Retrospectiva: difíceis decisões
Por José Nilton Dalcim
3 de dezembro de 2018 às 09:50

Como faz desde o ano 2000, TenisBrasil inicia hoje sua enquete sobre os Melhores do Ano, abrindo espaço para que os internautas votem sobre os mais variados assuntos que fizeram a temporada 2018.

Desta vez, inovamos. Ao invés da pesquisa integral com diversos tópicos, TenisBrasil publicará diariamente duas enquetes e permitirá votos tanto num formulário super interativo em seu site como também no Instagram e no Facebook. Uma forma mais dinâmica de coletar votos.

Quem perder uma ou outra pergunta basta ir ao arquivo geral e recuperar a pergunta. Ao final desta semana, após as 10 questões, tabularemos os resultados, como de hábito.

As primeiras enquetes a ir para o ar nesta segunda-feira já são muito interessantes e me parecem de difícil decisão. Qual teria sido o maior feito de 2018? Começamos com Roger Federer e seu 20º troféu de Grand Slam, uma marca em si só espetacular mas ainda por cima obtida aos 36 anos. Cinco meses depois, Rafa Nadal não apenas somou o 11º título em Monte Carlo mas especialmente o 11º em Roland Garros, simplesmente incrível.

Novak Djokovic concorre duas vezes e em ambas com façanhas históricas: a vitória em Cincinnati que o tornou o único a conquistar todos os Masters do calendário atual e mais tarde atingiu o número 1 num salto de 21 postos em apenas cinco meses. O feminino por sua vez teve Serena Williams com duas finais de Slam já como mãe e o inesperado sucesso de Naomi Osaka no US Open, em cima da própria Serena. Em que votar?

Claro que todos os feitos têm grande validade e reforçam como 2018 foi um ano especial para o tênis. Fico dividido entre o 20º Slam de Federer e o Masters Golden de Djokovic.

Não menos complicado é optar pela maior surpresa da temporada. As meninas entraram com a campanha notável e o primeiro Slam de Carol Wozniacki na Austrália, o também inédito troféu de Simona Halep depois de tantas derrotas em Roland Garros mas especialmente com a conquista do US Open por Osaka, que é meu voto predileto.

Claro que Alexander Zverev faturar o Finals em cima de Federer e Djokovic foi totalmente inesperado, assim como as vitórias de Marco Cecchinato e de Karen Khachanov em cima do próprio sérvio. Vale reflexão.

Os Melhores seguirão na terça-feira com enquetes sobre as decepções da temporada, na quarta-feira vai abordar a maior polêmica e a revelação, ficando para a quinta os tenistas de maior evolução técnica. Na sexta-feira, as perguntas serão sobre as ‘zebras’ e o tênis brasileiro e por fim, no sábado, votam-se os melhores jogos do ano.

Na outra semana, a bateria de perguntas será em cima das projeções para 2019, também muito abertas a debate.

Desafio Federer
Conforme prometido, vou premiar o internauta que mais se aproximou da tentativa de Federer de chegar ao 100º troféu em 2018. Como ele não conseguiu, optei por quem mais se aproximou e o prêmio então vai para Marco Antonio Alves de Lima. Ele acertou o 98º em Stuttgart e ficou muito perto de cravar o 99º em Halle (o suíço perdeu para Borna Coric) e também do 100º  Cincinnati (derrota para Djokovic).

O prêmio oferecido pela Wilson é a tubo com quatro bolas Roger Federer, um grande sucesso de vendas no mundo todo. Parabéns!


Comentários
  1. Marcelo Barbosa Anzanel

    Dalcim, você conhece algum “ranking” que mostre os maiores ganhadores de ATP 500 e ATP 250? Os maiores ganhadores de Master 1000 e Grand Slam são fáceis de encontrar?

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    1. José Nilton Dalcim

      Masters 1000 e Grand Slam você encontra no TenisBrasil, seção Saiba Mais. Os ATP 500 e 250 aparecem em algumas listas não oficiais, geralmente no wikipedia. Não sei se são totalmente confiáveis.

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  2. Rafael

    1) O maior feito de 2018 foi Djoko tornar-se Master de todos os Masters, coisa tão difícil de ser alcançada que o melhor da história nunca conseguiu; Sobre o 20o. slam, ainda tem gente BEM PERTO no páreo;
    2) A maior surpresa foi a Osaka em cima da Serena, e a mais desagradável foi o show de horrores da Serena, uma egoísta que acha que os títulos deveriam ser dados a ela por default;
    3) A maior rivalidade do tênis masculino é o óbvio ululante: Djokovic x Nadal. Uma infinidade de jogos com equilíbrio no placar. A outra ganhou “aspectos” de rivalidade quando Federer conseguiu devolver algumas das derrotas, porque antes estava mais pra massacre.

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  3. Naira

    Dalcim, li no site do Tenis Brasil a reportagem sobre Manolo Santana dizendo que a Espanha pode ter um Slam. Voce acredita que isso pode ocorrer? Desde que acompanho o tenis sempre escutei falar de 4 slams. Sabe dizer como de todos os torneios de tenis se definiu quais seriam slams? Por que 4 slams (e não 3 ou 5)?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, não vejo a menor chance, a menos que uma hecatombe caísse sobre Roland Garros. Slam não se compra ou deseja, ele é uma questão acima de tudo de tradição. Esses torneios ganharam o status de mais importantes do tênis pela importância no calendário. O último a ‘entrar’ foi Roland Garros, quando se tornou internacional em 1925.

      Responder
      1. samuel

        Prezado Dalcim,

        Dependendo da grana disponível, qualquer torneiozinho no Oriente Médio, na China, ou em qualquer lugar do mundo se transforma em Grand Slam e essa estória de tradição vira algo superfluo.
        Tudo depende do dinheiro!!!
        Tô certo ou não???
        Tô mais do que certo!!!

        Saudações

        Samuel

        Responder
          1. samuel

            Depende da quantia. O mesmo dinheiro que mudou a Copa Davis, pode, também, mudar o Grand Slam.
            Dalcim, todo mundo sabe, o dinheiro pode comprar quase tudo e Grand Slam, com certeza, faz parte das coisas compraveis.

            Saudações

            Samuel

        1. Ramon Assis

          Está errado. O retorno do público nunca seria o mesmo. Boa parte dos telespectadores de tênis assistem apenas aos Grand Slams, e por mais que um China Open pudesse pagar milhões em premiações, o retorno não compensaria. Para a maioria dos telespectadores, seria apenas mais um torneio como Masters 1000 e 500 da vida.

          Responder
  4. Naira

    Dalcim, o Murray vai estar “solto” no sorteio ou vai ser cabeça de chave no AO? Sabe dizer se o Murray, Del Potro, Stan, Raonic e Berdych estão 100%? Voce acredita que se eles estiverem bem podem dar trabalho para os NextGen? Destes trintões quais voce acredita que vão mais longe no AO? Voce acredita que os trintões vão continuar dominado o top 10 do tênis em 2019? Falasse muito dos trintões, mas da minha parte, torso muito para que virem quarentões, porque quanto mais tempo esses caras jogarem mais vão puxar o nível do tênis pra cima; exemplo disso foi o Zverev ter contratado o Lendl pra melhorar o seu jogo, porque se com sua juventude e vigor ele atropelasse os trintões não precisaria melhorar o seu jogo. Outro exemplo é a dificuldade que alguns nextgen têm para entrar no top 10 (desbancar os trintões). Com toda sua vivência no tênis, qual a sua expectativa com relação aos trintões? Abraços.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, ele e o Wawrinka estarão soltos no sorteio. Difícil avaliar Murray e Berdych, precisamos ver como começam o ano. Berdych vai ter enorme dificuldade e Raonic não conseguiu recuperar o melhor jogo. Acho que de todos esses Murray e Del Potro são os que têm maior talento para tentar uma reação na carreira, já que Berdych e Raonic têm um estilo mais limitado.

      Responder
  5. FERNANDO/MG

    Prezado Dalcim.
    Li que a ESPN não renovou o contrato com o Fernando Meligeni, e essa emissora tem exclusividade na transmissão do AO, não acho o Fernando Meligeni um comentarista tão brilhante, mas conhece do assunto, não é tão piegas, e os outros comentaristas desse canal são, com todo respeito ruins demais…Vou assistir o AO no mute…kkkk. Você sabe de algum comentarista novo a ser contratado pela emissora e que seja do ramo? Abração mestre. Porque não contratam você??

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A ESPN foi comprada pelo grupo Disney e eu já estava esperando mudanças mais radicais, que espero não atinjam o tênis severamente.

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      1. Rubens Leme

        Desde que o João Palomino assumiu a direção, só dá futebol. Foi-se o tempo dos programas bacanas de reportagem e diversão, agora é só um Mesa Redonda insuportável.

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        1. Miguel BsB

          Exatamente! São 5 programas bate bola por dia… A ESPN, e o Palomino, estão acabando com um canal que já foi referência em esportes e cultura. Tb demitiram o Dudu Monsanto, um dos melhores jornalistas/apresentadores/narradores do canal. Carismático, competente, culto.
          Estão pasteurizando o canal. Meligeni é mais um. Na vdd, qq um com alguma consciência crítica está sendo afastado em detrimento de uma molecada murista.
          O Meligeni conhece demais de tênis, goste-se dele ou não, foi um dos nossos melhores tenistas, e costuma bater de frente com o status quo.
          Vejo poucos que possam ficar no seu lugar… Ex tenista não tem… Talvez, sem “puxaçao de saco”, o nosso Dalcim msm, pq o Maraucci e o Paulo Cleto, que, apesar de ter algumas reticências, gostava deles, mas já saíram do canal há muito tempo.

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          1. José Eduardo Pessanha

            Demitiram o Dudu Monsanto? Sempre achei o Dudu mal aproveitado na ESPN. Era talentoso como narrador e apresentador. Uma pena.
            Abs

    2. Luiz Fernando

      Li hj cedo acerca da saída do Meligeni, o q eu lamento muito, pois o vejo como bom comentarista e um excelente conhecedor do esporte, embora as vezes faça piadas demais. Tomara q vá p a Band ou Sportv que também tem bom foco no tênis…

      Responder
  6. Rubens Leme

    Estava lendo a notícia da saída do Meligeni na ESPN Brasil e apenas constato, mais uma vez, que ninguém dá importância alguma por outros esportes neste país. Não que eu sinta falta dos comentários chatos dele, porque nem mais tv a cabo tenho, mas é mais pelo descaso como o “esporte amador” é ignorado.

    Semana passada, por exemplo, terminou a final do Mundial de Xadrez, que pela primeira vez chegou aos playoffs, sem que houvesse um vitorioso nas 12 partidas (todos empates disputadíssimos). Nos EUA, pela internet, tinha mesa redonda, ao melhor estilo dos americanos quando transmitem NBA, NFL, etc. (até o Kasparov participou) Na Rússia, vários e vários ex-jogadores comentando com links ao vivo do jogo mostrando os enxadristas Em Londres (onde foi disputada), flashs on-line e cobertura generosa na mídia imprensa e um texto delicioso do The Guardian sobre o último dia.

    E aqui? Apenas dois ou três youtubers abnegados que vivem de contribuições para se manter. Nenhuma mísera linha em lugar algum, zero de informação. E o norueguês Magnus Carlsen já é um dos maiores da história e pode perfeitamente desbancar Kasparov, como o maior de todos. Foi sua quarta defesa de título, invicto até então.

    Enfim, vão dizer que xadrez não é esporte, que xadrez só desenvolve a habilidade para jogar mais xadrez, sem desconhecer a importância que ele possui no desenvolvimento de inúmeras habilidades motoras, intelectuais e cognitivas em crianças que aprendem a jogar desde cedo.

    Mas, animem-se: quem sabe agora que o esporte deixará de ter seu ministério nos tornamos uma “potência olímpica”, ainda mais com um general na pasta acusado de desviar dinheiro dos jogos militares? Para esse, aposto, xadrez é ainda esporte da “comunista URSS”. Detalhe: essa final foi entre um norueguês (Carlsen) e um norte-americano de origem italiana (Fabiano Caruana).

    “90 milhões em ação, pra frente Brasil, do meu coração!”

    Ainda bem que seremos tetra daqui alguns meses no México.

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  7. Marcio

    O feito mais importante do ano necessariamente tem que estar relacionado de alguma forma com os números máximos do tênis, quais sejam.
    237.
    302.
    20.
    06.
    Em ordem de importância e
    dificuldade.
    Desta forma, fico com o retorno ao número um e vigésimo slam, ambos de Federer.
    Mas os feitos de djoco e nadal, como sempre sensacionais, retorno e término do ano como número um e onze slsns num único piso.
    Sigamos!!

    Responder
  8. Sandra

    Dalcim, vendo agora os primeiros cabeças de chave do aberto da Austrália , vi que o cabeça 4 seria o Murray, tudo bem que ele tem ranking protegido , mas mesmo assim ainda é o número 4 ??? Quanto tempo vale esse ranking , e o Stan ,?? Ele também não estaria lá em cima ???

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ranking protegido não vale para definição de cabeças, mas sim o ranking do dia 7 de janeiro, provavelmente muito parecido com o atual.

      Responder
  9. João ando

    Um cara que perde sempre nas primeiras rodadas não pode estar cansado ….o Thomaz tem que jogar o maior número de torneios para ver se volta…future challenger interclubes torneio interno do tiete clube dele para ver se pega ritmo …Se depois disso tudo não voltarr e melhor jogar duplas ou duplas mista…

    Responder
    1. Rodrigues

      Dalcim

      talvez se o Bellici jogar o Com Dor das matinais do Esperia possa ganhar uma ou duas rodadas
      Obs. tem que ter atestado dealgum problema fisico. kkk

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  10. Luiz Fernando

    Incrível que a cada vinda qui os mesmo dizem q Federer é o maior, o mais completo, etc, o q se repete em todo post. Acho q esses caras não acreditam nisso e por isso repetem, repetem e repetem…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E o parceiro não esquece do Velhinho nem próximo ao Natal rs E repete há anos a mania de não ler todos os Posts. O do Blogueiro fala em feitos. Os FAKES sumiram depois que o Zés começaram a vencer. A maioria que permanece prefere os feitos do Craque Suíço. É melhor chama-los de volta rsrsrs Abs!

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  11. Rodrigo S. Cruz

    Pateta e mau-caráter esse Ministro Ricardo Lewandowiski, não?

    Dando uma de ditadorzinho censurador.

    Um dos maiores soltadores de criminosos do país.

    Indisfarçável advogado, travestido de juiz.

    Um LAXANTE bem mais eficiente do que uma cartela de Lactopurga!

    Não consegue respeitar a Constituição, a qual VEDA o anonimato, nem sequer num simples voo …

    Se ele lesse este comentário aqui, será que tentaria rastrear, para me prender também?

    Ai que meda!

    Kkkkk

    Responder
      1. Miguel BsB

        Inclui o resto todo aí: Fux, Barroso, Careca tucano, Bento Carneiro de saias etc… Nosso judiciário, salvo raríssimas exceções, é um lixo! De cima a baixo.

        Responder
    1. alessandro sartori

      Não ando mal informado como vc colocou no outro post, todos sabem como pensava o futuro presidente 3, 4 meses antes das eleições sobre o tal benefício, APERFEIÇOAR, não existe, é o tipo de coisa que ou voce acaba com o benefício de vez ou sabe que terá que tocá-lo com irregularidades, o “Mito´´kkk nem começou e já tá indo na contramão daquilo que pensava e falava, quanto ao presidiário de Curitiba, lógico vai ficar por lá o quanto a justiça quiser, pois a justiça no Brasil é igual a você, prende quem ela quer, mais deixa de prender(fecha o olho)um montão por coisa igual ou pior, no seu caso, os seus comentários de tenis são sempre na linha de ver o mérito nos tenistas da sua preferecia, os outros são sempre diminuídos, com deboche, farsa e coisas do tipo…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Duas justificativas igualmente mambembes, para cada questão.

        Primeiro, sobrepor a necessidade de extinção do benefício pelas motivações erradas, em detrimento da necessidade de sua manutenção pelas razões certas…

        kkkkk

        ” ah, porque eu supostamente ouvi falar isso assim, então agora ele que cumpra”. Putz!

        E segundo, usar a mesma desculpa do petista médio:

        ” Ou prendam todos os criminosos do planeta Terra, ou soltem o Lula”.

        (rs)

        Responder
  12. Gabi

    O Uol propôs hj uma enquete: “de narrador a comentarista de arbitragem: vote nos melhores da TV brasileira no esporte”.

    Óbvio, das 10 categorias apresentadas, nenhuma de tênis.
    As 10 sobre futebol.
    E o demais esportes olímpicos hein?!

    Responder
  13. Barocos

    Como a enquete é sobre o feito do ano, eu fico com o título do Federer aos 36 anos.

    O que o Djokovic conseguiu está mais para uma marca excepcional da carreira, algo como ter vencido ao menos uma vez todos os slams, ainda que de maneira não consecutiva, acho mesmo que tal feito, possuir todos os títulos de master 1000, como uma conquista mais difícil de se concretizar.

    Aliás, o que mais me impressiona no Djokovic é o fato dele liderar as estatísticas das maiores rivalidades to tênis, ocupando a 1ª posição contra o Nadal, a 2ª contra o Federer e a 5ª contra o Murray. Basta que ele enfrente o Murray mais 3 vezes para passar a ocupar todas as 3 primeiras posições. O que este tipo de estatística traduz? Uma incrível regularidade na prática do tênis de altíssimo nível.

    Responder
      1. Barocos

        A estatística diz isto pele vermelha. Números abaixo para facilitar:

        1) Djokovic–Nadal: 52 – 27/25
        2) Djokovic–Federer: 48* – 25/22 – * se incluído o jogo que o Federer desistiu de jogar, se não, 47
        3) Federer–Nadal: 38 – 15/23
        4) Lendl–McEnroe: 37* – 21/15 – contando uma partida que não terminou
        5) Djokovic–Murray: 36 – 25/11

        Você pode não gostar do estilo do Djokovic, normal, mas é meio difícil refutar números e a constância do sérvio realmente impressiona.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          A partir do momento que jamais jogaram uma só partida num SLAM do Calibre do USOPEN ( onde o Craque é Penta em sequência ) , já a coloca abaixo das demais. Esse papo de diferença de estilos pra justificar, a meu ver, não cola. Sem contar 15 no Saibro x 3 na Grama. Abs!

          Responder
    1. Chileno

      Sem dúvida. Uma pena o Murray estar no estaleiro. Tomara que esteja errado, mas honestamente estou bem cético quanto ao retorno do britânico à competitividade.

      Responder
  14. Rodrigo S. Cruz

    Mesmo para quem critica o Thomaz Bellucci com mais aspereza nesse blog, não há como negar um aspecto positivo.

    Gostei da sinceridade do paulista, na sua mais recente entrevista.

    Ele afirmou que 90% de tudo que aconteceu com ele nessa temporada, deveria ir pro lixo.

    Assumiu suas limitações e teve a humildade de reconhecer que não está conseguindo se reencontrar, mas seguirá trabalhando duro…

    Se isso vai dar certo, acho que as chances são pequenas, mas que o caminho é esse mesmo.

    Responder
  15. Sérgio Ribeiro

    Eu fui um dos Sortudos entre 186000, a ver o “ Sósia” rs de Sir Paul McCartney ( o mesmo dos Cabarés de Hamburgo ) quebrar o Recorde de público PAGANTE ( persiste até hoje no Guinness Book), naquele abril/1990 em apresentação SOLO no Maraca antigo. Seu genial parceiro ( o mesmo de “ somos mais populares que Jesus Cristo “ ) , foi quem morreu em 1980 vítima de um fanático associado ao FBI e a CIA. Dito isto, não tem como não dar empate técnico. Jamais alguém venceu todos os MASTERS 1000 na Era Profissional. E também ninguém venceu o Vigésimo SLAM e retomou o N 1 acima dos 36 ( 08/08/ 81). Acredito que vencer 11 SLAM na mesma superfície e’ algo muito acima da razão ( extraordinário). Sinceramente 2018 ficará eternamente na história deste Maravilhoso Esporte. Abs!

    Responder
  16. Marco Antonio Alves de Lima

    Prezado Dalcim, sou Marco Antonio Alves de Lima, vencedor do Desafio Federer e grande apreciador de seu site.
    Um grande abraço, e a pergunta óbvia: Como fazer para receber o prêmio?

    Responder
      1. Marco Antonio Alves de Lima

        Prezado Dalcim,
        Independente do prêmio, receba meu agradecimento pela prazerosa leitura diária e votos por um Feliz Natal e um 2019 maravilhoso, extensivos a todos os colaboradores e leitores do site.

        Responder
  17. Márcio Souza

    Salve, salve galera!

    De fato os topicos sobre qual foi o maior feito do ano dividem opiniões, porém eu fico com o Federer ter alcançado o 20º GS aos 36 anos de idade, quando novamente iremos ver algum tenista realizar tal feito?
    Sim, o Djoko ter fechado o Golden Masters e ter saido de 22º no ano e assumir a liderança também foram feitos extraordinários, por isso disse que divide opiniões, mas numa escala de dificuldade acredito que quando os cachorrões do Big Four se aposentarem e essa molecada que esta assumirem de vez os seus lugares, os feitos do Djoko serão “mais alcançaveis” do que algum deles aos 36 anos vencer algum GS, o que dirá o 20º, mas opinião e nariz cada um tem o seu e devemos respeitar ambos.

    Caso não comente mais aqui ainda esse ano, desejo a todos os participantes do Blog (sim, inclusive os urubus e aves de rapina) um FELIZ NATAL E UM EXCELENTE ANO DE 2019 repleto de realizações, saúde e muita prosperidade para todos.
    E que no ano que vem estejamos todos aqui, discutindo sobre tênis com o Mestre Dalcim e além disso cutucando, provocando, enchendo o saco dos antis e dando muitas risadas.

    Bom final de ano a todos e vamos que vamos!

    Fedex rumo ao 21º ja no AO, e para isso a parceria com a Bencic na Copa Hopman deve continuar, porque vem dando sorte ao Mestre ficar olhando a bunda dela ao sacar durante o jogo de duplas (ja são 2 canecos consecutivos).
    Bora GOAT levantar mais essa porque ja me acostumei a começar o ano (como nos dois ultimos) enchendo o saco dos urubus e aves de rapina kkkkk

    Abs.

    Responder
    1. alessandro sartori

      Eta país de gente que adora inverter as coisas ! o cara chama os outros de urubu, mas parece não perceber que o verdadeiro urubu por aqui é ele mesmo, ficou sumido por um bom tempo e só foi aparecer quando o Djokovic “morreu´´ pro Zverev…kkkkkkk

      Responder
  18. Ronildo

    Eu fico com o feito do Federer por causa da idade avançada para este esporte de alto nível e que requer muito condicionamento físico. Lembrando que não é um slan aos 36 anos. É o vigésimo aos 36! Se Rafael Nadal ou Djokovic tivessem 36 anos nas conquistas deste ano e Federer 32, eu votaria num deles, Rafa ou Djoko.

    Responder
  19. Renato

    Federer ter vencido o 20 título de slam e ter sido osis velho a assumir a liderança do ranking foram os dois maiores feitos do ano, INDISCUTIVELMENTE!

    Responder
  20. Renato

    Um italiano campeão de Roland Garros disse o que todos nós sabemos: O jogo de Nadal e Novak é muito chato. Os dois não tem variação, habilidade e muito talento, apesar de toda disciplina e competividade. São dois robozinhos.

    Por essas e outras que Federer é o melhor, mais completo e maior da história, com folgas.

    Responder
  21. Groff

    “Claro que todos os feitos têm grande validade e reforçam como 2018 foi um ano especial para o tênis. Fico dividido entre o 20º Slam de Federer e o Masters Golden de Djokovic.” Bingo! Fiz a enquete antes de ler o texto e fiquei em grande dúvida exatamente aqui. Quase cliquei no Djoko, mas a idade do Federer na época da conquista pesou e essa acabou sendo a minha escolha.

    Responder
  22. Felipe Gonçalves

    Dalcim, acho que, ao invés do 20º Grand Slam do Federer, o feito que poderia estar nesta lista é o suíço ter sido o mais velho a liderar o ranking, aos 36 anos. Creio ser ainda mais relevante do que o título na Austrália, já que depende de uma série de grandes atuações ao longo de um ano. O fato de ele ter pulado diversos torneios neste período torna o feito ainda maior, já que o aproveitamento em cada campeonato teve de ser ainda maior para conseguir a liderança, se comparado aos tenistas que jogaram um calendário completo.

    Responder

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