Adeus ao saibro e recordes na mira de Federer
Por José Nilton Dalcim
26 de dezembro de 2018 às 10:28

Quando entrar em quadra para estrear no Australian Open, dentro de duas semanas, Roger Federer festejará 19 anos de sua primeira vitória de Grand Slam, obtida sobre Michael Chang em Melbourne. Ao mesmo tempo, de forma totalmente inesperada, iniciará a defesa de seu atual bicampeonato. O que se pode esperar do suíço, já na casa dos 37 anos mas ainda o terceiro melhor do mundo?

Federer tem sido econômico no seu calendário. Não passa de 18 torneios desde 2010 e radicalizou após a contusão no joelho, reduzindo para até 12. Mostra clara sua preferência por condições um pouco mais velozes, não apenas para ajustar a seu estilo mas para economizar esforço. Ainda assim, vieram incômodos nas costas e na mão. O tempo é um adversário doloroso.

Existe a expectativa sobre a eventual volta ao saibro em 2019, o que soa sem dúvida como despedida já que muito provavelmente não fará isso em 2020, quando as Olimpíadas recheiam o calendário do segundo semestre.

Com sua qualidade e experiência, jamais pode ficar de fora das listas de candidatos aos torneios de pisos velozes, dos quais se incluem Austrália e Wimbledon e quem sabe o US Open. Mas Federer precisará contar com alto percentual de primeiro saque, recuperar a confiança no backhand, forçar mais o jogo de rede e ousar mais nas devoluções, talvez o recurso que mais o deixou na mão em 2018.

Vale ressaltar que, caso não atinja pelo menos a semi em Melbourne, Roger deverá deixar o top 5.

Grand Slam
Em termos de Grand Slam, os mais prestigiados, Federer detém todas as marcas numéricas possíveis: 20 títulos, 30 finais, 43 semis, 53 quartas, 339 vitórias e 74 participações. É também o único com ao menos cinco finais em cada Slam, a vencer três deles pelo menos cinco vezes e a ter faturado cinco troféus seguidos em dois diferentes Slam.

Mas ainda há muito a enriquecer seu currículo. Quem sabe…
– Tornar-se o mais velho campeão de Slam da Era Aberta. Ken Rosewall detém a marca desde o Australian Open de 1972, aos 37 anos e 63 dias.
– Mais 7 partidas e será primeiro a atingir 400 jogos disputados.
– Com 86,26% de aproveitamento em Slam, briga com Nadal (87,3%) e Djokovic (86,29%) pelo segundo lugar.
– Pode se tornar o maior campeão do Australian Open (tem 6, empatado com Djokovic).
– Se vencer Paris, será único a ganhar ao menos duas vezes cada Slam (Nadal tenta mesmo feito na Austrália e Djokovic, em Paris)
– O nono troféu em Wimbledon igualaria a marca absoluta de Navratilova
– Novo troféu no US Open o transformará no maior campeão do torneio (tem 5, empatado com Connors e Sampras).
– Concorre com Nadal para ter mais finais num mesmo Slam (soma 11 em Wimbledon contra 11 do espanhol em Paris)
– Tenta igualar recorde de 8 finais no US Open (Lendl, Sampras e Djokovic).
– Chance de se tornar único tenista a atingir 100 vitórias num mesmo Slam (tem 94 na Austrália e 95 em Wimbledon).

Geral
Fora dos Slam, há outras façanhas, e das grandes, aguardando Federer:
– São 99 títulos em 151 finais. Persegue os 109 e 164 de Connors.
– Outra marca centenária na mira: está com 94 finais na quadra dura.
– Faltam 60 jogos para a marca de 1.500 disputados e 20 vitórias para a 1.200ª
– Qualquer final em 2019 e Federer será único tenista na Era Profissional a ter disputado títulos por 20 temporadas seguidas
– Tenta quebrar seu próprio recorde de mais velho a figurar no número 1 (36 anos e 10 meses).
– Pode ser o tenista que mais vezes terminará o ranking no top 5 (empata com Connors com 14 temporadas)…
– …E no top 10 (iguala-se a Connors e Agassi, com 16).


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Ou Rafa está com uma crise de bom senso, o q nunca teve, ou de fato ainda não está plenamente recuperado. Tomara q não faça as asneiras de sempre, q possam comprometer o primeiro semestre…

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  2. Aurélio Passos

    Cruzes Maria! Teremos mais um ano de domínio dos Big Two…. de Federer aunda a ver (coisa maus sem graça essa Hopman Cup(.

    Nadal perdeu, mas enfiou a mão na bola como se não houvesse amanhã, winner pra tudo que é lado, indo à rede, savando muito firme, sinal zero de problema pós-operação.. Anderson safou-se porque a quadra estava muito rápida e Nadal nitidamente não estava se cobrando muito… O espanhol deve faturar o duzentos cinquentinha de Brisbane com o pé nas costas….

    Já Nole mostrou pro Caixa Nove que quem deu o título para ele em Paris foi a semifinal louca entre Nole e Federer no dia anterior. … Passou por cima. Doha é o duzentos ci quentinha de maior premiação, e como tem chave de 32 o buraco é mais embaixo, mas deve faturar…

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  3. Luiz Fernando

    Vi o tape do jg Rafa, que jogou completamente sem ritmo, mas diria que jogou de forma satisfatória hj; daria nota 6.5. Mesmo assim, teve chances de vencer e uma vitoria sua não seria nada absurda pelo q vi. No entanto nao ha como negar que errou muito, algo natural para uma volta pôs contusão, que o restringiu p 3 meses. Vamos p Brisbane…

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  4. Sandra

    Dalcim , bem seu da sua admiração pelo Nadal e e e claro que eu também o admiro , mas ele não admite perder, nem exibição??? Ele desistiu de disputar o terceiro lugar? Para descansar ? Ele já não descansou 4 meses?? Com o Del Poltro noUs open ele também alegou contusao

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  5. José Eduardo Pessanha

    Agora o conterrâneo, amigo e rubro-negro Sérgio vai ter que dar o braço a torcer. Thiem é excessivamente SuperesTHIEMado. Rsrs
    Abs

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  6. Márcio Souza

    Salve, salve galera!

    Mais um post sobre o Federer?
    Os antis e os urubus com as aves de rapina devem ficar loucos com isso kkkk
    Começa o ano e termina o ano o assunto aqui vira e mexe volta a ser o GOAT!

    Que maravilha, e verdade seja dita o homem é o MAIOR e MELHOR da HISTÓRIA mesmo não tem jeito e doa a bunda de quem doer, vão ter que ir dormir todos os dias com essa máxima.

    E olha que o Craque ainda pode aumentar ainda mais esses números e adivinhem…vem mais post sobre ele ai kkkkk

    Não tem jeito, Federer é Federer e os outros são os outros e só.
    Nadal pode ganhar 15 vezes RG e o Cotonete vencer 3 vezes seguidas todos os Masters 1000 que o assunto e MAIOR e MELHOR vai continuar sendo o Federer.

    É com imenso pesar que tenho que repetir isso para os ouvidos e mentes tão insanas dos antis que povoam esse maravilhoso Blog do nosso Mestre Dalcim, mas felizmente pra nós e infelizmente pra vocês, FEDERER É O MAIOR!

    Abraços e Feliz Ano Novo para todos!

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  7. Tom

    Boa noite, Dalcim! Vou aproveitar o espaço pra falar uma coisa que não tem nada a ver com o texto, mas que me chamou bastante a atenção. Hoje à tarde a ESPN passou um documentário sobre a (o) Renée Richards. Por ter pego o bonde andando acabei não assistindo desde o início. Que história! O drama que envolve a sua vida pessoal e, consequentemente, a do seu filho também, foi algo chocante de assistir. Por não conhecer muito da história do tênis, confesso que nunca tinha ouvido falar desse controverso personagem. Recomendo à todos!

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  8. Daniel

    Bem, em 2019 eu só espero que o Federer faça boas campanhas nos torneios que favorecem seu estilo, ganhe pelo menos um torneio pra chegar ao 100 e se der, belisque um GS, de preferência Wimbledon. Mas não sei se apostaria nisso. Já achei surreal o suíço vencer GS aos 36/37, não vou cobrar GS com 37,5 ou 38 rs.

    Em relação ao resto, eu só espero que tenhamos finalmente uma passagem de bastão para os mais jovens e que finalmente Djokovic e Nadal sejam derrotados em GS e alguns importantes M1000 por esses jovens. Já passou (muito) da hora. Eu vou sempre bater nessa tecla: quando o Federer tinha a idade que o Djokovic e o Nadal têm hoje, seus adversários principais eram os próprios sérvio e espanhol, que já eram monstros carne de pescoço, e já tinham conquistado muito mais que a garotada que está aí. Seria justo então esses dois começarem a ter uma concorrência um pouco maior, pq esses últimos 4, 5 anos, o nível do circuito tirando o top 4 tem sido bem fraco.

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    1. Barocos

      Ou isto, ou Djokovic, Federer, Murray e Nadal são mesmo jogadores fora de série, como nunca se viu no tênis profissional numa mesma época. Eu fico com esta última hipótese. A conferir nos próximos meses.

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  9. lEvI sIlvA

    Caros Sérgio e Rodrigo, sobre Novak ter mais derrotas que Federer em RG pra Nadal, não se discute, é um fato. Ainda assim eu tento enxergar o outro lado da questão. Federer perdeu 5 vezes pra Nadal por lá por que só enfrentou 5… caso contrário teria perdido mais. Djokovic perdeu 6, mas ganhou 1, desta forma ainda vejo como positiva sua passagem por lá frente ao espanhol. É quase consenso que, se o suíço tivesse jogado 10 vezes contra Nadal em RG, teria perdido as 10! Abraços!

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      1. Willian Rodrigues

        Perdão, mas há muita incoerência nesse comentário! Por acaso, em 2011, Nadal não estava voando-baixo???!! O espanhol chegou a inúmeras finais, portanto, estava em ótima forma. No entanto, perdeu para Djokovic em 6 finais seguidas, incluindo os Masters de Madri e Roma!!!! Se Djoko conseguiu derrotá-lo no saibro de Roma, por que não o faria em RG??!! No ano de 2012, em RG, Nadal já estava batido (perdera 8 games em sequência na final) e correu para o vestiário quando começou a chuviscar !!! KKKKK… Não fosse isso, teria perdido naquele ano mesmo! E em plena forma… Faça-me o favor!

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      2. Barocos

        Baseado em que tipo de estatística você faz esta afirmação? Hum, claro, nenhuma.

        Saibro:
        Nadal x Djokovic: 16 x 7 -> vitória do rei do saibro 69,57 % das vezes
        Nadal x Federer: 13 x 2 – > vitória do rei do saibro 86,67 % das vezes

        I.e., números do Djokovic contra o Nadal são bem melhores do que os do Federer contra o espanhol no saibro. Isto sem contar com H2H

        Djokovic x Nadal: 27 x 25
        Djokovic x Federer: 25 x 22
        Nadal x Federer: 23 x 15

        Mas .. para fanáticos os únicos números que contam são os que favorecem seus ídolos.

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  10. Luiz Fernando

    Vitória esperada de Anderson, ainda mais numa quadra dura e atuando contra o sempre contundido Chung. Será um ótimo teste inicial pra Rafa, e sinceramente vejo uma partida sem favoritos, tomara q Nadal me desminta…

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  11. Rodrigo Azevedo

    99% do circuito adoraria ter esse recorde…boa Dalcim! kkkkkkkkkkkkk

    Federer tem 7 semi finais, 5 finais e está em segundo lugar em número de vitórias em RG…acho que foi/é um excelente jogador no saibro kkkkk

    o que dizer destes números Dalcim?

    Obs: Nadal por ser um especialista no saibro deve ser reverenciado por ir tão bem na grama, afinal tem 5 finais em WIMBLEDON e 2 títulos por lá…

    Responder
  12. AlexPicelli

    Boas a todos. Li os coments e, não estranhei nada dos apaixonados, terem esquecido os da next gen, como Zverev que bateu Federer e Djoko em fila. Detalhe que foi escrito sobre o Djoko e a redução do calendário ficou claro em Paris na semi (venceu Federer apertado e sucumbiu de cansaço para o KAREN) e no finals, quando sentiu o corpo novamente. Isso o faz ser competitivo, mas não colocaria ele absoluto, pois o corpo ja mostra sinais de uma recuperação mais lenta e a “molecada” vem com sangue nos olhos. Mesmo Djoko economizando, surrou mais seu corpo para vencer do que Federer e isso foi mostrado no final deste ano. Nadal, segue o mesmo ritmo, surra seu corpo para vencer no saibro e se acaba nos segundo semestre mas que, uma hora ou outra o corpo vai deixa-lo na mão, pois, mais do que Djoko, Nadal não só surrava, mas arrebentava com seu corpo e é por isso que sofre faz anos com contusões.
    Torço por renovação mas ainda gostaria de rever Federer erguer outro WB.

    Dalcim leio, não com tanta frequência, mas ao menos uma vez por semana consigo, PORQUE A CIÊNCIA POLÍTICA me toma muito tempo, livros, aulas etc…, mas esta de parabéns pelas analises e postagens. E o DECACAMPEONATO, curtiu?
    Abraços

    Responder
  13. Renato

    Nando,

    Tem outro recorde do espanhol: Foi o tenista que mais esquentou a segunda colocação do ranking em todos os tempos, ou seja, o maior coadjuvante da história. Kkkkkk

    Responder
  14. Bruno Macedo

    Serena e Federer jogarão um contra o outro, estarão na mesma quadra, respirando o mesmo ar e num jogo que é oficial/sério. Não sei se já aconteceu antes, só sei que quero muito ver isso. Para mim, as duas maiores personalidades do tênis atual (acho serão os maiores para sempre).
    Um prazer acompanhar esses anos de ouro desse esporte tão genial que é o tênis.

    Responder
  15. Renato

    Sim. Federer foi o tenista que mais perdeu finais em RG. Porém, o goat perdeu apenas para Nadal, maior saibrista da história.
    Já Novak, além de perder tanto para o espanhol em Paris, conseguiu a proeza de levar uma cacetada de Stan, que nem de longe está entre os maiores tenistas da história mas tem no sérvio o seu maior freguês em finais de major.

    Responder
  16. Rodrigo S. Cruz

    Um dos comentaristas mais divertidos que havia no blog era o Lógico.

    Eu morria de rir com as postagens dele.

    E o cara foi tão atacado e criticado, que sumiu de vez.

    Tem um pessoal aí que não sabe atacar os posts, e prefere atacar a pessoa.

    Uma pena isso…

    Responder
  17. Rodrigo S. Cruz

    Como comentou o Melzer, realmente são diminutas as chances do Federer no saibro de Paris.

    Razão pela qual, ele tem evitado jogar lá nos últimos anos.

    Além disso, o saibro é uma superfície que parece ser mais propensa a expor o suíço às lesões.

    Por isso que todo ano ele acaba deixando de jogar lá, e aposta as fichas na temporada de grama.

    Responder
  18. Renato

    Nadal realmente não estava jogando o seu melhor em 2009, mas tenho certeza que Rafa estava muito melhor contra o sueco na derrota em 2009 do que contra Novak em 2015. Fato!
    Este tipo de contratempo acontece. Federer estava com mono e longe do ideal quando foi derrotado por Novak na Austrália e Nadal em Wimbledon em 2008, caso contrário.. ..

    Assim como Federer estava com problema na mão esse ano, o que impediu que ele vencesse torneios importantes no segundo semestre e foi derrotado duas vezes por Novak.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Também acho que o problema na mão, atrapalhou bastante o segundo semestre do Federer…

      Basta ver o desempenho incomum dele nas derrotas em Wimbledon e Us Open.

      No Finals, ele também se queixou de dores no local…

      Responder
  19. Fernando Augusto

    Acho que federer irá fazer uma boa temporada, se vai ganhar algum slam, isso é pouco provável, terá que torcer nesse AO por um tropeço do djoko, já em wimbledon suas chances são bem maiores….estou curioso para saber se ele joga em roland garros, adoraria vê-lo ganhar de novo lá, mas para isso acontecer é certo que terá que ter muita sorte no chaveamento

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não vi nada de errado no comentário dele, Renato.

        Precisamos encarar a realidade.

        E é fato que o Djokovic hoje é o homem a ser batido. Ainda mais no piso sintético da Austrália, em que sempre reinou…

        Claro que o Federer como vencedor das duas últimas edições tem boas chances.

        Mas o favoritismo, por hora, quem tem é o sérvio…

        Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Dalcim, meu palpite é que Federer disputará a temporada de 2020 buscando disputar os Jogos Olímpicos. E disputaria alguns jogos em 2021 como despedida do circuito.
        Abs

        Responder
      2. Dominic DeCoco

        Sei não, se ele terminar o ano como top 5 acho improvável ele aposentar.
        Acho que é como Ferrer diz, o tenista vai se aposentar quando sente que não consegue mais obter bons resultados, se em 2030 Federer continuar no top 10, ele continuará jogando, se e 2050 ele continuar no top 10, ele continuará jogando.

        Responder
        1. Nando

          Pode ser tbm…ele continuar no circuito estando por cima, vendo q o circuito ainda está “acessível” pra ele.
          Mas acredito mesmo q 2020 será sua última temporada.

          Responder
  20. JERONIMO BRITO

    Dalcim, se puder apostar, a temporada 2019 de Federer está mais para o seu post sobre aposentadoria do jogo dele ou para boa atuação contra Djokovic na final do M1000 de Paris?

    Abraços e q tenhamos um excelente 2019 para o Tênis e nossas vidas!

    Responder
  21. Wladner

    Tenho minha suposição de que esse ano será o último ano de esforço para rendimento em alto nível do Federer, com 2020 sendo a última temporada ou talvez a penúltima só ficando nos Slams com alguns 1000 e/ou 500 para preparação pra os Slams. Vai chegar a hora e está mais perto do que nunca que ele sentira que seu corpo não permitirá bater de frente com Djoko e Nadal mais e perceberá que não vale a pena ficar brigando somente por semis e vices.
    Mas com tudo isso, espero que 2019 ele venha forte sabendo que será sua última grande chance de levar alguns Slams.

    Responder
  22. Chetnik

    Djokovic cortou na carne o calendário. Já esperava, e era necessária, uma redução, mas foi uma diminuição até drástica. Sinal que quer alongar bem a carreira, ou que já tá sentido o tempo cobrar o corpo. Espero e aposto na primeira opção rs.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Se você tivesse a noção do que significa chegar a uma FINAL de SLAM , não Postaria essa ridícula Pérola. Então te pergunto. Você acha que Novak preferia ter caído antes como um certo Espanhol , ou ter perdido CINCO no USOPEN ? rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Nando

      Tem um recorde de nadal (só contando os Bigs) q nunca será alcançado: o cara q mais tomou pneus…e em tds os pisos hein. Outro recorde dele q dificilmente será batido: o cara do Big3 q mais perdeu numa mesma temporada, 20 derrotinhas em 2015.
      Mas isso fica pro post sobre o cara.

      Responder
    3. Rodrigo

      Esse foi o pior comentário de 2018. Qual a necessidade de enfatizar isso? Se perde na final é pq…. chegou à final, certo? Quantos tenistas disputaram 5 finais em roland garros? Parabéns… “jênio”!!!

      Responder
  23. Renato

    Federer é o maior na Austrália! Se estiver tudo bem com a mão, será o favorito para vencer o torneio.

    Destaque para o que o Marcelo Rios disse: ” Federer é de longe o melhor tenista da história”.
    Não tem como questionar!

    Responder
  24. Chileno

    Acho que o que mais faltou a Federer em 2018 foram de fato, o backhand e a devolução. Ainda assim, seu ano foi bom. Título na Australia, diversas finais, e alguns outros títulos. Perdeu vários jogos no detalhe. Mas ao longo do ano, o backhand foi minguando novamente, lembrando mais o de 2014~2015 do que o de 2017. Eu no lugar dele, provavelmente concentraria meus esforços em recuperar esse golpe, mais uma vez.

    Acho que as maiores chances são na Australia e em Wimbledon. US Open tem sido mais difícil. Fica numa parte meio congestionada da temporada, depois da provável sequência da temporada da grama e Masters norte-americanos, o piso tem estado bastante lento e o tempo também castiga muito. Claro que castiga a todos, mas imagino que as dificuldades físicas tendem a serem piores para o maestro com seus 37 anos. Roland Garros tende a ser ainda mais complicado. Sempre vai depender das condições em que o Nadal chegará lá, e o piso é bastante ruim pra ele, especialmente na idade em que ele está. Isso pra não mencionar o Djoko. Acho que ele tem total condições de fazer boa campanha por lá, mas título? Parece improvável. Não impossível, mas muito improvável.

    Se eu fosse apostar hoje, arriscaria os seguintes favoritos aos Grand Slams:

    Australia – Djokovic/Federer
    Roland Garros – Nadal/Djokovic
    Wimbledon – Federer/Djokovic
    US Open – Djokovic/Zverev

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      A História comprova que a queda no rendimento de jogadores com Back de uma mão a partir dos 30, 31 e’ acentuada , caro Chileno . Aconteceu também com Laver , McEnroe, Lendl , Edberg , Sampras e CIA ( ninguém venceu SLAM a partir desta idade ) .O que o Craque Suíço fez em 2017 , pra mim e’ sem precedentes. Rosewall venceu aos 37, o AOPEN , de um jogador Australiano inexpressivo. Mas com o surgimento de Connors ( o bateu por 6 x 1 , 6 x 0 , 6 x 1 , em Wimbledon 74 ) , Borg , Vilas, com o Backhand de duas mãos, o bicho pegou feio para o lendário jogador. Navratilova no feminino , fica como exceção. De resto assino embaixo os possíveis favoritos para os SLAM. Apenas Thiem correndo por fora em Rolanga , se o Rei do Saibro não estiver na plenitude. Grande Abraço!

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O Sampras não dá suporte a essa tua teoria.

        Porque o backhand simples dele nunca foi um primor, nem quando era jovem.

        E acho que esse foi um dos principais motivos dele nunca conseguir render bem no saibro.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Completamente equivocado, parceiro. Um exímio jogador de Saque-Voleio em seu Auge , não tinha dificuldades pra subir a rede se utilizando magistralmente dos Slices e Backs batidos , e uma direita letal na corrida. Daí seu Head to Head amplamente favorável sobre jogadores de base. Esse estilo levou Boris Becker a jamais vencer um único Torneio no Saibro. O Norte -Americano fez Semi em Rolanga e venceu o MASTERS 1000 de Roma. Com a queda de rendimento em seu Back, as passadas começaram a se tornar inevitáveis. Abs!

          Responder
      2. Jose Yoh

        Suponho que as proezas do suíço (e também do espanhol e do sérvio) após os 30 anos tenham relação com o avanço da medicina, das raquetes e da biomecânica dos golpes e movimentação, porque pela história eles teriam poucas chances contra os mais novos. Creio ser a primeira geração que consegue ter a maturidade mental e ainda a condição física para vencer jogos, coisa que claramente os ídolos do passado não conseguiam ter.
        Federer ainda tem como grande mérito conseguir mudar de raquete em um tempo relativamente curto. Outros no passado já tentaram e não conseguiram.

        Responder

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