os organizadores não queriam deixar a sessão do último dia com apenas uma partida, poderia ser planejada com antecedência uma exibição entre veteranos ou de tênis feminino em parceria com a WTA -Só lembrar que a Schiavone não pôde jogar em Roma este ano-. Se a quadra tivesse marcação de duplas, seria uma outra opção também.

Comunicação e respeito aos horários: No primeiro dia de disputas, tanto a sessão diurna quanto a noturna sofreram atrasos. Durante o dia, os jogos começaram aproximadamente 30 minutos depois do horário previsto. Já à noite, o atraso passou de uma hora. Além disso, não houve uma comunicação mais clara sobre os motivos que causaram as mudanças de horário. Lembrando que a exibição entre Zverev e Tsitsipas terminou antes do horário previsto para o início os jogos da noite.

Next Gen Finals testa novas regras e tem sorteio constrangedor
Por Mario Sérgio Cruz
novembro 6, 2017 às 7:07 pm

Novidade no calendário, a edição inaugural do Next Gen ATP Finals começa nesta terça-feira em Milão. A cidade italiana tem contrato para organizar o evento com sete melhores do ranking com até 21 anos e mais um convidado local até 2021. Mas o evento que deveria apenas para promover a nova geração do circuito, movimentar uma semana sem competições e testar regras diferentes para  o esporte já trouxe uma dor de cabeça para a ATP e para a Federação Italiana de Tênis antes mesmo de começar.

O centro da polêmica está na forma pouco convencional que os organizadores optaram para realizar o sorteio das chaves. Cada um dos oito jogadores do precisaria escolher uma modelo e desfilar com ela em uma passarela. Mas o que poderia ser apenas uma proposta descontraída teve uma execução de péssimo gosto, já que era preciso tirar uma peça de roupa das meninas para saber se você estava no Grupo A ou no Grupo B. O constrangimento e o incômodo de alguns participantes com a situação era visível.

Não demorou para que as imagens se espalhassem e a comunidade do tênis reagisse negativamente ao ocorrido. As ex-líderes do ranking  Amelie Mauresmo e Bille Jean King, a jogadora francesa Alizé Cornet, além de Judy Murray que é treinadora além de mãe de Andy e Jamie Murray, foram alguns nomes que se manifestaram contra o deprimente espetáculo. A ideia também não foi bem recebida por muitos dos fãs que assistiram aos vídeos.

https://twitter.com/alizecornet/status/927450010823704577

Por meio de nota, já nesta segunda-feira, a ATP e a Red Bull que é uma das principais patrocinadoras do torneio já tiveram que se explicar: “A ATP e a Red Bull pedem desculpas pelas ofensas causadas durante o sorteio das chaves do Next Gen ATP Finals. A intenção era integrar o evento com o rico legado que Milão possui como uma das capitais da moda em todo o mundo. Entretanto, a execução foi de muito mau gosto e inaceitável. Nós lamentamos muito por isso e asseguramos que nada parecido com isso irá se repetir no futuro”.

Diante da repercussão negativa, um evento que em tese serviria para atrair um público mais jovem acabou falhando feio logo de cara. Cenas como as do último domingo passam longe de quem quer vender a imagem de um produto de elite. Além disso, em uma cidade com tanto apelo turístico e histórico como é Milão, os organizadores perderam a oportunidade de aproximar os jogadores dos fãs ao restringir um raro encontro entre os oito participantes do torneio a um evento fechado que se transformou em um espetáculo deprimente.

Ações de interação entre atletas e o público foram mais pontuais e com poucos nomes envolvidos, como a visita de Hyeon Chung ao estádio San Siro ou o bate-bola entre Denis Shapovalov e Daniil Medvedev em dois dos principais pontos turísticos do centro de Milão, a Piazza del Duomo e a Galeria Vittorio Emanuele, que ficam praticamente lado a lado.

Talvez uma imagem com todos os oito jogadores diante dessas duas construções históricas de Milão (ou na frente do Castello Sforzesco que fica a menos de dez minutos a pé) e a participação do público da cidade e de turistas no sorteio causassem maior impacto e um retorno positivo. Dá para fazer muita coisa legal com esse produto nas mãos e os organizadores terão toda uma edição pela frente e mais outros quatro anos para aprimorar a relação do torneio com seu público no futuro.

Quem joga? – O Grupo A ficou com o russo Andrey Rublev, o canadense Denis Shapovalov, o sul-coreano Hyeon Chung e o italiano convidado Gianluigi Quinzi. Já o Grupo B tem os russos Karen Khachanov e Daniil Medvedev, o croata Borna Coric e o norte-americano Jared Donaldson.

  • Andrey Rublev: Jogador de melhor ranking no torneio ao ocupar o 37º lugar, Rublev teve uma rápida ascensão no segundo semestre. Ex-número 1 juvenil, o russo de 20 anos entrou no top 100 no final de junho e já saltou para o top 50 no mês seguinte com o tíutlo do ATP de Umag. Outro ganho expressivo de posições veio após a boa campanha no US Open, em que foi até as quartas de final.
  • Denis Shapovalov: O canhoto de 18 anos é provavelmente o nome mais conhecido no Next Gen Finals. Shapovalov levantou a torcida durante o Masters 1000 de Montréal, vencendo nomes como Rafael Nadal e Juan Martin del Potro no caminho até as semifinais. Seu grande momento continuou no US Open, em que chegou às oitavas de final depois de derrubar Jo-Wilfied Tsonga. O promissor canadense começou a temporada no 234º lugar e hoje aparece na 51ª posição.
  • Hyeon Chung: Dono de oito títulos de nível challenger, o sul-coreano de 21 anos teve indas e vindas no top 100 ao longo das últimas três temporadas por conta de lesões no músculo abdominal e no tornozelo esquerdo. Jogando sem dor, chegou ao melhor ranking da carreira em setembro, quando esteve no 44º lugar e termina a temporada na 54ª posição.
  • Gianluigi Quinzi: O canhoto de 21 anos foi número 1 do ranking juvenil em 2013, ano em que foi campeão de Wimbledon na categoria. Convidado após vencer um torneio classificatório entre jovens jogadores italianos no fim de semana, Quinzi tem uma trajetória modesta no tênis profissional com nove títulos de future e apenas 36 vitórias em nível challenger na carreira. Ele só venceu um jogo em chaves principais de ATP e está no 306º lugar do ranking, depois de ter sido o 226º colocado em maio.

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  • Karen Khachanov: Atual 45º do ranking, Khachanov chegou ao 29º lugar em agosto. O russo que se formou como tenista na Espanha e é treinado por Galo Blanco se destacou na temporada de saibro, chegando às quartas em Barcelona e oitavas em Roland Garros, além de ser semifinalista na grama alemã de Halle. Ele já tem um título de ATP, obtido ainda em 2016, em Chengdu.
  • Daniil Medvedev: Finalista do ATP de Chennai na primeira semana da temporada, o russo de 21 anos terminou 2017 no 65º lugar do ranking. Ele se destacou nos torneios da grama, ao chegar às quartas em s-Hertogenbosch e Queen’s, além de ser semifinalista em Eastbourne. Embalado, derrubou o número 3 do mundo Stan Wawrinka na primeira rodada de Wimbledon, mas se despediu na fase seguinte.
  • Borna Coric: O croata de 20 anos é o participante com mais tempo em evidência, já que entrou no top 100 ainda em outubro de 2014, ano em que conseguiu a primeira de suas seis vitórias contra top 10 ao derrotar Rafael Nadal na Basileia. Ex-número 33 e atual 48º do ranking, Coric comemorou este ano seu primeiro título de ATP no saibro marroquino de Marrakech.
  • Jared Donaldson: Atual 55º do ranking, Donaldson aproveitou as chances que teve nos grandes torneios. Nove de suas 21 vitórias de nível ATP na temporada foram em Masters 1000 e outras três aconteceram em Grand Slam. Assim, o norte-americano de 21 anos conseguiu até ser top 50 no mês de outubro. Seu resultado de maior destaque foi a chegada às quartas em Cincinnati.

A programação desta terça-feira começa às 11h (de Brasília) com o duelo russo entre Khachanov e Medvedev, seguido pelo encontro entre Shapovalov e Chung. A partir das 16h30, Coric enfrenta Donaldson, enquanto Rublev e Quinzi fecham a rodada.

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Novas regras – Diferente do que acontece no circuito, os jogos acontecem em formato FastFour. As disputas serão em cinco sets que são definidos quando um jogador vence quatro games. Em caso de empate por 3/3, será disputado um tiebreak. Além disso, os games serão em formato no-ad, como já acontece no circuito de duplas, com ponto decisivo em caso de 40 iguais.

O evento também irá testar uma redução no tempo de aquecimento, com apenas cinco minutos de intervalo entre a chegada dos jogadores à quadra e a disputa do primeiro ponto. Outras novidades são o uso de um relógio de 25 segundos para medir o tempo entre os saques e não marcação do Let. Os jogadores poderão também se comunicar com seus técnicos. Mas isso só será permitido nos intervalos entre os sets caso um atleta deixe a quadra para ir ao vestiário.

Mais polêmicas – Alguns dos testes de regra também geram polêmica. Uma delas é a retirada de todos os juízes de linha do torneio, já que todas as marcações serão revistas eletronicamente e em tempo real. Também chama atenção a autorização para que o público se movimente na arena durante a disputa dos pontos.

Vale o quê? Por conta da limitação dos participantes por idade não seria justo que o torneio distribuísse pontos no ranking. Afinal, quem está acima da idade não teria a oportunidade de jogar o torneio e acabaria prejudicado. O evento, entretanto, distribui boa premiação em dinheiro. Do montante de US$ 1,275 milhão, o campeão pode levar US$ 390 mil se vencer o torneio de forma invicta.

2017-11-06

Transmissão – O canal Bandsports exibe o Next Gen ATP Finals para o Brasil. No site da emissora só constam horários de exibição a partir da próxima quinta-feira, mas já nos guias de programação das operadoras já mostram horários disponíveis a partir desta terça. Vale dar uma conferida no canal no horário das partidas. Assinantes da NET ou ClaroTV também têm acesso ao Bandsports por meio do site e aplicativo NOW. Já os clientes da Sky, Vivo e Algar Telecom podem assistir à programação do canal por login no próprio site da emissora.