Aberta a temporada de caça ao ‘goat’
Por José Nilton Dalcim
29 de janeiro de 2019 às 23:48

Bastaram sete meses de espetacular reação na carreira, período em que ganhou três Grand Slam consecutivos e recuperou a liderança do ranking saindo de trás do top 20, para Novak Djokovic reacender a discussão sobre a chance real de terminar sua carreira como o maior tenista de todos os tempos, distinção que maciça parte do tênis dá hoje ao ainda ativo Roger Federer.

Djoko reescreveu capítulos importantes a partir de 2015, um momento mágico que lhe deu três Slam, seis Masters e o Finals numa só temporada e que, em junho de2016, o transformaria no único tenista a deter todos os troféus de Slam em três pisos distintos. Nole no entanto viveu crise existencial e encarou sério problema no cotovelo, fatores que descontinuaram a grande fase. Pior ainda, viu Federer e Rafael Nadal recuperarem brilho e poder de conquista.

Quando desencantou em Wimbledon do ano passado, Djokovic voltou a fazer história. Cincinnati completou sua incrível quadro de conquistas nos Masters, veio o US Open e faltou muito pouco para igualar Federer em títulos de Finals. Mas o número 1 era seu outra vez. Há dois dias, atingiu outra façanha inédita e, pela terceira vez em oito anos, triunfa em três Slam consecutivos.

Como resultado, encurtou a distância para Federer e Nadal, disparou no ranking, abriu a perspectiva de outra vez dominar os quatro Slam e, se o fizer, alcançar outro feito maiúsculo, já que nenhum profissional até hoje ganhou ao menos dois troféus em cada um dos Slam.

Afinal, qual é a distância que ainda separa Djokovic de Federer e de Nadal na argumentação sobre o tal G.O.A.T. (sigla em inglês para Greatest of All Time)? Resolvi dividir em tópicos, oferecendo números, fatos e perspectivas. E claro, discussões.

1. Grand Slam
Djokovic já superou Nadal em quase todos os principais quesitos dos Grand Slam, mas obviamente a quantidade de títulos é o que ainda mais pesa e favorece o canhoto espanhol. O quadro após o Australian Open mostra:

Títulos – Federer 20, Nadal 17, Djokovic 15
Finais – Federer 30, Nadal 25, Djokovic 24
Semis – Federer 43, Djokovic 34, Connors 31, Nadal 30
Quartas – Federer 53, Djokovic 43, Connors 41, Nadal 37
Jogos – Federer 397, Djokovic 306, Nadal 290
Vitórias – Federer 342, Djokovic 265, Nadal 253
% de Vitórias – Borg 89,8%, Nadal 87,2%, Djokovic 86,6%, Federer 86,1%
% de sucesso em finais (acima de 10): Sampras 77,8% (14-4), Borg 68,8% (11-5), Nadal 68% (17-8), Federer 66,7% (20-10). Djokovic é 7º, com 62,5% (15-9).

Se o sérvio conseguiu a incrível façanha de vencer quatro Slam seguidos entre 2015 e 2016 (dois em cada temporada) e obtém agora sua terceira série de três consecutivos (2011-2012 foi a primeira), Federer disputou todas as quatro finais de 2006 e 2007, vencendo três delas em cada ano, tal qual o sérvio fez em 2015. O suíço ainda ganhou três títulos em 2004 e fez novamente todas as finais com dois vices em 2009. O espanhol por sua vez teve seu maior domínio em 2010, com três conquistas.

2. Ranking
É o segundo dos grandes critérios e ainda vê uma larga vantagem de Federer. Além da sequência provavelmente imbatível nas próximas décadas de 237 semanas como líder, seu total de 310 ainda obriga Djokovic a permanecer mais 74 semanas nessa posição. São quase 18 meses e, mesmo que forem descontinuados, é uma tarefa exigente para quem se aproxima dos 32 anos.

No momento, parece muito difícil que o sérvio perca o posto pelo menos até Wimbledon. Acredito particularmente que ele irá bem mais longe sem ameaças, provavelmente até o US Open. Mas claro que toda campanha ultrapositiva gera defesa muito grande de pontos na temporada seguinte.

Nadal parece completamente fora dessa briga. Somou relevantes 196 semanas como líder, porém está 40 atrás de Djokovic e com pouca  esperança de tentar uma briga direta a médio prazo. Se for muito bem outra vez no saibro europeu, ainda precisará repetir ao menos a semi em Wimbledon e no US Open e também o título do Canadá para então ter um período fértil para acumular pontos. É um desafio e tanto.

Federer está completamente fora da luta pela liderança em 2019? Seu calendário está enxuto, mas ele tem chance de somar muito nos três próximos Slam (fez apenas 540 pontos no ano passado).

Outro quesito valioso quando se pondera sobre ranking são as temporadas encerradas como nº 1. Federer e Djokovic tem 5 e Nadal, 4. Em todos os demais itens sobre quantidade de semanas (top 2, top 3, top 5 ou top 10), suíço lidera com folga sobre os dois.

3. Finals e Masters
Eventos que geralmente são relegados a segundo plano, mas de forma injusta. O Finals é um torneio de qualidade única, já que o campeão terá de vencer quatro ou cinco top 10 numa semana.

Federer também leva vantagem aqui (6 títulos, 10 finais, 57 vitórias e 16 classificações) e Djokovic o persegue (5 títulos, 7 finais, 35 vitórias e 11 participações). Sempre disputado no piso sintético – desde 2009, coberto -, Nadal sempre alegou prejuízo e daí aparece com números mais discretos, com dois vices.

O espanhol no entanto reage nos Masters 1000, que são torneios de nível mais elevado que os próprios Slam, já que reúnem basicamente tops 50. Rei do saibro, Rafa tem 33 títulos e 49 finais, à frente de Djokovic (32 e 47) e de Federer (27 e 48).

Curioso notar que Federer ainda lidera em vitórias (364 contra 362 de Nadal e 332 de Djoko). Nunca existiram Masters sobre grama e o carpete foi abolido em 2000.

4. Olimpíadas
Muitos gostam de colocar os Jogos Olímpicos na balança da discussão, ainda que seja uma competição muito peculiar, principalmente porque o critério de entrada não segue normas tradicionais e por vezes inclui tenistas de qualidade bem duvidosa.

Nadal tem é claro vantagem também neste item, com sua medalha de ouro individual de 2008, algo que Federer só obteve em dupla e Djokovic ficou só no bronze. Daí a boa expectativa para Tóquio.

Desafio do Blog
O internauta WIlson Rocha, que postou seu palpite como José da Silva, ganhou o Desafio do Australian Open de forma notável: acertou o placar de 6/3, 6/2 e 6/3 em cheio e ainda errou a duração do jogo (2h04) por apenas dois minutos. Assim, leva o prêmio oferecido pela Sportsbook: o excelente livro ‘Jogue para Vencer’, versão atualizada do clássico ‘Winning Ugly’ de Brad Gilbert. Parabéns!


Comentários
  1. Leonardo Juliani

    Bom dia Dalcim, tudo bem??

    Estava hoje mais cedo pensativo sobre a escolha de Federer em jogar no saibro, mesmo estando mais velho do que nos dois últimos anos quando optou por não jogar justificando uma necessidade de preservar o físico para os torneios de maior chance de vitória.
    Já pensou na hipótese de ele querer estar na chave, não apenas pensando em um eventual título, mas também em uma possível vitória sobre os outros dois concorrentes ao recorde de Slam?
    Se ele impede – por exemplo – Djokovic de ir a uma final em uma vitória nas semis, seria já um grande feito, e um provável distanciamento na corrida pelo recorde de majors.
    O que acha sobre essa viagem? Hehe

    Grande abraço!!

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  2. Rafael Wuthrich

    Dalcim, estava guardando essa.pergunta pra junho, mas não me contive: quando Federer finalmente ganhou RG, o 14o Slam, você disse que esperava mais de Federer, já que tinha acabado a.imensa pressão que o cercava. Passados 10 anos da conquista e trocentos títulos depois, sendo 6 slam, o que você viu era algo além do esperado?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, acho que tem sido normal. Claro que ele deveria ter vencido alguns Slam em que era favorito e quando tinha menor idade, mas diante de um circuito que ficou cada vez mais lento de bola e piso, favorecendo o físico, vejo como uma trajetória satisfatória.

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  3. João ando

    Dalcim. Pegar o time c da Bélgica e perder…fale sobre isso…pela oppinao do Cruz credo teria que chamar o Thomaz Bellucci….rs….a dupla tinha uma certa obrigação moral de ganhar ne

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  4. Fernando Brack

    Sou Federer desde tempos imemoriais (eu juro que não lembro mais quando virei seu torcedor) e, pra mim, que é só o que me interessa, ele será para sempre o melhor de todos. Agora, que seria legal ver Djokovic bater seus recordes isso ia. Eu sou um aficcionado por ver recordes serem quebrados. Me digam se alguma Olimpíada teria graça se não fosse pela quebra de recordes.

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  5. Renato

    Federer surfou na onde de Novak e Nadal foi a maior pérola que li até hoje aqui! Típico de ignorante. Quem foi que disse que teria que treinar treinar treinar pra poder evoluir e TENTAR ser melhor que os dois maiores ícones do esporte? Novak tem que agradecer Roger por ter uma popularidade mais ou menos, pois sempre foi sombra do GOAT nesse quesito entre outros.

    Tem mané aqui que disse que Roger acabou em 2009, vamos lá:

    – Venceu slam em 2010, 2012, 2017 e 2018.
    – Assumiu a liderança do ranking tanto em 2012, como em 2017 e 2018, já acima dos 36 anos.
    – Foi o maior adversário de Novos em 2014 e 2015..

    Vamos parar de c… pelos teclados gente!

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    1. Sérgio Cipriani

      Bom, não disse que Roger acabou em 2009. Disse que ele deixou de ser o maioral do circuito (na prática, nunca em nome)… Disse que ele ainda teve feitos notáveis. Mas é inegável que desde 2011, sempre que estiver saudável e em forma, Novak é o jogador mais forte do circuito.

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  6. Rodrigo Azevedo

    Um cara que faz 18 finais de SLAM em 19 possíveis ( WIM 2005 – AUS 2010), tem 23 semi finais seguidas de SLAM, 237 semanas consecutivas (alguém me diga quantos anos dá isso?) liderando o ranking, aliás, isso que eu chamo de regularidade! Ganhou 2 SLAM’s diferentes 5 anos seguidos cada (WIM e USOPEN), tudo isso jogando de forma clássica, esquerda de uma mão (menos eficiente, regular que a de duas mãos) e ainda encantando o público com a beleza de suas jogadas…sério que temos uma discussão sobre quem é o GOAT? Como diria Joel Santana…ta de brincation with me?!?! hahahaha

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  7. Daniel

    É, de fato essa temporada será determinante para alguns recordes do Federer. Será que a entressafra o circuito atravessa desde 2014/2015 vai continuar ou alguns dos jovens vai estourar repentinamente? É muito cedo ainda para tentar fazer previsões, mas só espero que esse ano, o trio de lendas tenha vida mais dura. Neste sentido, o primeiro GS da temporada foi deprimente. Federer só perdeu pq vacilou e os outros dois chegaram na final com o pé nas costas.

    Mas enfim, de qualquer forma, independente de títulos, o Federer terá sido o melhor tenista da história pra mim. Foi o jogador que na minha opinião teve mais recursos técnicos, facilidade e plasticidade pra jogar e conseguiu aliar isso a resultados incríveis. É aquele jogador que, inspirado, é imbatível. Mas na prática, sempre teve problemas com disciplina tática e afobação em pontos importantes, o que lhe tirou muitos jogos que estavam “na sua raquete”. Paciência. Algum defeito ele teria que ter rs.

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    1. Sérgio Cipriani

      Vida mais dura do que a que Roger tem a mais de 1 ano?! kkkkkk Nesse período já passou-se 4 Slams e chegou às quartas de final uma única vez… A verdade é que desde 2010 ele virou vassalo dos outros dois suseranos, estando em 90% do tempo um nível abaixo dos outros dois, mas mesmo assim se aproveita do status de Nole e Rafa pra ficar surfando na onda deles… É o cara que, ainda que tenha notáveis feitos no isolado ano de 2017, vive da fama e das glórias conquistadas entre 2004 e 2009, quando seus senhores ainda eram quase adolescentes… Covardia com Rafa e Nole terem que passar a carreira toda correndo atrás do prejuízo pra tirar essa diferença absurda surgida no período entre-geracional… Se conseguirem, principalmente com o suíço em quadra, terão que ser imortalizados!

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        1. Rodrigo S. Cruz

          No dia que o Federer precisar “surfar na onda” de dois tenistas menos talentosos e populares do que ele, será o dia em que Lula provará a sua “inocência”….

          kkkkkk

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          1. Sérgio Cipriani

            E não está surfando?? rs o que o rapaz acima disse? Que queria uma vida mais dura para o big 3, dando a entender que as coisas estão fácil para eles… Daí eu te pergunto? Se as coisas estão fáceis para o big 3, e o Federer está tendo vida dura, na verdade, está fácil pra quem?? Se ele foi incluído, é porque ele (que não está tendo moleza) está surfando na sensação de fácil que Nole e Rafa estão passando para quem acompanha o tênis! 😉

          2. Alessandro Siqueira

            Só para constar, NINGUÉM precisa provar inocência. Inocência se presume, culpa é que se prova. E, por falar nisso, acredita mesmo que ATO DE OFÍCIO INDETERMINADO A SER PRATICADO comprova culpa de alguém?! Já está valendo direito penal pró futuro?! Moro fez as maiores atrocidades com o sistema jurídico brasileiro, que é romano na tradição, ganhou um ministério de forma absolutamente escusa e tem papagaio que ainda acredita na isenção do imperador da república de curitiba.

  8. Ricardo - DF

    Acho que vcs deveriam separar. GOAT, o melhor jogador de todos os tempos, vai para Federer, por que é simplesmente o melhor ! GWOAT, Greatest Winner of All Times, ainda vai para o Federer, mas pode ser superado pelo Djokovic que, com a tecnologia atual, é o mais competitivo. Mandem os 3 de volta aos anos 80, com a tecnologia da época, e Federer colocaria os outros dois no chinelo. kkkk

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    1. José Eduardo Pessanha

      Muita gente bate nessa tecla, inclusive eu. Nadal e Djokovic passariam pânico nos anos 80 (e não ganhariam nada). Não há nenhuma dúvida quanto a isso. rs
      Abs

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      1. Robson Couto

        Desculpe descordar de você nesse quesito, mas Nadal e Djokovic desenvolveram esse estilo de tênis justamente porque é o mais eficiente para a velocidade do tênis atual. Se as quadras ainda mantivessem a velocidade de antigamente com certeza o estilo de jogo deles seria adaptado para essa realidade. Da maneira que são dedicados não seria surpresa que fossem bons em saque e voleio, caso fosse a melhor maneira de ganhar os pontos.

        Responder
    2. Alessandro Siqueira

      A Venezuela é logo ali, assim como Cuba ou qualquer outro país do mundo. Vou aonde quiser e isso não está em pauta. Caso saiba ler, Sérgio, conseguirá entender o que falei sobre PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA. De toda forma, como não foi você quem falou em PROVAR INOCÊNCIA, não deveria ter replicado fala alguma.

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  9. Naira

    Curiosidade… veja o treino do Djokovic de return, com ele recebendo instruções do Marian Vajda . Achei muito interessante.

    https://www.youtube.com/watch?v=L-e9dUpw3K0

    Watch Novak Djokovic working on his returns during our training at Rolex Shanghai Masters 2018 before his quarter-finals match against Kevin Anderson // Understand the mechanics of perfect return // Wondering how to return fast serves? How to hit returns like Novak Djokovic? How to return like Novak Djokovic? In this video you can see all Nole’s returns from out warm up session before his match against one of the biggest servers on the ATP Tour, Kevin Anderson! There are many interesting moments, from Vajda’s tips to funny Nole’s reactions! I encourage you to watch the whole video!

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  10. Sônia

    Dalcim, acompanhando aqui simultaneamente os torneios de Petersburg e Hua Hin e percebo que as tenistas jovens estão aparecendo no circuito com muito vigor físico, técnica e consistência, até o “mental” delas está forte. Olha o sufoco que a jogadora ucraniana de 18 anos está dando na experiente tenista espanhola (a mulher até quebrou uma raquete rsrsrs). Com sua experiência tenística, isso sempre ocorreu ou este aprimoramento ocorre devido a valorização monetária do esporte? Aproveito para lhe perguntar se já ocorreu alguma entressafra no feminino como ocorre atualmente no masculino? Beijos.

    ** Gabi… muito amiga, daquelas de colocar no lado esquerdo do peito e jogar a chave no mar. Beijos.

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    1. José Nilton Dalcim

      Feminino sempre mostrou mais boas tenistas adolescentes do que o masculino, acredito que tenha um pouco a ver com o amadurecimento emocional mais precoce das mulheres.

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    2. Alessandro Sartori

      Ao mesmo tempo tem uma tenista das antigas escalando a montanha, Zvonareva que já foi 2 do mundo lá atrás eque ficou sem jogar regularmente desde 2012, retornou ao circuito no final de 2017 e tá nas cabeças do WTA St Petersburgo, torço por ela…

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  11. Jonas

    “Sampras ( num jogo Épico em 2001 aos 30 ) , Safin, Hewitt ( o mais jovem N 1 até hoje ) , Nalbandian , Agassi , Ferrero, Roddick , Coria , Nadal ( desde 2005 ) , estão no mesmo nível deste Circuito atual”

    Só pode ser brincadeira kkkk

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  12. Lola

    quando um jogador é gênio, ele ganha 10 partidas e perde 1 ou 2, então eu gostaria de saber pq o gênio perde tanto para nadal e Djokovic, este último, tido como limitado e tecnicamente muito inferior ao gênio, dito isto pelo seus fanáticos torcedores, claro, e pela mídia especializada que até mais parece os especialistas da Globo News kkkk.

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    1. Jorge

      É um caso a pensar, temos dois jogadores que concorrem com Federer diretamente com a questão de quem é o maior e exatamente Nole e Nadal tem maior número de vitória no confronto direto com o Federer cada. Certa vez Toni Nadal falou sobre a questão de Federer ser melhor que Nadal já que Rafa o supera em vitórias no Rafa × Federer. Um gênio que tem tantas derrotas contra os seus principais adversários no circuito, o que pensar então dos que o superam nesses confrontos?
      Nole cada vez mais consolida a sua carreira profissional a ser o maior.

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    2. Sérgio Ribeiro

      A torcidinha unida , jamais será vencida rsrsrs Onde a Senhora estava nas últimas CINCO partidas entre o Suíço e o Espanhol ??? rsrsrs Abs!

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  13. lEvI sIlvA

    Dalcim, como vê a declaração de Toni Nadal dizendo que a Final do AO trouxe sensação errada? O espanhol realmente vinha voando o torneio inteiro, é claro, enfrentando jogadores de menor currículo. Djokovic , no entanto ganhou alguns jogos sem convencer que era o home a ser batido.

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    1. Fonseca

      Desculpe intrometer-me, mas em minha opinião foi apenas mais uma das centenas de chamadas da matéria que, quando de abre a matéria, o teor não tem nada a ver com a chamada. Toni falou um bando de obviedades.

      Responder
  14. Jorge

    Dalcim, já expus a questão abaixo, mas queria ouvir o que você pensa sobre.
    Ao analisar esta questão do (goat), fico a pensar o que Rod Liver fez: conquistou o Gran Slam em calendário por duas vezes!; depois disso somente Nole conseguiu deter os quatro Slam e mesmo assim em duas temporadas.
    Jugo que Liver deveria sempre encabeçar esta discussão do goat.
    Uma outra questão é que Federer não deveria atualmente ser considerado o aferidor dos tenistas, pelo fato do seu estilo de jogo como se dizem: clássico e elegante, concordo que o seja; porém a sua execução de jogo já não é mais o que predomina no circuito da ATP, no caso saque e voleio, subir muitas vezes à rede, pontos curtos e nem mesmo Federer já não joga tanto assim mais, pelo fato da evolução do tenis, onde o jogo de fundo de quadra predomina e estes jogadores agora de fundo de quadra são muito eficientes para impor um jogo firme a não permitir mais o estilo mais antigo, como por exemplo: os jogadores de fundo de quadra executam muito bem a passada .
    Sou fã do Nole, mas reconheço a alta capacidade de Rafa é Federer quanto ao que fazem de melhor que é jogar tenis e se destacarem.
    Mas discordo que o Federer seja o aferidor dos tenistas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Claro que você pode discordar, Jorge, mas tenistas do mais alto gabarito dizem que Federer é tudo isso, incluindo o próprio Laver. Você descreve bem o momento atual do tênis, que dificulta a execução do estilo mais agressivo e clássico, mas é preciso analisar a carreira, os feitos e acima de tudo sua importância histórica como um todo. Abs!

      Responder
  15. Adriano Souza

    Dalcim, eu não tenho duvida nenhuma q o Djokovic é um jogador melhor q o Federer e o Nadal

    É sempre bom lembrar tambem, q o Djokovic tem 5 temporadas a menos q o Federer
    o Federer surgiu antes

    Djokovic, The Best!!

    Pode chorar Sonia, fica a vontade rsrs

    Responder
    1. Sônia

      Rsrsrsrsrs, chorando nadinha Adriano, pelo contrário, agradecendo ao sérvio (mil vezes) por mais uma vez impedir o argh argh de se aproximar do meu Lindinho. Esse sim, tem muito mais condições de ultrapassá-lo do que o sérvio (estude sobre “obsessão” e entenderá o que eu te digo). O que me conforta é que RG sofreu modificações e com certeza devem ter encontrado o sapo enterrado na quadra rsrsrs. Aproveitando para emitir minha opinião… PLENA CERTEZA que os principais recordes do tênis, número 1 e GS não serão ultrapassados por estes dois maratenistas… e se ocorrer, serei a primeira a ENGRANDECER tal feito. JS, NS! Beijos.

      Responder
  16. Sandro

    Não consegui ler todos os comentários. Então não sei se alguém já mencionou isso mas alguns dos números
    apresentados pelo Dalcim são, como diriam os americanos, “misleading”.
    Se a ideia é mostrar a eficiência/competência dos 03 extraterrestres, então as boas práticas estatísticas
    indicam que valores normalizados deveriam ser usados. Ou seja, em alguns casos os valores deveriam ser
    divididos pelo número de, por exemplo, GS jogados. Um dado jogador não pode ganhar um GS que ele não jogou. Vale ressaltar que
    alguns dos números apresentados pelo Dalcim estão normalizados (os de %, por exemplo).
    Vejamos como ficam alguns dos números:
    Títulos:
    RN= (17/55) = 0.309, ou seja RN ganha 30,9% dos GS jogados.
    ND = (15/56) = 0.267
    RF= (20/75) = 0.266

    abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Por falar em normalização, você também deve saber que a tendência é que, com a idade subindo, aconteçam mais derrotas e assim os percentuais mudem. A menos que alguma carreira se interrompa antes do tempo.

      Responder
      1. Sandro

        Sem dúvida, mas isso acontece para todos e não deveria ser usado como um parâmetro para definir eficiência/competência.
        Mas, de qualquer forma, vamos levar em conta esse aspecto e calcular o # de GS dos três extraterrestres com 32 anos completos.
        ND é o mais jovem de todos e irá fazer 32 em Maio, ou seja antes do final de Roland Garros.

        RN= 16/51= 31,3%
        RF= 17/57= 29,8%
        ND= 15/56 = 26,7%

        Federer subiu para segundo. O seu argumento, no entanto, traz um ponto importante. Acho que precisamos esperar a aposentaria dos três
        para termos uma ideia mais clara sobre qual dos quatro (incluí o Laver) é o GOAT.
        abs
        sandro

        Responder
  17. Antonio Gabriel

    Mestre Dalcim, levando em conta que Djoko e Nadal estão perseguindo o “Goat” Roger Federer, você gravaria então, sem pestanejar, que RF, RN e ND não necessariamente nesta mesma ordem, kkk, são os 3 melhores jogadores de todos os tempos que o Tênis ja viu na terra ???
    Parabéns pelo texto.

    Responder
  18. Oswaldo E. Aranha

    Lanço uma pergunta para os colegas do blog: Qual a torcida mais fanática, seja no tênis como no futebol? Depois darei minha opinião.

    Responder
  19. Jonas

    Federer em seu auge já era freguês de Nadal Só aos 35 anos ele conseguiu enfim ter sequência de vitórias sobre o espanhol rs, neste caso ele não estava velho, nem fisicamente mal.

    Se os três fossem da mesma geração é bastante claro que Federer não chegaria perto dos 2. Se já era freguês no auge com o espanhol saindo da fralda, imagina quantos títulos teria sendo da mesma idade kkk. Acredito que Djokovic seria levemente maior que Nadal e bem maior que Federer, isso considerando que o sérvio chegou ao seu auge com 24 anos. No início teria dificuldades pra lidar com o precoce Nadal.

    Responder
  20. Pedro

    Dalcim,

    Você acompanha o tênis há bastante tempo. Antigamente, os tenistas se submetiam a tantas cirurgias como hoje? É resultado do nível em que o esporte chegou? Quais as soluções?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O esporte ficou fisicamente muito exigente, a bola está mais pesada e os pisos mais lentos. É preciso de mais exigência física para golpear dez ou vinte bolas por ponto. O resultado não poderia ser outro, Pedro.

      Responder
  21. Marcelo-Jacacity

    Se o Djokovic não tivesse encontrado o guru espanhol e tivesse operado o cotovelo rapidamente teria mais uns 5 Slams.
    Se o Nadal não se lesionasse tanto teria mais uns 5 Majors.
    Se Federer não desse tanta madeirada de esquerda teria mais une 5 Slams. Se o suíço não tivesse atropelado o grande samurai Nishikori no quinto set e Nadalito em outro massacre decidido no quinto set não teria vencido o AusOpen-17 de lavada e atropelando todo mundo…

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Se o sérvio não tivesse tão pressionado pleo título inédito e o Wawrinka não tivesse feito a partida da vida dele, RG-15 teria sido dele.
        Se o Djoko não tivesse lesionado na final do USOpen-16 não teria perdido. Na verdade Novak só chegou a final pelos abandonos dos adversários. Ele teria perdido pra qualquer tenista na final. Wawrinka deu sorte assim como no AusOpen-14 contra o Nadal.
        Hehehe

        Responder
  22. Marcelo-Jacacity

    Renato ou… ( lembra muito saudoso Marquinhos – Australiano)
    O loco! Muita calma nessa hora.rs
    Apenas fiz uma pergunta sobre quais golpes são melhores e mais importantes.
    Mas já entendi o porquê da ausência da resposta.

    Responder
  23. Renato

    Se os três tivessem a mesma e não tivesse acontecido a padronização dos pisos, tenho certeza absoluta que Federer estaria com boa vantagem nos slam e h2h.

    Outro ponto que não tocamos aqui é que Roger demorou demais pra trocar a raquete. Se jogasse com ela desde 2003…… Fácil fácil uns 25 slam na conta do GOAT.

    Responder
  24. Marcelo-Jacacity

    Cabe uma boa discussão! Ou não tem discussão?
    Djokovic x Nadal

    Djokovic

    15 Slams
    5 Finals
    5 #1 da temporada
    236+ semanas como n.1 e contando…

    Nadal

    17 Slams
    0 Finals
    4 #1 da temporada
    196 semanas como n.1

    Responder
  25. Jorge

    Ao analisar esta questão do (goat), fico a pensar o que Rod Liver fez: conquistou o Gran Slam em calendário por duas vezes!; depois disso somente Nole conseguiu deter os quatro Slam e mesmo assim em duas temporadas.
    Jugo que Liver deveria sempre encabeçar esta discussão do goat.
    Uma outra questão é que Federer não deveria atualmente ser considerado o aferidor dos tenistas, pelo fato do seu estilo de jogo como se dizem: clássico e elegante, concordo que o seja; porém a sua execução de jogo já não é mais o que predomina no circuito da ATP, no caso saque e voleio, subir muitas vezes à rede, pontos curtos e nem mesmo Federer já não joga tanto assim mais, pelo fato da evolução do tenis, onde o jogo de fundo de quadra predomina e estes jogadores agora de fundo de quadra são muito eficientes para impor um jogo firme a não permitir mais o estilo mais antigo, como por exemplo: os jogadores de fundo de quadra executaram muito bem a passada .
    Sou fã do Nole, mas reconheço a alta capacidade de Rafa é Federer quanto ao que fazem de melhor que é jogar tenis e se destacarem.
    Mas discordo que o Federer seja o aferidor dos tenistas.

    Responder
  26. André

    Até a existência do BIG3, o normal era ganhar e ser competitivo até os 29/30 no máximo (única exceção aí foi o Agassi)… Federer fez o que se esperava dele até essa idade, com grande adversários, incluindo Djoko e Nadal (Federer e Djoko despontaram mais tarde em relação ao Nadal que, em contrapartida, talvez não consiga ser tão longevo)…. Djoko e Nadal ganham e continuam ganhando muita coisa hoje, pós 29/30, porque estamos diante de uma entressafra agora. Temos uma geração perdida e uma Next Gen que é uma promessa apenas. Na minha visão, Federer foi oportunista em 2017 e 2018, quando não se esperava mais dele, assim como Agassi mais velhinho! Nadal e Djoko fizeram o que deles era esperado até os 30 e ganharam muito também… pra mim os 3 se valem de uma entresafra desde 2016 mais ou menos. O Federer, na sua época áurea, conseguiu se sobressair sobre todos adversários – que eram muito bons, mas ele era um fenômeno, o que vinha sendo repetido por Nadal, muito mais jovem, na sua época, e que tendia a superar o Suiço, até ter que dividir os títulos com o Djoko… não tivesse o Djoko tido ir abraçar árvores, Federer e Nadal não teriam sequer conseguido se valer da entressafra, que ficaria toda com o Sérvio!

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  27. Rafael Wuthrich

    Dalcim, aproveitando o momento histórico, me surgiu uma dúvida: qual teria sido o maior Slam de Djokovic. O de Nadal é WB/2008, sem dúvidas; Federer já disse várias vezes que foi RG/2009, em que pese o AO/2017 – o que ele suportou de pressão naqueles 15 dias, principalmente após as dolorosas derrotas no AO e no verão americano, potencializadas com a queda inesperada do espanhol, foi a coisa mais absurda que já vi no esporte. Mas e Nole? Primeiro título em WB? US Open 2011 (melhores atuações da carreira na minha opinião, contra adversários na ponta dos cascos)? AO 2019 (em que triturou Nadal, mas cambaleou nas primeiras rodadas com atuações inconsistentes)?

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    1. José Nilton Dalcim

      Eu ficaria entre o US Open de 2011, com as duríssimas vitórias sobre Federer e Nadal, e Wimbledon de 2015, por ele ter vencido sete adversários bons de grama (alguns excelentes rsrs).

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  28. DANILO AFONSO

    Sérgio Ribeiro, quem é Nalbadian, Coric, Hewitt e Safin perto de NOVAK ?? Sampras e Agassi em final de carreira também não tem como comparar.

    De fato NADAL já era competitivo desde 2005, porém no período entre 2004 e 2008, NADAL anulava FEDERER essencialmente no SAIBRO, com exceção da final de Wimbledon 2008 que NADAL se reinventou e conquistou talvez o seu título mais importante na carreira.
    Se no saibro FEDERER colecionou bandejas no período citado, nas quadras duras e grama não existia um especialista fora de série para impedir seus Pentacampeonatos em Wimbledon (2003 – 2007) e USopen (2004-2008) e Tricampeonato na Austrália (2004/2006/2007), bem como suas várias semanas como número 1 do mundo.
    Infelizmente o monstro NOVAk além de não ser da mesma geração do suíço, não foi tão prematuro como NADAL. Porém, já em 2008 bateu FEDERER na semifinal do Austrália Open e foi campeão. Anos depois, em 2010 e 2011, venceu FEDERER em outras duas seminais do USopen, em um dos confrontos virou o jogo que perdia por 2 x 0.
    Muitos não se deram conta, mas NOVAK é o melhor tenista que já pisou em uma QUADRA DURA, e falta pouco para bater FEDERER nos principais palcos deste piso, porém contabilizando também os Masters 1000, DJOKOVIC já possuí mais títulos. Vejamos os números dos principais campeonatos (SLAM/FINALS/MASTER):

    NOVAK – 39 títulos (10/5/24)
    FEDERER – 38 títulos (11/6/21)
    % de vitórias piso duro
    NOVAK – 84,3%
    FEDERER – 83,4%

    Na grama, apesar de não ter números tão expressivos quanto no piso duro, o tetracampeão DJOKOVIC já provou que é o adversário mais indigesto que FEDERER já enfrentou também neste piso, basta lembramos os jogos de 2014 e 2015, torneio que o suíço fez campanhas excelentes, um deles sem perder sets, e perdeu mesmo assim para o sérvio.
    Resumindo, FEDERER só é recordista de SLAMs e semanas na liderança, porque não existia, entre 2004/2008, igualmente o que NADAL fazia no saibro, um DJOKOVIC para no mínimo dividir os títulos na quadra dura e grama.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Parei de ler logo no início ,caro Danilo. Sampras aos 30 em final de carreira ? Se aposentou em 2002 vencendo o USOPEN pra cima de seu maior rival. Os outros citados foram comparados ao Circuito atual. Seu fanatismo só não é maior que sua ausência esses anos todos do fórum de debates. Se não, saberia como o Blogueiro já definiu esse papo de entressafra. Qual sua perspectiva para Rafa Nadal e Novak aos 37 ? Levando em consideração que a Nextgen seja realmente medíocre ???? Abs!

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  29. Marcelo-Jacacity

    Danilo Afonso,

    Essas informações são surpreendentes e merecem reflexão sobre a relativa estagnação do Federer:
    – após 2009 (28anos) não termina temporada a como n. 1
    – após 2009 (28 anos) ganhou só 5 Slams de 37 disputados, isto é, 13,51%, sendo que os 3 últimos SLAMS teve seu principal algoz na grama e na hard lesionado;
    – desde 2010 (29 anos) figurou como número 1 apenas 25 semanas do total de 393 semanas possíveis, isto é, apenas 6,36%,
    – não ganha jogos de 5 sets do seu maior algoz na quadra dura e grama desde 2012;
    – desde 2008 não ganha o Aberto do Estados Unidos. Perdeu duas semifinais (2010 e 2011) seguida para DJOKOVIC tendo match points;
    – parou de ganhar ATP Final após 2011 (30 anos);
    – desde 2009 ganhou apenas 2 Wimbledon de 9 temporadas disputadas.

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    1. Jonas

      Essa do Us open é de longe a mais engraçada kkkk

      O suíço dominou por lá de 2004 a 2008. Deitava em cima do aposentado Agassi, Roddick, Baby Djoko rs.

      Ainda chegou a final em 2009 perdendo pro Del potro. É claro que desde que Nadal venceu em 2010, o suíço não fez mais NADA ali. Deveria estar velho em 2010, 11 e 12 também.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Diga-me com quem andas , que te direi quem és. Incrível, caro Marcelo. De um comentarista brilhante , agora em péssima companhia, se esquece até o que postava a poucos anos. Principalmente em 2016 , que soube segurar legal as derrotas do “ fenômeno “ para Andy Murray . Passou a ser mais um obscessivo por Roger Federer rsrsrs Abs !

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  30. jfer

    É fácil. A melhor comparação você fez quando criou um critério tempo. Na década ninguém supera Djoko. Federer tem 6 temporadas a mais que Djoko e Nadal. Sendo um excelente jogador é óbvio que teria vários dos indicadores usados acima superiores aos de seus rivais diretos.

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      1. João ando

        A resposta foi errada mas posso corrige ..o Thomaz acabou nao tem ranking nem jogo …está perto dos 240 do mundo que e onde deve ficar nos próximos 4/5 anos se jogar..eu acho que deveria jogar o interclubes de São paulo

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  31. Fernando C.

    Dalcim.

    Embora eu ache que apenas quando os três encerrarem suas carreiras teremos o panorama definitivo para definir o GOAT você não acha que o fato de Nadal vencer 11 vezes um mesmo Slam!!!! pode pesar também? Acho muito improvável que alguém iguale isso.

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  32. Miguel BsB

    Não entendo a irritação de alguns aqui, torcedores ferrenhos do Federer, Nadal, Djokovic…
    Quem deveria estar realmente irritado são os torcedores do Bellucci, Gulbis, Kyrgios, Rogerinho, Tomic rs (e sim!, temos alguns aqui no blog).
    Torcer por esses caras e ainda estar irritado é igual torcer por Barcelona, Real Madrid, Man. City, Patriots, Warriors e o nosso Verdão Dalcim rs, e viver irritado…Famoso reclamar de barriga cheia hehe

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  33. Luiz Fernando

    Essa história do GOAT ser esse ou aquele é algo sujeito a opiniões subjetivas e para discernir esse detalhe não há como fugir de números e estes, no momento, dizem claramente q o GOAT é o Federer, creio q não há como contestar isso. Aliado aos resultados, é o jogador q tem mais habilidade. Agora depois do visto no domingo, também não há como negar q Djoko tende a superar os principais recordes do suíço, e com isso assumir o posto, quer os fanáticos pelo Federer queiram ou não, mas também não há como negar q estamos falando de uma possibilidade frente a uma realidade. Também sendo sincero, embora eu nunca descarte Rafa, sua chance de igualar ou superar o suíço em número de GS vencidos, se tornou mais remota. RG será o grande divisor de águas desse ano, se o sérvio vencer lá acho q o ano será um passeio…

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  34. Renato

    Wimbledon é o maior objeto de desejo de qualquer tenista, é dito por anos. U.s open vem depois. O próprio Dalcim admitiu que são os dois slam mais importante.

    Palavras de Ivan Lendl: ” Trocaria todos meus títulos de Roland Carros por um em Wimbledon”.

    Méritos do GOAT por ter vencido tanto assim nos slam mais difíceis e importantes.

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  35. Castro

    Como sempre uma bela abordagem Dalcim, parabéns.
    Contudo, gostaria de fazer uma breve ponderação e, ao mesmo tempo, pedir sua opinião.
    Quando o Federer estreou como profissional (1999), Djokovic tinha apenas 12 anos e Nadal 13.
    Quando Djokovic estreou no circuito profissional (2005, salvo engano) Federer já tinha mais de 30 títulos.
    Desta feita, será que não caberia uma análise proporcional para avaliar seus desempenhos, já que os três estão em atividade??
    Att.
    Castro.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não existe um ‘goat’ proporcional, Castro, e essa é a proposta da discussão: o quão longe estão Djokovic e Nadal do suposto ‘goat’ de Federer. Abs!

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    2. Sandra

      Concordo plenamente com você, o que acho que as pessoas não entendem é que todos eles são excelentes, o difícil de entender é que nós temos o direito de gostarmos mais de quem quisermos , não somos obrigados a gostar de quem quer que nos gostemos mais

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  36. Luiz Fabriciano

    Bom, para mim, depois de mais de 200 posts, fica claro que definitivamente Federer, Nadal e Djokovic deixaram todos os demais tenistas para trás. Coisa que até o final do ano passado não existia.
    E em potencial, acredito que Djokovic seja o maior candidato a assumir o primeiro posto.

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    1. Gilvan

      Do circuito atual, não tenho dúvidas. Em relação à história do tênis já é bem mais complicado fazer esta afirmação. Sampras está abaixo do Nadal? Rod Laver, que fechou os 4 slams duas vezes, está abaixo dos 3? Borg, com sua aposentadoria precoce, estaria abaixo do Djokovic?

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  37. Sônia

    Dalcim, acompanhando aqui pelo tennis channel o jogo da Zabalenka vs Uytvanck em Petersburg. A diferença física é gritante, uma toda musculosa e a outra normal. Vejo que a mulherada resolveu pegar pesado na malhação, algumas acredito até em exagero. Separando técnica e físico, qual a porcentagem de importância para voce? Beijos.

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  38. Lola

    Só sei que os federetes tem um ódio mortal do Djokovic, pro Nadal eles aliviam, elogiam, passam pano. kkk
    O G.O.AT. machuca muito a turminha do suiço.

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  39. Leandro Alves

    Federer é sim bem freguês de Djokovic. Olhando-se para um h2h de 25×22 não parece, mas entrando em detalhes a coisa muda:

    – 13×6 em finais;
    – 11×11 em semifinais;
    – 9×6 em Grand Slams;
    – 3×1 em finais de GS;
    – 3×0 em ATP Finals;
    – 4 primeiros jogos do confronto foram vitórias do suíço sobre um sérvio ainda formação em fases preliminares.

    Enfim, o domínio de Novak é claro e evidente.

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    1. Jonas

      Perfeito Leandro. Muita gente considera o Federer maior pelos números, de fato expressivos. 20 slams e mais de 300 semanas como n1, não é pra qualquer um.

      Infelizmente Federer é anos mais velho que Djokovic. Eu gostaria que os 3 monstros tivessem a mesma idade pra que fosse mais ‘justo’.

      Fica difícil traçar um comparativo, pois Djokovic desde que chegou ao auge tem dominado o tênis de um jeito absurdo, mesmo com a dupla Fedal em ótimo nível como ocorreu em 2011.

      Federer teve um domínio parecido, mas em seu auge, teve que se preocupar apenas com Rafael Nadal que só mordia mesmo no saibro, até 2007. Na briga pela liderança, o espanhol só veio a ser n1 em 2008 e Federer já tinha quase 5 anos de liderança.

      Responder
    2. Gilvan

      Os 4 últimos jogos foram vitórias do Djokovic, sendo o Federer, naquele momento, o jogador mais velho em atividade no top-100, com 37 anos de idade. Haja muleta…

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  40. Alfred

    Eu vejo com naturalidade o federer perder a maioria dos jogos que fizer com o djokovic atualmente , pela diferença física absurda entre os dois. Além disso, o federer tb não vive seu melhor momento técnico.
    Acredito que, na melhor versão de cada um (auge técnico e físico), o federer teria uma ligeira vantagem…por ter mais recursos que o sérvio. O Nadal já escreveu seu nome na história como o maior jogador que pisou o saibro. Veja que, tirando Roland Garros, ele possui apenas 6 slams no circuito. Se tiraramos Wimbledon de federer, ele ainda tem 12 slams (o dobro de nadal), e tirando o Australian Open do Djokovic, ele ainda tem 8 slams. O djokovic certamente passará o Nadal em nº de slams, e não haverá sombras de dúvidas que ele será considerando superior ao espanhol quando encerrarem suas carreiras. Agora em relação ao Federer, o Djokovic tem chances de alcançar os números do suiço, ou até ultrapassar, mas não sei se será considerando o maior de todos (mesma discussão do Senna com o Schumacher).

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  41. Leandro Alves

    Outra coisa engraçada são os fanáticos pelo suíço falarem que ele está velho há uns 10 anos.
    Aí você pega um Djokovic varrendo 3 Slams seguidos com 31 anos. Deve ser um velhinho sobrenatural então.

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  42. Luiz Alexandre

    Bom dia Dalcin e demais, faço um ranking com os seguintes critérios:
    GS: 8 pontos,
    Vice GS: 2 pontos,
    Master Finals: 4 pontos,
    Ser n° 1: 4 pontos,
    Ser n° 1 no final da temporada: 4 pontos,
    Semanas na liderança do Ranking: 0,2 pontos por semana.
    Tudo computado desde a era profissional.
    1° Federer 289,6 pontos,
    2° Djokovic 225,4 pontos,
    3° Sampras 225,2 pontos,
    4° Nadal 207,2 pontos,
    5° Lendl 180 pontos,
    6° Connors 159,6 pontos,
    7° Borg 139,8 pontos,
    8° McEnroe 130 pontos,
    9° Agassi 110,2 pontos,
    10° Edberg 88,4 pontos,
    11° Becker 74,4 pontos,
    12° Vilander 74 pontos,
    13° Murray 60,2 pontos,
    14° Courier 57,6 pontos,
    15° Rod Mover 56 pontos,
    16° Hewitt 56 pontos,
    17° Nastase 54 pontos,
    18° Rosewall 48 pontos,
    19° Newcombe 47,6 pontos,
    20° Guga 44,6 pontos,
    Rod Lover fica prejudicado pois ganhou a maioria dos Slans na era amadora e não havia um ranking organizado.
    Existem vários critérios, este está de bom tamanho para mim.

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    1. Barocos

      Ué, títulos de Masters 1000, 500 e 250 não contam, medalhas em Olimpíadas também não? Acho melhor você ajustar a sua tabela.

      Para aqueles que gostam muito de estatística, existem dois sistemas muito interessantes utilizados que não só consideram as conquistas mas, também, quais adversários foram derrotados no caminho das mesmas: Elo Rating System e Glicko-2 Rating System. O primeiro foi desenvolvido, se não me falha a memória, primeiramente para xadrez e, posteriormente, adaptado para o mundo do tênis. Em tese se poderia somar os pontos ano a ano dos jogadores para você poder eleger o maior da história mas, até onde eu sei, isto não foi feito.

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    2. Enoque

      Valeu a tentativa, mas vc tem que acrescentar muito mais parâmetros.
      Vc utilizou apenas 6, mas, para ter uma consistência sugiro que estude uma planilha excel com pelo menos uns 50 parâmetros, incluindo pesos para máster 1000, ATP 500, vices, semis, quartas, semanas com segundo, terceiro, no ranking, vitórias conta top 10, etc.
      Se vc estiver disposto a melhorar a gente vai otimizando a planilha até chegar numa bem completa e representativa, com pesos justos para os diversos critérios. Mas a ideia é boa e louvável.

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  43. Rubens Leme

    Dalcim, enquanto a prefeitura do Rio dá isenção de 8 milhões de reais ao Rio Open, que ainda captou mais 5 milhões pela Lei do Incentivo do Esporte, a CBT anuncia que com o fim do patrocínio dos correios, cortará os projetos sociais, que já não eram muito.

    Parece que ao invés de popularizarmos o esporte aqui, só iremos elitizá-lo mais ainda. Não ainda nada termos um ATP 500 se os nossos sequer possuem ranking para jogar, entram com convites e dão vexame logo na estreia.

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  44. Renato

    Se Nadal vencer Roland Garros boa parte dos fakes oportunistas vão sumir. Se qualquer outro tenista que não seja Novak vencer Wimbledon então.. …. A limpa vai ser geral! Kkkkk
    Principalmente a hiena com iniciais SC.

    Quem comenta aqui há pelo menos dois anos sabe o que eu estou dizendo.

    Responder
    1. Sérgio Cipriani

      Ah, novato… Chegou agora e já quer sentar na janela, né? kkkk Vc me lembra muito um velho participante do grupo… O grande pioneiro na criação de fakes…. kkkkk

      Responder
      1. Chetnik

        KKkkkk. Pois é, o cara sempre se entrega. Mas esquece que essa “última” – constante. Efêmeras tem várias outras – aparição dele é “recente”, kkkk. Sério, dá até pena. Não é normal.

        Responder
  45. Renato

    Marcelo Jaca,

    Aqui eu escrevo o que eu quero a hora que quero, desde que passe pela moderação.
    Continue escrevendo seus posts pra encher linguiça que eu escrevo os meus e fim de papo!

    Responder
  46. Renato

    Só para lembrar o mané que colocou Roddick na entressafra que o americano tem 6×5 contra Novak no h2h.

    Lembrar os colegas que quem mais perdeu pra Nadal em Roland Garros não foi Federer, mas sim Novak.

    Rafa Nadal era muito mais jogador na grama entre 2006 até 2008 do que é hoje. Chegava em todas as finais. Era muito mais jogador no saibro também. Vencia muito mais, tinha muito mais fôlego. Apesar da evidente evolução técnica, o físico é o que acaba fazebdo a diferença, palavras de Ferrero.

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    1. Jonas

      “Lembrar os colegas que quem mais perdeu pra Nadal em Roland Garros não foi Federer, mas sim Novak.”

      Nadal venceu Federer na semi de RG 2005 e finais de 2006, 2007, 2008 e 2011. Em 2005 o espanhol acabara de completar 19 anos. 4 finais e o suíço nunca fez nem cócegas. Federer estava no AUGE, n° 1 do mundo e chegava na final graças as babas da época, período entre 2006 e 2008.

      Djokovic enfrentou Nadal diversas vezes em RG. Fizeram bons jogos entre 2006 e 2008 e Nadal já era o monstro que conhecemos no saibro. Em 2008 jogaram uma SF equilibrada, ambos bem jovens. A final foi uma vergonha. Pior do que a que vimos no último domingo. Um massacre 63 61 60 no ‘GOAT’…em final de slam kkkk. Não precisa ser gênio pra saber que se Federer tivesse enfrentado Nadal em qualquer época desde 2005, não teria nem levado o espanhol a um quinto set, e aí eu incluo 2009 também. É melhor jogar contra o Nadal 7x e perder de forma digna do que passar um vexame desses, e olha que o ‘GOAT’ era novinho hein, sem essa desculpa de físico, tomou uma surra que ele nem deve dormir direito até hoje.

      Semanas depois eles jogaram a final de WB 2008. Nadal tinha 22 anos e venceu a bailarina em 5 sets em seu melhor piso e na casa dele kkkkk!!

      Responder
    2. Renan Vinicius

      Com certeza, Renato! O imediatismo desse pessoal do Blog beira à burrice. Eles não aprendem com os erros. É só lembrar que em 2016, Djokovic tbm estava a 2 slams de alcançar Nadal, e todos já cravavam que ele ultrapassaria Federer em GS. E o que aconteceu? O sérvio tomou 2 surras do Nadal no Saibro e não ganhou nada em 2017.
      Neste ano, muito provavelmente o milongueiro vai tomar o 7×1 no saibro, se tornando a vítima preferida do espanhol em Paris, isso se ele não levar outra surra do Thiem, ou outro da Next Gen. Aí esse imediatismo do Blog muda de lado outra vez!! Pago pra ver…

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    3. Renato Toniol

      Meu xará, Renato.
      Concordo com suas palavras quando diz que o físico é o que acaba fazendo a diferença na maioria das partidas, independentemente da evolução técnica, que não deixa de ser importante, até para compensar o menor vigor físico que chega com a idade avançada.
      Lembro de uma entrevista do Guga, quando ele já não vivia mais os seus melhores momentos (isso se não me falha a memória, no ano de 2003) em que ele dizia que conversava com o Larri Passos, e ambos concordavam que ali ele estava jogando o melhor tênis de sua carreira, mas as lesões já o impossibilitavam de ser o tenista que fora até 2001.

      Responder
  47. Naira

    Dalcim, Djokovic é o único tenista do top 20 que não vai competir até Indian Wells. Federer jogará ATP500 Dubai e Nadal ATP500 Acapulco. Por um lado Djokovic pode treinar mais e chegar mais descansado; por outro lado pode chegar sem ritmo de jogo (volume de jogo). A viagem de Dubai para IW é maior que que de Acapulco para IW, o que pode gerar um maior desgaste e problemas de adaptação. O que voce acha desse calendário do Big3? Voce faria algo diferente se fosse um deles? Analisando o calendário dos demais top 20, muitos vão jogar 2, 3, 4 e até 5 torneios antes de IW. Acredito que isso possa pesar muito no final da temporada. Voce acredita que isso é uma tentativa de ganhar pontos para se manter no topo da tabela (logicamente ganhar mais dinheiro também)? Essa é uma estratégia kamikaze ou voce concorda com ela?

    https://bolamarela.pt/onde-vai-jogar-o-top-20-mundial-ate-aos-masters-1000-de-indian-wells-e-miami/

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  48. Márcio Cerqueira

    Dalcim , em relação a porcentagem qual é a chance do Djokovic , Nadal ou Federer ganhar mais um slam esse ano ??
    Djokovic 65% , Nadal 50% e Federer 35% , Oq acha ??

    Responder
  49. Fernando Pauli

    Sempre que o piso ou a bola ou outros fatores fazem com que determinada competição fique mais rápida ao se jogar tênis, Federer leva vantagem sobre todos os tenistas, isso é fato. Apenas dois exemplos: Saibro azul, lembram? AO 2017. Dêem para o velhinho apenas os próximos 4 GS com essas características, saibro azul em RG, WB da era Sampras, US Open e AO idem ao AO 2017, com a bola e o piso mais veloz, que chegaria aos 24 GS sem sombra de dúvidas e aposentaria feliz da vida kkkk. Essa tal padronização tem lá seus motivos para a ATP, o tênis perderia a graça, já que o velhinho teria todos os recordes do circuito sendo que Nadal e Djoko seriam meros participantes. Só cego ou fanático não enxerga isso!

    Responder
    1. Daniel

      Pela lógica, coloquem saibro em todos os GS que o Nadal leva. Ponham piso igual do AO/2019 que o Djoko leva.
      Que tal dar vantagem de dois sets para o Federer também. Fica legal assim?
      Cada uma!

      Responder
  50. Babidi

    Se eu fosse o Federer, não jogaria em Miami. Geralmente essas semanas dos Masters dos EUA são bastante exigentes quanto ao físico e podem custar caro, além do fato da viagem ser cansativa (sair da costa oeste para a leste) em poucos dias pra jogar em tipos diferentes de piso duro. Eu iria preferir descansar umas duas semanas depois de IW e já partiria para os treinos no saibro. Espero que o excelente Paganini mais uma vez faça um grande trabalho na preparação do Roger e tire a responsabilidade dele de mirar algo grande. Porque quanto mais expectativas, maiores são as decepções. Acho que é pouco provável que Federer seja competitivo em um saibro onde existem tantos jogadores mais cotados e habituados na superfície nos últimos anos (Schwartzman, Ramos Vinolas, Bautista Agut, Cuevas, Fognini, Thiem, Zverev, Wawrinka, Nishikori..), sem falar nos dois monstros extraterrestres que dispensam comentários.. porém, não custa nada tentar. E este ano tem uma motivação a mais: os 10 anos da sua tão sonhada conquista em Roland Garros.

    Responder
  51. Adriano Souza

    O Djokovic tem q atropelar o enganador Federer tambem
    Esse cara sempre ganho titulos contra jogadoores inexpressivos
    Q papo é esse de bater na bola com elegancia?

    Esse papo de plasticidade, bater na bola com elegancia, é coisa de boiloa.
    Vc tem que ter sangue nos olhos, bater forte na bola e atropelar os adversarios, como o Nole faz.
    Consistencia, mental, fisico e tática. O Djokovic faz coisas incriveis na quadra

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Puta que pariu!

      Jogar bonito agora virou “coisa de boiola”.

      kkkkk

      Cada dia que passa, eu fico mais enojado dessa horrífica torcida do sérvio.

      Esta sim, é a verdadeira HORDA, como costuma dizer o Chetnik…

      Responder
    2. Sônia

      Rsrsrsrs, rsrsrsrsrs, … Adriano, Adriano, meu fofucho, jogar iscas assim não vale, tem que ler, tem que ler, tem que ter um pouquinho de noção desse esporte. Sugiro que leia alguns blogs importantes internacionais e veja a comparação que fazem entre o sérvio e o suíço. Aproveite, dê uma olhadinha nos “coments”. Beijos.

      Responder
    3. Gilvan

      É a influência do “kit-gay” do Federer que tem evitado o surgimento de novos talentos másculos no circuito. Tem que vê isso aí, talkei?!

      Responder
  52. DANILO AFONSO

    Sei que o termo ENTRESSAFRA é muito forte, mas não tem como negar que FEDERER se aproveitou da falta de monstros entre 2004 e 2008. Teve sorte de enfrentar SAMPRAS e AGASSI que estavam em final de carreira, e principalmente NADAL e DJOKOVIC serem 5 e 6 anos mais novos, respectivamente. Os números não mentem. Como podemos considerar FEDERER GOAT se após a consolidação de NADAL e principalmente DJOKOVIC, ele:

    – após 2009 (28 anos) não termina a temporada como número 1 do tênis;
    – após 2009 (28 anos) ganhou apenas 5 Slams de 37 disputados, isto é, 13,51%, sendo que os 3 últimos SLAMS teve a sorte que seu principal algoz na grama e quadra dura estava praticando um tênis “precário” ou lesionado;
    – desde 2010 (29 anos) figurou como número 1 apenas 25 semanas do total de 393 semanas possíveis, isto é, apenas 6,36%, porém na entressafra foi supremo por 237 semanas, recorde este que fatalmente não possuiria se NOVAK, jogador competitivo em todos os pisos, fosse da mesma geração;
    – não ganha jogos de 5 sets do seu maior algoz na quadra dura e grama desde 2012;
    – nunca ganhou jogos de 5 sets do seu maior algoz no saibro;
    – desde 2008 não ganha o Aberto do Estados Unidos, um dos seus pisos favoritos, sendo que quando não existia adversários de peso, conquistou lá 5 Majors seguidos (2004-2008). Perdeu duas semifinais (2010 e 2011) seguida para DJOKOVIC tendo match points;
    – parou de ganhar ATP Final após 2011 (30 anos);
    – desde 2009 ganhou apenas 2 Wimbledon de 9 temporadas disputadas, seu piso favorito, sendo que quando não existia adversários de peso, conquistou lá 5 Majors seguidos (2003-2007);
    – perde no H2H dos seus dois principais adversários.

    DJOKOVIC e NADAL provaram que mesmo após 28 anos, conseguiram manter a REGULARIDADE na conquista de títulos pesados, e tudo indica que serão soberanos nos próximos 2 ou 3 anos, algo que FEDERER não conseguiu após os 28 anos, quando ainda era jovem. No máximo conseguiu lampejos, principalmente na ausência de NOVAK entre 2017 e 1º semestre de 2018.

    Enfim, FEDERER construiu seus principais recordes quando não havia adversários de peso. No início de carreira já era dominado pelo NADAL no saibro , e após a maturação de DJOKOVIC, viu minguar títulos nos principais palcos que antes reinava absoluto sem concorrência.

    Fazendo um paralelo com a F1, FEDERER apesar de ter a genialidade de SENNA, se assemelha mais com SHUMARCHER, excelente piloto que bateu todos os recordes por não haver “monstros” para frear seus feitos.

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    1. Leandro Alves

      Não tem nada de pesado não, amigo. Entressafra é a verdade nua e crua que possibilitou ao suíço construir seus números, mas em tênis jogado é o terceiro melhor de sua época.

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    2. Marcelo-Jacacity

      Danilo Afonso,
      Realmente, parabéns pela compilação. Analisando mais detidamente todos esses dados realmente há argumentos de sobra para afirmar com toda a certeza que não há nenhum g.o.a.t até o presente momento. O Alexandre Cossenza disse o mesmo em relação ao Federer no seu último podcast.

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    3. Sérgio Ribeiro

      Na boa, Danilo. É melhor voltar a contar quantas semanas faltam para o Maior de Todos quebrar o recorde de Semanas rs . Sampras ( num jogo Épico em 2001 aos 30 ) , Safin, Hewitt ( o mais jovem N 1 até hoje ) , Nalbandian , Agassi , Ferrero, Roddick , Coria , Nadal ( desde 2005 ) , estão no mesmo nível deste Circuito atual . Zero de entressafra a não ser para imaturos fanáticos. Essa padronização dos Pisos que tanto ajudou o Big Four a mandar e desmandar , estava começando naquela Época. Daí que a geração de Borg dizia que para vencê-lo somente entrando armado em quadra. Depois que o Sueco parou , tivemos 17 em 18 WIMBLEDON ganhos por jogadores de Saque- Voleio devido a rapidez do Piso. Coisa que o Craque Suíço tiraria de letra . Lendl que tinha um físico a lá Novak ( com direito a balé e tudo ) , jamais levou. Com a ridícula padronização varios jogadores de base venceram em TODOS os Pisos seguidamente. Dificilmente teriam tanta moleza naquela época. Longe de querer diminuir o BigFour, mas Federer teria muito mais talento para enfrentar qualquer um em qualquer Época . Sem essa de entressafra que nem P. Cleto fala mais. Veremos como Novak e Rafa Nadal irão se virar com a Next Gen aos 37 anos. Acredito que até lá o amigo já cresceu. Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        O imaturo ( precoce ) Rafa Nadal em 2005 venceu apenas DEZ ATPs com direito a 1 SLAM. Só não bateu Hewitt como o mais jovem N 1 por existir um tal Suíço. Aceita que dói menos rs Abs!

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      2. Mário Fagundes

        “Veremos como Novak e Rafa Nadal irão se virar com a Next Gen aos 37 anos”. Excelente, Sérgio! O objetivo de alguns aqui é tentar diminuir os feitos de Federer. Fica aí a dica aos “meninos do blog”. Abs!

        Responder
    4. Roberto Mendes

      Danilo,

      No final voce falou a grande verdade sobre o Federer ao compara-lo a formula 1: a genialidade de Senna “mas” as conquistas e recordes de Schumacher. Nao conseguiria encontrar melhor forma de descrever o que o Federer representa no Tenis. De acordo!
      Obs. vale lembrar que nestes ultimos anos Federer tambem conseguiu 5 vitorias consecutivas sobre seu maior rival apesar da idade e fez un jogo de igual pra igual com o Djokovic em Paris ano passado, apesar da idade…acho que e hora de reconhecer que este cara e muito mais do que um sortudo que nao ganhou de ninguem importante ne?

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    5. Chileno

      Gente, vocês têm que decidir, porque assim vocês estão sendo extremamente incoerentes. Afinal, idade é relevante ou não é? Porque vocês, defensores da tese da “entressafra” adoram falar que Djokovic e Nadal eram jovens demais, e que Agassi e Sampras eram velhos em 2005~2006, mas depois ficam enaltecendo os feitos do Djoko encima do Federer depois que ele passou dos 32 anos.

      Em 2015 e 2016, quando Federer perdeu diversos jogos importantes pra versão mais soberba já conhecida do sérvio, ele tinha 35 anos. Sabe quantos anos o Agassi tinha quando Federer o derrotou no US Open 2005? Os mesmos 35. Então, vocês decidam aí. Com 35 anos o cara está velho ou não? Porque se a suposta tese da entressafra do Federer for válida, e fôssemos considerar que os títulos do suíço em 2005 e 2006 foram “café com leite”, então pode por na conta aí do “Nespresso” os títulos do Djoko em 2015 e 2016 também, porque o Nadal estava num período patético tecnicamente e o Federer estava tão velho quanto o Agassi que ele mesmo enfrentou no início da carreira.

      Só uns adendos importantes: eu acho que idade é relevante. Mas acho ridículo como vocês a consideram quando o argumento é favorável ao Djokovic, e a ignoram quando é favorável ao Federer. Ou ela é relevante para os dois casos, ou não é pra nenhum. Questão de coerência mesmo.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Chileno, você é ingênuo demais…

        Onde já viu querer coerência da HORDA nolista?

        (rs)

        Esse pessoal, além do fanatismo característico, é o MAIOR criador de Fakes do blog!

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      2. Marco

        Mas há uma clara diferença no colocado nos comentários.

        A medicina e preparação esportiva evoluíram drasticamente com o passar dos anos. No tênis praticamente não existia sucesso ao chegar na barreira dos 30 anos, isso até meados da década passada mesmo, só ver a idade de aposentadoria de mts jogadores.
        Hoje não, a vida útil do atleta é muito maior, tenistas acima dos 30 conseguem render em alto nível, só ver o número de tops que possuem seus 30 ou mais e comparar com antigamente.

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        1. João ando

          Março.verdade para mim a idade limite para se jogar em alto nível era 37 anos…vide roger serena Vênus e karlovic mas estava enganado …acho que hoje a idade limite para ficar entre os tops e 39 anos …depois disso da para jogar mas vai despencar no ranking …vimos JIMBO e rosewall com 42 e acho 43 anos respectivamente …guardadas as devidas prorpcoes aqui no rio de Janeiro Jorge Paulo lehman jogou até os 50 anos e muitos garotos que vinham dos EUA e que jogararm tenis universitarionão ganhavam do Jorge paulo.

          Responder
    6. Gilvan

      Essa é a entressafra mais longa da história. São 20 Grand Slams vencidos num período de 15 anos, período que equivale à carreira da maior parte dos jogadores do circuito profissional.
      Um jogador que venceu títulos contra estrelas do passado (Sampras, Agassi, Safin, Hewitt), do presente (Nadal, Djokovic, Murray, Wawrinka) e do futuro (Zverev, Kyrgios, Thiem). Que foi número 1 do mundo em todos esses períodos e detém, atualmente, todos os grandes recordes do circuito.
      E segue a entressafra.

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    7. Leo Gávio

      Otima exposição, Danilo. Mas não compare com Schumacher vs Senna, com a disputa entre Federer e Djokovic, os 4 são geniais, a comparação não é cabivel, Senna teve a carreira interrompida, e a unica coisa que se sabe é Schumacher se tornou mais vencedor que Senna.

      Senna era melhor em treino classificatorio, e em corrida Schumacher era mais rapido e mais vencedor, e formula 1 o carro faz mais diferença que o piloto, e nesse caso Schumacher enfrentou muito mais carros fortes do que Senna, que só ganhou titulos no melhor carro. Isso qualquer pessoa que acompanha Formula 1 sabe, Schumacher ganhou com a Beneton em 1994, motor V8 e Senna de Williams tinha o motor Renault V10 pilotando um carro de Adrian Neway, o mesmo projetista que fez os carros da Mclarem e Williams campeãs nos anos anteriores e posteriormente vencedores em 96 97 98 99 e mais tarde Red Bull.

      Schumacher ganhou com carro inferior em 94 95(um carro mais competitivo), em 2000 (Mclarem tinha o melhor carro do grid, só ver a classificação de Coulthard e Hakinen durante o ano todo, sempre nas primeiras posições) e em 2004 (ano dificilimo pra Ferrari).

      Schumacher é o rei da Formula 1, por tudo o que ele fez, a coragem de aceitar o desafio de ir para uma equipe fraca e torna-la vencedora.

      Se fosse brasileiro voces achariam um absurdo dizer que Senna foi melhor, simples assim. A unica coisa aceitavel a ser dita é que fica dificil dizer o que teria acontecido caso Senna não tivesse encerrado a carreira daquela forma, mas tambem ninguem pode dizer o que aconteceria se Schumacher ao inves de ir pra Ferrari derrotada, fosse para a Mclarem Mercedes. Então o “se isso”, ‘se aquilo” não responde nada.

      Certo é que sim, Federer pegou um periodo FRACO do tenis, muitos tenistas bons, mas nenhuma lenda. 2003 a 2007 o Federer era a unica lenda nas quadras rapidas, e no Saibro APANHAVA em todas as semanas de Saibro de um jogador com 18 pra 20 anos de idade.

      em 2008 começou a cair a fantasia de GOAT do Federer.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Ignorância de Fakes, é dose…

        (rs)

        O próprio Newey admitiu que o FW-16 que ele projetou pro Senna, no início do ano, não era um bom carro.

        Senna teve se usar todo seu talento, para equilibrar as coisas com o ROUBACHER:

        “Tivemos uma grande mudança de regulamentos, que mudaram a suspensão de ativa para passiva. Isso coloca requisitos aerodinâmicos muito diferentes. Eu estraguei (o carro). Eu não entendi os novos requisitos ou no que isso implicava. Então, o carro era aerodinamicamente instável com a suspensão passiva.”

        “Então, Ayrton estava carregando no braço um carro que não era realmente capaz de entregar o desempenho que ele estava tentando extrair”, declarou Newey.

        Ademais, o Schumacher trapaceou sistematicamente em 94, Sr. Fake…

        Primeiro, pelo polêmico caso da bomba de combustível adulterada, do qual se retirara o filtor de uso obrigartório.

        ( fato este que quase matou Jos Vertappen carbonizado naquele ano!)

        E principalmente, pela descoberta da utilização ilícita , apenas pela Benneton de Schumacher, de driving-aids proibidos pelo regulamento.

        Fato este confirmado, pelo próprio Vertappen, há poucos anos…

        Responder
    8. André

      Nadal e Djoko conseguiram manter a regularidade depois dos 30, pois não teve nenhum Nadal ou Djoko despontando… eles 2 são os mais beneficiados pela fraca geração perdida e pela Next Gen que corre o risco de não chegar em lugar nenhum também!

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  53. Davi Poiani

    É sempre interessante este tipo de discussão… Também aprecio números e estatísticas. Mas há certas coisas que transcendem em muito a questão dos números de títulos e vitórias.

    Vejam no caso da Fórmula 1… Schumacher e Hamilton são muito mais vencedores do que Senna nos números.
    Mas o carisma, a obstinação, audácia, habilidade e outras tantas qualidades que Ayrton Senna tinha, fazem dele, para muitos, o maior piloto de todos os tempos. Outros podem ter tantos títulos quiser, que Senna será sempre imbátivel na sua arte. Tamanho era o magnetismo que uma nação inteira ficou de luto na ocasião de sua passagem. Interpreto isto como o de um espírito muito evoluído, que veio com alguma missão ou predestinação através do esporte, não vejo outra explicação.

    Eu particularmente sou fã destes 3 gênios do tênis, cada um com suas qualidades. Vejo estes caras também com uma certa aura da mesma forma que o Senna tinha. Algo que vai além da técnica ou número de títulos. É óbvio que se não trabalhar, treinar, nada vem de graça. Mas penso que este algo a mais explica a maneira como eles crescem nos Grand Slams, é como se fosse um território nobre no qual o passaporte de entrada é ter um certo pedigree de alma, digamos assim. Só é dado a alguns, não a todos. A meu ver não dá para explicar somente através da técnica o domínio sem precedentes nos últimos 15 anos.

    De fato, não importa se o Federer for ultrapassado em número de Slams, a plasticidade, genialidade e beleza de suas jogadas são incomparáveis. Assim como o espírito de luta de Nadal em tantas partidas memoráveis, sua capacidade de adaptação. Ou ainda a determinação, precisão e força mental de Djokovic a ponto de superar os outros dois. Também admiro a postura e altivez destes caras na derrota, um exemplo! Pois os campeões também são moldados assim, muitas e muitas vezes através do gosto amargo das derrotas, das lesões e decepções.

    Pra mim só me resta agradecer por poder testemunhar esta Era de Ouro do Tênis!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Concordo.

      O Senna foi com folgas, melhor do que Schumi.

      Independente dos números.

      Mas aqui entra um parênteses.

      Se vivo, ele teria tido números bem melhores, e teria tirado 2 títulos do Schumacher, 1 título do Hill, e 1 título do Villenueve …

      Ou seja, 94, 95, 96 e 97 seriam do Ayrton, fácil fácil…

      Responder
      1. Leo Gávio

        Pelo visto você não entende nada de Formula 1 e nem de Tenis.

        Schumacher é mais vencedor que Senna, isso não diminui a qualidade do brasileiro. Schumacher sempre buscou desafios, Senna sempre buscou o melhor carro do grid, essa é a diferença, Senna rejeitou oferta da Ferrari, Schumacher venceu com um carro inferior em 94 e 95 e foi para uma equipe fraca. E terminou a carreira com todos os recordes da F1.

        Ufanismo torna as pessoas burras. Em 2010 as pessoas diziam que Guga era melhor que Djokovic.

        Eu morria de rir, tudo porque Guga tinha 3 RG e foi numero 1, e eu dizia que Djokovic era mais tenista que Guga, era só ver o retrospecto nos slams como um todo, se ele não era numero 1 e não tinha, até ali mais slams, é porque os dois oponentes principais (Nadal e Federer) eram os melhores tenistas da historia.

        O tempo provou que eu estava certo: 15 GS e 24 finais.

        Guga era muito bom no saibro, mas não tinha um Nadal pra ganhar dele. E nos outros slams era um jogador comum, do nivel de um top 50. Então, vencer 3 titulos de slam não eram suficientes pra dizer que Guga era melhor que Djokovic já em 2010. O servio tinha 3 finais em dois slams diferentes, 1titulo e apenas 22 anos, varias semis, 1 finals.

        DJokovic era um fenomeno já antes de 2011, ele não tinha mais titulos e mais finais por causa de Federer e Nadal, um dominava as quadras rapidas e o outro as quadras de saibro. O sarrafo pro servio era maior e ele ja tinha o curriculo acima da media.

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      2. rafael antonio da silva

        Meu amigo, geralmente não comento mensagens de outros leitores, mas, bicho, falar que o Senna foi melhor que o Alemão é brincadeira! O Senna não bate lateral pro Schumacher, seria como comparar o Federer com o Guga, ambos bons, mas o Federer, tal qual o Schumacher, está em outro nível!

        Responder
      3. Marco

        Não há perigo do Senna ser melhor que o alemão.
        Até acho o Senna o mais espetacular, no que tange a arrojo e audácia, mas no geral, somando-se todas as qualidades, há uma boa diferença entre o alemão e qualquer outro piloto.

        Responder
  54. Robson Couto

    Boa noite Dalcim.
    No post anterior se falou bastante da melhor fase de cada um dos big3 daí a dúvida do que aconteceria se o Federer versão 2017 enfrentasse o Djokovic. Entramos aí na seção dos grandes jogos que nunca aconteceram. Por exemplo, até hoje me pergunto o que aconteceria na final de RG 2011 se Djoko passasse devido a fase que ele atravessava … Vc se lembra de mais um grande confronto que gostaria de ter visto e acabou ficando só na expectativa?

    Responder
  55. Rafael Wuthrich

    A impressão que tenho quando leio alguns comentários é que Hewitt não liderou o ranking por um bom tempo, que Roddick, Ferrero e Safin não foram #1 e Nalbandian era um tenista de challengers. Só assim pra aceitar que Federer ganhou na entressafra

    Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Menos tenistas que Delpo? Sou fã de carteirinha do argentino, mas tenisticamente ele não lustrava a raquete de Nalba, na boa. Assista os jogos do Finals 2005, em que ele triturou Federer e Nadal, números 1 e 2 do ranking à época.

        Responder
        1. Marco

          Nalbadian era mt bom, extremamente talentoso, mas constantemente estava fora de forma e nunca teve nem perto do sucesso em GS que o Delpo teve e tem.
          Delpo se não fosse as lesões teria vencido mais de um slam, é mais tenista que qualquer um desses adversários do Federer, seja Roddick ou Hewitt, os mais famosos, por assim dizer.

          Responder
  56. Marcos RJ

    Nesse momento de “exuberância irracional” em que Djokovic está prestes a fechar o segundo Nole-Slam, ele parece mesmo destinado a quebrar todos os records do esporte. Mas é sempre bom olhar o passado para ter um pouco de perspectiva: há exatos 3 anos Djokovic vinha em outro momento espetacular tendo ganho 3 GS seguidos e já acumulava 11 taças, contra 14 de Nadal e 17 de Federer. Nessa época Nole tinha apenas 28 anos, Nadal não ganhava GS fazia quase 2 anos, Federer com 3 anos e meio de seca e a nova geração nem ameaçava ganhar master 1000. Portanto em 3 anos Nole descontou apenas 1 GS contra seus maiores rivais enquanto Murray nesse período periodo virou número 1 do Ranking e praticamente se aposentou. Atualmente Djokovic tanto pode ser o cara que vai quebrar todos os records, como pode ser o responsável por evitar que Nadal atinja o record de GS de Federer. Façam suas apostas, mas o futuro é incerto.

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  57. Bruno Macedo

    Sou fã do Federer. Não há como contestar a beleza do jogo do Federer, é muita técnica, muita elasticidade, é muita capacidade de fazer jogadas geniais e belíssimas parecerem algo banal.
    Mas eu admito que o Djokovic tem um lugar no meu coração. Rsrs O cara joga demais, tem uma facilidade para ser campeão que chega a impressionar. A folga que ele deu para o Federer e Nadal em 2017, quando ganharam os Grand slans, não deve se repetir.
    Sinceramente, para mim o Federer é o GOAT, mas Djokovic é uma espécie de segundo colocado muito admirável.
    Torcendo para Djokovic ganhar todos os Grand slans desse ano. Acho q se ele conseguir fechar os 4 Grand slans , nunca mais vai mais ter q se preocupar com números ou qlq outra coisa.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Esqueceu Bruno, do cabeça a cabeça com Andy Murray em 2016 , em que o Sérvio saiu aos prantos da Rio Olímpica pelas mãos de Del Potro , outra vez. Murray bateu o fenômeno na última partida do ano com direito a ficar com o FINALS e o N 1. Somente modinhas enchem o saco com esse repetitivo papo que o cara é imbatível. 70% que estão postando essas asneiras jamais apareceram aqui antes, neste fórum democrático . ABS

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Admiraria caro Sérgio, se você desse um desconto para todas as postagens que vão de encontro à sua opinião, como que querendo “enquadrar” o respectivo autor das mesmas. Isso não te faz ser um maior conhecedor que os demais e antes que pareça o contrário, é o que acho, ficando você à vontade para concordar ou não.
        Quanto ao que você relatou, os acontecimentos envolvendo Del Potro e Murray são isolados, ou vez que ambos são “fregueses” (palavra que nem gosto de usar) de Djokovic. O argentino acabou de perder a final do USOpen e o escocês é o maior vice campeão do AUSOpen, justamente por causa do sérvio.
        Cordiais saudações.

        Responder
      2. Bruno Macedo

        Sérgio, eu não compreendi muito bem se vc quis acrescentar algo ao meu comentário ou criticar ao que eu tenha dito em relação ao Djokovic, mas esclareço que em nenhum momento eu disse q o Djokovic é imbatível. Tanto Djokovic quanto Nadal e Federer são super humanos e falham/perdem muitas vezes, existem anos bons e anos ruins.
        Eu já comentei aqui muitas vezes, não foi só para elogiar o Djokovic.

        Responder
  58. Ivan

    O ovo ou a galinha? O ovo, ora bolas!
    Embora o Big 3 tenha nos deixado mal acostumados, Tênis não é Ciência exata. Muito menos a discussão sobre o GOAT. Djoko ainda está fora do páreo, embora eu torça para que ele supere os 20 GS do Fedex… Seria hilário, um tenista de “segunda divisão” ter mais GS que o resto. A conferir. Entre Federer e Nadal, a prosa fica bem mais interessante. Se o suíço for o GOAT, a sua “freguesia” contra o espanhol no saibro “carimba” sua faixa. O hipotético GOAT deveria ser o maioral em tudo relativo ao Tênis. Hoje, o Fedex seria o GOAT*. Isso mesmo, com asterisco, embora justo.

    O GOAT continuará sendo para todo o sempre apenas um motivo a mais para as pessoas irem à Internet escrever desaforos àqueles que discordem da sua preferência.
    #Paz!

    Responder
  59. Rodrigues

    Dalcim

    Quem foi melhor?
    Pelé, Maradona ou Messi?
    Sempre haverá opiniões divergentes e sempre será difícil comparar porque jogaram em épocas diferentes e sómente os
    mais velhos os viram jogar ao vivo.
    Quem é melhor?
    Federer, Nadal ou Djocovick?
    Novamente há opiniões divergentes…
    Mas eu prefiro afirmar que sou abençoado por ter tido e continuar a ver três genios jogando na mesma época, coisa que,
    tenho certeza, dificilmente voltará a acontecer.
    Portanto, vamos aproveitar a oportunidade e curtir

    Responder
  60. Oswaldo E. Aranha

    Nando, foste indelicado sim ao tentar alterar o meu nome; quanto à defesa de tenistas, é claro que cada um faz daquele que prefere, cabendo aos torcedores dos demais fazer sua parte. Para se falar de tênis e de tenistas devemos louvar as grandes jogadas, grandes jogos e não é tentando menosprezar um tenista é que consigamos exaltar aquele preferido. Espero que possamos continuar nosso diálogo, com discordâncias possíveis mas sem agressões.

    Responder
    1. Paulo S. Andrade

      desde qdo fazer um trocadilho com o teu nome é falta de educaçao? Claramente é brincadeira diante dos apelidos que vc mesmo dá aos jogadores. Mas qdo o apelidado é vc, vc fica magoado? Ah, qualé!

      Responder
      1. Miguel BsB

        Dalcim, desculpe-me insistir na pergunta do colega, mas quanto seria esse hipotético “pequeno” valor fixo, no caso de um treinador top de um jogador top como Vajda/Djokovic? US 10.000, US 20.000? levando-se em conta que a participação nos prêmios de um multicampeão como o Djoko são beeem altos…

        Responder
  61. Nando

    Só pra lembrar: nadal em 2005 (com 18/19 anos) ganhou 11 títulos…já era uma realidade no circuito. Então só por aí, podemos ver q o tal “argumento” de uma suposta entressafra cai por terra. Essa precocidade do espanhol atrapalhou os planos dos caras aki q insistem no tal “argumento” hein.
    E outra coisa: entressafra é qnd não surge ninguém e o cara de outra geração continua ganhando (na teoria furada de vcs, seria o Agassi naquele período de 2003-2006, hein.) ou qnd um tenista mediano passa a ganhar td qnd os melhores tenistas se aposentam. Como Rafael Wuthrich disse no grupo do whats, seria algo como Raonic ganhar os próximos 3 Slams se os Bigs se aposentassem hoje.

    Responder
  62. Nando

    Mestre, já q o pessoal não responde (seja por vergonha ou por falta de argumentos), poderia responder: qual seria o seu conceito de “entressafra” ?

    Responder
  63. Marcelo-Jacacity

    Renato,
    Realmente não entendo porque você está tão irritado?
    Se eu torcesse para o Federer eu estaria tranquilo. Não tem motivo para tanta inquietação.
    Você fica toda hora fazendo àquele ranqueamento dos golpes…pra quê isso?
    Oras bolas, responda sinceramente é melhor ter o voleio, smash e deixadinha do Federer ou backhand, forehand e devolução do Djokovic? Quantas vezes por partida ocorre uma deixadinha, smash, voleio em relação ao backhand, devolução?

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Forehand ? Somente se for agora aos 37, Marcelo. Chega um pouco atrasado e já erra alguns. Rafa Nadal e Wawrinka já afirmaram que jamais enfrentaram um igual. Abs!

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Sérgio Ribeiro,

        O forehand do suíço é muito bom. Não falei da direita dele e sim questionei se é melhor ter o voleio, smash e deixadinha do Federer ou backhand, forehand e devolução do Djokovic? Quantas vezes por partida ocorre uma deixadinha, smash, voleio em relação ao backhand, devolução?
        Foi isso.

        Responder
    2. Jonas

      O cara está sangrando porque o Djokovic voltou. Não entende nada de tênis e fica exaltando tudo que a bailarina faz, dá pena. Antes do AO chegou a afirmar que Federer ia levantar o caneco com facilidade, é triste.

      Responder
      1. Pedro

        Bem apertada essa sequencia. De Dubai para IW é praticamente uma semana de descanso. E de IW para Miami é logo em seguida. Talvez ele esteja pensando que pode ficar de fora logo no início de um destes.

        Responder
  64. Jonatas Bruno

    Por enquanto, só conjectura. Ainda assim o que se essas caras produzem, nos levam a imaginar até onde vão chegar! A mim,pelo menos não convém descartar ninguém, já que cada qual já deu mostras o suficiente que o extraordinário é um adjetivo que os acompanha em seus atos e feitos.

    No momento, Federer segue na frente, e ao meu ver Djokovic é o que mais o ameaça. Nadal é fantástico, apenas o que pesa contra é a falta de troféus do ATP Finals. Se superar ao menos um dos principais feitos de Federer, ficará o último principal torneio do ano, como critério para desempatar.

    Me parece que o “Master Gold” tenderá a ficar entre Federer e Djoko. Como o Sérvio,nos últimos tempos tem levado boa vantagem nos confrontos que equivale a seis pontos (terno comum no futebol),tende a ser o favorito do momento.

    Responder
  65. Bruno Louzada

    Mestre Dalcim, creio que Andy Murray tenha cometido 3 erros que foram fatais no provavel encurtamento de sua carreira.

    Claro que falar agora é fácil, mas vamos lá:

    1 – Primeiro erro, e pra mim onde tudo começou e o mais grave deles. O Murray após a super desgastante temporada de 2016 onde teve um segundo semestre de sucesso terminado como número 1, em vez de descansar, simplesmente voltou a treinar DUAS SEMANAS após o fim da ultima partida da temporada. Lembrando que no fim de temporada o murray forçou o fisico ao limite jogando torneios menos importantes só pra ganhar pontos.

    2 – O segundo erro: Postergou demais a cirurgia. Jogou wimbledon 2017 cheio de dores. Não jogou o US OPEN e sabia que ficaria de fora um tempo, o mais sensato ali talvez fosse a cirurgia, mas ok, é discutivel, lesão de quadril é arriscado e pode encurtar a carreira. Mas hoje em dia depois de tudo o que aconteceu fica claro que a opção mais correta era a cirurgia.

    3 – Terceiro erro: apressou a volta. Voltou sem a minima condição de ser competitivo, deveria ter ficado mais tempo parado. Acabou voltando antes do tempo e provavelmente atrapalhando a recuperação da lesão. E o que acontrece quando força uma lesão? a lesão volta. Por vários motivos: Se movimenta de forma errada, posiciona a perna de forma errada, isso vai forçando. isso tudo pode ter comprometido o seu quadril novamente.

    Enfim, é isso

    O que acha Dalcim???

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    1. José Nilton Dalcim

      Você tem muita razão, Bruno, mas lembro que os problemas de Murray com o quadril são ainda mais antigos e chegaram a impedi-lo de jogar no saibro europeu. Ele já dizia àquela época que o saibro o machucava muito.

      Responder
  66. Alison Cordeiro

    Djoko na caça aos recordes de Federer e com real possibilidade de alcançá-los deve irritar demais seus detratores aqui do Blog. O sérvio hoje é melhor que o suíço, como em geral nesta década. Deve superar algumas marcas, outras continuarão intactas. No final das carreiras deles todos terão argumentos para justificar o seu preferido. Mas um fato tem que ser pesado: H2H e finais de Slam entre eles. Quando a onça bebe água é que temos o divisor de águas, e Djoko supera ambos no confronto direto, mostrando que na quadra hoje não existe dúvida: ele é melhor que os rivais.

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  67. Carlo

    Oi Dalcim, quando vejo esses números fica muito claro para mim a distância que Federer, Nadal e Djokovic estão dos outros. Lembro que quando o Federer começou a bater recorde atrás de recorde, havia quem dissesse que o samorás era melhor que ele, ou o lacre ou o Borg. Hoje acho que muito pouca gente diria isso, não só pela pulverização de praticamente todos os recordes, como por jogar contra adversários muito mais difíceis! Quanto à quem é o melhor dos três, parabenizou um cenário bastante parelho com ligeira desvantagem para o Nadal. Por isso acho que acaba sendo uma questão de gosto…

    Responder
  68. Antonio José

    Pra começar sou admirador completo do jogo do Suiço… Para mim sempre será o mais espetacular tenista dentre todos. Mas como tenista, sei reconhecer que o Djoko é o melhor que vi jogar. Agora com o saque mais letal doque nunca, seu jogo não tem brecha nehuma… Todos sabemos que a esquerda do Suiço sempre foi e será sua vulnerabilidade e onde ele não consegue atacar com naturalidade… Djoko consegue atacar em todas as situações, inclusive na devolução… E pra completar, ainda se defende como nenhum outro… Só não é admirável nos voleios, mas não tem precisado disso pra destroçar seus oponentes… Resumindo: Federer o mais espetacular e o que vai fazer mais falta quando parar + Djoko o mais completo de todos + Nadal O melhor sobre o saibro !!

    Responder
  69. Marcio

    Impressionante como Federer lidera absolutamente os principais números do Tênis.
    Vejo que djokovic tem chances reais de alcançar o número de semanas na liderança do ranking, o que é um feito absurdamente admirável e digno de um gigante.
    Devemos aguardar e torcer pela evolução dos números do esporte, no caso o Tênis, por meio dos jogadores mais capazes.
    Por ora, os números máximos continuam os mesmos, sendo por ordem de dificuldade e importância :
    237.
    302.
    19.
    6.
    A discussão levada de forma ludica e inteligente é sempre saudável.
    Acompanhemos o circuito.

    Responder
  70. Gustavo M.

    Dalcim, quando vc diz que o carpete foi abolido em 2000, vc diz em relação aos Masters né, porque foram definitivamente abolidos em 2009, segundo a ATP.
    Além disso, consta que o Finals vencido pelo Nalbandian em 2005 também foi sobre essa superfície…

    Responder
      1. Luis

        Dalcin resolveu atear fogo na briga de torcidas do blog! Discussão pra mais de metro!! Pra mim a história vai cuidar de manter a polêmica acessa!!. Acho que Federer deve manter algumas lideranças numéricas mas o h2h sempre será um calcanhar de Aquiles!. Nadal tem uma dominância inquestionável no saibro!! Djoko deve dar duas voltas nos slams!!! Nunca haverá consenso!! Se fosse destacar o que mais admiro nos três eu diria:
        No Djoko a capacidade e a ousadia de peitar uma dupla de monstros sagrados!
        Nadal deixou de ser um saibrista pra ser um multicampeão em todos os pisos possíveis!!
        E Federer botou sempre sua aura de GOAT a prova e manteve na ativa pelo prazer de jogar!! Três monstros!!

        Responder
  71. Tom

    Esse é um assunto que dá MUITO pano pra manga, senhores. Sou fã do professor suíço, mas as páginas que Djokovic está escrevendo no tênis são inigualáveis. Dos seus 15 slams, 13 foram contra os seus principais rivais. Só por esse aspecto ele já estaria em qualquer top 10 da história, mas como se isso não bastasse, ainda tem vários masters 1000 e é pentacampeão do Finals, além, claro, da marcante e extensa presença como número 1 do mundo. Não há dúvidas de que o jogo mais vistoso do circuito é o de Roger, mas quem melhor faz a transição de pisos e que melhor executa o seu desempenho em jogos grandes, certamente é o sérvio comedor de fígados. Pra mim seria assim: Federer é o maior por tudo que movimenta dentro e fora de quadra; Djokovic é o melhor pelos motivos já citados acima; Nadal foi o que melhor dominou um determinado piso em toda a história e dificilmente haverá outro igual no saibro.

    Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Tira o Murray dessa conta, pois ele sempre foi juvenil em matéria de finais de Slam. rsrs. É o que eu falo, um tenista que perdeu 2 GS pro Murray e 2 pro Wawrinka não pode ser candidato a GOAT. Federer perdeu pro Delpo, mas ali o argentino jogou a partida de sua vida. As outras 9 finais perdidas pelo GOAT foram contra Nadal e Djokovic.
        Abs

        Responder
    1. Gilvan

      Falar em transição de pisos no momento em que o circuito está mais pausterizado em toda a sua história é uma coisa complicada.
      Federer jogou na época em que as quadras rápidas eram rápidas mesmo, em que existia carpete, especialistas em cada piso, M1000 com finais disputadas em 5 sets… É, meus amigos, são 20 anos de carreira e a coisa mudou muito nesse meio tempo.
      Hoje em dia, jogadores e pisos são todos muito parecidos, generalistas, com exceção do Nadal no saibro, que é um fora de série.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Para mim esse é, dos mais relevantes, o ponto. Vencer 12 GS jogando em finais contra seus principais adversários – os outros três foram Anderson, Tsonga e Del Potro – mostra o quanto o cara é grande. E ainda querem rebaixar o Murray apenas para rebaixar o sérvio por tabela.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Bom, se você se refere a mim, mantenho a opinião que manifesto aqui no Blog desde muito antes de você surgir nessas paragens: Murray está muito atrás dos outros três. Simples assim. Perdeu 3 finais de GS pro Craque e só venceu um set nesses jogos, durante uma das então habituais “viajadas” de Federer. rsrs
        E volto a repetir, quem perde duas finais de GS pra Murray e duas pro Wawrinka não pode almejar o posto do Super Craque Roger “Encarnação do Tênis Arte” Federer.
        Abs

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          A você e mais alguns. Criticar derrota em final de GS para Murray, alegando discutível qualidade tenística desse, é claramente uma tentativa de rebaixar a qualidade tenística do outro. Murray é reconhecidamente um dos grandes da história, não à toa foi por ele que existiu o Big4 e veja que a discussão atual gira em torno do Big3, ou seja, o Murray tem seu lugar na elite. Federer deve se sentir muito bem em não ter uma medalha de ouro olímpica por causa do limitado Andy Murray. E quanto ao tempo de participação no Blog, o Dalcim tem exata noção disso.
          Grande abraço para você também.

          Responder
          1. José Eduardo Pessanha

            O ouro olímpico do Murray foi “conquistado” na infinitamente longa semifinal entre Federer e Delpo. Méritos do escocês, embora tenha ganho de um extenuado Federer. Em condições físicas iguais, o resultado teria sido o mesmo de sempre: vitória do espetacular craque suíço.
            Abs

  72. Gildokosn

    Esse texto do Dalcim é cruel… deveria ter como título “Choque De Realidade” kkkkkkk
    Federer lidera com certa folga tudo que é mais importante e com pouca folga o que não é tão importante. Sorry! kkkķkk

    Responder
    1. Sérgio Cipriani

      E que vai ter 5 ou 6 anos de sofrência esperando que seus rivais não ultrapassem suas marcas!!! kkkkkk Será que é por isso que ainda não se retirou do circuito?! kkkk Espero que ele continue na ativa, pra que veja de dentro das quadras a pulverização dos seus principais números!!! hahaha

      Responder
    2. Valmir

      Pouco importante… ele ganhou os 4 Slams seguidamente ??

      Ganhou … medalha de ouro olímpica (mesmo com final em Wimbledon) ??

      No saibro é meia boca… para ser generoso…
      Ganhou MonteCarlo e Roma ??
      Ganhou Roland Garros sem a ajuda de Robin Soderling ??
      Não falem de Nadal… Federer teve muitos anos em RG, antes do Nadal… até Gaudio ganhou lá nessa época.

      Contra os seus dois principais oponentes tem h2h positivos??
      No geral ?? coitado !
      Em Slams ? perde para os dois!
      Em finais (onde a onça bebe água) ? Que dó !
      Quantas viradas aplicou em Djokovic.. só 1…… levou 7… olha só !!

      Quem tem mais anos de carreira… se for bom.. forçosamente terá que ter números absolutos maiores.

      Mas no percentual de vitórias… perde para… Borg, Nadal e Djokovic… mesmo o percentual sendo ajudado por jogar um montão de ATP500 e ATP250 a mais que os outros.
      Federer tem 46 títulos de ATP 500 e 250… Nadal tem 28 e Djokovic tem 21… seus índices de aproveitamento foram muito mais contra cachorros grandes.

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      A direita do Djokovic ficou MONSTRUOSA mesmo!

      Impressionante como várias vezes ele solta o golpe, sem dar muita pinta que fez esforço, e mesmo assim sai um winner!

      Só não gosto muito de elogiar o sérvio, porque as djokovetes (de longe a torcida mais fanática do blog) falta ter um orgasmo…

      (rs)

      Responder
      1. Miguel BsB

        “Impressionante como várias vezes ele solta o golpe, sem dar muita pinta que fez esforço, e mesmo assim sai um winner!”

        Ou seja, ficou muito parecida com a do Federer…

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Quando se está ganhando tudo é uma festa. Pediu o boné quando a coisa estava feia assim como os torcedores modinha. Novak chegou a avisar ao Papai que iria parar. Agora é um tal de mexemos aqui , ali … Moya estava certo que com as mudanças Rafa iria assustar Novak assim como Kachanov e Zverev o fizeram… Abs!

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Uai, não foi Novak que saiu de Melbourne com aquela cara de … como é mesmo que um colega nosso gosta de falar?
        Sim, de cachorro que caiu da mudança.

        Responder
  73. Eu

    Ontem (29), após anunciar que se aposentará ainda nesta temporada do circuito mundial de tênis, o britânico Andy Murray passou por uma cirurgia no quadril e compartilhou no Instagram um raio-x com a prótese metálica que foi implantada no local.

    O procedimento, que no Brasil é conhecido como artroplastia de recapeamento do quadril (resurfancing), geralmente é utilizado em pessoas com maior atividade física e é uma alternativa à prótese total. A intenção de Murray é conseguir jogar o Torneio de Wimbledon neste ano.

    O termo RESURFACING parece complicado, mas trata-se de um tipo especial de artroplastia total de quadril em que apenas parte da cabeça do femur é removida. Essa cirurgia faz um “recapeamento” e é uma das alternativas para pacientes com artrose no quadril.

    Esse tipo de cirurgia é uma opção para uma pequena minoria dos pacientes e atende, principalmente, quem pretende manter um nível de atividade física muito elevado e que possui pré-requisitos como: boa qualidade óssea e pouca deformação na região do implante.

    O grande problema do resurfacing atualmente disponível no mercado é a superfície metal-metal e suas complicações.

    Responder
  74. André

    Fico na torcida para Federer e Djoko terminarem empatados em GS… 20 ou 21…. Nadal anunciou que vai casar no final da temporada e com todas essas contusões, particularmente, acho que não chega nesses 20 ou 21…

    E discordo dos demais que acham que deve ser analisado o H2H e/ou os adversários das finais… Federer transcende mais de uma geração… ganhou numa Grama que foi trocada e conseguiu permenecer competitivo mesmo com a mudança de pisos /bolas/ raquetes etc

    Falar em entre safra, em verdade, prejudicaria, ao meu ver, o Djoko também, pois é inequívoco que hoje Federer está velho, Nadal com constantes contusões, Murray aposentado… ele está surfando o momento também, assim como Federer o fez até o surgimento de Nadal e Djoko.

    Até consigo ver uma lógica em pegar os resultados do Djoko “pós 2011” e aí a freguesia “Nadal / Djoko” seria maior do que a “Federer / Nadal”

    Responder
    1. Marco

      Nadal sempre se contundiu em demasia, até mesmo quando mais jovem foram muitas as vezes em que ele teve que se retirar por períodos longos, seu estilo de jogo faz isso.
      Djokovic jogou com o melhor Murray de 2011 até 2017, o escocês é mt mais tenista que os principais adversários do Federer no período de sua dominância.
      Falo do Murray pq foi o que vc citou, o sérvio e o espanhol enfrentou o Federer, que ficam nisso de estar velho, mas que para muitos mostrou sua melhor versão em 2017. E o sérvio e o espanhol se enfrentaram em suas melhores versões, tudo isso dá um desafio bem maior do que o que o suíço teve até a consolidação de Nadal e posteriormente Djokovic.

      Roger é incrível, é o mais talentoso e talvez seja o mais plastico (talvez pq estilo é de cada pessoa achar o que lhe agrada mais), mas é inegável que as façanhas do sérvio e do espanhol eram mais desafiadoras e, portanto, tem peso maior tb, em que pese os números deles ainda serem inferiores aos do suíço e talvez assim permaneçam.

      Responder
      1. André

        Eu vejo um pouco diferente… até o BIG3, o normal era ganhar e ser competitivo até os 29/30… Federer fez o que se esperava dele até essa idade, com grande adversários, incluindo Djoko e Nadal (Federer e Djoko despontaram mais tarde em relação ao Nadal que, em contrapartida, talvez não consiga ser tão longevo)…. Djoko e Nadal ganham e continuam ganhando muita coisa pós 29/30, porque estamos diante de uma entressafra agora. Temos uma geração perdida e uma Next Gen que é uma promessa apenas. Federer foi oportunista em 2017 e 2018, quando não se esperava mais dele, assim como Agassi mais velhinho! E o povo que vc citou jogou muito… tem o Kurten no saibro, que deu uma aula pro Federer também… eram excelentes tenistas mesmo comparados ao Murray, numa época em que nada era padronizado!

        Responder
        1. Marco

          A questão não é entressafra e sim a concorrência.
          Esses caras que vc disse ser uma geração perdida enfrentam nada mais nada menos que, possivelmente, os três maiores jogadores da história.
          Segundo ponto: a medicina esportiva e preparação evoluiram, cada vez mais atletas se tornam longevos, não só no tênis como em outros esportes: pode-se citar Cristiano Ronaldo (33 anos), Messi (31), LeBron (33) e etc. Assim, por mais que já tenham passado dos 30, continuam a render em alto nível, muitos até dizem que o melhor do Federer foi em 2017, então não é questão da geração ser perdida.
          De toda forma, eles nem entram na equação quando se tem um grupo como Djokovic, Nadal, Federer e até o Murray competindo entre si, sem falar em Wawrinka e Delpo (este sim deu azar por causa das lesões).
          Guga é incrível, mas só venceria do Murray no saibro mesmo. E Murray venceria Hewitt ou Roddick, principais adversários do Fedex, na maioria de suas partidas, pois é bem mais tenistas que eles.
          Enfim, reitero que o peso das façanhas de Djokovic e Nadal são maiores que a primeira parte de conquistas do suíço. O motivo é simples, a concorrência é/era muito maior, não por isso vivemos, talvez, a maior era do tênis.

          Responder
  75. Marco

    Creio que haja diferença entre Melhor e Maior.
    Creio que haja discussão em ambos os pontos. Numericamente o Federer tem vantagem nos números, mas estes não podem ser analisados friamente, há de se relativizar, uma vez que a concorrência que Nadal e Djokovic tiveram foi maior do que a que Federer teve. Há mais impacto numa conquista quando seus adversários podem ser outros dois dos três maiores da história (no caso do sérvio, pode ser Nadal e Federer, e no caso do Nadal podendo ser Federer e Djoko), mais um grande Murray e outros ótimos nomes, do que conquistas numa era de Roddick e Hewitt, por exemplo… o que convenhamos tem nível do Delpo ou até inferior.
    Não estou dizendo que então o suíço não pode ser considerado o maior, mas somente os números não conta, há de se relativizar.

    Do ponto de vista do esporte, Federer é mt importante, é o maior garoto propaganda para o esporte e isso não deve mudar.
    Quanto à embates, o Djokovic vence qualquer um deles na maioria das partidas que fizessem, variando-se em saibro, grama e dura.

    Enfim, vejamos no que acaba isso tudo, mas que incrível era.

    Responder
  76. José Eduardo Pessanha

    Mestre, faltou o principal critério, a meu ver. O técnico, que engloba versatilidade, técnica, habilidade e, principalmente, legado para o esporte. E aí Rogério ganha dos outros dois de goleada. Lembremos também que os pisos são muito lentos hoje em dia, o que permitiu a supremacia do famoso Maratênis. rsrs
    Abs

    OBS: O pessoal desdenha da entressafra que Federer pegou. Entretanto, só pra ficar em dois exemplos dessa época, tanto Hewitt quanto Safin ganharam de Pete Sampras no quintal da casa dele, o US Open, derrotando o então todo-poderoso americano em sets diretos. Façanha que tanto Nadal quanto Djokovic não teriam condições de fazer se jogassem naquela época.

    Responder
    1. LION

      hahaha, Comparar Nadal e Djokovic com Safin e Hewit é como comparar Zico e Maradona com Júlio Batista e Kleberson…kkkk….Não adianta ficar chateadinho, dos 20 títulos de Federer, 11 foram mamão com açucar.

      Responder
    2. Sérgio Cipriani

      Nossa… Hewitt, um exime saque e voleador mesmo… kkkk é como disse um cara aí acima: não tem nível pra acompanhar um Del Potro da vida… Aliás, todos os que vou citar teriam sido n° 1 em algum momento dessa entressafra: Wawrinka, Del Potro, Cilic, Tsonga, Berdych, Ferrer, Nishikori, Raonic, Dimitrov e até o Zverev (que com o que fez até agora – 1 Finals e 3 M1000 – já teria sido n° 1 há muito tempo… Alô Ríos!! kkkk)

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Pete Sampras perdeu ambas para jogadores de 20 anos de idade. O mesmo declarou ao final de uma delas: “Se eu tivesse suas pernas…”.
      Parou por um ano e voltou a vencer outro US Open jogando contra Agassi, seu contemporâneo.
      Muito boa sua comparação.

      Responder
  77. Luis henrique

    Até que Novak ou Nadal igualem os números de Federer, creio que não há discussão sobre quem é o maior.
    Também acho muito precipitado achar que Djokovic vai ganhar 5 slam nos próximos anos. De repente alguém da nova geração pode explodir, ou ele se machucar, ser pego no doping….. Tudo pode acontecer.

    Responder
  78. Bartolomeu

    Eu penso que, diante de números tão grandiosos, a dúvida sempre existirá, e o GOAT (termo acho incrivelmente brega) será eleito conforme a preferência de quem julga.

    Em números absolutos: não há dúvida de que Federer detém os títulos mais impressionantes, e aqui – quem discorda – pode levantar toda a sorte de objeções, e que vêm sido exaustivamente repetidas em discussões aqui no blog.

    No confronto direto, o suíço leva desvantagem, mas também aqui cabe toda a sorte de ressalvas, e que também têm sido exaustivamente repetidas.

    Eu penso que os três, cada um ao seu estilo, cada qual em seu auge, são o que de melhor o tênis produziu, e se complementam. Há o maior e melhor jogador do saibro (Nadal), o mair e melhor jogador da grama (Federer), e os maiores e melhores na quadra sintética (Djokovic e Federer, em ordem alfabética). Os três também reúnem, cada qual em seu quinhão, o que de melhor se produziu nos seguintes quesitos: saque, jogo de rede, jogo de fundo, jogo ofensivo, defensivo, melhor direita, melhor esquerda, devolução, força mental, e por aí vai.

    Então, cabem argumentos para todos os gostos.

    O que faz com que um comentador caia em imediato descrédito, para mim, é a exaltação de seu preferido e o menosprezo em relação ao outro: chamar qualquer um deles de Pangaré, Derrotado, Amarelão, Fracassado, Aposentado, Rei da Geração Fraca, Passador de Bolas, Maratenista, Baloeiro, Passador de Bola, Dopado etc.

    Quando eu vejo alguém se manifestando nesses termos, sei que estou diante de alguém que gosta de tenistas, não de tênis. É uma diferença crucial.

    Quanto a mim, o critério mais importante é o íntimo. Dos três, qual o que me causa mais prazer ver jogar? Qual é aquele que me provoca mais espanto? Qual é aquele que mais me deslumbra, e aqui não falo do tênis apenas como esporte, mas como espetáculo humano, como beleza?

    E, segundo esse critério, sempre fico com o Federer, embora tenha imenso respeito e admiração por Nadal e Djokovic.

    Responder
  79. Luis henrique

    Dalcim, qual o motivo que faz com que vc considere Federer o melhor da história? Técnica, talento, habilidade, títulos, recordes ou um conjunto da obra?

    Responder
  80. Nando

    Excelente post como sempre…acredito q alguns recordes do Federer são praticamente imbatíveis, como o recorde de 237 semanas seguidas na liderança, 23 semis seguidas de Slam, 10 finais seguidas de Slam, n° de vitórias em Slams.
    Qnt ao número de Slams, vai depender do q ocorrer nesses 3 Slams restantes de 2019.

    Responder
  81. sandra

    Dalcim, por mais que tente entender essa história de quem é melhor, melhores são os treis , a partir daí é uma escolha pessoal, por acaso mesmo que Nadal ou Djokovic conseguissem chegar ao Federer, você não iria continuar achando o Federer melhor, pois então , chegando ou não eu vou continuar achando Djokovic melhor, aliás no seu blog só se falava em Nadal e Federer, agora não sei se voce reparou, só se fala em Djokovic

    Responder
  82. Miguel BsB

    Um colega no post anterior comparou Federer a Pelé, dizendo que são inquestionavelmente os melhores de tds os tempos.
    Bom, entendo que, por enquanto, realmente o são, mas esse título se dá devido aos números e recordes que ambos ostentam…
    Caso Messi, Maradona, Romário, Ronaldo, Zidane etc … fossem tri campeões em Copas do Mundo, autores de mais de 1000 gols… os números mais relevantes do “Rei”, poderiam sim ser considerados o melhor de todos, ou, no mínino, caberia uma grande e justa discussão a respeito.
    A mesma linha de pensamento se aplica ao Suíço. Caso alguém consiga atingir ou superar suas marcas, o posto de “GOAT” poderá deixa-lo e ir para outro jogador, assim como o do Sampras, que durou um bom tempo, foi para o helvético…

    Responder
  83. Nando

    Caro Oswaldo chorão…vi no post anterior q disseste q fui mal-educado com vc. Favor apontar onde? Pois se tivesse ocorrido tal indelicadeza da minha parte, meu comentário não teria passado da moderação, concorda? Então, não invente algo q eu não disse (sobre não ter educação) ok?
    No mais, vc não respondeu a pergunta do Rodrigo Cruz…pq vc se dói qnd alguém fala algo do COTONETE, mas não diz nada qnd falam algo de outro tenista? Só vale pra um, e pros outros não????

    Responder
  84. João Antonio

    Dalcim,
    Quando os Masters deixaram de ter finais em 5 sets? Com a final em 5 sets, o circuito era ainda mais desgastante e ganhar varios Masters + Slams ainda mais difícil. Não concorda?

    Responder
  85. Josh

    Dalcim, muito interessante mesmo esse levantamento. Espero que essa disputa dure bastante, rsrsrs. Quero ser testemunha até Djoko e Nadal pararem. Vamos ver quem estará na frente. Pelos números e até por ser mais velho, Federer está na frente, acho que isso vai mudar. A briga vai ser bonita entre Djoko e Nadal, mas acredito que Djoko prevalecerá. E o Nadal em, tem que ganhar um finals! Quando comecei a torcer pelo Nole, ele tinha apenas 1 slam, isso começo de 2010, sendo Nadal e Federer já ícones, e olha Nole hoje, com 15 slams e 5 finals contando. Então, essa disputa promete!!!!

    Responder
  86. Renato

    Nadal x Novak:

    Forehand: Nadal
    Backhand: Novak
    Saque: Novak
    Devolução: Novak
    Voleio: Nadal
    Drop: Nadal
    Slice: Nadal
    Voleio: Nadal
    Smash: Nadal

    Critérios técnicos: Nadal 6 x 3 Novak

    Conclusão: Do “big 3” , Novak é o tecnicamente mais fraco.

    Responder
    1. Jonas

      Bom, se o critério para derrotas, vitórias e domínio fosse esse, Novak seria um baita freguês da dupla fedal.

      Ocorre exatamento o contrário pois nos aspectos importantes como Mental, Consistência e Estratégia, Djokovic dá um banho nos 2. Só o Backhand do sérvio já é um absurdo por si só, mesmo eu concordando que o Forehand da dupla Fedal é superior ao do sérvio.

      Responder
    2. Leo Gávio

      Quem quiser saber quem é o GOAT, faça a seguinte conta:

      Requisito 1) Entra nessa briga só os que tiverem mais de 12 GS e tenham vencido os 4 torneios.
      Requisito 2) Considere o periodo onde o tenista ganha o seu primeiro GS até o seu ultimo GS (até o momento)

      Formula matemática de descoberta do GOAT
      – Divida o numero de GSs jogados pelo o de GSs vencidos.
      – Analise o H2H contra os principais rivais no geral
      – Analise o H2H contra os principais rivais apenas em slam
      – Divida o numero de semanas na liderança pelo numero de semanas jogadas

      Pegar jogos onde o sujeito é iniciante e analisar como um todo é ridiculo, eu estou propondo analisar o Federer de WB 2003 ate WB 2018 (ultimo titulo GS) peguei só o miolo.
      Nadal é uma exceção, jogador precoce. Mas tambem será beneficiado pelo mesmo calculo.

      No final das contas voces verão Djokovic espancando os dois na media ponderada.
      15 temporadas Federer
      13 temporadas Nadal
      11 temporadas Djokovic

      Acho bem justo. E pra piorar, o Federer passou de 2003 ate 2007 lutando contra Roddick, Blake, Bagthatis, Cañas, Gaudio, Hewitt, Nalbadian, Lubcic e apanhava, como sempre, do baby Nadal no saibro. Quantos slams eles todos tinham? 4 slams

      Só na final de RG 2016 Djokovic enfrentou um jogador com 3 slams e duas olimpiadas. Federer passou 5 anos batendo em bebado na ladeira.

      Federer tem um jogo bonito, plastico, é uma bailarina, mas o cotonete é o papai dele, dele e do Nadal (fora do saibro), é o GOAT, não aceitar é só fanatismo, em nada isso diminui os feitinhos do Federer lá na entressafra, desculpa mas foi entressafrona!!

      Responder
    3. Carlos

      Tem que saber também o quanto um é melhor que o outro em cada critério. Pode ser que os três critérios do Djokovic são tão maiores que o do Nadal que acaba sendo mais relevante que os seis do Nadal mas com pequena margem de diferença sobre o Djokovic.

      Responder
  87. Renato

    Acho que os títulos mais importantes são slam e finals. Masters 1000 é secundário.

    Acho que o peso da discussão também tem que levar em conta quais slam cada um venceu, pois Wimbledon é o maior, depois vem u.s open, Roland Garros e por último Austrália Open.

    Federer tem 13 títulos dos slam mais importantes, enquanto Novak tem 7 e Rafa 5.

    Somados finals e slam, Federer tem 26 títulos, Novak 20 e Nadal 17.

    Bem observado que não existe um masters 1000 na grama. Muito menos o finals é disputado no piso verde.

    Responder
    1. Renato

      Pelos motivos citados acima considero Sampras maior que Novak. Tem mais títulos em Wimbledon, u.s open e liderou muito mais o ranking que o sérvio.

      Responder
      1. Leandro Alves

        Eu também te considero o maior fedtard desse fórum com extrema facilidade. Parabéns!

        Sampras maior que Novak, Wimbledon maior que os outros Slams, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Eu também não acho um Slam maior ou menor do que outro.

          Eu igualo todos em importância…

          Mas o que ele falou está longe de ser absurdo.

          Uma vez que o PRÓPRIO dono do blog considera sim, Wimbledon o mais importante dos Slams!

          Responder
    2. Sérgio Cipriani

      kkkkkkkk Acho que vc deveria fazer uma contagem com os três principais Slams (WB, USO e RG): Nadal tem 16, Federer 14 e Djoko, 8 !!! Nadal é o GOAT!!!! kkkkkkkk

      Responder
    3. Sérgio Cipriani

      Masters é secundário?! kkkk Vai ver por isso a ATP fez uma grande homenagem ao sérvio por completar vitória em todos os 9 ???? kkkkkkkk Se Masters é secundário, Finals tbm seria, pois está mais próximo da pontuação de um Masters do que de um Slam, pois embora quem vença tudo ganhe 1500 pontos, não é raro campeões levando 1300 pontos pelo título e até mesmo seria possível ser campeão com 1100 pontos…. 100zinho a mais que um 1000… Enfim, Finals é um torneio final de calendário que representa todos os 9 grandes torneios da ATP e, por isso, deve ser somado aos outros e contando como critério de desempate. Ninguém no mundo a fora dá a mínima pro número de Finals… Se dessem, já teriam colocado Djoko a frente de Nadal… Djoko tem 5 Finals e 40 semanas como n°1 a mais que Nadal e, juntos, não servem nem pra superar os míseros 2 Slams que o espanhol tem de vantagem sobre o sérvio.

      Responder
  88. João Sark

    Engraçado que o pessoal fala do rei da entressafa, mas entre wimbledon 2005 e e usopen 2007, quando fez final de todos os grand slams, bateu em 14 oportunidade campeões dos majors (nadal 2x, djocko 2x, marat safin, juan carlos ferrero 2x, del potro, roddick 3x, agassi, Lleyton hewitt 2x)…foram 10 torneios, dos quais, ganhou 8…

    Responder
  89. Chileno

    Djokovic pode sim passar o Federer nos dois recordes mais relevantes: número de títulos de Grand Slam e semanas na liderança do ranking. Mas hoje, ainda acho incabível Djokovic ser considerado maior, sendo que estes dois recordes ainda pertencem ao suíço, além do recorde de Finals, e mais uma porção deles. Ele é um dos maiores, certamente, e pretende dar o bote pra deixar o Nadal pra trás. Na minha opinião, hoje, existem argumentos para dizer que Djoko é maior que Rafa. O que sustenta o argumento em favor do Nadal são dois Slams a mais, o recorde absoluto de mais títulos num mesmo Slam, e a medalha olímpica. Será que isso é maior que mais semanas na liderança, 5 títulos de Finals, todos os títulos de Masters, etc.? Não sei… acho que Nadal ainda é maior. Mas acho que o Djoko está muito perto de passá-lo. E acho bem razoável considerar o sérvio maior.

    Responder
  90. Sérgio Cipriani

    Outra coisa interessante, visível e legal de se notar tbm é o planejamento do sérvio visando a todo momento alcançar feitos históricos. Claro que todos os grandes tenistas jogam para estar na história. Só que no caso do sérvio, dá pra ver que ele faz um planejamento mesmo para cada façanha histórica que está ao alcance dele. Olha o calendário dele em 2019: se preparou para conquistar e assumir a liderança do AO; vai descansar Fevereiro para tentar isolar-se na liderança de Indiana Wells e Miami, já que as divide com Roger e Agassi; imagino que até pela quantidade de 12 jogos em vinte e poucos dias para alcançar tais feitos, ele pulou Monte Carlo; Monte Carlo tbm não lhe interessa muito nesse sentido, já que não dá pra alcançar Nadal; vai descansar abril inteiro até disputar Madri e Roma se preparando para alcançar o grande feito dos 4 Slams consecutivos novamente e os dois em cada Major, em Roland Garros; não creio que ele tenha a intenção de chegar longe em Madri, pois seria ruim jogar duas semanas inteiras consecutivamente; não vai se matar se preparando para Wimbledon, pois sabe que precisa de combustível pra reta final da temporada no sintético, período onde sempre tem muitos pontos a defender e é o seu forte e sabe que os pontos acumulados serão importantíssimos e contarão no cômputo das 52 semanas que poderão lhe permitir de ultrapassar as 310 de Federer… Dito isto, vai tentar se isolar de Rafa no total de títulos no Canadá e, assim, tornar-se senhor absoluto de 5 dos 9 Masters da ATP; acho que pula Cincinnati, se for bem sucedido no Canadá; caso contrário e tenha uma eliminação precoce, disputará Cincinnati para tentar fechar todos os torneios Masters por duas vezes; chegando ao US Open, ele poderá estar em condições de ganhar os 4 na mesma temporada e 6 consecutivos; caso não esteja, vencendo o major americano, já lhe ajudaria a se aproximar cada vez mais do recorde de Roger; finalizando sua temporada, tentará igualar-se a Roger no ATP Finals; por fim, obtendo êxito em chegar ao final do ano na ponta do ranking, Djoko ultrapassaria Federer e se igualaria a Sampras como recordistas de temporadas vencidas como n°1, com 6 no total e com o recorde de semanas a meio caminho andado… Não duvidem que Nole tem a exata consciência desses feitos (é um cara que já mostrou ter muito conhecimento sobre a história do esporte) e, por isso, seu calendário está enxuto e estratégicamente montado pra isso.

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  91. Miguel BsB

    Acredito que os principais recordes do Federer, semanas como N 1,quantidade de Slams e Finals, estão sim ameaçados pelo sérvio. Os números do Nadal então, Slams e Masters, ameaçadíssimos!
    Creio que o H2h tb deveria ser levado em conta, dado a quantidade de confrontos entre eles…
    Fato é que os 3,a essa altura da carreira, ainda estão brigando entre si por esse posto… Por enquanto, sigo a maioria e entendo que o Federer seja o Bode, mas nada disso é definitivo.

    Responder
  92. Juliano

    Tênis é vida, acho que tenho muita sorte em ter vivido numa época que vi Sampras, Agassi, Safin, Guga, Federer, Nadal, Djoko, Nalbadian, Davydenko, Hewitt, e tantos outros… cada um mostrou qualidades impressionantes…. para mim GOAT sempre seria uma parte de cada um…. Federer é complicado, faz parecer jogar tênis muito fácil, Djoko e Nadal são animais na quadra… o GOAT aqui é o Dalcim que nos ajuda a ver todos estes números e aprender a cada dia mais sobre tênis !!!!!!!!!!!!!!!!

    Responder
  93. Gabi

    Lola,

    o Renato Gaúcho tá fazendo escola rs!

    ——————

    Rafael e Lola,

    pois é, queríamos sangue, mas no final foi um “mensageiro do caos” seguido “por que vc me deixa tão solto” e “aqui não, queridinha”!
    Rsrs.
    ————————

    Luiz Fernando,

    vc certamente será convidado para o casamento do Nadal, então depois conte tudo sobre os bastidores rs

    —————
    Renato,

    independentemente do azul e do rosa, Lola é ela e Chetnik é ele.

    Responder
  94. Renato

    Novak é o rei da entressafra. Desde 2011 seus maiores rivais são um tenista com mais de trinta anos e um outro que vive contundido. Assim fica mais fácil.

    Responder
  95. Renato

    Bom lembrar que Novak dominou em 2014 por que Federer já estava na casa dos 33, 34 e Nadal estava em baixa, lesionado. E pegou uma geração chula com Raonic e Nishikori.

    Responder
    1. LION

      Sei, e 3 anos depois, 3 anos mais velho, ele era o Super Federer. Federer tem de agradecer muito essa viajada de 2 anos de Djokovic, pois TODOS os três títulos dele teriam sido de Djokovic. Não falo de Nadal porque 2 foram no Saibro.

      Responder
    2. Sérgio Cipriani

      2014 Federer tinha 32 para 33… Mesma idade que Nadal terá ao longo dessa temporada e apenas 1 aninho a mais do que o bicho papão atual do circuito: Novak Djokovic!!!

      Responder
  96. Gustavo Franchi

    Caro Dalcim vou colocar uma opinião polêmica, pra mim em uma quadra rápida o melhor Sampras, ganharia do melhor Federer e do melhor Djokovic. Acho muito difícil comparar épocas. Só pra tentar exemplificar meu pensamento, se olharmos a lista de jogadores que já foram número 1 do mundo na era aberta teremos um total de 26-27 jogadores sendo que o Sampras deve ter feitos jogos com quase 20 desses caras, sem contar outros jogadores que não foram número 1 mas tinham títulos de grand slam, Chang, Ivanisevic, e mais nomes que não lembro. Me parece que o Big four é tão predominante porque não teve ninguém á altura pra enfrenta-los. Esse next gen é uma molecada que amarela na Hora H. Os grandes nomes da historia ja ganhavam grand slam com 19-23 anos de idade.

    Responder
  97. João Sark

    Independente da quantidade de títulos e recordes, tenho certeza que a maioria absoluta gostaria de ter o estilo de jogo de um deles…e vcs sabem quem é…qualidade técnica, habilidade, jogadas de mestre, saque, voleio, dropshot, tweener…

    Responder
  98. Renato

    Não são apenas os números que dirão quem é o maior da história. Cada um tem seus critérios. Eu levo em conta além dos números e recordes a beleza de jogo de um tenista, técnica, habilidade e beleza de jogo, além da popularidade.

    Federer tem um jogo muito mais bonito e técnico que seus rivais, além de ser mais popular que Nadal e muito mais populares que Novak.

    E se alguns torcedores de Novak ou Nadal consideram seus ídolos os maiores da história sem sequer estarem próximos dos números de Roger, por que os torcedores do suíço não poderão fazer o mesmo, mesmo que os números de Federer sejam ultrapassados?

    Pra mim ninguém da atual geração tira o título de GOAT da mão do suíço.

    Responder
    1. Sérgio Cipriani

      E desde quando 17 e 15 não é próximo de 20 ?!?! kkkkkkkk Desde quando 236 garantidos pelo menos até 260 não é próximo de 310 ??? Chora quentinho… rsrs

      Responder
  99. Jose Alexandre

    Sou torcedor apaixonado do Federer e sofri e ainda sofro muito nos embates com os outros dois monstros, porém já me conformei que, nos números, o sérvio não vai deixar pedra sobre pedra, restando ao suíço e ao espanhol a paixão dos fãs, que irão de todas as formas apelar a argumentos mais subjetivos pra justificar o GOAT de seu preferido, algo como os fãs do Senna na comparação com Schumacher.

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  100. rafael

    Só não podemos esquecer que o Federes é 5 e 6 anos mais velho que o Nadal e o Djokovic, respectivamente. Logo, teremos que esperar para ver os números quando Nadal e Djoko atingirem essa idade (se jogarem até lá). Todavia, eu vejo o Federer como o mais mágico deles e o Djoko como o melhor!
    Abraço mestre!

    Responder
  101. Renan Vinicius

    Esse Dalcim é muito baba ovo do Djokovic, pelo amor de Deus. Da até nojo de entrar nesse blog. Meu ultimo comentário aqui.
    O tênis muda a todo momento, parem de fazer prognósticos sem fundamento. FUI!!!

    Responder
    1. Nando

      Falou pouco…mas falou merda hein camarada! Não sei a qnt tempo vc frequenta o blog ou lê os posts do Dalcim, pois deveria reparar mais…o momento é do cotonete, vc queria q o post fosse sobre quem? Bellucci? Malek Jaziri?
      Qnd o Maior de Tds (Roger Federer) estava espetacular em 2017, os posts em sua maioria eram sobre ele…os posts vão “de acordo com o momento”.

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Renan, você está sendo injusto meu nobre. Dalcim já transpareceu por diversas vezes que FEDERER é seu tenista preferido, e que nesta Aberto da Austrália estava torcendo pelo título do NADAL.

      Responder
    3. Miguel BsB

      Humm, tá com nojinho?! Vaza msm rapaz!
      Se tá chamando o Dalcim de puxa saco do Djokovic, é porque realmente não costuma ler as postagens com frequência… Então não vai fazer falta…

      Responder
  102. Barocos

    Sobre números e épocas, é importante colocar alguns pontos em perspectiva.

    Primeiro, em geral, salvo situações especiais, super-atletas apresentam um período de máxima performance em suas atividades nas carreiras (vinculados ao domínio da técnica, controle emocional, etc.) que, aproximadamente, coincide com o período de máxima capacidade física. Para os homens este último se situa na faixa dos 23 aos 30 anos, após o que problemas físicos relacionados ao esforço excessivo, às lesões por repetição, e ao declínio natural com a idade começam a afetar adversamente o desempenho dos mesmos. No tênis, por ser um esporte individual (caso que estamos analisando) este padrão costuma ser muito nítido.

    Em esportes onde os resultados finais não possam ser traduzidos por números com dimensões (distância, tempo e velocidade, basicamente) é fundamental que se preste atenção também aos adversários presentes nas épocas nas quais os recordes foram estabelecidos e é aí justamente que as coisas se complicam.

    Quis a sorte que Federer atuasse em duas épocas distintas em situações bem diferentes: numa primeira fase, dos seus 23 aos seus 30 anos, ou seja, de 2004 a 2011, próximo ao seu suposto máximo, e de 2012 até a época atual. Na primeira fase, os seus números são realmente impressionantes, na segunda são expressivos, o que atesta o seu papel como um dos maiores da história. Até a metada da sua melhor fase Federer reinou incontestável, a partir daí, àqueles que viriam a ser seus maiores adversários ainda se encaminhavam para as suas fases de máximo desempenho, iniciadas próximo ao final desta. No final da primeira ou já na segunda, eles atingem os seus máximos com números muito superiores aos que Federer obteve no período, o que seria de se esperar, haja vista as ponderações sobre diminuição de desempenho lesões e máximos de performance.

    Tenho para mim que os Federer, Nadal e Djokovic foram os tenistas mais dominates que o circuito já viu, ainda mais se se comparam os seus números com os números dos seus concorrentes, levando-se em consideração os adversários que estes enfrentaram nas suas épocas.

    Me parece bastante claro agora que a construção de argumentos para uma comparação realmente isenta sobre quem venha a ser o GOAT dificilmente atingirá consenso, mesmo após o encerramento da carreira dos três e com os números finais estabelecidos.

    Ainda que torça por Djokovic, reconheço que Federer possui o mais elegante estilo e não deixo de admirar a aplicação e paixão que movem Nadal.

    Responder
  103. Viana

    Números interessantíssimos!!
    Por eles a discussão ainda existe!! Quem é o maior? A maioria dirá Federer!
    Porém tem um aspecto não levantado!! O duelo entre eles!!
    Federer é fregues de Nadal…
    Federer ´fregues de Djoko…
    Nadal perde pra Djoko…
    Muita gente dirá, como pode ser o maior se leva surra de seus dois maiores rivais?
    Outros dirão, como não ser o maior se tem mais Slans??
    Outros dirão, Como ser o único a conquistar todos os masters, bater seus maiores rivais em h2h e não ser o maior??
    Argumentos para os 3 não faltam…

    MAS É INEGÁVEL QUE O VIÉS DE DJOKO É DE ALTA, DE NADAL (esperemos RG, se ganhar… continua na briga), E O DE FEDERER DE BAIXA (mas leve baixa, pq ele ainda é competitivo)!!
    O PRINCIPAL. NUNCA DUVIDE DE NENHUM DOS 3, POIS ELES JÁ PROVARAM Q PODEM DAR A VOLTA POR CIMA.

    APOSTA: DJOKO tem tudo pra passar os outros dois se não se machucar!
    TORCIDA: NADAL ganha mais um punhado de Slams e se torna o maior…
    SONHO: os três empatam em 21 Slams, e nós ficaremos discutindo eternamente quem foi o maior!!!!

    Responder
    1. Renato

      Muito isento seu comentário. Quer dizer que Federer é freguês de Novak com duas derrotas de diferença e Nadal não é com três derrotas de diferença?! Kkkkk Federer é freguês, mas Nadal apenas “perde” para Novak. Típico de fanático.

      Responder
      1. Jonas

        Federer é muito freguês de Rafa. Desde 2005 o fenômeno espanhol já surrava Federer. Até nas hards o confronto era bem equilibrado.

        Não acho Federer freguês de Novak no geral. Mas de 2011 pra cá, o sérvio é um jogador MUITO mais completo do que era entre 2005 e 2010. Prova disso é seu domínio incontestável. A desculpa das federetes é físico e idade. Coisa contraditória já que Federer esteve em plena forma em 2017. Quando ele vence é um gênio, mas quando vem a derrota…Ah o suíço perdeu pq não corre…aff. A derrota pro Tsitsipas no Ao foi físico e idade também?

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        1. Sérgio Cipriani

          Sem aquele back melhorado de 2017, eu tenho minhas dúvidas… Com o back capenga atualmente, eu gostaria de ver novos duelos entre eles, principalmente na grama, pra testar esse novo saque de Rafa e seu estilo mais agressivo.

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    2. Gilvan

      Federer tem 3 derrotas a menos que o Djoko e isso o torna “freguês”? Tivesse o suíço se aposentado no começo do ano passado (aos 37 anos de idade), quando foi derrotado 4 vezes pelo Djokovic, teria encerrado a carreira com mais vitórias que derrotas pro sérvio. Então até 2017 o Djokovic era freguês do suíço?
      Seria Nadal um freguês do sérvio, já que agora também está atrás no H2H?
      Quando o Djokovic estiver mais próximo do final da carreira, caso ele tenha um retrospecto negativo contra a nova geração (como já tem para o Kyrgios por exemplo), poderemos afirmar que ele seria um freguês de carteirinha dessa turma?
      Sinceramente, é bem dificil tomar como base o H2H quando se compara 2 jogadores de gerações diferentes, ainda mais para determinar quem é o maior de todos os tempos. Quando o número de vitórias e derrotas é tão parelho, como é o caso, perde totalmente o sentido essa argumentação.

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Só constar aqui que até o presente momento, em 2019, Djokovic nunca enfrentou um Federer com ranking tão baixo quanto dos primeiros jogos que Federer venceu a Djokovic. Ou seja, o Federer de 37 anos é mais jogador que o Djokovic até o início de 2007… O que torna notável a diferença positiva do H2H do sérvio sobre o suíço…

        Responder
    3. ANTONIO GABRIEL

      Primeiramente os meus parabéns ao Dalcim pela pauta, um assunto que eternamente será discutido e terá discordância de muitos. Kkkk. Quero concordar com o que foi dito pelo Viana, com a única observação que a minha torcida fica aqui pelo Djoko.

      Responder
  104. Renato Toniol

    Sou torcedor de Federer, mas a possibilidade do maestro perder os seus maiores recordes (títulos de Grand Slam e semanas como número 1 do mundo) é muit grande.
    Djokovic vem voando, físico totalmente em dia, chega inteiro em todas as bolas, além de possuir golpes contundentes, não tem ponto fraco a ser explorado pelos adversários. O sérvio não é exímio voleador, mas se vira muito bem junto à rede, não deixa a desejar.
    Dalcim, mudando de assunto, no final do ano, o Tenisbrasil notificou que Marcelo Rios iria jogar pelo menos um challenger agora no começo do ano.
    Entrei no perfil dele na ATP, e não consta nenhum jogo em 2019. Você sabe se ele de fato irá jogar, ou se desistiu da ideia?

    Responder
  105. Valmir

    Dalcim,

    Tem mais itens aí.

    Na era aberta, Djokovic é o único a vencer três finais seguidas de Slam por 3×0.

    Também acho necessário incluir o fechamento do… Grand Slam do saibro.
    Um… goat… tem que ser excelente em todos os pisos.
    O saibro vem de tempos imemoráveis… o sintético é muito recente.

    E o … head to head?
    Como pode um goat… não ser dominante em relação a seus contemporâneos ??

    Já que os Slams são a principal referência, os possíveis candidatos deveriam ser analisados entre si nesses torneios.
    H2H… finais…
    Um índice de final de Slam… afinal, ganhar uma final de Slam de um multi-campeão é muito diferente de ganhá-la contra jogadores que nunca ganharam ou ganharam um ou dois majors.

    Responder
    1. Gilvan

      Federer e Djokovic não são exatamente da mesma geração. Quando Djokovic ganhou o seu primeiro GS em 2008 (veja só, contra Tsonga, que nunca ganhou um Slam) Federer já tinha 11 de seus 20 GS. São “contemporâneos” até a página 2, estando Federer muito próximo da aposentadoria, enquanto Djokovic nem pensa em pendurar a raquete por enquanto.

      Responder
      1. Sérgio Cipriani

        Federer próximo da aposentadoria… Ouço essa ladainha desde 2011…. Nunca me esqueço do post do Alexandre Cossenza com o título “vintage” após o suíço ter derrotado Nole em Roland Garros… Pelo amor de Deus! O cara tinha 29 anos ainda …

        Responder
    2. Leo Gávio

      Cara, você previu o meu post.

      Basicamente o Federer é considerado GOAT por ter mais slams, mais semanas com numero 1 e ser um jogador classico, que joga de forma, incontestavelmente bela.

      Mas se analisarmos o contexto, a eficiencia em termos relativos, ou seja, considerando o nivel dos oponentes e a quantidade de jogos vs conquistas, Djokovic já é o GOAT. A formalização disso é só uma questão de cacifar os GS que restam.

      Eu diria que, se Djokovic ganhar novamente o GS e ser o unico tenista multicampeão a ter vencido todos os torneios pelo menos duas vezes, não tem mais o que discutir. Federer, por exemplo, nunca venceu Nadal em RG. E não faltaram oportunidades.

      Tambem assino essa lista:

      Djokovic GOAT incontestavel no geral
      Federer GOAT da entressafra e segundo GOAT no geral, abaixo do cotonete
      Nadal GOAT Incontestavel do saibro e terceiro GOAT no geral, abaixo dos dois acima

      Responder
      1. Jonas

        Federer nunca nem cansou o Nadal em Rg. Vergonha. Nunca o levou a um mísero 5 set. Federer deve ser o GOAT da grama, aí eu concordo. Ou Goat na entressafra, Goat de 05 a 07…

        Responder
    3. Jonas

      Federer nunca derrotou Nadal em Rg, e nem vai. Perdeu fácil em 05, 06, 07 sendo que em 08 foi surrado.

      Djokovic perdeu a final de 2012 fazendo volume, dando trabalho ao rei do saibro. Em 2013 idem. O sérvio é o ÚNICO capaz de vencer Nadal ali e em sets diretos. Se vencer esse ano, já será o GOAT sem sombra de dúvidas, já que faria o que nem Federer nem Nadal chegaram perto de fazer. Vencer 4 slams seguidos por 2x, e é bem possível pra ele.

      Responder
    4. Gildokosn

      Quem lê teu comentário e não acompanha o mundo do tênis, pensa logo que o Federer nunca ganhou absolutamente nada em cima dos mais novos Nadal e Djokovic e nem sequer os eliminou de algum campeonato. H2h não vai pra estante, e quando os jogadores entram naquele corredor da Arthur Ashe o que está escrito na parede? Os nomes do campeões ou quantas vezes fulano perdeu pra beltrano? Será que é que escrevem naquele quadro no All England Club? kkkkk

      Responder
  106. Sérgio Cipriani

    Excelente matéria! Muito legal por os critérios e números em perspectivas para a gente observar e analisar. Dalcim, acho que outro critério legal também poderia ser o domínio sobre cada um dos 14 atuais grandes eventos do circuito:
    Australian Open: Djokovic com 7;
    Indian Wells: Djokovic/Federer com 5;
    Miami: Djokovic/Agassi com 6;
    Canadá: Djokovic/Nadal com 4;
    Xangai: Djokovic com 4;
    Paris: Djokovic com 4;
    Cincinnati: Federer com 7;
    US Open: Tilden com 7;
    Finals: Federer com 6;
    Wimbledon: Federer com 8;
    Monte Carlo: Nadal com 11;
    Madri: Nadal com 5;
    Roma: Nadal com 8;
    Roland Garros: Nadal com 11.

    Ou seja, considerando os empates, Djokovic domina sobre 6 eventos, Nadal sobre 5 e Federer sobre 4.
    Interessante notar que Nadal domina os 4 eventos do saibro; Djokovic domina 5 dos 6 Masters no piso sintético e mais 1 Slam na superfície, sendo que o Finals ainda está no alcance. Ainda que, no momento, Nole tenha 1 Slam e 1 Finals a menos que Roger nas hards, o domínio sobre a maior quantidade desses eventos e o total de títulos somados em todos eles, me levam a acreditar que Nole é o “rei” do piso sintético, ainda que o suíço tenha um nível próximo a ele no piso. Federer reina absoluto sobre a grama. No total de Slams por superfície: Rafa tem 11 contra apenas 1 dos outros dois no saibro; Federer tem 8 contra 4 e 2 de Nole e Rafa, respectivamente; Federer tem 11 contra 10 de Djokovic na quadra dura e 4 de Nadal.

    Responder
  107. jorge luiz

    O Nadal nunca ganhou um Finals, pq nesse torneio todos os participantes estao no top10, e ele só ganha torneios onde ele precisa pegar uns pangarés nas primeiras rodadas para pegar embalo,acredito que o Djokovic vai ser o maior vencedor de GS e semans na liderança do rancking, tem ainda o fato de ser o único tenista que ganhou todos os Masters tambem acredito que ele ultrapassará o Federer em títulos de Finals., mais ainda lhe falta uma medalha de ouro olimpica, acredito que em Tóquio será sua ultima chance, nao acredito que o Federer ganhe mais torneios de expressao e o Nadal pode ganhar Rolland Garros esse ano.

    Responder
  108. Everton Weslley

    Bom dia Mestre Dalcim! Sem ficar em cima do muro hein… Qual critério é mais relevante para você se tratando do GOAT?
    Nível de Tênis apresentado ou N° de títulos?

    Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Vencendo em sequência Berdych, Delpo, Nadal, Djokovic e Federer. Nalba era o cara, tinha mais habilidade do que Nadal, Djokovic e Murray juntos elevado ao cubo. Pena que não se dedicou como deveria ao tênis.
        Abs

        Responder
  109. Marcelo

    Bom dia dalcim !!!
    Confesso que sou leigo na prática do esporte mas adoro assistir ( principalmente Nadal kkk ). Mesmo sendo leigo tenho reparado desde de Wimbledon que a principal falha de Nadal contra esses caras na quadra rápida é a devolução. Lembro-me que nesse jogo Nadal se matava para confirma o saque e nole em minutos fazia dois aces,recebia uma devolução na rede e uma bola curta !!!
    Como djoko é um cara super sólido, ele começa a dominar os pontos contra o Nadal com o saque, o que é natural, e com a devolução quando devolve, e mantém o ataque constante. Não acha que jogando na dura ele deveria mudar o posicionamento para devolver ?
    Grato

    Responder
  110. Pedro

    Dalcim,

    Em relação ao melhor, teremos que esperar o final das carreiras de cada um. Embora estes aspectos analisados sejam objetivos, ainda há critérios subjetivos. Um artigo para ser escrito daqui a uns 5 anos. Todos estes são jogadores muito bons, e acrescentaram muito ao esporte. Em relação a esta designação, é complicado, pois ainda temos as lendas do passado. É um assunto que gera muitas discordâncias.

    Responder
  111. Renato

    Federer:

    -Recordista de de semanas na liderança e de semanas seguidas na liderança. Esse último Novak tem chances zero.
    – Único tenista a vencer dois slam por cinco anos seguidos( u.s open 2004 a 2008 e Wimbledon 2003 a 2007.). É muito mais difícil que vencer todos os masters ou qualquer outro feito de qualquer tenista.
    – Único tenista a vencer pelo menos 5 vezes três slam diferentes.
    – Recordista de títulos no finals.

    Feitos gigantes para o maior e melhor tenista de todos os tempos.

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    1. Sérgio Cipriani

      Só lembrando que o recorde de semanas consecutivas é um recorde menor dentro do recorde de semanas totais… Caso não fosse, os 11 Slams de Nadal em RG (feito absurdo e irrepetível, ainda mais pelo fato de que nunca perdeu uma final aí) seriam maior que os 20 Slams de Federer… Algo com o qual eu não concorde. O recorde total sempre será absoluto e ponto.

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    2. Marco

      Jogava contra quem nesses anos aí que você ressaltou?

      Feitos devem ser pesados, Federer é brilhante, é a figura mais importante da história do tênis e não deixará de ser (digo isso pq por mais que o superem esportivamente, não o vejo sendo superado em termos de popularidade, destaque e marketing para o próprio esporte), mas a concorrência do suíço era bem menor que as que Nadal e Djokovic tiveram e ainda possuem.
      Enfim, há de se revelar esses números.
      Guardadas as devidas proporções, seria mt mais foda ganhar um torneio do Meligeni do que ganhar 3 de você. Só exemplo mesmo.

      Responder
  112. Leandro Alves

    Federer é o rei da entressafra, Nadal o rei do barro e Djokovic o rei do tênis ou GOAT.

    O resto é conversa pra boi dormir de fedtards e rafatards que não aceitam que seus ídolos são inferiores ao sérvio.

    Responder
      1. Leandro Alves

        Entressafra é uma era com tenistas fracos chegando a finais de Slam, como o período 2003-2007. Federer se aproveitou bem dessa época para construir seus recordes.

        O maior rival era o Roddick, que inclusive se considera o pior número um da história.

        Responder
  113. Rodrigo S. Cruz

    Belos números.

    E que mostram mais uma vez porque o Federer é maior e melhor do que o Djokovic.

    A sorte do Djoko e dos seus fãs, é que hoje em dia é impossível pro suíço se aproximar desse “atletismo” ANIMAL do Djokovic.

    Se ele se igualasse ao sérvio no físico, o Djokovic teria alguns Slams a menos…

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    1. Alessandro Siqueira

      Ué, há algum mal em se ter um grande atleticismo?
      Se a gente julgasse talento, por talento, há que diga que Marcelo Rios seria o maioral. Mas não. A preparação física faz parte do pacote e, salvo artifícios ilegais, como doping, devem ser laureada, afinal denota foco, persistência e capacidade de abrir mão de N coisas em nome da profissão.
      A questão do talento é subjetiva, mas devo dizer que, se Novak foi tão longe mesmo sem ter talento, deve ser ainda mais reconhecido, afinal precisou lutar contra uma limitação na loteria do nascimento. Isso sem contar que vem de um país periférico, onde quase tudo é mais difícil que na Suíça ou na Espanha.

      Responder
    2. Sérgio Cipriani

      Pare, irmão! Deixe de se enganar. Tanto Djoko quanto na Nadal já estão longe de ter um condicionamento físico como nós áureos tempos… No caso do sérvio, o que existe é um planejamento e um calendário extremamente sério para dosar sua energia e disfarçar a perda física que teve ao longo dos anos. É só olhar o calendário de Djoko esse ano. Ele vai jogar 13 ou 14 torneios apenas: não vai disputar o tradicional ATP 500 de Fevereiro que sempre jogava; vai faltar Monte Carlo que sempre jogou tbm e é onde mora; não vai disputar torneio preparatório para WB; não vai disputar o ATP 500 de Pequim, onde teve muito sucesso e, particularmente, ainda duvido que ele vá disputar os dois Masters que antecedem o US Open, caso tenha sucesso no primeiro. Isso mostra que ela já tem consciência de que não tem aquela pujança física de outrora… O Big 3 está estendendo suas carreiras mais pela sabedoria do que por serem monstros privilegiados fisicamente… Bom senso e discernimento que muitos grandes da história não tiveram. Se hoje, Roger, Rafa e Novak disputassem ano após ano os 18 torneios que lhe permitem somar os pontos, já seriam “meros top 20” no circuito e distante das disputas pelos principais títulos….

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Meu caro Rodrigo, não apele. Você é muito mais inteligente que isso.
      O Federer nunca se igualaria ao físico do sérvio. Isso é impossível, mas, se Djokovic soubesse volear, smashar, fazer drop-shots igual ao suíço, ele teria 10 Slams a mais.
      Um grande abraço para você.

      Responder
    4. DANILO AFONSO

      Ainda bem que o tênis é um esporte como qualquer outro, onde o aspecto físico é importante. Ou vc pensa que é olimpíadas de MATEMÁTICA ??

      DJOKOVIC é o mais completo porque alia muito bem: FÍSICO, MENTAL e TÉCNICO.

      Simples assim.

      Responder
  114. Geraldo Flavio

    Dalcim, acompanho o blog no mínimo uns 4 ou 5 anos e vc esta de parabens pelo trabalho.
    em números absolutos Federer está bem a frente de Djokovic. um fator que vejo sobre isso foi que Djokovic conquistou seus títulos vencendo Federer, Nadal e Murray. E Federer antes de 2007 enfrentou adversarios teoricamente interiores ao big 4.
    e falando do Nadal, se nao fosse tantas lesoes provavelmente teria mais uns 2 ou 3 slams.
    Federer nao conseguiu vencer todos os masters e isso precisa ser considerado, pq o melhor de todos os tempos joga um torneio 10 vezes e nao vence nenhuma???
    e sobre os torneios no saibro que Nadal reinou, Djokovic sempre foi mais adversario pro Nadal que Federer e isso e incontestavel.
    admiro Federer, Nadal e Djokovic.
    parabens novamente.

    Responder
    1. Fernando Pauli

      Bem mais adversário para Nadal do que Federer, acho um exagero. Primeiro, Federer tem 5 finais em RG perdeu 4 para Nadal e ganhou do Soderlin que foi bi finalista nesse torneio. Djoko tem 4 finais e perdeu 3 também para Nadal e ganhou uma do Murray. Federer em 3 confrontos tirou um set de Nadal, só teve uma derrota acachapante. Djoko também só tirou um set de Nadal nas três derrotas. Só Federer conseguiu jogar dois TB com Nadal nas finais, Djoko não. Concordo que hoje pela idade e físico Federer não tenha nenhuma chance de ganhar de Nadal em RG, já Djoko tem, mas por enquanto ainda nada.

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      1. Kleber Araujo

        Nossa.. não considerar djokovic BEM mais adversário que RF para Nadal em RG é, no mínimo, estranho.
        Antes de 2011, ponto de partida do ciclo dominante da carreira do sérvio, ele tinha encarado Nadal lá por 3x e tomado 3 3×0 (na vdd o Primero ele abandonou no 3°set)… Mas fazendo sempre um set mais duro.
        De 2011 pra cá, foram outros 4 jogos com 3×1 pro espanhol. 2 finais ganhar em 4 sets, uma semi que levou por 9/7 no quinto (ah, aquele toque na rede…) E a vitória do nole em 2015 por 3×0.

        Assim como os números ainda colocam RF como o GOAT, os mesmos números ainda colocam Novak como a maior ameaça (de longe) a Nadal em RG… Acho que teremos mais um capítulo em 2019. Na torcida.

        Abs!

        Responder
    2. José Eduardo Pessanha

      O “se” não existe, meu caro. Se Federer tivesse mudado de raquete 4 naos antes, teria mais 6 ou 7 GS tranquilamente. Se não tivesse mononucleose em 2008, teria 20 finais de GS seguidas. Se a final do US Open 2015 não fosse interrompida tantas vezes pela chuva, Federer também teria ganho. Se ele tivesse plano tático, teira ganho do Nadal nas finais de RG e na final contra o Delpo no US Open 2009. Se os pisos não fossem tão lentos hoje, teria mais GSs novamente. A lista é infindável.
      Abs

      Responder
  115. Marcelo-Jacacity

    É incrível como algumas poucas pessoas, eu acho, querem tirar os méritos das conquistas do Djokovic e do Nadal e colocando Federer como um ser imaculado.
    A reação à lista comemorativa dos 20 anos do site que o Dalcim publicou é uma prova irrefutável disso. Mesmo que a opinião do ilustre redator chefe, idealizador do site e deste fantástico blog, não seja vinculativa tem um peso grande.
    E o que vimos após Federer, Nadal e Djokovic terem sido considerados nessa ordem os melhores da história?
    Alguns fãs do suíço ao invés de elogiarem e se mostrarem felizes com Roger no topo da lista, mais que merecido e hoje ainda é, sem dúvida alguma, porque alia talento e desenvoltura plástica a principalmente números espetaculares, criticaram a presença do espanhol e do sérvio logo abaixo da lista com os mais estapafúrdios argumentos.
    Hoje, como frisei e como a imensa maioria do pessoal ligado ao tênis ainda considera Federer o melhor. E não deve nem haver discussão quanto a isso até o momento. Entretanto, Rafael e Novak estão mais pertos, ainda que longe.

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    1. Renato

      Quer dizer que ninguém desmerece os títulos e feitos de Roger, ne? Com aquele papinho cansante de entressafra. O que mais se vou no post anterior foi gente supervalorizando os feitos de Novak e desvalorizando os de Federer.
      Seja mais coerente.

      Responder
    2. Chileno

      Muito sensato comentário. E na verdade, eu não acho que eles estão muito longe não, especialmente o Djoko, que parece ter uma grande oportunidade de conquistar mais pelo menos umas 30 semanas de liderança até o US Open. Só um desastre tira dele essas semanas. E se ele de fato, se mantiver por esse tempo no topo do ranking, fica faltando menos de 1 ano para superar Roger. Em adição a isso, não parece haver ninguém em condições de ameaçá-lo, num curto/médio prazo. Djoko parece ter uma grande oportunidade. Quanto aos Slams, ele de fato ainda está um pouco pra trás. Mas nada inalcançável. Veremos…

      Rafa tem mais chances no recorde de Slams. Mas a derrota neste Australian Open foi uma bela ducha de água fria, na minha opinião. Ele não apenas perdeu uma boa oportunidade de encostar definitivamente no maestro, como ainda viu o sérvio se agigantar e encostar no retrovisor. A forma como a derrota ocorreu, piora o quadro, já que aumenta a confiança de Nole, e ainda coloca em dúvidas o potencial que Rafa tem de desafiar o sérvio daqui pra frente, até mesmo na temporada de saibro que começa em alguns meses.

      Não que o espanhol precise provar algo a ninguém. Ele já é indiscutivelmente um dos maiores jogadores da história, provavelmente será para sempre o rei do saibro, e tal… mas na disputa pelo posto de GOAT, essa derrota foi um duríssimo golpe. O recorde de semanas na liderança do ranking neste momento me parece inalcançável para Rafa, e o de Slams parece difícil, tanto para alcançar Roger, quanto para se manter acima de Nole.

      Responder
  116. Adriano Souza

    Lógica dos torcedores do Federer: O Federer em alguma competição ganha do Alexander, ganha do Dominic thiem, ganha do Nadal, então encara o Djokovic e acaba perdendo por conta da idade rs

    Esta é a lógica das federetes kkkkkk

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  117. Leo Gávio

    Os números são os mais os impressionantes.

    E o Dalcim esqueceu de um numero importantissimo H2H.

    Djokovic conquistou esses numeros tendo 6 temporadas a menos que Federer e uma temporada e meia a menos que Nadal, jogador que recebeu bem mais wild cards que Djokovic, devido a influencia da federação espanhola.

    O sérvio só peca no percentual de vitorias/finais de slam, mas isso se justifica pela qualidade dos oponentes: Federer, Nadal, Wawrinka e Murray, jogadores com 3 slam no minimo, e 4 finais, no minimo.

    Enquanto isso Nadal e Federer pegaram em finais de slam, jogadores bem inexpressivos como: Roddick, Hewitt, Mariano Puerta, Bagthatis, Philipousis, Ferrer. São bons jogadores mas, todos eles abaixo do Wawrinka. Incapazes de tirar um slam de uma lenda.

    Então, a meu ver, Djokovic é o tenista que detem os numeros mais eloquentes, analisando todo o contexto, nos numeros relativos Djokovic já é o GOAT.

    Nadal é o GOAT do Saibro
    Federer é o GOAT da entressafra, mas jogou o primeiro semestre de 2017 num nivel muito perto do Djokovic.

    As pessoas falam da idade, mas o Federer jogou o melhor tenis da vida dele em 2017. Antigamente era muita ajuda do saque e da entressafra.

    Curto muito o BIG 5 no seu melhor: Djokovic, Federer, Nadal, Murray, Wawrinka, mas o Djoko on fire é o papai deles todos.

    Responder
    1. Renato

      Nadal perde pra Davydenko, Brown, Novak e etc no h2h. Novak perde pra Karlovic, Kyrgios, e Roddick. Sem contar que Novak perdeu três finais de três, em masters 1000 pra nova geração. Perdeu duas de duas finais de slam pra Stan. E aí?

      Responder
      1. Valmir

        Por falar em freguesia… Djokovic tem o seu… Fregues_derer.

        É vantagem no h2h… nas finais… nos Slams… nas finais de Slams… nas viradas… na final do Finals.

        Australia Open…. Djoko 3×1 Freguês… (3 semifinais… desde 2008)
        RG……………………. 1×1
        Wimbledon……… Djoko 2×1 Freguês (2 finais… ué, não é o rei grama?)
        US Open………….. 3×3
        Finals………………. 3×0 Freguês (2 vitórias e uma fugida).

        Viradas depois de perder o primeiro set…. 7×1 Freguês

        Nos grandes palcos… na hora H…. o Fregues_derer treme contra o Djoko.

        Várias vezes o … Fregues_derer… ia arrasando todo mundo… fazendo jogos perfeitos sem perder set… e o Djoko cambaleando
        mas quando se encontravam o Fregues_derer… tremia e perdia.
        Wimbledon 2015 (coitado do Murray na semi)… US Open 2015… Australian 2016… são alguns.

        Aos que se apegam à grande vitória do… Fregues_derer… por 3×1 em RG 2011… é bom lembrar que…
        No mesmo 2011… o placar de partidas foi Djoko 4×1 Fregues
        No US Open 2011… Fregues_derer… teve 2×0 sets e depois… no quinto set… teve 5×3 e 40-15 e o saque…. e perdeu!
        Em 2012… em semi novamente… Djoko devoveu 3×0 em RG.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Cara, você fala tanta, mas tanta bobagem. que fica até difícil destrinchar cada uma e responder… Mas vamos lá.

      1) o H2H tem a sua importância, mas não sem que se pontue o seguinte: o auge físico do Federer já passou há muito, meu camarada… Não vamos nos esquecer, que existiu uma época em que o próprio Djoko chegou a ser um freguês do Federer. Pois esta é a ordem natural das coisas! Quando o Federer estava no auge da forma física, o Djoko tnha um GAP técnico. Hoje, mesmo com o Federer se igualando ao Djoko no lado técnico, o suíço é que tem o GAP físico. Porra, será que é tão difícil assim dos nolistas entenderem isso? Mas como dizem: o pior cego é quem não quer ver…

      2) Dizer que Roddick, Hewitt, Mariano Puerta, Bagthatis, Philipousis, Ferrer são inexpressivos em relação ao Wawrinka é muito relativo. Pois o PRÓPRIO Wawrinka é um dos fregueses mais FIDEDIGNOS do Federer, por exemplo (rs). E o Stan começou a jogar de forma grandiosa, depois dos 30 anos. Tem essa também. Além disso, o Stan treme diante do Federer, porém não treme diante do Djoko. Qual a explicação pra isso? Ninguém sabe! Mas torna isso tudo muito relativo.

      3) E não, desculpe te deixar tristinho. Mas o Djokovic não é o GOAT. E dificilmente irão considerá-lo como tal, sem que ele quebre o recorde de Slams…

      4) Afirmar que o Federer é o GOAT da entressafra, pra mim não passa de choro nolista. Vocês é que não se conformam com as conquistas do suíço, e então tentam diminuí-las. Aliás, se as conquistas do Federer fossem de fato menos expressivas que as do Djoko, vocês não perderiam tempo com essa cantilena modorrenta. Isso pra mim tem nome: RECALQUE.

      5) O Federer de 2017 seria parelho com o Djokovic atual, devido à grande evolução técnica do suíço. Mas ainda assim, não dá pra você usar esse dado para ignorar que do ponto de vista físico, o Djoko continua à LÉGUAS de distância do suíço. E que isso faz sim, diferença. Agora, se fosse possível juntar o Federer versão 2017 com o físico que ele tinha uns 5, 6 anos atrás, talvez o Djoko nem visse a COR da bolinha…

      6) Dizer que o Federer recebeu muita ajuda do saque é a papagaiada que eu elejo como de LONGE a mas idiota que os nolistas inventaram… (rs) É o mesmo que dizer assim: ” Poxa, se o Djokovic não tivesse o super-backhand que possui, ele não estaria no topo”. Ou seja, patético!

      Responder
      1. Jonas

        Falando em bobagens, olha o que você escreve meu Deus…

        Podemos concordar em uma coisa. Auge de Federer, de 05 a 07.

        Quantos anos Rafa e Novak tinham nessa época? Novak não era fenômeno no início de carreira como Nadal, mas era bom jogador.

        No saibro Nadal vencia, mas no restante era parelho e perdia. Já Novak era coadjuvante dos 2. É claro que o sérvio perdeu muito mais do que ganhou. Ficou 13 a 6 pro Federer até 2011.

        Agora é curioso, concordemos que Novak chegou aos seu auge com 24 anos. Federer tinha 29! Corria igual um garoto, jogava demais. Federer venceu Wb 2012 em cima do corredor Murray, venceu 2 slams em 2017 e ninguém aqui falava de físico.

        Se ele estivesse lento ou chegando mais atrasado nas bolas blz, mas o fato é: venceu Nadal em 5 sets no Ao e venceu Cilic em 5 sets em 2018. Em 2017 além de Nadal, havia vencido Wawrinka e Nishikori em 5 sets, ele não estava capengando, nem perto disso. Quem se lesionou foi Novak mas fã do Federer não coloca isso na balança.

        É claro, bem claro que Federer dominou com mais tranquilidade de 2004 a 2008 ora, serviu pra inflar os números que as Federetes tanto se orgulham.

        Responder
          1. Jonas

            “o auge físico do Federer já passou há muito, meu camarada… Não vamos nos esquecer, que existiu uma época em que o próprio Djoko chegou a ser um freguês do Federer”

            Lógico que o auge físico dele já passou, Federer não é mais um garoto, mas em 2017 (isso não faz muito tempo) ele esteve em seu melhor nível técnico, melhor ainda do que em 2006. Federer estava voando, com o tênis completo. Até Wimbledon ele esteve impecável. Concordo que do meio daquele ano pro fim ele decaiu seu nível. No entanto, tem sido normal o Federer iniciar os anos assim, impecável técnica e fisicamente, só que ele não aguenta mais manter isso durante o ano inteiro já que tem 37 anos. Agora, ele não perde todos os jogos dele por questões físicas, acabamos de ver ele sendo derrotado no AO por outros fatores. No USO 2018 ele perdeu por questão física também? Ao 2019? Na boa, é incrível ele estar aí em alto nível com 37 anos, o jogo dele permite isso e não acho que Novak ou Nadal irão chegar aos 37 ‘voando’ como Federer. Quanto a Djokovic ser freguês do Federer é natural, já que o sérvio o enfrentou em seu auge. Se não me engano se enfrentaram pela primeira vez em 2006 (Djokovic tinha 18 anos) e Federer dominou até 2010 (Djokovic tinha 23 anos) e todo mundo sabe que Federer esteve em seu auge entre 2005 e 2007 e também em 2017 (auge técnico). É comum o domínio que Federer teve até 2010, mas por que não aceitam então o domínio desde 2011 do Djokovic ora? Vai dizer que Federer estava abaixo fisicamente naquele ano também? Não admitem isso porque o domínio do Djokovic desde aquele ano é surreal, algo jamais visto. Preferem culpar o físico e não o nível absurdo do sérvio.

            “E não, desculpe te deixar tristinho. Mas o Djokovic não é o GOAT. E dificilmente irão considerá-lo como tal, sem que ele quebre o recorde de Slams…”

            Isso é bem subjetivo. Suponha que Novak vença Nadal na final do próximo RG. Ele chegaria a 16 slams e venceria pela segunda vez os 4 slams de forma consecutiva. Duvido que você vai considerá-lo como GOAT, mas muita gente vai.

            “O Federer de 2017 seria parelho com o Djokovic atual, devido à grande evolução técnica do suíço. Mas ainda assim, não dá pra você usar esse dado para ignorar que do ponto de vista físico, o Djoko continua à LÉGUAS de distância do suíço. E que isso faz sim, diferença. Agora, se fosse possível juntar o Federer versão 2017 com o físico que ele tinha uns 5, 6 anos atrás, talvez o Djoko nem visse a COR da bolinha…”

            Repito: Federer em 2017 esteve impecável física e tecnicamente. Meu palpite é de que o quadro seria similar a 2015, vitórias do suíço em quadras rápidas e em melhor de 3 sets. Em slam me desculpe, mas o sérvio já provou diversas vezes como encara Federer e Nadal. Não falo do ponto de vista físico que você tanto insiste. Mas sim do MENTAL, é visível como Federer fica incomodado ao ter que lidar com Djokovic em um torneio desse porte. Você diz que Djoko talvez nem visse a cor da bolinha, eu duvido muito disso vide o nível que o sérvio vem apresentando em slam, mas gostaria que tivessem se enfrentado. Aliás, curioso o Federer ter levantado 3 slams na ‘ausência’ do sérvio.

    3. Jonas

      Detalhe importante e curioso: Federer assumiu a ponta do Ranking em 2004 e lá ficou até 2008; 4 anos que inflaram o número de semanas como n1.

      Agora vem o óbvio: o precoce Nadal nessa época tinha entre 16 e 20 anos! Principal rival de Roger kkk que deitava em cima de Agassi em fim de carreira, Baghdatis, Hewit rs. Nadal um garoto rivalizava e vencia com frequência o ‘GOAT’.

      E quanto a Djokovic? O moleque coitado tinha 18, 19 anos quando começou a enfrentar Roger (este no auge). Óbvio que Novak perdeu mais do que ganhou, inclusive do fenômeno Nadal, que surrava Federer também.

      Curioso é que após 2011 Federer foi totalmente dominado tanto por Novak quanto por Nadal ( estes já maduros e prontos). Ou seja, enquanto Djoko e Nadal eram moleques looonge de seus auges, Federer os vencia tranquilamente, inflando seus números.

      Responder
  118. Eduardo

    Dalcim, se não me engano faz 15 anos que não temos um top 2 fora do big 4….Acho que foi o Andy roddick.

    Você acha que alguém consegue quebrar esse ano ou o ano q vem??

    To achando que só a partir de 2021 e pra mim seria das coisas mais incríveis do tênis….

    Responder
  119. AKC

    Se Nole fizer um bom planejamento de calendário e tiver sabedoria em se poupar nas horas certas, em 4 anos (estimativa conservadora), ele supera os Slams de Federer. Ele é mais novo do Big3 e tem um excelente físico. O suíço deve se aposentar em 2020. Nadal deve durar mais uns 4 anos, mas com sucesso apenas no saibro e com eventuais conquistas em outros pisos. O NextGen ainda não chegou. Por isso, basta Nole ter sabedoria para administrar esses fatores que ele chegará lá.

    Responder
  120. Marcelo Carlos Raimundo

    eu penso que a quantidade de titulos em geral tambem e importante tanto que Roger nao parou ainda pra ve se iguala ou bate o recorde de J. Connors.

    Responder
  121. Rafael Wuthrich

    Interessantíssimos os números. Masters eu nem considero tanto: se tivéssemos 1 na grama que fosse, suíço certamente teria meia dúzia ou até mais de Masters. Basta notar a quantidade de títulos em Halle – 8, quase sempre com a presença de grandes nomes. O que impressiona mesmo é que ele lidera com folga tudo o que trata de ranking, vitórias em Slam e jogos. E Fez 3x o que Nole conseguiu apenas em 2015: jogar todas as finais de Slam. As 23 semis e duas sequências de 8 finais seguidas em Slam também são um absurdo.

    Responder
    1. Leandro Alves

      Não considera Masters 1000 porque o Federer muito mais velho leva desvantagem contra os rivais, mas considera Grand Slam em cima do Roddick.

      E entenda que grama é o piso menos importante.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É o piso menos importante só porque você QUER!

        A grama, meu filho, se você não sabe, é considerada o PISO NATURAL do Tênis!

        Como assim, é menos importante?

        Responder
        1. Leandro Alves

          Não sou eu quem está dizendo, é a ATP. Grama só possui 5 semanas no calendário, saibro 9 e hard o restante.
          Djoko doutrinou Federer e Nadal duas vezes cada em Wimbledon, mas não tenho problema para admitir que é o piso menos importante. Não confundam com menosprezar o GS da grama, que tem o mesmo peso dos outros.
          No mais, Roddick continua um tenista fraco que não chega perto nem do Del Potro.

          Responder
      2. Nando

        “Fera”, a grama é o piso natural do tênis…onde td começou e onde é disputado o maior torneio de tds: Wimbledon!
        Se vc não sabia disso, agora ficou sabendo. Abs.

        Responder
      3. José Eduardo Pessanha

        Amigo, Roddick teria ganho tanto de Nadal quanto de Djokovic na final de Wimbledon de 2009, por exemplo.

        E Wuthrich, pelas minha contas, Federer fez uma sequência de 11 Finais de GS seguidas (RG 2005 a US Open 2007) e outra de 8 (RG 2008 a AUS Open 2010). Faltou só o AUS Open 2008, que quebrou a sequência.
        Ou seja, se não tivesse a mononucleose no início de 2008, Federer teria uma sequência de 20 finais de Slam seguidas. É o maior de todos, sem dúvida.
        Abs

        Responder
        1. Nando

          Pessanha, Federer fez 10 finais seguidas de Slam (de WB2005 até USO2007). Se tivesse passado da semi no AO2008, teria feito 19 finais seguidas de Slam (até A02010).
          Em 2005 fez semi no AO e em RG….aliás fez 23 semis seguidas, de WB2004 até AO2010 (dentre essas 23 semis, ele só não foi pra final em 3 delas).

          Responder
    2. Sérgio Cipriani

      Mas deveria considerar, Rafael! Além de serem torneios de altíssimo nível… tem masters com chaves de 96 inscritos , 6 rodadas e dias de descanso entre jogos… O big 3 leva esses torneios muito a sério…. Dá pra notar pela quantidade de títulos que eles possuem nesses eventos, em comparação a jogadores anteriores a eles… Quanto a questão do masters na grama, não tem. Se tivesse, Federer o dominaria sem dúvida, mas não tem então tudo entra no campo da especulação… Já pensou se ao invés de dois Slams na hard, tivessem 2 Slams e Finals no saibro?? Rafa iria gostar… hehehe Mas não tem e é assim que é…. ABS!

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Diferença é que não tem nenhum Masters sobre a grama. No saibro há 3. Eu acho que se tivesse, Roger teria muitos títulos. E outra: grama não é o.mais importante? Wimbledon é o que então?

        Responder
        1. Sérgio Cipriani

          O mais importante é disparado o piso sintético. Tanto que ele cresceu e tomou conta do circuito. 2 Slams, 1 Finals e 6 Masters 1000. Não dá pra ser mais relevante. Com a grama ocorreu o contrário, de dominante a um mês ilhado no meio da temporada. Wimbledon ainda se sustenta pela tradição. Mas tanto US Open quanto Australian Open já organizam eventos maiores e mais espetaculares que o Major londrino.

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    3. Marcelo F

      Deveria sim considerar os M1000, Rafael. Até porquê Federer disputou, por baixo, uns 30 M1000 a mais que Nadal e Djokovic. Deveria ter mais títulos desse tipo. E as pessoas tem mania de desmerecer o Nadal por ele ter a maciça maioria do títulos dele conquistada sobre o saibro. Lembro que o saibro é centenário, está aí para todos, não foi “criado” para “favorecer” o espanhol. Lembro ainda que são dois de quatro GS sobre quadra dura, são 5 de 9 M1000 sobre quadra dura, o Finals e a Olimpíada são sobre quadra dura. Ninguém fala: “o Djokovic só tem títulos na quadra dura”. Praticamente 75% dos títulos dele são sobre quadra dura. E do Federer são 69% sobre quadra dura. O Nadal tem 72% dos seus títulos sobre o saibro, índice parecido. E quanto a ter M1000 na grama, eu concordo que Federer teria mais títulos. Mas quantos a menos Djokovic teria se não houvessem tantos torneios em quadra dura?

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      1. Rafael Wuthrich

        Veja, não há qualquer discussão: Nadal é o maior de todos sobre o saibro. O que acho é que Masters 1000 é um pouco enviesado por não existir sobre a grama.

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    4. Gildokosn

      Foram 10 finais seguidas, uma derrota numa semi do AO e depois mais 8 finais seguidas. Ou seja, o cara quase jogou 19 finais consecutivas de Slam!!! Mas claro… isso é pq ele é o rei da entressafra kkkkkkkkkkkk

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  122. Fábio

    Excelente balanço comparativo, Dalcim.
    Acredito que no final do ano essa sopa estará a ainda mais homogênea… Tudo indica que Nole vai por mais e fatalmente terá algum (ou muito sucesso).
    Que 2019 seja de grande qualidade nas quadras!
    Vida longa ao Big3.
    Abs

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