Sascha brilha, diverte e cala críticos
Por José Nilton Dalcim
18 de novembro de 2018 às 22:29

Alexander Zverev divide corações. Considerado o maior expoente da nova geração, acrescenta a sua coleção de grandes títulos o ATP Finals, quinto maior torneio da temporada, ao derrotar em sequência, e sem perder set, dois adversários que somam 11 troféus na competição e estão na lista dos melhores de todos os tempos.

Mas Sascha ainda não vingou num Grand Slam, irrita com seu comportamento por vezes juvenil, reclama demais dentro e fora da quadra, quebra raquetes e, dizem, tem sério problema com a disciplina, talvez o mais importante atributo de um tenista profissional.

Com um tênis de primeira linha e atitude exemplar, Zverev calou seus críticos num final de semana mágico. Ganhou de Roger Federer indo à rede, superou Novak Djokovic no fundo de quadra. Parece surreal. Lembremos ainda que barrou Marin Cilic em dois tiebreaks e foi de uma frieza cirúrgica no jogo que valia a semi diante de John Isner.

Esta é sua terceira real temporada entre os tops. Virou top 100 pouco depois de completar 18 anos, período em que se recusou a ficar nos challengers e se arriscou o tempo todo em qualis de ATP e Masters. Pensou grande, como tem de ser para alguém com seu talento.

A chegada de Ivan Lendl pode ter iniciado a transformação que tanto se cobra dele. O homem que mudou a vida de Andy Murray chegou pedindo maior rigor no trabalho físico. Sascha ganhou rapidamente massa muscular e vimos na final deste domingo o quanto isso fez diferença.

Lendl também é excepcional estrategista e provavelmente vai tentar tornar o forehand do alemão mais potente e eficiente, tudo muito semelhante ao que adicionou a Murray. Claro que Andy de então tinha mais pernas e versatilidade, mas faltava acreditar em si mesmo. Zverev precisa dar esse salto nos Slam.

A semana de Zverev deixa claro que ele está amadurecendo. Superou o amigo e ídolo Federer num jogo em que teve de lidar com o público e mostrar ousadia tática, encarou o embalado número 1 do mundo quatro dias depois de levar uma surra decidido a aguentar inúmeras trocas de bola sem perder a cabeça. Deixou escapar uma vantagem no começo do segundo set, mas jamais se apavorou. E fechou a cerimônia de premiação com um animado e divertido discurso. Ganhou bônus.

Nole, é verdade, foi caindo de produção a partir do final do primeiro set. Perdeu-se com seus erros e falta de potência do forehand, fez três voleios pavorosos e sofreu três quebras seguidas e uma quarta para perder o jogo. Muito para quem não havia cedido o saque até então. Houve uma queda física e a evidência disso foram a pressa para dar dropshot ou a busca do saque-voleio. De qualquer forma, Djokovic não tem do que reclamar de seu segundo semestre de ouro.

E mais
– Zverev é o mais jovem campeão de um Finals desde o próprio Djokovic, que tinha os mesmos 21 anos quando venceu a edição de 2008. A diferença, claro, é que naquela altura Djoko já havia conquistado um Grand Slam.

– Sascha é o terceiro alemão a conquistar o Finals. Boris Becker foi tricampeão em 1988, 1992 e 1995, enquanto Michael Stich triunfou em 1993.

– Com os 1.300 pontos que somou em Londres, Zverev termina a segunda temporada consecutiva na quarta posição. Está apenas 35 atrás de Federer.

– Em sua sétima final, Djokovic ficou com o vice no ATP Finals apenas pela segunda vez na carreira, repetindo o que aconteceu em 2016, quando perdeu a decisão para o britânico Andy Murray.

– Nole fecha a temporada com 9.045 pontos, mais de 1.500 de vantagem sobre Rafa Nadal, e tem apenas 200 pontos a defender até começar a temporada de saibro, em abril. Mas o espanhol também tem pouco: 360.

Mike, de novo
Para comprovar que é mesmo o maior duplista da história, Mike Bryan conquistou o Finals pela quinta vez na carreira em sete finais disputadas. O fato inusitado é que desde junho ele trocou de lado na quadra, passou a atuar do lado direito da dupla e ainda assim se entrosou tão bem com Jack Sock a ponto de vencerem os três mais importantes troféus desde então, ou seja Wimbledon, US Open e o Finals.

Mike tem 40 anos e acumula 121 títulos na carreira. Não tem a menor intenção de parar. Ao contrário, aguarda a recuperação do irmão canhoto Bob, que colocou prótese no quadril e tenta retornar em janeiro. Mike detém os recordes de mais títulos (112) e mais Slam (18), é mais velho número 1 e quem passou mais tempo na liderança (chegará a 474). Único a disputar 17 vezes o Finals – curiosamente, também se classificou com Bob em sexto lugar -, chegou a 42 vitórias. A maior coleção de títulos no entanto cabe a John McEnroe e Peter Fleming, com sete.

Sock, claro, é também um duplista de respeito. Há quatro anos, surpreendeu com o título de Wimbledon ao lado de Vasek Pospisil. Nesta temporada, com atuações sofríveis em simples, dedicou-se mais às duplas e venceu seu segundo Masters em Indian Wells  (ao lado do mesmo John Isner com quem ganhou Xangai no ano passado). Também foi campeão com o desconhecido Jackson Withron e com Nick Kyrgios. Vai terminar como número 2 do mundo.


Comentários
  1. Marcelo

    Dalcim,

    Aqui vai uma sugestão de um post futuro durante o período sem torneios importantes. Eu sei que isso já foi discutido aqui e ali, mas não lembro de um post específico. Bom, se olharmos para o passado, parecia que o Kyrgios seria o grande nome da nova geração. Não parece haver dúvidas quanto ao seu potencial. Entretanto, não apenas ele está sendo superado pelo Zverev, como por outros tenistas da nova geração. Não valeria a pena uma discussão mais detalhada sobre o assunto? Será que o australiano ainda tem solução?

    Abraços.

    Responder
  2. Daniel Centini

    Nao sei o que leva uma pessoa a ofender tanto assim os demias participantes, como fez o careca abaixo. Calma rapaz!

    Lamento a saida do Oswaldo Aranha. Pelo menos ele disse um ate logo. Tem gente que faz drama, chora, diz que nao volta mais mas depois retorna como se nada tivesse acontecido, e pela segunda vez.

    Responder
  3. Chileno

    Bom… vamos por partes, já que não consegui comentar durante o feriadão prolongado.

    Federer fez uma partida medíocre contra Sascha. Novamente teve o saque instável, e seus golpes estiveram curtos e lentos durante praticamente a partida inteira. A maior parte dos golpes mal passavam a linha do T. Agora ele afirma que novamente está sentindo dores na mão, o que explicaria bem esse rendimento ruim. Não espera-se que ele jogue bem todos os jogos. Mas quando até suas principais armas estão tão abaixo assim, é de se supor que há algo errado. Preocupa agora o que se segue. Será que o maestro precisará de cirurgia? Se precisar, será que volta a jogar, do alto dos seus 37 anos e com carreira tão vitoriosa assim?

    Djokovic jogou muito até a final. Venceu todos os adversários com facilidade e autoridade. Na final, não acho que ele jogou mal, embora obviamente não tenha feito sua melhor partida do ano. A questão é que pegou um adversário muito sólido e focado, que foi o que o barrou em meados do segundo semestre de 2016. Nole vem apostando muito na regularidade e contra-ataque. Mas quando seu oponente se mostra tão sólido e paciente no fundo quanto ele, ele fica meio vendido. Sascha não afinou, entrou nos ralis, errou pouquíssimo, marretou a amarelinha quando surgiam as oportunidades, e o sérvio acabou espanando primeiro, que é o ponto mais surpreendente desta final. E o Djoko parece ter desaprendido a jogar agressivo como ele fazia em 2011. Ontem provavelmente teria funcionado melhor, já que Zverev esteve tão sólido quanto ele nas trocas. Enfim…

    Quanto ao jovem alemão, bem… ele venceu o maior “não Grand Slam” dos títulos possíveis. E mais: o fez batendo em sequência duas lendas do tênis, sendo que um deles vinha totalmente embalado. Sua galeria de títulos é bastante expressiva para sua idade e seu jogo parece perfeitamente moldado ao tênis moderno. Um grande saque, golpes muito sólidos da base, um excelente backhand, movimentação boa para seu tamanho… neste Finals ele inclusive subiu bem mais à rede, e teve relativo sucesso. O único possível entrave que vejo nele é a atitude, que neste Finals foi louvável. A pergunta que paira é: será que ele vai manter a cabeça no lugar? Esperamos que sim. Em outros momentos, não foi assim.

    E sobre o prognóstico para a próxima temporada: Nole ainda é o cara a ser batido. Mas já não parece tão invencível quanto antes. As derrotas para Tsitsipas, Khachanov e Zverev o fazem parecer menos implacável. A nova geração parece realmente estar batendo na porta. Agora me parece mais palpável imaginar um título de Grand Slam para alguém da nova geração num futuro próximo. Quem sabe alguém não apronta já no ano que vem? Seria bacana. Nadal, Federer, Murray e Wawrinka são todos incógnitas. Qualquer um deles pode voltar com tudo no ano que vem. Mas ao mesmo tempo, fica difícil apostar em qualquer um deles no momento.

    Responder
  4. Rodrigo S. Cruz

    Espero que o Federer não precise passar por nenhum tipo de procedimento cirúrgico, no alto dos seus 37 anos.

    O que poderia significar o fim da sua carreira…

    Mas fato é que essas dores que ele vem sentindo na mão, preocupam, já que é algo que vem desde Wimbledon.

    Ou seja, não parece ser uma lesão qualquer, e muito menos uma desculpa, como alguns disseram…

    Pois todos vimos a queda de rendimento abrupta do suíço, nesse segundo semestre, por conta disso.

    Responder
    1. Fernando Brack

      Destaca-se o completo sumiço de seu notável neo backhand, exibido a partir do AO’17. Algo me diz que aquele golpe forçou demais sua mão e punho. Năo vejo outro motivo para ele tê-lo abandonado. Esquecimento é que não foi.

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      A última, acho que não…

      Se ele terminou 2018, ganhando vários torneios importantes, não vejo por que não possa seguir assim ate o fim de 2019.

      Responder
  5. Dominic DeCoco

    Dalcim, vendo as duas ultimas atuações de Djokovic em finais, vendo por exemplo, Nadal ano passado perdendo 3 finais seguidas, uma pra Querrey, por sinal, vendo Federer em 2014 e 2015 perdendo 11 finais, da pra se dizer que atualmente o tenista que passa dos 30 ainda chega em finais, mas não tem a mesma precisão de antes??

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não se pode generalizar. Nadal ganhou cinco finais este ano aos 32. Acho que tudo depende da semana, da sequência de jogos, da confiança etc e tal. Ainda acho que os trintões estão hoje em ótima forma e a ela juntam a experiência.

      Responder
  6. Rafael

    – Diferentemente do garoto Nutella do tênis, o cansado, vim comentar agora, depois de virar 23 horas na frente do computador de domingo para segunda.
    – Após ler os comentários da pasta, ficou claro que o melhor comentário – pelo menos o com que me identifiquei em relação ao teor, foi o de “Fabio
    19 de novembro de 2018 às 04:44”
    Nada a acrescentar depois disso.
    ____________________________________________

    Federer dá entrevista e diz que, avaliando seu ano, está surpreso em se manter tão competitivo aos 37 anos. Por um lado, tem que ficar feliz mesmo, é uma coisa única. Por outro, se ele já está se conformando, que seus torcedores não esperem grandes coisas. Pra mim o cara não pode se conformar nem na hora de morrer, isso é o que faz alguém grande. Era isso que me deixava doido com o Djoko abraçando árvores e o guru que dizia que o importante era jogar, não ganhar.
    ____________________________________________

    – Aproveitando o final da temporada do nosso esporte, venho deixar meus mais bonitos sentimentos e desejos ao Dalcim e ao pessoal do blog (mas só àqueles que já sabem quem são), com a esperança de que possam passar as festas de final de ano de forma alegre em companhia de seus entes queridos, Para aqueles que não tiverem companhia, os melhores desejos também, as festas podem não ser um período agradável, mas passa, como todos os períodos desagradáveis; espero revê-los aqui em 2019. À todos, um excelente 2019, com saúde e disposição para muito trabalho, e que todos tenham trabalho.

    – Aos parasitas, lesmas, bundões e outros organismos vivos-mortos que vagam pelo blog: tomara que vcs encontrem um significado e uma razão de existir. Alguns de vcs são deprimentes, outros, só sem sentido.

    Excelsior!

    Responder
    1. Gabi

      Rafael,

      acho que faço parte dos destinatários dos teus sentimentos e desejos de boas festas rsrs.
      Por isso, mas não só por isso, igualmente te desejo que hoje e sempre tua vida seja repleta de momentos inesquecíveis. E que a felicidade sempre encontre o caminho do teu coração.
      Muito obrigada por compartilhar teus pensamentos e opiniões conosco!
      Muitos beijos.

      Responder
  7. Fonseca

    Após vencerem o primeiro set, o Herbert simplesmente enterrou a dupla francesa. Incrivelmente viraram o super tie-break de 3 x 8 e tiveram Championship Point, mas acabou com Herbert “coroando” a atuação de gala fechando o jogo com dupla falta.

    Responder
  8. Fonseca

    Após vitória no primeiro set, o Herbert simplesmente enterrou a dupla francesa no segundo set (começando com um smash facílimo pavoroso na rede e duas duplas faltas no primeiro game do segundo set) )e no tie-break. Aí, incrivelmente viraram um 3×8 no super tie-break e tiveram champiosnhip point. Mas aí Herbert “solidificou” sua atuação fechando a partida com dupla falta….

    Responder
  9. antonio gabriel

    Mais um grande passo que da o Zverev em relação a ser o número 1 num futuro próximo, dos novos tenistas parece ser aquele que possui mais condições pra isso, principalmente pelo títulos. O próximo passo logicamente será a conquista de um Slam, talvez seja este ano, mas é uma coisa inevitavel, mas creio que teremos na temporada de 2019 uma das mais disputadas dos ultimos tempos, algumas das novas caras chegaram de vez e temos Stan e Murray voltando, para quem sabe, equilibrarem as coisas mais um pouco, além de caras como Delpo e Andersen em grande forma. Acho que Djoko precisa dar muita atenção na parte fisica para 2019, fazer um calendário mais enxuto e se preparar bem fisicamente será fundamental para continuidade do sucesso de 2018. Dalcim, as três derrotas sofridas por Nole para representantes da Next Gen neste segundo semestre foram pura coincidência, ou apenas um prenuncio do que esta por vir no circuito, o que você acha ? Um abraço e parabéns pela cobertura sóbria, imparcial e inteligente ao longo da temporada!

    Responder
  10. Nando

    Só foi o cotonete perder, q os fakes torcedores dele sumiram? Q coisa hein kkkkkkk
    Isso mostra q eles não gostam de tênis, gostam é do cotonete.

    Dito isso…Dalcim, acha q nadal e djokovic farão um calendário mais enxuto em 2019, comparado aos anos anteriores? Acha q nadal (fará 33 anos) tirará ao menos uns 3 torneios do seu calendário (3 nas hards) ?

    Responder
  11. Dalgllish

    Federer: “Não quero falar muito de minha mão, não deveria ser uma desculpa, mas é fato que me tirou um pouco o ritmo. Isso é algo que pode te afetar nos momentos importantes, como frente a Anderson em Wimbledon. Senti dor durante muito tempo, inclusive aqui em Londres. Espero que as lesões sumam durante as férias”, revelou Federer em entrevista ao jornal suíço Tages Anzeiger.

    Dalcim, o problema na mão foi o grande vilão no rendimento do suíço no segundo semestre. Provavelmente não se recupere para o AO 2019, talvez seja um caso cirúrgico. Aguardemos.
    Vc com sua experiência, acredita que isso foi o fator que mais influenciou na segunda etapa da temporada, ou foi a confiança?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não sabemos a exata extensão da contusão, mas qualquer tenista que tenha um de seus golpes mais importantes comprometido vai perder confiança, isso é fato.

      Responder
      1. PIETER

        Dalcim, você se surpreendeu com a revelação, pelo próprio Federer, de que ele jogou com problemas físicos grande parte do 2o semestre? A mim, desde Halle havia no ar algo de errado com ele, provavelmente físico, daí as suas atuações irregulares…

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sem dúvida, ele sofreu várias derrotas um tanto fora do comum, especialmente as de Wimbledon e ainda mais a do US Open, o que indicava algum problema físico (calor, costas etc.). Foi surpreendentemente saber que se tratava de algo na mão direita.

          Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      O Federer nunca foi mentiroso.

      Se ele se queixou da dor na mão, foi porque existiu mesmo.

      Quando o Nadal desistiu de Londres por lesão, eu não vi ninguém aqui dizer que era mentira…

      Responder
  12. Luiz Fernando

    Dalcim, esse pessoal do L’Equipe deveria ler seu comentário “nunca menosprezem RN e RF” antes de postar “chutes” p o ranking dos anos vindouros kkk…

    Responder
  13. Maurício Luís *

    Isso de ficar fazendo previsão, o que muitos amam de paixão, pra mim é pura perda de tempo. Faz-se uma previsão, depois dá tudo errado… e daí?
    Nem Federer, nem Djoko, nem Nadal… As três maiores torcidas frustradas. Não vai dar pra ficar trocando farpas, batendo no peito e dizendo “O meu é maior que o seu!…” Acabou o assunto…

    Responder
  14. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    Depois de tudo que aconteceu no ano, sobretudo o período pós USOPEN, fico com a impressão que ano que vem teremos um novo campeão de Slam. Se pudesse apostar faria, pois tenho isso quase como certo. O que pensa mestre?

    Responder
  15. Bartolomeu

    Para mim (podem me acusar de ser federista – admito) a grande façanha do ano foi do suíço, que, beirando os 37 anos, ganhou um slam (o seu vigésimo) e voltou ao número um do mundo, ainda que brevemente. É impressionante, considerando a idade do suíço e que, até o início do ano passado, parecia cada vez mais improvável que ele voltasse a triunfar dessa forma. E digo isso e termino com um ruim prognóstico para 2019. Penso que talvez seja o último ano do mestre no circuito. Penso que, se essa queda no rendimento do saque for decorrência de sua própria idade, e parece-me que é, não consigo imaginar como essa circunstância poderia ser superada.

    E Djokovic, para mim, conseguiu a segunda grande façanha do ano, com o seu grandioso segundo semestre.

    Nadal fez o que todos dele esperavam: uma espetacular temporada no saibro, e alguns bons torneios fora dele, até que se machucou no final da temporada. Por mais quantos anos veremos isso, não sei, mas duvido que ele chegue aos 36/37 anos.

    E tem a nova geração,claro, capitaneada por Zverev. A cada ano, um degrau é superado, e não falo apenas dele: ano passado, o triunfo num atp masters, agora, o triunfo no masters de final de ano. Acho que nunca um novo e jovem campeão de slam esteve tão próximo

    Responder
  16. Lázaro

    A projeção do L´Equipe sobre os Top 10 em 2018 foi notícia no site, iria colocar a sugestão após a matéria, mas tem que ter conta no Facebook e não tenho, então estou sugerindo para você Dalcim fazer ou repassar aos administradores do site, se julgar interessante, a seguinte proposta:
    Fazer uma previsão para daqui a cinco anos (2023) de como estaria os Top10 do Tênis Masculino e Feminino.
    Sugiro que façam duas listas para 2023, uma com especialistas brasileiros e uma lista com a opinião dos leitores. O que acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, mas a do Khachanov foi um tanto atípica, porque ele vinha da semi incrivelmente difícil diante de Federer. Mas é ótima ver que a nova geração está aproveitando cada chance que aparece, Daniel.

      Responder
  17. André Barbosa

    Dalcim, tenho uma dúvida: Imagine que o jogador saca o segundo serviço e o árbitro de cadeira ou o juiz de linha chama bola fora; então o sacador pede o desafio e vê que na verdade a bola foi dentro. Por que o tenista volta ao primeiro saque, já que a dúvida era referente ao segundo, há alguma razão específica?

    Pessoalmente acho isso injusto.

    Responder
  18. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, vou tirar uma férias do blog pois sempre respeitei os participantes, nunca lhes dei apelidos ou os destratei e vejo que a recíproca não é verdadeira; então não querendo participar dessa corrente de ódio, ausentar-me-ei por um período, para ver se baixa a paz nos espíritos. Abraços, parabéns pelo blog e até breve.

    Responder
  19. Márcio Souza

    Galera vejo muitos falando que “foi apenas um jogo que o Djoko perdeu”, mas vamos tacar um pouco de pimenta nas coisas.

    Cotonete depois de levar de forma brilhante Wimbledon levou uma entubada do Tsitsipas da nova geração, semanas atrás o Kachanov também da nova geração e pancadeiro não lhe deu a minima chance em Paris, e agora vem o Zverev com apenas 21 anos e entuba ele sem nem suar a cabeleira.

    Estaria o Djoko começando a arregar pra molecada da nova geração?
    E olha que nem estou falando do Chung no AO porque ali ele estava ainda voltando de lesão.
    Mas acho que ainda veremos o Cotonete penando pra vencer essa molecada que aparentemente não esta mais abaixando a cabeça pra ele.

    2019 vai nos dizer.

    Responder
    1. Chetnik

      Na verdade, contra o Corea ele ainda tava lesionado, tanto é que fez a cirurgia depois. Zverev e Khachanov estão empatados com o Djoko no H2H.

      De fato, o 2019 vai nos dizer, mas apostaria que o Djoko ainda vai dominar essa turma nos grandes palcos – GS.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Enquanto tiver o físico pra chegar em todas as bolas, o Djokovic vai ser favorito em qualquer torneio, exceto RG.

        Poderá também perder em algum dia de inspiração da Nextgen, ou uma apresentação de gala do Nadal e do Federer…

        Mas o sérvio não é o número 1, por acaso.

        É o homem a ser batido.

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Eu já acho que ele é favorito em RG e que esse será o último GS dele. Djokovic tem condições de ganhar do Nadal de olhos fechados. Já está no DNA dele a fórmula pra ganhar do espanhol. Com 50% de seu nível ganhou do Nadal 100% em Wimbledon.
          Abs

          Responder
          1. Renan Vinicius

            Djokovic ganhar do Nadal em RG?? kkk Existe esta possibilidade, mas é bem remota, pois o HTH dos dois lá é de 6×1 a favor do espanhol.
            Em Wimbledon os dois jogaram 100% e Nadal só não ganhou pq não quis, desperdiçou muitos breaks.

    1. Nando

      Tiveram surras bem maiores q esse placar em final de Slam…segue:
      Federer 6/0 7/6 6/0 Hewitt (USO 2004)
      Villas 6/0 6/3 6/0 Brian Gottfried (RG 1977)
      Fred Perry 6/1 6/1 6/0 von Cramm (WB 1936)
      Connors 6/1 6/0 6/1 Rosenwall (USO 1974)

      E segue tbm o números de pneus q cada um do Big3 tomou na carreira:

      Federer 4 (3 deles em 1999) (1 do nadal)
      djokovic 9 (1 do Federer)
      nadal 15 (3 do Federer, 1 em cada piso)

      Responder
  20. Renato

    O back do Zverev está quase no mesmo nível do sérvio tosco. Em breve será melhor.

    Novak se tornou o lanchinho favorito da nova geracao. Kkkkk

    Rodrigo, não e possível pedir coerência pra um doente. Esqueça!

    Responder
  21. Júlio Marinho

    Fale Dalcim,

    indo para uma parte mais técnica e vendo o sofrimento que o Zverev tem nos GS em não encurtar jogos (nem lembro qual, disputou 3 jogos de 5 sets seguidos), tudo não passa por ele usar a direita como foram nesses últimos dois jogos? Agressiva, angulada, profunda? O voleio melhorou é verdade, mas sempre achei que o problema dele é que por ser tão regular, tanto com a direita e esquerda, deixava de evoluir a direita e o adversário colocava ele para correr quando só passava uma bola central de forehand sem tanto peso. Para mim, é paradigmático aquele matchpoint que salvou contra o Gasquet e que, se não errava, também não finalizava. Com o back dos deuses, um saque pesadíssimo, voleio decente, só faltava mesmo criar um forehand médio (não o de risco, porque esse todo mundo pode ter forte), com mais peso e profundidade. Mesmo tendo melhorado nesses últimos dois jogos, acho que ainda há mais espaço para o forehand (sobretudo cruzado), ficar mais decisivo. Aí será um tal de bola curta e voleio complementar, que encurta vários jogos. Eu sempre acho que o talento de improvisação não supera o padrão de jogo de qualidade. O improviso vem em uma ou outra bola e é bem-vindo, mas não dá para viver disso, e é por isso que o Kyrgios vai continuar onde está. Um dia ganha do #1, mas o resto do ano, passa aí colecionando eliminações precoces. A cabeça dele me parece boa e a experiência tão cedo começa já a colher frutos, bem mais cedo que a gente imagina. Onde você acha que deve mais melhorar: forehand, voleio, deslocamento para as deixadas, slice? Nem vou falar saque e back, né.. rs! Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Como destaquei no texto, Júlio, o ponto crucial era a preparação física e foi a primeira coisa que Lendl se preocupou. Porque não adiantam golpes espetaculares no tênis de hoje se você não tiver físico. E não é só uma questão técnica, é mental também: se você confia no seu corpo, não se desespera, não corre tantos riscos, não se abala com um set ou um jogo mais longo. A partir daí, Lendl deve mexer um pouco no forehand – como fez com Murray – e o fato de Zverev estar jogando muita dupla acabará lhe dando confiança na rede (mas ele não voleia nada mal, seu problema é chegar bem lá na frente). Abs!

      Responder
  22. Paulo F.

    Como eu falei anteriormente, se o Zé Verev fosse agressivo e o serviço funcionasse, teria chances.
    Foi o que aconteceu.
    Parabéns ao russo, merecida e justa conquista.
    Lendl mito – já tirou 90% das manhas do bebê mimado e chorão.

    Responder
    1. antonio gabriel

      Acho interessante o pessoal aqui que insiste em chamar ele de russo, seja por brincadeira ou seja por acreditar que ele ainda é russo, pois apesar dos pais serem russos nasceu na Alemanha e claramente optaram por fincar raízes naquele país. Fico aqui pensando todos os grandes esportistas brasileiros com sobrenome estrangeiro que ganharam honrarias no esporte, a começar pelo proprio GUSTAVO KUERTEN, trabalhei com italianos e eles me perguntavam o por que eu estava torcendo para um sujeito que não era brasileiro, pois ele tinha nome de alemão. Eles eu até entendo de fazerem esta “critica”, mas brasileiros ainda fico confuso….

      Responder
  23. Sônia

    Dalcim, duas perguntinhas… aquele tubo de bolas autografado por Roger Federer valendo os 98, 99, 100 torneios do RF foi cancelado né? Pois era referente ao ano de 2018. O Marcelo Melo é casado ou tem namorada(o)? Beijos.

    Responder
  24. jmsa

    Bom dia Dalcim !
    Eu vejo que para jogar contra um dos big 3,essa nova geração já consegue fazer frente nos masters,mas nos grands slams ainda não vejo eles terem a consistência necessária para isso.Eu acredito que dificilmente existirá jogadores no circuito masculino que ganhem um slam antes dos 25 anos,concorda ou acha prematuro essa avaliação ?
    Como sempre excelentes textos da sua parte.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, Jorge, os Slam exigem consistência física e mental muito além dos torneios tradicionais. Acho que Thiem chegou bem perto e acredito que Zverev, ainda com 21, tenha uma chance realmente grande. Abraço e obrigado!

      Responder
  25. Kennys

    Dalcim, a padronização dos piso, deixando-os mais lentos em 2008, atrapalhou muito o Federer, tendo em vista que de 2004 a 2007 ele sempre ganhou 3 Slans por temporada, com exceção em de 2005 que ganhou 2. Em 2008 só ganhou o Us Open e mais 3 títulos, sendo 1 em Halle (quadra rápida); portanto, até aquele momento, 2008 foi a pior temporada do suíço depois de 2002. Depois da padronização ele ainda ganhou 8 Slans, mas nunca mais teve o domínio como nos anos anteriores, da mudança dos pisos. Acredito que se não tivessem ocorrido tal mudança o Federer estaria caminhando para no mínimo 25 Slans.
    2004 a 2007: 11 Slans em 4 temporadas
    2008 a 2018: 8 Slans em 11 temporadas

    Nada prejudicou mais o Federer que essa mudança, vc não acha?

    Acredito que a nova geração não passará de 2020 sem um Slam, concorda.

    Responder
  26. lEvI sIlvA

    Estava vendo algo e me intrigou as coincidências 18 anos depois.
    **********
    MASTERS CUP 2000 X ATP FINALS 2018
    *Em 2000, os finalistas saíram do grupo onde estava Gustavo Kuerten. – Agassi e Kuerten
    *Em 2018, os finalistas saíram também do mesmo grupo. – Djkovic e Zverev. E ainda pra completar o grupo foi denominado Guga Kuerten.
    *Tanto em 2000, quanto em 2018 os campeões do torneio perderam na fase de grupos pra seus adversários nas Finais.
    * Kuerten em 2000 e Zverev em 2018 derrotaram nas SF e Finais os maiores tenistas e campeões do Finals.
    * Kuerten quebrou o saque de Agassi 3 vezes em 2000, Zverev fez o mesmo em 2018 contra Djokovic.
    * Kuerten e Zverev chegaram sem muitas perspectivas de brilhar no Finals, ambos mostraram que jogo se ganha em quadra!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bem curioso, Levi. Segundo a ATP, já houve 11 finais em que os adversários também haviam se cruzado na fase de grupos e em 9 ganhou aquele derrotado na classificatória.

      Responder
  27. Marcio

    Ganhar o sexto finals é mais difícil, calma, ainda acredito que o djoko chegue e talvez até ultrapasse esse número. É possível.
    com relação aos números máximos do Tênis, continuam os mesmos.
    237.
    308.
    20.
    06.
    Números postados em ordem de importância e dificuldade.
    Abraço.

    Responder
  28. Ricardo - DF

    Sábado, deu pena do Zverev, sendo vaiado na entrevista quando falou do incidente com o gandulinha. Pessoal fica se perguntando se ele teria a mesma atitude se estivesse para dar um winner na rede, pura maldade…

    Ontem, além de um grande jogo, uma bela e divertida entrevista! “Hey, I’m not done yet!” kkkk

    Zverev se consolida com o mais promissor da nova geração. Para mim, ele e Tsitsipas, em primeiro plano, e Khachanov , Coric e Thiem em segundo, podem trazer surpresas em 2019.

    Dalcim, será que veremos, enfim, um nextgen levantar um Grand Slam ??? Quais seriam os candidatos a cada Slam ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      De todos, vejo Thiem mais perto da meta, em Roland Garros. Zverev ainda precisa mostrar consistência. Se Lendl conseguir trabalhar sua cabeça, ele fica perigoso em qualquer Slam e acho que Austrália já poderia ser um deles. A grama ainda é para os mais experientes.

      Responder
  29. Tadeu

    Mestre,

    Zverev ontem teve uma atuação de gala. Ainda que tenha apresentado uma pequena oscilação no início do segundo set, praticamente não mostrou buracos em seu jogo. Sacou como os gigantes Isner e Karlovic e, como bem falou, superou Djokovic onde ele é genial: consistência nas trocas no fundo de quadra.

    Quanto ao sérvio, tanto em Paris como em Londres, a sensação é que o cansaço físico e mental também foram limitadores. Djokovic é ‘expert’ em não largar o osso, mas me pareceu sem paciência e disposição para tal em ambas as finais, ainda que pese o belo jogo do alemão e Khachanov na capital francesa. Concorda?

    Vale salientar também que um ‘ingrediente’ atual do sérvio, o serviço, que vinha sendo eficiente e funcional, o deixou na mão em boa parte do duelo diante do Zverev também, que chegou a se equivaler ao Nole em porcentagem de devoluções.

    Grande abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Concordo, Tadeu. Com certeza, Khachanov se aproveitou mais do cansaço de Nole do que Zverev, já que o sérvio só fez jogos tranquilos na semana.

      Responder
  30. Fabio

    Dalcim, você não acha que o Finals tem perdido a graça nos últimos anos simplesmente pelo fato da as partidas não serem disputadas o bastante? 90% das partidas acabam em 2 sets.. esse ano nenhuma foi ao 3º set pelo que me lembro.
    Desde que foi para Londres, me lembro de poucas partidas terem sido extremamente disputadas. Todas elas acabam em dois sets e com 1:30 a 2:00 de jogo.
    Porque será isso? Seria 100% em função de ser um dos últimos torneios do ano e os jogadores já estarem mais desgastados?
    Um forte abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Apenas um jogo foi ao terceiro set, Fábio. Apesar disso, vários foram bem disputados, com tiebreaks e equilíbrio. Talvez um dos problemas sejam as contusões. Num ano, ficamos sem Nadal e Federer. No outro, sem Djokovic e Nadal. Agora, sem Nadal e Del Potro. Murray está há dois anos com dificuldades. Por último, acho que o piso poderia ser um pouco mais veloz para dar mais chance de terceiros sets e diminuir o desgaste de tantas trocas de bola. Abs!

      Responder
  31. Ronildo

    A imagem mais marcante para mim foi no intervalo entre os games em que a câmera estava passando pelas arquibancadas e focou uma linda mulher ao lado de um cara bem feinho (Davydenko). E ela tava com um rosto tão envergonhado que parecia que estava envergonhada do parceiro bem feinho! Só que ela se tocou disto, (que parecia, não que era) pelo jeito, e quando a câmera voltou, segundos depois, ela estava sorridente e abraçadinha com ele!

    Responder
  32. Márcio Souza

    Salve, salve galera!

    E a semana começa de forma maravilhosa só de sabermos que o Cotonete não conseguiu alcançar o mesmo número de canecos do Finals do GOAT, o que diga se de passagem seria uma HERESIA sem tamanho.

    Parabéns ao Zverev que jogou muito bem na semifinal e na final e que acabou levando o caneco de forma justa e merecida.
    Aos torcedores do Cotonete que cabem dentro dw um fusquinha, fica os meus sentimentos e a minha solidariedade em saber que mais um ano assim como em 2016 vocês irão comer o PERU DE NATAL GELADO, mas aconselho vocês na hora da ceia a tomarem junto um bom vinho pra ajudar a descer pela garganta que com certeza deve estar inflamada de tão quadrada depois dessa entubada do meninão alemão kkkkkkk

    Eu adoraria ver a cara de vocês assistindo ao jogo atônitos ao ver o moleque descendo o braço no Cotonete e enfiando winner atrás de winners kkkkk

    A cara de cachorro que caiu da mudança do Cotonete quando perde um caneco continua impagável kkkkk

    A todos vocês urubus e aves de rapina meus sentimentos e imagino que daqui a até o AO sera uma eternidade pra vocês porque o gostinho amargo de mais essa entubada vergonhosa demorará pra passar kkkkk

    E ai Chetnik ta mais calmo companheiro? Kkkk
    Agora segura que a zueira só esta começando, a maré virou de novo e portanto quem era pedra agora voltou a ser vidraça, então relaxa que eu prometo ser bem carinhoso com vocês kkkkk

    Um abraço a todos!

    Responder
    1. Chetnik

      Mas pera lá, Márcio. Ao contrário de domingos de outrora, quando você comeu uma picanha bem servida, regada à muita comemoração, dessa vez, você vai comer peru de Natal gelado, assim como nós, torcedores do NÚMERO UM do mundo 😉 rs.

      Responder
      1. Márcio Souza

        Fala Chetnik!

        Então depois do AO 2017 em que o Rei finalmente tirou a zica que ele carregava a quase 5 anos eu nunca mais vou precisar comer o PERU DE NATAL GELADO, pois tudo o que o Federer vier a ganhar daqui pra frente no circuito será lucro.

        Djoko e Nadal sim, ainda tem muita lenha pra queimar e que tem que ir buscar os recordes do suíço, então por isso que fica a zoeira com vocês, pois cada final perdida é mais uma chance de ouro de encostar no GOAT que foi pro ralo.

        Fedex claramente esta jogando suas últimas temporadas dando ainda tudo o que pode mas sabemos que mesmo pra um tenista espetacular como ele, pra ganhar os principais torneios ele vai precisar de muita sorte nos principais jogos, afinal de contas qual tenista da última geração conseguiu resultados expressivos com mais de 35 anos, e olha que o Fedex esta indo pros 38 anos.

        Por isso que caso ele venha ganhar mais algum caneco relevante, além de merecido a gozação com vocês será ainda mais emblemática, mas tanto ele como nós não iremos criar grandes expectativas, mas como diz o velho ditado:
        “ENQUANTO TEM BAMBU, TEM FLECHA!”

        Então não descartamos o velhinho, que pode sim quem sabe ainda voltar a aprontar em 2019, mas que o protagonismo vai ficar por conta de Djoko e Nadal isso não tenho dúvida.

        Abs.

        Responder
  33. Daniel

    Uma coisa eu não poderia deixar passar. Ontem o Djokovic foi tentar se aventurar na rede pra tentar volear com bolas que não eram praticamente winners. Que voleios pavorosos… Confesso que neste momento, não consegui segurar a risada e senti falta do Federer, rs. Não adianta, a praia do Djokovic e do Nadal é trocação de bolas com subidas pra rede só pra confirmar um ponto praticamente ganhou ou pra cumprimentar o adversário no final do jogo…rs

    Responder
    1. Sônia

      A própria ave comentarista disse que volear é só com Federer rsrsrs. Concordo contigo, voleios horrorosos e ainda dizem que o sérvio é o jogador mais completo bla bla bla bla… tadinho, “sofrência” apenas começando. Beijos.

      Responder
  34. Renan Vinicius

    É galera, não adianta, o jogo é jogado. Quem achava que este jogo pragmático do sérvio, que alguns cometem a injúria de dizer que é o “maior de todos” iria prevalecer neste domingo, viram outro jogador muito superior em quadra.
    Foi uma surra do alemão, que soube suportar as trocar de bola sem surtar. Agora vamos aguardar como será o próximo ano de Zverev. Quanto a Djokovic, quem acha ele vai papar tudo kkkkk vai cair do cavalo. Jogadores como Khachanov, Zverev e outros estão prontos pra jantá-lo…

    Responder
  35. Daniel

    Bem, essa surpreendente vitória do Zverev foi muito boa para o circuito. Recentemente eu estava começando a ficar preocupado de termos mais uma nova geração “perdida”. Parece que essa nova geração vai emplacar um grande jogador pelo menos, o Zverev. Ainda é muito pouco, espero que o Kyrgios, o Krachanov e o Thiem (esse eu acredito menos) se tornem maiores do que a turma Cilic, Nishikori, Monfils, Goffin, Dimitrov e cia.

    Acho que a mamata tem que acabar para Djokovic e Nadal a partir do ano que vem. Ao contrário do Federer, que teve como adversários mais jovens o próprio sérvio e o espanhol, que aos 23, 24 eram grandes vencedores, o Djokovic e o Nadal não pegaram nenhum fenômeno. Fica fácil demais assim. Nos vimos como o Federer, mesmo após o auge, conseguiu se manter firme e ainda ganhou muitos títulos importantes com a evolução de Djokovic e Nadal. Agora estou curioso como esses dois vão lidar, após os 31 anos, com grandes jogadores, tendo menos recursos que o suíço. Mas pra isso é preciso que tenhamos jogadores de verdade e não pangarés como Cilic ou Dimitrov, que já entram derrotados.

    Aí nós finalmente veremos quem é o gênio e melhor da história….

    Responder
    1. André Barcellos

      Ótimo comentário. Perfeito.
      Nadal ou Novak não tiveram que lidar, aos 28, 29, 30, 31 com algum fenômeno 5 ou 6 anos mais novo.
      Depois ainda falam de entressafra/
      Só agora, 10 anos mais novo que o sérvio , é que aparece um potencial número 1.

      Responder
  36. Renato

    Fica claro como o sérvio e tosco e limitado quando tenta fazer um drop ou um voleio, ou seja, variar. Não está nem perto de ser um dos cinco mais completos da história.

    Algo que chama a atenção e que Novak perdeu três finais de masters em tres jogos para a nova geração. Um freguês. Já não bastava ser freguês de Stan em final de slam. Será um bloqueio mental? Vergonhoso!

    Aqueles que chamam Zverev de garoto Nutella não entendem b… Nenhuma do esporte, obvio. Tanto e que sumiram.

    Responder
    1. Carlos Reis

      DjokoVICE continua com 5 ATP finals aos 31 anos, o craque suiço conquistou o 6.caneco em 2011, aos 30 anos. Nadal, de 32, jamais conquistou… NUNCA SERÃO!!!

      Responder
  37. Marcos Marinho

    O Zverev joga muito e precisa usar o seu biotipo em seu favor. Jogador alto e esguio, com passadas largas e ótimo saque, PRECISA ter nos voleios uma das principais armas de seu jogo. Se conseguir conservar sua regularidade do fundo de quadra e adicionar esses atributos para um jogo agressivo (saque + primeira bola + voleios certeiros) será um atleta talhado para a quadra dura e muito difícil de ser superado. Se adicionarmos a isso um bom poder de concentração e controle mental, teremos a receita de um grande campeão que poderá exercer hegemonia sobre o circuito logo.

    Dalcim, Djokovic de 2008 vs Zverev de 2018, ambos ao fim dessas temporadas com título de Finals, quem você acha melhor? Acho Zverev de hoje um pouco mais completo que aquele jovem Djokovic, apesar de o jovem sérvio ter vencido na Austrália naquele primeiro ano.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que difícil de fazer essa comparação, porque o tênis mudou muito em 10 anos. Mas a rigor acho que você está certo. Djokovic de 2008 era um pouco menos versátil.

      Responder
  38. Rodrigo S. Cruz

    CHETNIK, “O IMPARCIAL” .

    Resposta de Federer sobre a polêmica com o boleiro:

    “He said, ‘Yes, I did drop the ball.’ From that standpoint, it’s ok, no problem, that happens. It’s all good. I hope he doesn’t have a sleepless night. It’s not a big deal at the end of the day. This is life, this is sport. Definitely not mad at him. It’s all good.”

    ” Ele disse: ” sim, eu larguei a bola”. ” Desse ponto de vista está tudo bem, sem problemas. Essas coisas acontecem, está tudo bem. Espero que ele não perca uma noite de sono, só por causa disso. Isso não quis dizer nada, no fim das contas. São coisas do esporte. Definitivamente não fiquei bravo com ele, por isso. Esta tudo bem”.

    Bom, eu não sei com detalhes o que o Djokovic fez na ocasião em que gritou com um boleiro. Só sei que foi algo que pegou muito mal…

    Agora vamos às “justíssimas” colocações do Chetnik:

    ” O Djokovic agiu na adrenalina do jogo, já o Federer com frieza, na entrevista e com ar condicionado”.

    (resumindo, o Djokovic é o santo, e o Federer o Satã)

    Mas como tu és IMPARCIAL e JUSTO, hein Sr. Chetnik?

    Kkkkkk

    Responder
    1. Chetnik

      Bem, eu tenho certeza que ele deu várias respostas sobre o incidente. A que eu vi, primeiro ele falou, ironicamente, que iria convidar o boleiro para jantar e arrematou, sarcasticamente, que esperava que o moleque conseguisse dormir, deixando claro ao mundo que o garoto fez M.

      Quanto ao resto, cabeça quente durante um jogo é a mesma coisa que cabeça fria em coletiva pós jogo? De qualquer forma, só tava ressaltando a incoerência e hipocrisia dos zumbis. Se o Djoko tivesse gritado COM O BOLEIRO – o que ele nunca fez – eu não teria passado pano nenhum, teria criticado, assim como eu já fiz várias vezes com ele.

      Responder
  39. Fabio

    Galera, o Dimitrov venceu o Finals ano passado de forma convincente… David Goffin triturou o Federer na semifinal e nenhum dos dois está no radar de ninguém que acompanha o esporte. Uma coisa que Federer, Djokovic e Nadal sempre fizeram com maestria foi serem competitivos constantemente, Nadal e Djokovic se machucam mais voltam e Federer sempre foi mestre em evitar lesões. Zverev elevou o nível, jogou bem mas isso outros já fizeram no passado, só pra citar alguns casos dá pra falar dos dois, Dimitrov e Goffin, além de Del Potro, Soderling, Davydenko, etc. Espero que Zverev tenha essa consistência de resultados que estão esperando mas é cedo pra prever; o mais fácil de se esperar é que exista uma geração que divida mais os títulos como na época do Guga, Rafter, Safin, Hewitt e com as finais de torneios grandes tendo maior variação até porque se repetir o que o Federer e o Nadal fizeram de 2005 até o começo de 2010 é meio improvável sem ter uma rivalidade definida. Na minha opinião, o que tá acontecendo é que o gás do três maiores vencedores não é o mesmo e no final do ano tá mais difícil chegar em condições de vencer abrindo portas para outros, Djokovic vai jogar o começo da temporada ano que vem, vamos ver se ele aguenta um ano inteiro, espero que sim mas a tendência é Djokovic ganhar na Austrália ou o Federer se o Djokovic deixar escapar, Nadal Roland Garros e aí quando a temporada vai se arrastando fica mais aberto para os outros.

    Responder
    1. TAE

      não tem variação porque hoje os pisos são todos iguais e lentos. a ATP acabou com a diferença de estilos e todos vão ser “copias” do Djoko/Murray no futuro proximo: Nishikori, Zverev, etc… apenas como exemplo, caras como Isner o Karlovic certamente teriam mais sucesso na “ex-grama rápida” de ou no piso de carpete, que foram abolidos…

      Responder
  40. Marcos RJ

    Nem resfriado, nem falta de preparo fisico: nesse domingo foi o tênis do Djokovic que envelheceu!!!! (aproximadamente 10 anos, a diferenca dele pro Zverev) HHAhahahahahhAHAHHaa

    Responder
  41. José Eduardo Pessanha

    Terminando a resposta pro Chetnik: do Finals de 2003 até Miami 2007, que dá um período de quase 3 anos e meio, Federer perdeu somente pra 11 tenistas. Isso jogando praticamente 90 jogos por ano. Djokovic em 2018 disputou somente 65 jogos e perdeu pra DOZE tenistas diferentes.
    Federer perdeu, nesse período de 3,5 anos, pra 11 tenistas, sendo que dez o venceram só uma vez cada (Henman, Nadal, Costa, Kuerten, Hrbaty, Berdych, Safin, Gasquet, Nalbandian, Murray e Canas) e Nadal o venceu 6 vezes. Foram 16 derrotas em 265 jogos. Um animal.
    Ou seja, trocando em miúdos, Djokovic nesse ano de 2018 perdeu pra mais gente do que o Federer em 3,5 anos, período esse em que o suíço disputou mais de 4 vezes a quantidade de jogos que Novak disputou em 2018.
    Abs

    Responder
    1. Chetnik

      Grande Pessanha, vou colar aqui a minha resposta então, ao responder a continuação.

      “Kkkk, isso que eu chamo de dados aleatórios. O Bjorkman era um tenista mediocre. O Hewitt um dos número 1 mais inexpressivos do tênis, o Djokovic o surrou a carreira inteira, inclusive recém saído da adolescência. O Roddick era um Isner com movimentação lateral e o Delpotro é um grande freguês do Djokovic – aliás, ao contrário do Federer, o Djoko nunca perdeu jogo de GS para o Argentino. Para finalizar, perder 6 vezes para o adolescente Nadal é digno de comentário? Kkkk.

      Na boa, Pessanha, o que você tava querendo provar com esses dados, pois não vi nada no post que justifique a sua afirmação, kkkkk.”

      Mas aí é fácil né, você pega 2018, que começou com o DJoko lesionado e que precisou de uma cirurgia, e só foi entrar em forma – parcial – lá pela metade da temporada de saibro, kkkk. Pega 2011, 2015, 2016 rs.

      Na boa, um cara que no auge perde do PEREBA do Gasquet, kkkkk. Isso deveria ser impressionante? Kkkk. Canas era fraquíssimo, assim como o Hrbaty. Outros aí não tem nada demais, e inclusive são fregueses do Djoko.

      Em resumo, não vejo nenhuma razão para o melhor Djoko não conseguir vencer o Federer naquela época.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Ué, e você queria que o cara ficasse 4 anos invicto, mesmo disputando 90 jogos por ano? rs O fato dele ter disputado dezenas de finais de 5 sets (Masters + Slams) nesse período certamente contribuiu para essas 16 derrotas, dado o imenso domínio de Federer naqueles tempos.
        Num circuito como o de hoje, com muito menos jogos e finais de Masters em 3 sets, o domínio seria maior. Não adianta, o cara é disparado o maior de todos. São dezenas de dados que corroboram essa afirmação. Até dados aparentemente menores, tais como o número de pneus tomados – acho que foi o Nando que publicou – são coisas animalescas. Tomou 1 pneu nos últimos 19 anos. Nunca abandonou um jogo, 10 finais de GS seguidas (seriam 19 se não fosse a mononucleose de 2008). Um monstro esse tal de Rogério.
        Abs

        Responder
  42. Rodrigo S. Cruz

    Mais uma vez ficou provado que o Djokovic em declínio físico, terá muitos, mas muitos problemas.

    O Nadal idem.

    A idade já está chegando pra eles dois, e sem o super-físico, os resultados não irão cair, irão DESPENCAR.

    Foi a primeira vez que eu vejo o Djokovic perder uma partida importante, porque faltou o gás.

    E tive de ver com os próprios olhos, para crer. Pois ele fez parecer que esse dia jamais ia chegar!

    E com todo respeito ao Zé Verev que calou a mim e a todos, e venceu dois Monstros Sagrados do Tênis em sequência, a exemplo do que Guga fizera em 2000; eu acho que dificilmente ele ganharia do sérvio, se este estivesse inteiro…

    Sem querer provocar a PIOR TORCIDA da Via Láctea, mas acho que quem nasce para Djoko, realmente não chega a Federer.

    Roger tem uma caixa de ferramentos vasta, que lhe permite se manter competitivo e regular, mesmo sem ter de correr feito louco…

    Por outro lado:

    Não vejo o Djoko quebrando todos os recordes principais do suíço.

    Não vejo o Djoko terminando no Top 3, ou beliscando o TOP 1, como o suíço fez em 2018.

    Não vejo o Djoko ganhando dois torneios Major, a exemplo do que Federer fez em 2017.

    Não vejo o Djoko com 7 anos, perdendo de um arquirrival 5 anos mais novo e no auge físico, por meros 7/6 e 7/6.

    Pergunto: o Djoko e Nadal são tenistas excepcionais, mas conseguirão se reinventar em idade bem avançada?

    Honestamente, penso que não…

    Eles são muito bons sim, mas o Federer é melhor.

    Responder
    1. Chetnik

      “Vasto arsenal”. Leia-se saque, kkkk.

      Até onde o Djoko vai chegar a gente não sabe. Até sábado ele era invencível e iria ganhar tudo. Agora já está em decadência. Aff. Foi um jogo só. Um jogo excepcionalmente ruim, mas ainda apenas um jogo.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É ÓBVIO que ele ainda não está em decadência.

        Pelo contrário, está pouca coisa do auge de 2015…

        Eu disse que uma hora a idade vai cobrar dele esse esforço físico todo.

        Só usei a derrota de ontem, pra destacar o quanto o jogo dele DEPENDE do físico…

        Nunca tinha visto o sérvio perder final de torneio , ainda mais Finals, por cansaço.

        Responder
  43. Ernesto

    Cenário 2019:
    -Australian Open: Federer
    -Roland Garros: Dominic Thiem
    -Wimbledon: Federer
    -US Open: Alexander Zverev
    -ATP Finals: Federer
    -Final Temporada n.1: Federer
    Djokovic e Nadal em 2019 não terão gás e parte física. A técnica não será suficiente para faturar Slam. Os babys terão descanso em 2019. Somente irão voltar a faturar 01 Slam cada em 2020. Djokovic ganhará mais outro em 2021.
    Federer leva 01 Slam em 2020, outro em 2021.
    Em 2022 nenhum dos três levarão Slam, e em 2023 os três aposentam. Finish.
    -Federer 24 Slams
    -Nadal 18 Slams
    -Djokovic 16 Slams
    Byby período áureo do tênis.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      2023 os três estarão aposentados rsrs aposto que em 2022 também. Federer acho que chega a 2021. Nadal até 2020. Cotonete também até 2021

      Responder
  44. Chetnik

    Dalcim, você vacilou nessa…comentou que o jogo seria às 17 e eu, que sempre tenho a cautela de conferir o horário dos jogos, comi mosca. Comecei a ver a partir do 3×3, não sabia nem se era reprise do jogo da fase de grupos, kkkk. Eu li que o jogo começou em altíssimo nível, então você fica me devendo essa rs.

    Do que eu vi, Djokovic teve um game muito ruim quando foi quebrado e o Zverev tava jogando demais. No segundo set o Zverev caiu muito, tentou entregar o jogo de todo o jeito, mas o 2a set do Djoko foi um dos piores que eu vi – em resumo, Zverev ruim, Djoko abaixo da crítica. Foi bem pior do que contra o Khachanov, embora a apatia e a falta de energia e paciência tenham sido as mesmas.

    Aliás, o segundo set me lembrou bastante a final contra o Murray em 2016. Após um semi final arrasadora, uma perfomance inacreditavelmente ruim na final. Outrossim, em ambos os casos, os adversários jogando bem meia boca e oferecendo um monte de oportunidade para o Djoko voltar pra partida, só que esse não parecia interessado…só pra deixar claro, tô me referindo ao 2a set do Zverev. No primeiro consta que ele tava imparável, com 88% de aproveitamento de primeiro saque.

    Agora é se preparar para 2019. Logo logo o AUSO tá aí.

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Haha. Já eu devia ter começado a ver a partida as 18h.

        Chetnik,
        Comentário perfeito! Realmente foi idêntico a 2016.
        O Djoko jogou demais na semi e na finalíssima foi deplorável.

        Responder
  45. Arthur

    Dalcim,

    Você viu a cara de felicidade do Ivan Lendl no box do Zverev?
    KKKKKKKKK
    Parece que o sujeito estava em um velório, não na cerimônia de premiação do seu pupilo, hehehe…
    Nisso o Murray supera o Zverev: quando o escocês ganhou o 3º WB, fez o tcheco sorrir.
    Um feito, realmente, hahaha…

    Um abraço.

    Responder
  46. Pedro

    Dalcim,

    Grande resultado para o tênis. A perspectiva de um novo nome para figurar como número 1, é muito bem vinda ao esporte. Depois de anos de domínio dos grandes 3, acredito que estamos vendo uma transição. Este alemão ainda não está com amadurecimento mental necessário, porém, de uma hora para outra isso acontece. Os golpes são muito bons. Saque forte e eficiente. Atitude vencedora. E a contratação de Lendl acrescentará bastante. A temporada do ano que vem tem tudo para ser empolgante. Zverev e Djokovic jogam muito bem também no saibro, além de Thiem. Com isso Nadal não terá tanta folga. Com os outros torneios de quadra dura sendo bem disputados, acredito que a pontuação dos primeiros será bem equilibrada no fim do ano. O suiço ainda pode chegar em quartas e semis em alguns torneios, talvez vencer um ou dois, mas, acho bem improvável ele ganhar um GS. Está mais para uma temporada de despedida para ele. Seria interessante ele ganhar mais um Wimbledon, mas acho difícil, embora não impossível.

    Responder
  47. Nando

    Parabéns ao Zverev…eu sinceramente não acrditava nele hoje, até tinha dito isso no post anterior, sobre ele não ter “medo” de jogar essa final, ainda mais depois da surra q tomou do cotonete no RR.
    Mas felizmente ele fez uma.bela partida, foi agressivo, aguentou as trocas de bola e sacou mto (exceto no game q foi quebrado). Subiu à rede…
    Parece q o “efeito Lendl” está começando a surtir efeito (claro q é fácil falar depois q ele venceu o Maior de Tds os Tempos e o atual N1 em sequência), e agora farão a 1° pré-temporada juntos, vamos ver o q ele “trará” de novo pro AO. Pode ser o salto, assim como foi pro cotonete em 2011 né.

    Responder
  48. Nelson Maciel Filho

    Hoje tive a oportunidade de assistir o jogo.
    Foi um bom jogo, ainda que o Djokovic estava apático, sem energia. Parecia cansado.
    Mas o Zevered mereceu a vitória com folga.
    Sacou muito bem e jogou muito bem no fundo de quadra.
    O alemão é um grande jogador e pode chegar longe.
    Quanto ao Djokovic, digamos que o seu segundo semestre foi magistral.
    No ano que vem teremos disputas mais equilibradas. Djokovic, Nadal e Federer ainda são os tenistas a serem batidos.
    Parabéns ao Zevered pela grande partida e pelo título!

    Responder
  49. Raul Patti

    Dalcim
    Caso o Federer não consiga defender o título do australian open, você acha que isso pode mudar substancialmente seus planos para a temporada ?

    Exemplos : Roterdã, Saibro, disputar atps 250…

    Responder
  50. André

    Primeiro, parabéns ao Sascha, acho que com um pouco de maturidade será um dos grandes.
    Quanto ao Novak, é um grande jogador, assim como Nadal, mas a mesmice que se reforçou com os dois está enchendo um pouco o s (desculpe o palavrão).
    Os dois, assim como 99% dos jogadores atuais, jogam no fundo, esquerda de duas mãos, raríssimas vezes voleiam, gostam de um spin, arriscam pouco e correm como loucos em cada jogada.
    Há algum tempo vc tinha jogadores de saque e voleio, ou jogadores de fundo que arriscavam mais (com um pouco menos de spin) ou mais jogadores de fundo com a esquerda de uma mão. Acho que pisos e bola eram mais velozes.
    Vc vê o Russo que ganhou do Novak, o Zverev…. jogadores de fundo, esquerda de duas mãos, correm como loucos, pouco sobem (exceção ao Zverev contra o Federer, mas apenas ontem) , muito spin. Mais do mesmo.
    Aposenta não mestre. O pessoal fala de entressafra, que absurdo. Nadal já lá em 2005, Novak em 2008 e Federer já tinha enfrentado Agassi, Sampras. Entressafra é do Novak e do Nadal, que não pegam uma nova geração boa há 10 anos. Torcer para essa ser melhor, mas como é mais do mesmo, terão que ganhar do Nole e do Nadal naquilo que eles reforçaram ( fundo, spin, correria e esquerda de duas mãos). Aposenta não Mestre

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Novak e Nadal não pegam uma nova geração boa há 10 anos… nova geração para valer, só depois da passagem do Big3(4) .
      E nesses dez anos citados, Novak venceu 14 GS, contra Federer (3), Nadal (3), Tsonga (1), Murray (5), Del Potro (1) fora o Kevin Anderson que esse ano apareceu mesmo. Está bom?

      Responder
  51. Marcelo-Jacacity

    Creio que temporada de 2019 está aberta, por ora, com um leve favoritismo para o nº 1 do mundo.
    Mal posso esperar o Australian Open-19. Será que Federer será tricampeão como o histórico recente aponta?
    Djokovic voltará a reinar no primeiro Major do ano depois de tanto tempo?
    Ou Zverev finalmente furará as quartas de final e levantará um troféu de Slam?
    Será interessante.

    Até Janeiro!

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Por falar nisso, quando será o sorteio da chave do Australian Open? rs

      Esse sorteio com o Wawrinka, Murray, Berdych (por que não?), Janowicz (cadê o polonês, Aurélio?) soltos fará com que o Slam da Oceania possa ser ainda mais empolgante.
      Sem contar que tem a volta de um tenista espanhol…

      Responder
      1. Chileno

        Impressionante como o Berdych não vai. Fico meio desapontado, porque gosto do jogo dele. Acho que ele não joga tanto a menos assim que o Cilic pra ter essa diferença no desempenho.

        Responder
  52. Marcelo-Jacacity

    Depois de quase dois anos jogados no lixo, em que pese a derrota de hoje, o sérvio tem que comemorar mesmo o segundo semestre fantástico.
    Para quem perdeu para Taro Daniel em março, atingir o feito de conquistar todos os Masters em Cincinnati, voltar a triunfar em Wimbledon e USOpen e terminar a temporada como nº 1 do mundo é um belíssimo retorno.

    Responder
  53. Marcelo-Jacacity

    Já temia pela derrota do Novak. Vejam:
    Enfrentar na final o adversário que foi derrotado na fase de grupos é péssimo negócio e um prenúncio que o pior virá. Resultado, o Zverev “limpou’ o seu jogo, acertou alguns detalhes e na final voou. Infelizmente o alemão não é Vitas Gerulatis.
    Kuerten é gente finíssima tem ótima relação com o Djokovic. Mas Novak, faça um favor, na próxima oportunidade caso vá à final, não deixe o Guga aparecer para entregar o troféu, o cara é pé gelado demais.
    Em Roland Garros-15, o Kuerten estava lá também para entregar o troféu ao campeão e o que aconteceu? Nem gosto de lembrar.
    Em 2012, a exibição do sérvio e do brasileiro no Rio foi muito bacana, mas dindim que é bom, nada. E Nole teve que entrar com processo contra a prefeitura carioca, pelo calote. Obviamente, Guga não teve nada a ver com isso.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não acredito que li isso , Marcelo rs Novak teve a CARA de PAU de antes da Final de Rolanga 2016 , pedir a GUGA já em Paris , se podia imitar o gesto que comoveu o Mundo , feito de maneira expontânea pelo Manezinho. Eu mandaria o Sérvio tomar… Gesto copiado e Caneco na mão. O pé frio e’ a meu ver, aquele que perde duas Finais de MASTERS em Sets diretos para o mesmo Danoninho rsrsrs ABS !

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Eu diria o seguinte: ganhar o primeiro jogo no Finals e voltar a encontrar o mesmo jogador derrotado outrora, na final, é encrenca na certa, vejam, Guga x Agassi em 2000 e o próprio Djokovic x Federer em 2015.

      Responder
  54. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,
    Você não acha que a prioridade nº 1 do Vadja e equipe é melhorar a parte física do Djokovic?
    Ele pareceu estar sem pernas em alguns jogos. Hoje ele desabou. Creio que o Vadja não pode preparar melhor o sérvio esse ano, pois, foi contratado com a temporada já em andamento.
    Provavelmente com a possibilidade de se fazer uma boa pré-temporada, o sérvio esteja bem melhor fisicamente em 2019.

    Responder
      1. Julio Cesar

        Eu queria saber exatamente isso. Há uma certa aparência de irregularidade, em alguns jogos foi excelente e, quando se pensava que iria manter o ritmo, ficou irreconhecível. Não há notícia de problema médico até o momento, Dalcim, ou apenas a tal gripe que persiste desde Paris? Três semanas de gripe. Coisa esquisita.

        Responder
      2. Marcos Ribeiro

        Matéria aqui no tenisbrasil na 5a-feira : “Forte resfriado é maior adversário de Djokovic.” Portanto, a nítida falta de energia na partida não foi devida à preparação física. Lucro para o Zverev. Bola prá frente. O próximo AO tende a ser muito bom e o nível dos jogos em 2019 tende a subir em relação a 2018, com a evolução do Zverev, do Caxa9 e o provável retorno do Murray, do Wawrinka e do Nadal.

        Responder
  55. Marcelo-Jacacity

    Já havia escrito ontem. Cuidado com o Zverev!
    O alemão jogou muito e fez por merecer o título.
    E o Djokovic foi jogar a pior partida dele, na final, acontece. Zverev foi bem, e ainda assim deu algumas oportunidades para o Nole no jogo. O sérvio foi mal na execução técnica e tática, erros bobos em dois 0-30. Pareceu que tinha tomado um calmante, não vibrou em nenhum momento. E aparentou muito cansaço.
    O saque tão elogiado, sumiu. O forehand, cadê? Nem o backhand estava confiável. Péssima partida.

    Responder
  56. Marcelo-Jacacity

    Primeiramente, um parabéns para o maior apoiador de Alexander Zverev, que acreditou desde o princípio e que refutou veementemente qualquer apelido depreciativo ao alemão.
    Sérgio Ribeiro, hoje é seu dia!

    Responder
      1. Miguel BsB

        Kkkkk verdade!
        Mas até um relógio parado acerta a hora 2x por dia… Rs
        Brincadeira professor! Rs
        Com o monstro Lendl ao seu lado, as perspectivas de grandes conquistas é bem grande pro Alemão.

        Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *