Novatos povoam top 30 e iniciam mudança
Por José Nilton Dalcim
22 de novembro de 2018 às 10:02

O novo tênis masculino parece ter dado as caras neste 2018. Ainda que os Grand Slam tenham ficado nas mãos de sempre, uma turma de qualidade tomou de assalto lugares importantes do top 20 e do top 30 do ranking ao conquistar vitórias e títulos de chamar a atenção.

Com isso, a próxima temporada promete acentuar essa transição. Os chamados Big30, claro, permanecem favoritos em todos os pisos. A Geração Intermediária terá uma última chance de vingar, ainda que pareça fadada a ser atropelada pela Next Gen.

Os Big 30
Os ‘trintões’ terminam o ano com 13 nomes entre os 30 primeiros do ranking e nada menos que sete no top 10.

Estamos falando dos megas Novak Djokovic, Rafael Nadal, Roger Federer e Juan Martin del Potro, mas também de Kevin Anderson, Marin Cilic e John Isner, grupo que, somados aos contundidos e incertos Stan Wawrinka e Andy Murray, tem dominado quase todas as finais de Grand Slam desde 2011.

Ainda aparecem no top 30 nomes de peso, mas currículo irregular e menos expressivo, como Fabio Fognini, Roberto Bautista, Richard Gasquet, Fernando Verdasco, Gael Monfils e Gilles Simon, uma moçada que pode muito bem ceder espaço aos mais jovens em 2019.

Geração Intermediária
Foram promessas, arrancaram alguns grandes resultados, figuraram no top 10 muitas vezes, porém não atingiram o patamar esperado, alguns por contusão, outros por limitação.

Estão nessa faixa Dominic Thiem, Kei Nishikori, Diego Schwartzman, Milos Raonic, Grigor Dimitrov, David Goffin, Pablo Carreño e Lucas Pouille, e com suas campanhas surpreendentes em 2018 entraram Marco Cecchinato e Nikoloz Basilashvili.

Thiem, Nishikori e Raonic decidiram Slam e fizeram campanhas marcantes em Masters 1000, enquanto Dimitrov e Goffin atingiram ápice em Londres do ano passado.  Thiem continua sendo a maior promessa de sucesso, ainda que mais em cima do saibro do que em outro piso, e mostra consistência para permanecer seguidamente no top 10 desde junho de 2016.

Nishikori conseguiu superar bem o retorno após cirurgia, Raonic não se firmou mais. Dimitrov perdeu totalmente o rumo e Goffin mostrava progresso técnico até o acidente da bolada no olho. O belga deveria brigar com Nadal, Djokovic e Thiem pela soberania no saibro. Talvez ainda dê tempo.  Basilashvili é um tenista a se observar, já que tem todos os golpes.

Next Gen
Apesar de apontarem o futuro, alguns já são evidentes realidades. Desempenhos em 2018 já permitem colocá-los numa lista de sérios candidatos a títulos de peso a partir de janeiro.

É o grupo formado por Alexander Zverev, Karen Khachanov, Borna Coric, Kyle Edmund, Stefanos Tsistsipas, Daniil Medvedev, Heyon Chung e Denis Shapovalov, todos fixados no top 30 no momento, mas também de Alex de Minaur, Nick Kyrgios, Frances Tiafoe e Nicolas Jarry.

Neste começo de 2019, todos os olhos estarão sobre Zverev. Seu fraco desempenho nos Slam tem origem no preparo físico insuficiente, o ponto principal que Ivan Lendl atacou na sua chegada ao time. O treinador sabe porém que agora os Slam também se transformaram num bloqueio mental. Será o grande desafio do dueto.

Curioso é o fato de que boa parte da Next Gen sofra mais com problemas emocionais do que técnicos. Tem sido comum ver Khachanov, Coric, Edmund, Tsitsipas e Shapovalov se perderam em discussões e atitudes negativas. Kyrgios já sofria da cabeça, agora acumula contusões, algo que também afeta Chung. Aliás, o russo Andrey Rublev se encaixa aqui.

No entanto, não há como negar que a Next Gen tenha qualidade. O garotão De Minaur é um guerreiro, que mostrou progresso técnico acentuado semana após semana. Medvedev possui excepcionais golpes e Tiafoe, físico privilegiado para jogar bem em qualquer piso. Jarry, com seus golpes potentes, precisa transferir isso para fora do saibro.

É bem provável que Coric, Khachanov, Edmund, Tsitsipas e Medvedev estejam entre os 16 cabeças do Australian Open. Sem nada de importante a defender, há chance real de vermos mudanças no top 10 muito cedo, o que pode incendiar o tênis. Na torcida.


Comentários
  1. RODRIGO AZEVEDO

    Palavras de Marian Vajda:

    “Ver como o Roger Federer ainda joga com 37 anos é incrível. Ele nunca quer parar, tal e qual como Jimmy Connors, que jogou até os 41 anos. O encontro entre ambos em Paris foi muito intenso. O Roger teve as suas chances, mas nos momentos cruciais o Roger acusou algum desgaste. O Novak tem 31 anos, o Federer tem 37. São seis anos de diferença. Não se pode negar completamente isso”

    Neste nível com 37 anos, acho que não veremos mais…

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  2. alessandro sartori

    A briga em 2019 pelo numero 1 é entre Djokovic e Zverev, o alemão tem boas chances até porque joga vários torneios a mais que que o Big3 “pula´´…Ah enquanto isso aqui no Brasil, o deputado indicado pra ministro da cidadania já confirmou essa semana que é desejo do futuro presidente pagar décimo terceiro salário do bolsa familia… INACREDITÁVEL, a frase mais ouvida antes da eleição por parte dos bolsonaristas era “acabou a moleza, ninguém vai ficar recebendo bolsa isso, bolsa aquilo nas custas dos outros não´´…taí, o cara nem assumiu e já tomara essa, continuem berrando pelo “Mito´´…

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Você anda mal-informado.

      O bolsa família dificilmente será extinto, por qualquer governo…

      O que o presidente eleito disse, é que ele vai aperfeiçoá-lo, e fazer com que alcance as famílias realmente carentes.

      Ele não disse que acabaria com o bolsa família.

      Se eu fosse você, eu pararia de chorar pelo Presidiário de Curitiba.

      Esse sim já era…

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  3. Rafael

    Dalcim, vc diria que o backhand do Denis Shapovalov está caminhando para ser melhor e mais destruidor do que o do Wawrinka? Estava vendo um vídeo hj que Deus o Livreeeee!

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    1. José Nilton Dalcim

      É um tremendo backhand, Rafael, sem dúvida boa chance de ser um golpe de ataque incrível. Mas precisa de maior consistência – o que claro é difícil para quem arrisca tanto – e isso será o diferencial.

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  4. Luis

    Dalcim legal o Guga no Finals tem imagem muito boa pelas pessoas,sobre Federer teve altos e baixos depois do 20 na Austrália tomara continue motivado o suíço faz muito bem ao tênis como disse Courier

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  5. Sandra

    Dalcim, você acha que tem certa armação do Nadal quando ele está perdendo e sai do jogo alegando contusão? A minha pergunta é em razão de dificilmente ele perder algum jogo, ele não perde para outros jogadores ? Só perde em função de contusões? Da para contar nos dedos de uma mão, quando ele perdeu algum jogo sem alegar contusões?..

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  6. Luiz Fernando

    Dalcim vc acha possível Federer jogar Barcelona 2019? Eu sinceramente acho bem improvável, pois se trata de um ATP 500, no início da temporada de saibro e numa quadra desfavorável a ele. Muito mais provável jogar em Madri, piso mais rápido e em RG, um GS.

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  7. Sandra

    Dalcim, não sei se você está par , mas vendo um site agora, vi que Fabio Fognini virá ao Rio Open,,mas ele não disse ano passado que nunca mais viria aqui.. ? Aliás Nadal também disse

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  8. Ricardo - DF

    Dalcim, o Tiafoe tem algum problema nos tendões de Aquiles ? Ele parece ter dificuldades em colocar o calcanhar no chão. Quando caminha, tende a ficar na ponta dos pés. Curiosamente, isso não parece ter efeito nenhum no seu desempenho durante os jogos,

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    1. José Nilton Dalcim

      Não que eu saiba. Me parece mais uma questão de técnica. Quanto mais você fica na ponta dos pés, mais veloz será seu deslocamento.

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  9. Rubens Leme

    Dalcim, sou viciado em filmes e livros da Agatha Christie, tenho toda a coleção desde os 12 anos. Hoje, ao abaixar todos os filmes da Miss Marple, assisti um em que Greg Rusedski faz uma ponta, vencendo Wimbledon.

    Ao entrar na bíblia do cinema, imdb, vi que este (Toward Zero, Hora Zero, em português) é o único filme dele. O curioso que o adversário dele tinha uma postura feia e torta, mas ele sacava e voleava muito bem e fiquei curioso para ver quem era, pois ele era pouco focalizado. Pois, quando fui ver na ficha do filme, descobri que era o inglês.

    John McEnroe, que vive reclamando de como colocam mãos cortadas jogando tênis no cinema, aprovaria. Mesmo sacando a 90 km/h, os movimentos estavam todos lá, perfeito.

    E, pelo menos, desta vez, ele levou a taça: 6-3, 2-6, 6-4 e 7-5, contra Nevile Strange.

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    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, eu já ia dizer para você comprar o Hora Zero. Não vi o filme, apenas li o livro. Outra recomendação, que não é dela mas é bem interessante: Jogada Mortal.

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      1. Rubens Leme

        Eu tenho todos os livros dela, imclusive sob o pseudônimo de Mary Westmacott (por sinal, fracos). E todos os dvds do Poirot.

        Mas não me faça começar a falar de Agatha Christie ou vai ser pior do que xadrez.rs… Para vc ter uma ideia, batizei um dos meus cachorros de Hercule Poirot e uma cadela de Ariadne Oliver.

        Depois que saí de casa, aos 19 anos, meus livros ficaram na casa do meu pai e todos sumiram. Tinha aquelas edições antigas, da Nova Fronteira, com aquelas capas lindas desenhadas pelo Rolf Gunter Braun; tive que comprar as edições modernas e sem graça e agora estou remontando minha segunda coleção completa dela, comprando essas edições em sebos pela internet Já passei de 100 livros dela.

        Embora tenha apenas 12 romances com a Miss Marple, eles são mais sombrios do que os do Poirot. Mas, o belga de células cinzentas é imbatível e até hoje o único personagem ficcional a ganhar um obtuário real no New York Times.

        E chega ou isso náo acaba mais!

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          1. Rubens Leme

            Eu já tinha visto este episódio. Esse sumiço dela rendeu um bom filme feito em 1979, com a Vanessa Redgrave e o Dustin Hoffman (O Mistério de Agatha).

            Aliás, o sumiço dela e a “morte” de Paul McCartney são os dois maiores mistérios da cultura pop do Século XX. Particularmente, acho mais fácil desmascarar o antigo parceiro do Lennon, do que a história dela.

        1. Fonseca

          Incrível fascinação!

          Da Miss Marple só li “Convite Para Um Homicídio” (bem sombrio mesmo. Do Poirot li um bocado. Ms meu preferido mesmo é o “And Then There Were None” (que não tem nenhum dos dois). Esse é macabro, afi..

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          1. Rubens Leme

            Convite para um Homicídio foi o primeiro livro que comprei da Agatha! Eu tinha 12, 13 anos e estava saindo de um velório de uma mãe de uma amiga de infância e meu pai nos levou ao shopping depois para espairecermos. Daí entrei na livraria e comprei e demorei muito tempo para entender que a Miss Marple era uma velhinha já que o tratamento miss geralmente é dado para moças, solteiras e tive dificuldade de entender que uma idosa pudesse ser chamada assim.

  10. Sergio Ribeiro

    Incrível como Ex-Tenistas e Treinadores , se superam nos comentários mais sem conteúdo. Titio Nadal : “ dificilmente Federer vence mais um SLAM “ . Diz isso desde 2013 ( uma hora vai acertar rs ) . GUGA : “ Djokovic me parece agora o mais preparado para o Topo nos próximos 4 anos “ . “ Zverev me reportou a 2000 quando precisei bater Sampras e Agassi no mesmo Torneio. Acho que é o mais próximo de beliscar um SLAM “ . Porque não disse nada disso antes de Londres rsrsrs Acaba me lembrando daquele monte de Zés do famoso “ grupo “. O repórter deveria ter perguntado : “ Com ou sem Danoninhos , caro Manezinho ? rsrsrs Abs!

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  11. DANILO AFONSO

    Dalcim, após NOVAK conquista o seu 12º Slam (2016), te perguntei:

    O qual recorde de Federer seria mais difícil de superar, o número de Slam de Federer, na época com 17, ou a quantidade de semanas com n. 01, até então com 302 semanas ?
    Na ocasião você respondeu que seria o número de semanas como n. 01.

    Tendo em vista a mudança de alguns números, tanto de Federer quanto de Djokovic, você ainda mantem aquela sua percepção de 2 anos e meio atrás ?

    Eu particularmente creio que NOVAK possa superar o recorde atual de 310 semanas como n. 01, pois não há até o momento, um tenista com a mesma regularidade que NOVAK possuí em todos os pisos (saibro, grama e hard).

    Ele pode superar este recorde mantendo uma pontuação por volta de 2/3 dos 16.900 pontos que atingiu na temporada 2015 e 2016, isto é, algo entre 9.000 a 10.500.

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        1. José Nilton Dalcim

          O tênis tem sido bastante imprevisível. Claro que Djokovic tem muito a somar até o saibro, mas daí em diante muito a defender, então ficar mais um ano e meio na liderança não é uma tarefa fácil.

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    1. Sergio Ribeiro

      Na boa , Danilo. Acredito que este recorde ( Novak deve ultrapassa-lo ) deveria pertencer a Pistol Pete Sampras e não a Federer. Afinal, o Norte-americano conseguiu terminar SEIS Temporadas Consecutivas como N 1 do Mundo. Daí que Novak não bate Pete nem Roger em se trancando do mais difícil. Temporadas e Semanas Consecutivas. Inalcançáveis, a meu ver. Foi o que aconteceu com Steffi Graf. Bateu em número de Semanas como N 1 , tanto Serena como Martina. ABS !

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    2. Jose Yoh

      Muito difícil que faça isso em 84 semanas. Talvez daqui a uns 3 anos.
      Em 84 semanas é quase certo que ele terá alguma lesão que impossibilitará isso. Fora a nova geração que parece gostar do jogo dele.

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  12. Marcos RJ

    Dalcim, existe alguma explicação sobre o tipo de lesão que Federer alega ter na mão? Tenistas costumam ter problema estrutural ou muscular no local? (Desculpa pela pergunta fora de contexto e obrigado pelo melhor blog do esporte)

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    1. José Nilton Dalcim

      Não tenho detalhes da contusão, mas sim acontecem, principalmente por estresse. Se for ósseo, complica um pouco mais e exige parada. Abs!

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  13. Maurício Luís *

    “Não adianta chorar pelo leite derramado…” Mesmo assim, se eu pudesse falar com o capitão do time francês na Copa Davis, eu diria a ele que foi um erro escalar o TSONGA .
    Ele se casou há pouco tempo, e deve estar CANSADO da Lua-de-Mel…

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  14. Nova geração tênis vem forte

    Zverev que não pense que vai ser o principal candidato ao topo, pq tem muitas promessas que vão brigar com ele ,tudo bem ele e melhor que a maioria desses jovens mas o de minaur joga mas que ele e está chegando já ano que vem já briga pelo top 10 .. é mas técnico que zverev e melhor fisicamente corre mas ………. igual a ele só vejo Félix auger mas legal essa turma nova Borna coric kachanov o grego todos são mas técnicos que Rafael Nadal e Djokovic veremos bons tenistas denovo no topo pq eles tem o físico do Djokovic e Rafael Nadal que e muito difícil ter por isso esses dois estão no topo pq tecnicamente são apenas bons agora essa turma nova são craques lemBram o craque Federer tênis bonito voltandooooooooo

    Responder
          1. Nova geração tênis vem forte

            Bom eu falei que Djokovic e Rafael Nadal são bons tecnicamente ..agora craque tecnicamente nunca foram nunca deram show ganham pq e difícil pontuar contra eles pq eles pegam tudu pode mandar no canto que eles correm e pegam ………..agora se vc acha que técnica no tênis e ter físico se vc não intende nada vou falar se Federer ficasse na academia como os 2 citados e tivesse o físico deles Djokovic e Rafael Nadal nunca teria vencido o suíço ………e só vc analizar eles tem mas vitórias nos confrontos que Roger Federer mas o povo os exames jogadores todos respeit r acham Federer o maior jogador de tênis Djokovic e Nadal são os maiores atletas desse esporte mas não melhor jogadores

          2. Luiz Fabriciano

            Meu xará, tenho quase certeza que tu não entendeste meu comentário/resposta, que não foi diretamente para você, rssss.
            Sem ressentimentos e grande abraço.

    1. DANILO AFONSO

      Será que é tão difícil para alguns entender que Novak e Nadal não chegaram ao topo do ranking por causa do preparo físico privilegiado ???

      Quando se está aprendendo a jogar tênis, o mais difícil é ter a capacidade de trocar mais de 10 bolas durante o jogo, pois para tanto exigisse técnica, precisão no movimento e terminação, e boa leitura e percepção da melhor jogada a ser executada.

      Em um jogo tênis profissional, a consistência do fundo de quadra certamente exige certa habilidade e técnica para se manter no ponto, e não apenas preparo físico diferenciado.

      No dia que você pegar em uma raquete de tênis e sentir a dificuldade de devolver com regularidade uma bola pesada cheia de spin, acredito que mude de opinião.

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      1. Nova geração tênis vem forte

        Ficar trocando bolas com velocidade baixa é técnica agora? Sabe pq eles conseguem trocar 10 bolas e não errarem pq os adversários sadios mandam no cantinho e mesmo assim eles chegam inteiro na bola e devolver bem ………já os adversários mesmo sendo mais técnicos como por exemplo monfils se vc manda no canto dele ele é tão lento tem tão pouco condicionamento físico que ele já chega caindo na bola e as vezes nem pega e se pega devolve sem perigo pq não chega inteiro na bola ……… O condicionamento físico e o mais necessário pra trocar bolas sim vc não percebeu que o mais técnico de todos procura trocar poucas bola o Federer até pq não aguenta correr como antes e tbm nunca foi dos mais físicos ..mas é claro que Djokovic e Rafael Nadal são bons tecnicamente são só não são craques pra mim

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        1. Miguel BsB

          Rapaz, para que tá ficando feio…Federer, no seu auge, possuía uma movimentação e Footwork excepcionais! Parecia, como gostava de o chamar Dácio Campos, um “leão da montanha”. Seu jogo de pernas era sensacional, parecia flutuar em quadra.
          Monfils não tem preparo físico? Uma das características mais marcantes do francês, além de suas jogadas de improviso, sempre foram o atleticismo e preparo físico. Tanto é que, em enquetes com tenistas profissionais, muitas vezes era tão ou mais citado que o Nadal como o jogador mais atlético do circuito…

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          1. Nova geração tênis vem forte

            Federer pra época dele tinha físico sim mas nunca foi comprometido como Djokovic e Rafael Nadal acho que vc não assiste tênis , eu comparei Federer com eles , e não tem comparação a velocidade deles para o Federer , mas isso é pelo treino né , é mas facil treinar corrida do que a técnica , por isso Federer é o mas ídolo do tênis , sobre monfies ele é considerado atleta pelo seus pulsos jogadas acrobáticas por isso , mas vc quer comparar a movimentação dele com Nadal e Djokovic ? Kkkkkkkkk monfies é tão fácil pontuar contra ele é só mandar no canto mas prefiro ele do que os dois atletas

        2. Jose Yoh

          Monfils lento? Acho que vc está enganado. Foi eleito por vários tenistas como o mais rápido:

          https://www.youtube.com/watch?v=t_bwJBfOeTw

          Nadal e Djoko esbanjam técnica (cujo mais importante fator é a consistência). Angulam bolas como poucos. Mantém bolas fundas como ninguém. Troque 10 bolas com eles e verá que a bola não é nada lenta também.
          Ninguém ganha slams sem técnica.

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          1. Nova geração tênis vem forte

            Vc quer comparar a movimentação do monfies com Djokovic e Rafael Nadal? KK esse lance do monfies ser eleito o mas físico é seus pulos jogadas acrobáticas que ele faz como domina seu corpo , pq no jogo é nítido que ele nem fica buscando as bolas no canto , ainda mas no fim do jogo que ele sempre está esgotado aliás nunca vi alguém abondonar tanto o jogo como ele ..mas tecnicamente ele é craque é Djokovic e Rafael Nadal são bons sim tecnicamente mas craques eu não acho

          2. Jose Yoh

            Não sou eu quem comparo ninguém. Veja o vídeo. São os jogadores, inclusive Federer, Nadal e Del Potro. Quem sou eu para achar algum deles rápido? Para mim são todos muito rápidos.
            Agora resistência é outra história. Monfils chega ao fim das partidas jogando metade do que sabe.

        3. Chileno

          Tem um detalhe também. Djokovic e Nadal são excelentes em técnicas diferentes. Porque chegar inteiro, ou ao menos o melhor possível, é só metade do trabalho. É preciso sim, muita técnica pra devolver funda e bem colocada uma bola em que você chegou meio atrasado, desequilibrado, e sem conseguir firmar legal os pés para executar o swing. É impressionante o quanto ambos são competentes nisso. Eles chegam no limite, às vezes correndo meio pra trás, e mesmo assim consegue devolver uma bola angulada, firme, com spin, e muitas vezes tirando do alcance do adversário.

          Claro que Federer tem mais técnica de modo geral que ambos. Ele simplesmente faz mais coisas, e com mais facilidade. Mas dizer que Rafa e Nole não têm técnica é um absurdo.

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  15. Sandra

    Dalcim , vendo esses jogadores de tênis , jogando com uma pressão imensa, para ser sincera , admiro mais a força mental deles que o próprio jogo de tênis , por isso a minha pergunta , eles podem tomar ansiolíticos??

    Responder
  16. Nova geração tênis vem forte

    Pow já estou com saudade do tênis KK………. Eu sei que a temporada e dura muitos jogos ..pra mim deveriam ser menos jogos na temporada porém mas bem distribuídos em dezembro deveria ter competição de alto nível até o dia 10 pelo menus ………. Muito tempo sem tênis nesse fim de ano é

    Responder
  17. Marcelo

    Resumo da nova geração: Zverev está bem à frente dos demais, pronto para ser protagonista, falta romper a barreira dos slams.
    Khachanov, Coric e Tsitsipas estão entre aqueles que podem chegar ao top 10 em 2019, e têm mostrado tênis para isso. Medvedev corre por fora nessa turma.
    Shapovalov e De Minaur são muito jovens, o australiano demonstrou grande progresso técnico, enquanto o canadense passa por um momento de afirmação e consolidação. Ambos na minha opinião lutam pelo top 20, e correm atrás do primeiro título de ATP.
    Tiafoe, Rublev, Chung e Fritz já estiveram em momentos melhores, ainda não engrenaram de vez, mas podem sim conseguir ótimos resultados.

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  18. Sandra

    Dalcim, como vai? Vendo o jogo da Davis , muito demorado por sinal , vejo o Tsonga jogando e percebemos que ele não tem a mínima condição de jogo . Para que joga ?? Para pegar ritmo pelo tempo parado ,:não acredito em amor à pátria , a Fraca está cheia de bons jogadores

    Responder
  19. Bartolomeu

    Minhas previsões, um tanto furadas para 2019:

    Federer vai ter um ano inferior ao mágico biênio de 2017/2018, mas passará dos cem títulos na carreira. Prevejo uma chance maior de voltar a ganhar o Australian Open, por ser um torneio de início de temporada, em que o físico vai estar melhor recuperado, sem o cansaço de estar no meio da temporada.

    Nadal será destronado em Roland Garros, o que não dizer que não vai voltar triunfar em Paris. Mas a minha aposta, em 2019, é que outro tenista leva o troféu no saibro.

    Djokovic deve ganhar um ou dois slams. Favorito para terminar o ano como número 1.

    Alguém da nova geração deve ganhará um slam, e não será necessariamente o Zverev.

    Murray se aposenta. Wawrinka terá alguns momentos de brilho, mas sem regularidade.

    No final da temporada, teremos os seguintes jogadores no top 10: Zverev, Tsitsipas, Khachanov e Coric.

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  20. Rodrigo S. Cruz

    De acordo com Feliciano Lopez, o próprio Nadal reconhece que o arquirrival suíço é melhor do que ele.

    Acho que esta afirmação não será fácil de ser digerida por alguns…

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Essa afirmação é intrigante Rodrigo. Nem carecia do López dizer isso, porque o Nadal sempre fez usou essa afirmativa em suas várias entrevistas.
      Mas o que é realmente intrigante é o fato de Nadal, exceto de 2017 para cá, manter uma larga vantagem no confronto direto com Federer e eu pergunto: é sinceridade ou sarcasmo? E como explicar uma sinceridade sobre achar alguém melhor que você, sem conseguir te vencer?
      Desde a primeira vez que vi Nadal fazer esse tipo de declaração, me plantou uma pulga atrás da orelha.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Olha não tem sarcasmo nenhum, Luiz…

        De fato, o Federer nunca consegue (e nem conseguirá) vencer o Nadal… no SAIBRO!

        Mas vamos ser sinceros: quantos conseguem?

        O que mais se aproxima do Nadal ali, é o Djoko…

        Em 15 confrontos, o suíço só venceu o Nadal no saibro, em duas oportunidades.

        Porém, nas outras superfícies, dizer que o Federer não ganha do Nadal é mais do que má vontade, é FALÁCIA mesmo…

        O espanhol perdeu as últimas 5 partidas para o Federer.

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Sim, mas faça a si mesmo essa pergunta:

            Qual é a superfície em que o tênis do Federer é nitidamente menos expressivo?

            É justamente aquele piso, em que o Nadal é considerado o melhor jogador que já existiu.

            Por sua vez, qual a superfície em que o Nadal é menos expressivo?

            Na grama. Habitat natural do suíço. Embora, este tenha menos domínio ali, do que o Nadal tem no saibro.

            Já nos confrontos em pisos sintéticos, há um equilíbrio.

            Com vantagem do Nadal antes de 2017, e vantagem do Federer após…

  21. B

    O ano que vem promete muito. Vamos descobrir o verdadeiro Djokovic…se seu físico está mais vulnerável ou se esse ano ele se desgastou mais devido à busca da maneira certa de jogar devido ao retorno após a lesão. Veremos se Nadal compreendeu que não tem mais escolha…ou joga agressivamente como em Wimbledom contra Novak ou não vence mais Majors jogando 900 horas como no USO…Veremos se Federer ainda possui gás para grandes conquistas ou se só chega às semis…Se Murray e Wawrinka ainda podem ser competitivos. E alguém sabe do Berdich?
    Bem, aguardemos…

    Responder
  22. Nova geração tênis vem forte

    E tinha genti reclamando do meu Nick esses dias …….. Kkkkkkkk quem conhece conhece faz 2 anos que as vezes escrevo com esse Nick e acertei sabia que essa geração era forte muitos preocupados que não ia ter mais craques ..já que acertei a 2 anos atrás agora vou mandar essa , a nova geração e melhor que a atual , e vou dizer e a melhor que já existiu e ano que vem vao comprovar isso teremos a maior briga pelo top 10 da história ……..Djokovic aproveite que ano que vem será seu último de melhor do mundo e não e certeza de vc se manter no topo do mundo ano quem .. pq essa nova geração são muitos no estilo Federer clássico e técnico e habilidozo de jogar como o suíço . Só que com o físico de jogador atual.. então será mas divertido de ver essa geração pq eles correm igual Djokovic mas felizmente jogam como o Federer .. o melhor pra mim e Félix auguer mas e muito jovem ainda .. pro ano que vem o melhor e zverev mas Borna coric ta perto. Edmund perto aquele grego tá chegando tem o russo de todos oque mas me agrada não e o canhoto e o outro fugiu o nome agora ……….mas preparem ano que vem maior tênis da história o vamos aos nomes tem o super atleta Djokovic bom tecnicamente mas não brilhante.. mais é super atleta ngm pode negar isso .. tem Rafael Nadal mesmo estilo de Djokovic tem Murray voltando wawrinka voltando .. aí vem os futuros Federes .. zverev que promete brigar pelo topo esse ano .Borna coric Edmund tem os russos nao todos .. tem aquele grego . O próprio Roger Federer para abrilhantar o esporte … Ae tem Dominic thiem o japonês e cilic para encomodar.. olha vai ser demais viu ano que vem promete pra dar opinião aqui acho que começo de ano zverev e Djokovic vão começar a brigar pelo topo depois só o tempo dirá

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    1. Fernando Brack

      Acho que Murray e Wawrinka não voltam mais aos grandes títulos. Idem Del Potro. Em 2019, Slams e M1000s devem se resumir a Djokovic e aos expoentes da nova geração, com Nadal ainda levando alguma coisa grande no saibro.

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  23. Rubens Leme

    O circuito hoje tem 7 vencedores de Slams (Big 4, mais Stan, Cilic e Del Potro) e cinco vices (Tsonga, Berdych, Kei, Raonic e Anderson, descontando o cipriota Baghdatis, hoje quase aposentado) que podem voltar a jogar em alto nível se as contusões forem sanadas, o que dá uma possibilidade de termos 25-30 ótimos tenistas em 2019, um número incrível.

    Ainda acredito que Delpo, Murray e Wawrinka voltem a incomodar. Li uma matérias que os patrocinadores do suíço estão incomodados com a má fase atlética, especialmente a Yonex que renovou com ele por cinco anos, em bases milionárias. Parecem que exigem o Stan mais magro e dedicado aos treinos físicos, pois mostrou este ano que, em forma, ainda pode jogar em nível bem alto.

    Murray está tentando de tudo para voltar aos bons dias e, quem sabe, não renasçam em 2019, como Djokovic fez este ano.

    Preocupante mesmo é o tênis brasileiro com perspectiva zero de melhora.

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    1. Chileno

      Thiem foi finalista de RG esse ano também, se eu não estou enganado. No saibro, ele tem ido bem. Ainda não parece bom o bastante pra incomodar o todo poderoso Nadal, mas… quem sabe em 2019?

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      1. Fernando Brack

        Perspectiva zero mesmo pro tênis brasileiro. Totalmente decepcionado com Orlando Luz, Zorman, Bia Haddad e outros. Darão em nada. O Bello já era. Teremos que nos contentar por mais um tempo com Bruno e Girafa.

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  24. Rubem Corveto

    Parabéns pela ótima coluna mestre Dalcim. Penso que em 2019 deveremos ter o Kevin Anderson e Isner de volta ao devido lugar, juntos com os trintões Franceses.
    Acho que Stan Wawrinka e Andy podem voltar ao top 10 e disputar os Slans além dos torneios 1Mil.
    Ainda espero que Thiem, Kyrgios e Dimitrov disputem os Mil e até Slans em 2019.
    Uma diferença nestes anos de 2017/ 18, foi a variedade de ganhadores dos torneios 1.000, fora do Big3.

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  25. Sérgio Ribeiro

    O incrível é que todos concordamos que Thiem aos 25 , já faça parte de uma geração intermediária, em detrimento de Edmund ( 23 ) , Jarry ( 23 ) , Khachanov ( 22 ) , Coric ( 22) , Medvedev ( 22 ) , estes ainda na novíssima. O Titio Federer 6 anos mais velho que Novak e 5 a mais que Nadal , fazem parte da mesma geração para a maioria. Para mim eles sempre foram a Next Gen da época. Exceto Feliciano e Karlovic na ativa, Safin, Hewitt, Roddick, Nalbandian, Ferrero, Coria, Gonzales e CIA não aguentaram os pentelhos e fugiram da raia rs Mas provei com o tempo. “ A maior rivalidade da mídia “ possui apenas 38 encontros contra 52 ( por enquanto) de Novak x Nadal. E a Fedal jamais aconteceu no USOPEN. As 9 Finais de SLAM aconteceram graças ao talento de Roger , fazendo CINCO Finais em RG. Agora é a vez do Velhinho tirar o Time e deixar Sasha, Khachanov e CIA azucrinarem a vida dos já Trintões Novak, Rafa, Andy e STANIMAL rsrsrs Abs!

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    1. José Eduardo Pessanha

      Eu sou mais radical. Pra mim Nadal não faz parte da geração de Djokovic. Surgiu muito antes, junto com Berdych. O meu conceito de geração leva em consideração o surgimento e o desenvolvimento de tenistas ao mesmo tempo. No caso, Djokovic e Murray, sim, são o exemplo perfeito de “mesma geração”.
      Lembrando que Nadal entrou no top 50 em 2003 e o Djokovic entrou no top 100 em 2005.
      Abs

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      1. Sérgio Ribeiro

        A precocidade de Rafa Nadal , Pessanha, e’ ponto fora da Curva. Venceu seu primeiro SLAM aos 19 , já Federer aos 22. Mas o mais jovem N 1 do Mundo ( aos 19 ) Hewitt , e’ o verdadeiro contemporâneo do Suíço. Não dá pra tirar os 5 anos que o Craque tem a mais que o Espanhol. Estão pesando somente agora devido ao estilo de jogo de Roger. Já o Australiano apenas um ano mais velho ( estilo a lá Nadal ) , foi o Rei das Cirurgias. Rafa é apenas um ano mais velho que a dupla de contemporâneos Novak e Murray ( estes com apenas um mês de diferença ). Entendo e respeito o seu critério que acaba de vez com o surrado papo da Entressafra ( atribuída ao nosso amigo P.Cleto rs ). Abs!

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    2. Jose Yoh

      Bem apontado. Segundo muitos aqui do blog, Thiem é da mesma geração de Nadal e Djoko, afinal 6 ou 7 anos não fazem diferença no jogo. Em cinco anos veremos se as opiniões mudam.
      O interessante é que na época em que o sérvio era freguês do suíço (até 2010), a desculpa é que ele era muito jovem. A idade fazia diferença nesse caso.

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      1. Chileno

        Sim. Acho curioso isso. Quando Djoko era jovem, a idade era um argumento válido. Quando o Federer é velho, não tem nada a ver. É desculpinha, etc.

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    1. Luiz Fernando

      Daqui a dois eu acredito q poderão, daqui a 4-5 anos não acredito, embora veja Djoko com mais potencial q Rafa por ter menos problemas físicos.

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  26. Nando

    Mestre, a tal geração intermediária é conhecida tbm como a geração perdida (kkkkkkkk)…pois era esperado q eles estivessem dominando hoje.
    Dimitrov está com 26 anos e é o “expoente” dessa geração, junto com Raonic. Tá certo q o búlgaro ganhou Cincinatti e Finals no ano passado, porém esperava-se mto mais dele com ctz.
    Enquanto os Bigs tiverem físico, vão continuar dominando grande parte dos grandes torneios.

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  27. Wladner

    Realmente ano que vem está gerando expectativas elevadas. Impressionante o valor de um grand slam logo no início do ano com todos descansados e bem preparados. Ainda tenho fortes esperanças de ver Federer ano que vem selar o número 22 como imbatível com mais dois slams, AO E Wimbledon.
    Outro ponto interessante foi ter visto Nole ser abatido pelos Next gen. Com essa nova variável na equação acho que fica mais difícil para Nadal e Nole chegarem nos 20 de Federer.

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    1. Luiz Fernando

      Em primeiro lugar, será q foi apenas Nole q foi batido pelos nextgen? Acho q não. Em segundo, ninguem pode descartar ninguém de vencer isso ou aquilo nesse momento, mas creio q a chance de RF vencer dois GS em 2019 é bem baixa.

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      1. Marcos Eloi

        Sock é campeão de Finals, assim como Federer tem o ouro olímpico. kkkkk
        Mas o cara teve um lampejo no fim do ano passado e está curtindo a vida jogando tênis.
        Sem cobranças atingiu o ápice, tem um Masters simples e agora um Finals de duplas.
        Que seja muito feliz!

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  28. Miguel BsB

    Pois é Dalcim, só tenho dúvidas em que categoria classificar Dominic Thiem… Seria ele mesmo da geração intermediária, talvez pelos 25 anos seja sim, ou seria ele mais próximo da Nextgen?
    Acho e espero que em 2019 ele alcançará seu ápice técnico e psicológico pra conquistar seus maiores títulos. Roland Garros é uma grande possibilidade (vejo só Nadal e talvez Novak a lhe fazer frente), e vai beliscar algum Masters no piso.
    Um major no bolso o colocaria fora da geração intermediária que, na minha opinião, não será mais capaz de ganhar Grand Slam. (Dimitrov, Raonic, Nishikori, Goffin).

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  29. Thiago

    Dalcim,
    Lembre-se do Kokkinakis, ótimo jogador, que acabou se afastando muito devido as contusões. Deve voltar com força em 2019.
    Em 2018 já bateu ninguém menos que RF. Fico na torcida.

    Outro tenista que tenho acompanhado desde época de juvenil, assim como o Kokkis, é o Cristian Garin. Potencial para top 50

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      1. Thiago

        Caro Alessandro, você já o viu jogar?
        Em termos técnicos está no mesmo patamar de toda essa turma, exceto Zverev. Saque potente, ótimo forhand.

        Chegou no top 100 rapidamente, o que de fato lhe atrapalhou foram as lesões. Em 2019, se estiver saudável voltará tranquilamente ao top 50.
        Pode esperar.

        Abraços.

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