Nadal equilibra o Finals
Por José Nilton Dalcim
5 de novembro de 2018 às 23:48

Rafael Nadal foi até Londres… e não jogará o FInals. A notícia não é agradável. Ainda que o piso duro coberto esteja longe de ser seu forte – e a ausência de títulos no quinto evento mais importante do tênis masculino em apenas duas decisões disputadas reflete bem isso -, o canhoto espanhol fez uma grande temporada até a contusão na reta decisiva do US Open e pagou caro por isso. A perda da liderança do ranking foi talvez tão amarga quanto não estar na arena O2.

Se estivesse em forma, Nadal certamente colocaria um molho especial no sorteio dos grupos e certamente nas rodadas classificatórias, já que Roger Federer estaria como segundo nome em uma das chaves. A desistência mudou tudo. Agora, Novak Djokovic estará de um lado e o suíço, de outro. E a perspectiva óbvia e imediata, principalmente depois do espetáculo de sábado em Paris, é que os dois voltem a decidir o FInals, como fizeram em 2012, 2014 e 2015, sempre com vitória de Nole.

Com o número 1 garantido para o final da temporada, a quinta em que obtém tamanha façanha, Djokovic tem a motivação de buscar o sexto troféu no Finals e igualar assim Federer. Seu grupo terá Alexander Zverev, Marin Cilic e o estreante John Isner. Dois confrontos são muito favoráveis ao sérvio: 16-2 diante do croata e 8-2 frente a Isner, mas todos vimos como Cilic tem dado trabalho. O norte-americano pode jogar muito solto.

Zverev se diz esgotado, mas seria o candidato natural à segunda vaga. Tem 5-1 sobre Cilic e 4-1 contra Isner. Eu colocaria no entanto minhas fichas no croata, que tem 7-3 sobre Isner, ainda que Cilic nunca tenha feito uma semifinal nas três participações anteriores.

Federer por sua vez terá como adversários da fase classificatória dois grandes nomes da quadra dura, Kevin Anderson e Kei Nishikori, e a incógnita Dominic Thiem. O suíço terá a chance de se vingar da incrível derrota sofrida em Wimbledon para o sul-africano – quando deveria ter feito 5 a 0 nos duelos diretos – e tem largo placar de 7 a 2 sobre o japonês, a quem superou com folga na semana passada. Curiosamente, Thiem ganhou dois dos três duelos contra Federer, um deles em plena grama. Se o piso da O2 estiver tão lento como sempre foi, sua chance aumenta.

O equilíbrio do grupo também vale para os outros confrontos. Anderson acabou de perder para Nishikori e viu o histórico negativo subir para 3 a 5, mas ao mesmo tempo tem 6 a 2 contra Thiem. O austríaco ganhou apenas um de quatro duelos contra o japonês, mas fará sua terceira aparição no torneio. Anderson nunca esteve lá. Apostar em Nishikori não é mau negócio.


Comentários
  1. Mario César Rodrigues

    Federer,uma lástima de jogador,sinceramente não creio que vá jogar o ano que vem todo se for vai escolher WB para encerrar a carreira gloriosa.Mas hoje o Kei massacrou o Federer parecia um juvenil com espinhas no rosto! Percebo claro subjetivo falta de paciência,tática,sem jogo de pernas erros grotescos alá Feijão!

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  2. Rafael

    Meu Deus que menina é essa da equipe da Petra Kivtova (última à direita) na foto de chamada do TenisBrasil?

    Refiro-me à primeira da esquerda.

    Que rostinho lindo!

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  3. Luiz Fernando

    A despeito da clara falta de grandes resultados dos caras da nextgen, e de algumas atitudes inexplicáveis também, nao se se pode negar q a final de ontem foi espetacular. O grego me parece mais jogador do q o australiano e fez por merecer a vitoria, mas ambos jogaram muito.

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  4. Luiz Fabriciano

    Dalcim, vendo agora o confronto entre Thiem e Anderson, percebo o seguinte: o austríaco terá que fazer uma mudança radical em seu estilo para angariar grandes títulos, haja vista não possui um M1000 ainda, tais como, entrar um pouco mais na quadra para devolver saque – o narrador perguntou em um ponto, “cadê o Tiem?”. Outra coisa, ele em muitos momentos está como um goleiro de futebol, escolhendo o canto para defender um penalty, o que está rendendo ao Anderson alguns pontos diretos.
    E como erra o Thiem.
    Que achas?

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    1. José Nilton Dalcim

      Bom, o Thiem foi talhado no saibro e acho que ele espera fazer sucesso nesse piso antes dos demais. Porém, é certo que essas adaptações demoram a acontecer, ainda que ele já tenha título até na grama. Hoje ele errou bolas de meio de quadra muito fáceis por exagerar na dose. Acho que a parte mental dele também está desgastada.

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    1. Renato

      Acho a direita do Delpo melhor que a do Federer, Nadal não está entre os cinco melhores jogos de rede e Rafa não está entre os cinco primeiros backs de duas mãos.

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  5. Naira

    Dalcim, boa noite. tenho dúvida com relação aos Master 1000. O Master 1000 de Hamburgo, Alemanha foi rebaixado para ATP 500 em 2009. O Federer ganhou em Hamburgo 4 vezes (2002/4/5/7) e o Nadal ganhou 1 vez (2008). Entendo que este torneio conte como Master 1000 para ambos, correto? Em 2009 entrou Shangai no lugar de Hamburgo como Master 1000. Federer ganhou Shangai 2 vezes e Nadal 1 vez. Para Federer faltam Monte Carlo e Roma; e para o Nadal faltam Miami e Paris para fecharem os torneios Master 1000. Supondo que Federer e Nadal consigam conquistar os torneios que lhes faltam eles terão conquistado 10 torneios de Master 1000 superando os 9 do Djokovic, uma vez que o Djokovic nunca ganhou Hamburgo quando era master 1000. Isso é correto afirmar? A ATP sempre vai ter um máximo de 9 Master 1000 por ano? Isto é, para que tenha um novo Master 1000 algum dos existentes tem que necessariamente ser rebaixado? Pergunto isso porque se no futuro existirem 10 master 1000 por ano (por exemplo), o recorde do Djokovic deixa de existir, correto?

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, teoricamente seria tudo isso. Observe também que Nadsl ganhou Madri tanto no sintético coberto como no saibro. A ATP na verdade sempre quis somente 8 Masters, mas s pressão foi enorme para manter Monte Carlo. Ele então é M1000 mas não obrigatório. Abs

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  6. Maurício Luís *

    Boa noite, Dalcim. Duas questões que gostaria de colocar:
    – Esse Next Gen Finals conta pontos pro ranking da ATP?
    – Por que o Felix Auger-Aliassime e o Heyon Chung não estão participando?

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  7. Sônia

    Parabéns Dalcim, realmente esse grego está um degrau acima, joga muito, esse nasceu para brilhar, só acho que ter o papai como técnico não seja uma boa idéia. Gostei muito desse torneio e principalmente do nível da garotada. Várias jogadas com bons slices, drops, smashes, paralelas sensacionais, backhands cruzados maravilhosos, forehands potentes, garotada bastante consistente, com físico em dia, saques acima de 200km… enfim, 2019 realmente promete e muito. Creio que a única decepção em termos de desempenho foi o Tiafoe. Mudando de assunto, amanhã tem ELE, rsrsrs, na torcida. Beijos.

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  8. Sousa

    Rei da entressafra, será?
    Federer:
    Profissionalização 1998
    1º título de Federer: Milão em 2001
    1º Grand Slam: Wimbledon 2003
    1ª vez número 1: 2004

    Nadal:
    1º título: Sopot 2004
    1º Grand Slam: Roland Garros 2005
    1ª vez número 1: 2008
    Primeiro jogo da ATP: 2002

    Djokovic:

    1º título ATP: 2006
    1º Grand Slam: AO 2008
    1ª vez como número 1: 2011
    Primeiro jogo na ATP: 2003.

    Considerações importantes: Nadal já era top 5 em 2005 (chegando a ser o número 2, permanecendo durante as 160 semanas).
    Como podemos perceber, nos anos de ouro de Federer tanto Nadal como Djokovic já faziam parte do circuito (tenistas profissionais). Considerando ainda que, durante os anos de 2004 a 2009 foram seus principais anos ( se bem que os anos de 2004 a 2007 foram os incontestáveis melhores anos para o suíço, não esquecendo 2009 com a conquista de RG) podemos perceber que nessa época o Big 3 já estava bem presente e ganho muitos torneios e Slams; Djokovic, por exemplo, em 2007 venceu 5 torneios da ATP e Rafa venceu seu primeiro Slam já em 2005. Deve-se lembra que a primeira vitória de Djokovic sobre Federer ocorreu em 2007, e o primeiro confronto em 2006, ou seja, na época de domínio do suíço Djokovic já era um tenista perigoso, Rafa nem se fala.
    Portando, essa estória de entressafra não existe. Federer foi vencedor em duas gerações impecáveis do tênis, a do Big 3 (4) e a geração do Agassi.
    Contra fatos não há argumentos.
    Aceita que dói menos.

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    1. José Nilton Dalcim

      Farão adaptações dentro de um estádio, Nando. Não é um novo complexo. Arquibancadas e quadras ocuparão parte de um estacionamento.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Se ele não é o GOAT, quem seria então?

        Porque o Nadal, e também o Djokovic, ainda estão longe de se credenciarem a esse título…

        Temos o Laver, o Borg, e outros.

        Quem merece esse título pra você ?

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  9. Sérgio Ribeiro

    Da’ pra entender um pouco a inveja de muitos Marmanjos em relação a Nex Gen. Em luta amanhã quase meio milhão de Dólares, entre o melhor novato , contra o que mais evoluiu. Infelizmente a WTA ainda está um pouco longe deste excelente evento. A Band que tem oferecido este e outros importantes eventos, aprendeu com a ESPN, que a estatística Final dos jogos e’ despresivel. Ambos cortam ao final dos Sets e dos jogos, algo que acrescenta muito. O Backhand do Grego está indo pro lado de um STANIMAL ( questão de Tempo ). O Australiano e’ uma versão melhorada de seu Ídolo Hewitt. Voltam todas as bolinhas com a vantagem de botar mais a cara na rede. Mesmo que muitas das novas regras não colem , e’ um colírio para os amantes deste maravilhoso Esporte. Abs!

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      1. Rafael

        Fico pensando que exemplo para as tantas crianças o Tsitsipas está dando ao destruir o headphone, lembrando o grande Michael Douglas em “Um dia de Fúria”.

        —————————————————-

        Mudando de assunto, outro dia vi um pout-pourri do Nadal cumprimentando seus adversários ao final de grandes batalhas. Bem emocional o espanhol também, apesar de toda sua timidez. Achei super bacana.

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  10. Paulo Henrique

    Dalcim, não estou menosprezando/criticando e perdão pela minha ignorância. Federer foi eleito favorito dos fãs pelo 16º ano seguido. No entanto, Nadal é o tenista que mais têm seguidores nas redes sociais(talvez seja um parâmetro, não tenho certeza). Não há nenhuma relação entre esta decisão popular e as mídias sociais, sendo que esta votação é feita pelo público?

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  11. Sônia

    Dalcim, não sabia que esse grego era tão chiliquento, que garoto desagradável, destruiu o headfone (estão substituindo, na minha opinião não deveria). Creio que fez esse circo para desestabilizar o russo, outro nervosinho, mas percebemos que amadureceu um pouquinho. Lamentável cena, na torcida por alguma punição. Beijos.

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    1. José Nilton Dalcim

      Some a eles o Shapovalov, também muito esquentado. O Coric e o Khachanov também se descontrolam, Kyrgios nem se fala. Nova geração explosiva rsrs

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  12. Barocos

    Dalcim,

    Aproveitando que você forneceu um link muito esclarecedor sobre os problemas que o Nadal vem enfrentando em toda a carreira, e abusando da sua boa vontade, acho que seria muito esclarecedor para os torcedores mais fanáticos aqui do blog se você publicasse um artigo sobre os problemas enfrentados pelos 4 maiores jogadores desta era, quando eles ocorreram e quais foram os resultados que estes ocasionaram nos torneios nos períodos em questão. Acho que muitos torcedores aqui vão passar a se comportar mais civilizadamente após isto e irão demonstrar um pouco mais de respeito e admiração pelos adversários de seus ídolos.

    Fica a sugestão.

    Como sempre, parabéns pelo espaço.

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  13. Douglas Yoshida

    Por que o José Dalcim não comenta sobre tênis feminino? Não teve NENHUM texto opinativo nesta coluna do WTA Finals, o que acho absurdo! Pra dizer que não foi nada, teve um parágrafo comentando, depois que o torneio acabou! Desculpa a sinceridade, mas isso chega a ser desrespeitoso pra quem tem como maior representante do tênis brasileiro, uma mulher.

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    1. José Nilton Dalcim

      O Blog é um espaço onde coloco algumas observações para motivar debate saudável. Não dá para falar de tudo, então opto pelo tema mais relevante. O TenisBrasil fez seu ótimo papel em dar vasta cobertura ao circuito feminino. Abs.

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  14. Marcelo-Jacacity

    Renato, Saga de gêmeos:

    Grand-willy: Nadal
    Zig-zira: Nadal
    Sorte no cara e coroa: Nadal
    Sorte no chaveamento: Nadal
    Tio técnico: Nadal
    Mais forte: Nadal
    Fluência em espanhol: Nadal
    Canhoto: Nadal
    Resultado: Nadal_Supremo_melhor_de_todos 700 x 3 Djokonete

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        1. lEvI sIlvA

          Marcelo, creio que posso me incluir neste rol. Também estou bem representado pelo sérvio! rsrsrs Na verdade, creio que falo por todos os torcedores, sejam eles do Federer, Nadal ou Djokovic… Não há do que reclamar no tocante as conquistas do 3 ! (51 GS, mais 600 semanas como Nº 1, quase 100 Masters e por aí vai…!) Abraço!

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  15. Sônia

    Dalcim, impressionada com a concentração do australiano e também do grego nesse torneio. Os dois estão realmente com “sangue nos olhos”. Se confirmarem o favoritismo, será uma final imperdível. Parece até que já há uma “desavença” entre eles. Em quem voce apostaria (se eles forem pra final) como vencedor? Tsitsipas ou De Minaur? Beijos.

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    1. Lázaro

      Não sobre o Finals!
      Acabei de ver o jogo do Tiago Monteiro contra o Martin Cuevas.
      Como faz escolhas erradas em termos de tática e como é frágil na rede! Nenhum técnico consegue melhorar isso?!

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  16. Marcelo-Jacacity

    O De Minaur está jogando demais e passou à semi do Finals de Milão de forma invicta. Saque e golpes de fundo ganharam potência em relação ao início do ano e está subindo de vez em quando à rede. Evoluiu bem rápido e possui apenas 19 anos.
    Entretanto, os adversários contribuíram. Rublev (21) e Fritz (21) golpearam a bola cada vez mais forte como se não houvesse amanhã e sempre na mesma batida, bola meia altura. Variação zero de altura e efeitos, aí não tem jeito, uma hora a pancada ía pra fora. O australiano, agradeceu.

    Responder
  17. Maurício de Souza Fonseca

    Complementando, Dalcim, fiz a pergunta porque os Olympics de 2016, por exemplo, não deu pontos no ranking, mas valeu para todos o resto de estatísticas da ATP (número de títulos para os campeões, números de partidas na carreira, confronto direto,e tc).

    Responder
  18. Maurício de Souza Fonseca

    Mestre Dalcim, boa tarde.

    Sei da natureza experimental do ATP Finals Next Gen. Mas juro que achava que ele valia para títulos e confronto direto, etc.

    Mas ao checar no site da ATP, vi que consta zero título na carreira para o Hyeon Chung, que venceu o torneio em 2017.

    pergunto: o torneio não vale como titulo nem como estatísticas de Head to Head?

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  19. sandro mg

    Dalcim, vc que já acompanha o circuito há anos, vc acha que existe a mínima chance dessas regras do nexgen migrarem para o profissional um dia? Vc se lembra, nesses anos, alguma regra nas partidas que foram profundamente mudadas – desde a profissionalização?
    grande abraço

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    1. José Nilton Dalcim

      Houve sim alguns experimentos, como o tiebreak e o hawk-eye mas a maioria é vetada pelos tenistas. Essas do Next Gen acho bem difícil de avançarem a médio prazo.

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  20. André Barcellos

    Há uns 3 posts atrás recebi uma resposta de um cara chamado “rubao”, que me chamou de burro, do nada, por eu ter levantado que a diferença de 6 anos entre Federer e Djoko favorecem o sérvio, e que os dois não se enfrentaram em 2017, o que certamente daria uma cor diferente no H2H a favor do sérvio.
    Não vi antes.
    Impressionante como se ataca com adjetivos atrás de um computador. A internet e seus anonimatos é uma fábrica de “valentões”…

    Não sei se é um retrato da imbecilização derivada da política e seus polos ou só falta de educação mesmo.
    Pra quem desconhece o básico das relações, uma novidade: vc pode discordar sem ofender.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      E acrescento que concordo com cada palavra tua…

      De fato a idade e o momento do Djoko lhe conferem considerável vantagem.

      E o desempenho físico e técnico do Federer, em 2017, foi superior ao atual.

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  21. Thiago

    Dalcim boa tarde,
    Fugindo um pouco do tema, e falando um pouco sobre tênis sul-americano, mais precisamente o chileno.

    O quanto o jovem Christian Garin pode conseguir em sua carreira. Não vejo os especialista o inserirem com um grande nome da nova geração, mais o garoto joga um belo tênis, e talvez seja o maior candidato a surpresas na temporada de saibro principalmente para o ano que vem.

    Vem jogando muito, e já 87 do mundo. Sem falar no Jarry, que também tem pouco holofote é já é 39 do mundo, a frente de muitos norte-americanos do chamado Nextgen.

    Acho tem a ver o fato de serem chilenos, e não serem dos grandes centros.

    No mais, torço muito ao Garin calar a boca de muita gente ainda.

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  22. Rafael

    Outro cansado da NextGen, o Tsitsipas, reclamou da imposição do tenista ter de pegar sua própria toalha, pois seria uma “obrigação” dos garotinhos entregar a toalha para eles.

    Esse é o mesmo gentle boy que arrancou a raquete do plástico enquanto a garota o segurava outro dia e teve de pedir desculpas, pois teve um gesto de animal com uma criança.

    Dos que ganharam torneios, só Thiem (que não é mais garoto) e Khachanov (esse foi recente, está sob observação) não estão achando que são primadonas.

    Vai mal a coisa.

    PS: Kei Nishikori, como o Rodrigo colocou em outro post, tinha tudo para ter sido muito mais que o melhor tenista do Japão. Fora as contusões e o saque meio deficiente, não entendo o que aconteceu com ele. Gosto muito dele.

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    1. Luiz Fernando

      Zé Verev fazendo escola, esses moleques idosas deveriam aprender com o convívio com os nomes históricos do tênis um pouco acerca de profissionalismo e comportamento…

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    2. Douglas

      Esse papo de Nextgen é uma piada sem cabimento!! Nadal com 19 anos estava embolsando RG! Esses mimados deveriam é ter vergonha de promover um torneio desses. Faz frente no circuito e vai disputar um Finals de verdade.

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        1. Marcos RJ

          Concordo. Por outro lado também há de se entender o desespero da ATP em promover os nomes da nova geração que avança a passos de lesma, pois vai ter um abismo gigante de popularidade quando o top 3 1/2 perder o gás (1/2 pois o Murray já não é o mesmo.)

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  23. Marcelo-Jacacity

    Sônia,

    Só de ter inovações já vale para assistir o Finals da Next-Gen. Estou gostando.

    Pra mim, teria que ser adotado pela ATP o quanto antes:
    1- Apesar do Tsitispas ter criticado essa semana, e ter dito que é função do boleiro ficar segurando uma toalha imunda. O Toalheiro é uma medida simples e efetiva, e concordo contigo que deveria ficar mais no fundo da quadra (mas talvez seja perigoso para o tenista ao tentar buscar uma bola e ter um risco de colisão, mas a ATP consegue dar um jeito nisso).
    2- Challenger automático quando a bola for duvidosa. Excelente. Os juízes de linha irão perder o emprego. Por falar nisso, eles são remunerados, ou são voluntários? Não sei.
    3- Cronômetro é necessário.
    4- Permitir a livre movimentação do público.

    Não apoio:
    No let: é imprevisível.
    No add: (é terrível para os jogadores, talvez seja bom para o público e para a TV pois o jogo se torna bem mais rápido). Joguei um torneio sem vantagem e é uma roleta russa, tem o poder de mudar totalmente o jogo. Muito tenso. Acho que nenhum jogador gosta. (no amador e tampouco no profissional).
    Placar: não gosto da contagem de melhor em 4 sets. Muito rápido e a chance de ocorrer um tie-break é enorme. Excelente para os super sacadores e as emissoras de TV.
    Auxílio do técnico, embora eu tenha achado bem interessante a utilização da tecnologia do headfone. Muito melhor o técnico descendo na quadra como na WTA. Mas é ótimo para a TV e para o público, ruim para para 99% dos jogadores que não possuem condições de levar o técnico ao torneio.

    Responder
    1. Sônia

      Marcelo, como voces dizem, tênis é um esporte onde o mental é fundamental, o silêncio em quadra é primordial, portanto discordo em relação à movimentação do público, não acho respeitoso. Em relação ao torneio, também estou gostando muito, bons jogos, quadra rápida, não vemos ninguém reclamando de nada, muito legal. Beijos.

      Responder
  24. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,

    Há alguma proibição da USTA em ensinar os jogadores a bater o backhand batido (flat ou com topspin) nos EUA?
    Sampras, tinha pra mim, o melhor forehand que já vi, todos os adversários evitavam desesperadamente em jogar a bola no forehand dele. rs. Era um tiro realmente, não é a toa que ficou conhecido como Pistol Pete. Mas a esquerda…era ruim hein! Tudo bem que para o jogo dele, e para aquela época o slice e subir imediatamente à rede sanavam a situação.
    Jack Sock, forehand fenomenal, mas é incrível como foge da esquerda! É direita inside out ou inside in e corre feito um louco e no final isso não dá certo.
    Steve Johnson, herdeiro oculto da fortuna da empresa “Facas Ginsu”. Direitaça, mas e a esquerda batida? Só slice.
    John Isner, excelente direita, é o que mais bate a esquerda flat desses jogadores listados, mesmo assim, é o ponto fraco.
    Talvez seja por todos terem um excepcional forehand. Vai saber.
    Mas cadê o técnico para fazer o jogador ficar de castigo durante duas horas todos os dias só permitindo utilizar o backhand?

    Responder
    1. Miguel BsB

      Jacacity, da atual geração até concordo com o seu comentário, mas, já que voltou no tempo usando como exemplo Pistol Pete, vou listar alguns backhands de primeira Made in USA. Começo com o do Connors, um dos pioneiros em usar as duas mãos, o grande rival de Sampras, Mr. Agassi, tinha um SENHOR backhand, e o próprio Jim Courier tinha um backhand batido que segurava bem a onda…

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Miguel,

        Com certeza. Fui até ao Sampras, pois era um ícone que não possuía uma esquerda flat boa. Já os demais citados por você, sim.
        Foi mais uma curiosidade engraçada. O Fritz, por exemplo, tem uma boa esquerda.

        Responder
  25. Marcelo-Jacacity

    Li bastante comentários do pessoal menosprezando o Isner em vários sites de tênis.
    Pode-se não gostar do estilo do americano, mas um tenista que conseguiu a proeza de vencer Federer em plena Suíça pela Davis e levou Nadal a cinco sets em Roland Garros não é só saque.
    O americano possui uma ótima direita e pela sua altura de 2m08cm se vira bem do fundo sim, mesmo com um backhand falho. O que não me conforma é como pode um tenista com o melhor saque do circuito e tão grande que poderia facilmente fechar a rede não fazer um mínimo esforço para volear. Isso que é lamentável.

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Rodrigo,

        Aí o Isner seria um tenista perigosíssimo. Já pensou se ele tivesse o voleio do Rafter!? O australiano sacava pensando em matar no voleio. Diferentemente do Sampras que sacava para fazer ace mesmo. rs

        Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            Sim, o Sampras voleava muito. Mas o Rafter tinha um voleio superior, até por não ter um saque tão contundente quanto o do americano.

        1. Luiz Fabriciano

          E fazia muitos mesmo, tanto que só pedia uma bola para sacar.
          Segundo seu treinador Annacone, nos treinos, durante o toss, ele gritava onde seria o saque – aberto ou fechado – só aí Pete Sampras definia a direção.

          Responder
    1. Chileno

      Eu não gosto do jogo dele Marcelo, mas é inegável que ele tem lá sua eficiência, afinal, ele está classificado para o Finals, e já se classificou outras vezes.

      Mas acho bizarro como pra ele é difícil “jogar tênis”. A bolinha queima na raquete dele. A maioria esmagadora dos pontos, se ele não vencer até o terceiro golpe, ele perde.

      E digo isso até mesmo em pontos em que ele não é tão deslocado assim. Mesmo que o adversário dele jogue bolas centralizadas e não tão agressivas, é muito raro ele conseguir bater 2 ou 3 golpes da linha de base sem errar.

      Responder
  26. Marcelo-Jacacity

    Tudo bem que tem a tiração de sarro e tem que ter, senão fica chato.
    Mas, calma lá: Nadal faz muita falta no Finals, uma coisa é não gostar do estilo do espanhol, das manias excêntricas, e mesmo com campanhas abaixo e inúmeras desistências, o cara já fez duas finais lá.

    Responder
  27. Marcos RJ

    O Finals ficaria desequilibrado somente caso Federer e Djokovic ficassem na mesma chave. Caso Federer caísse do lado de Nadal teria tudo para carimbar a 6a vitória seguida. O espanhol sequer venceu 1 único torneio indoors na carreira e se houvesse um ranking do Finals seria o 3o colocado. Mas isso não é uma crítica, indoors simplesmente não se adapta ao estilo de jogo e muito menos ao joelho dele – assim como o saibro pesado de Monte Carlo não se adapta ao estilo de jogo nem a idade de Federer.

    Responder
  28. Rubens Leme

    Dalcim, estava vendo esse Liam Caruana jogar e acho que é primo do exandrista ítalo-americano Fabiano Caruana, que daqui a dois dias (9), começa a luta pelo título mundial contra o atual campeão, o norueguês Magnus Carlsen, em Londres, coincidentemente.

    Serão 12 sensacionais embates até o dia 28 de novembro, pois Fabiano tem o terceiro maior rating da história (2844), atrás apenas de Kasparov (2851) e do próprio Carlsen (2882) e adora atacar e sacrificar peças.

    Tem tudo para ser um embate épico, relembrando os melhores momentos dos Ks (Kasparov x Karpov). Estivesse em Londres seria esse meu programa, ao invés do Finals. Como estou longe, me armei de todos os links possíveis para ver as partidas, além de reativar contatos com amigos de fora para comentários.

    Como são sortudos esses londrinos!

    Responder
  29. paulo s. andrade

    tem mais um para compor a next next gen: romeo beckham. O pai, David, gastou R$ 148 mil para montar quadra de tênis para o filho em casa.

    Responder
  30. Valmir

    Esperto esse Nadal…

    Essa cirurgia, neste momento, teve um outro efeito importantíssimo.

    Ele não jogará a partida de exibição na Arabia Saudita, contra o Djoko, em dezembro.

    Se livra das pesadas críticas da imprensa e de organismos de direitos humanos… e mantém as portas abertas com a Arabia Saudita.

    Responder
    1. Marcio

      Complicado, nessa Arábia Saudita sempre há o risco de alguém ser esquartejado e colocado as partes em um balde com ácido, por causa de um erro grave…

      Responder
  31. Carlos

    Dalcim, qual o tamanho desse título do “finals”? Penso que é um título superdimensionado, torneio de fim de temporada que a maioria dos jogadores não dá o seu melhor (sempre achei o torneio com cara de amistoso). Não o vejo com tanta importância assim, a ponto de alguns afirmarem que, por Nadal nunca ter ganho, seria uma mancha na carreira do espanhol. PS: Não sou defensor do Nadal, prefiro o Federer…rsrs

    Responder
  32. Sônia

    Torneio NextGen:

    1) concordo com o tal toalheiro (um pouquinho mais higiênico, imaginem onde os boleirinhos colocam a mão rsrsrs, e evita chiliques e assédio moral de alguns tenistas em relação aos boleirinhos). Só imagino que deveria ficar no fundo da quadra (mais próximo ao tenista).

    2) concordo com a ausência dos juízes de linha (evita chiliques e assédio moral de alguns tenistas em relação aos juízes).

    3) concordo com o cronômetro, super importante.

    O resto, não concordo com nada, perde a essência do esporte.

    Dalcim, tomar “red bull” é permitido, ou é apenas “marketing”?

    Beijos.

    Responder
  33. Mario César Rodrigues

    Sinceramente,dizem que é o quinto Slam Londres com respeito a todos que afirmam isto,nem é por causa do Rafa.falo isto é como se fosse uma coisa estranha os caras chegam muito afetados mentalmente,fisicamente e olhem vai ter mais uma desistência e o final a descisão esqueçam Djoko e Federer!

    Responder
    1. Jonas

      Teria quase tudo pra ser um “quinto slam”, no entanto, as semis e a final deveriam no mínimo ser em 5 sets, o que seria bem favorável ao Djokovic no atual momento.

      É uma quadra que favorece muito o jogo de Federer e Djoko. Na final de 2013, Nadal apresentando um ótimo tênis foi dominado por Djokovic; no ano anterior Federer perdeu nos detalhes pro sérvio.

      Lembremos também da final de 2010, Nadal jogando muito tênis perdeu pra Federer na final, vejo mais méritos do suíço e sérvio do que demérito do espanhol.

      Responder
      1. Nando

        A final foi em melhor de 5 sets até 2007…daí pra frente, a final passou a ser em melhor de 3 sets.
        Federer ganhou 4x no “formato antigo” da final, aliás ele fez 5 finais seguidas e só perdeu a de 2005.

        Responder
  34. Renato

    Novak x Nadal

    Forehand: Nadal
    Saque: Novak
    Backhand: Novak
    Devolução: Novak
    Voleio: Nadal
    Slice: Nadal
    Voleio: Nadal
    Smash: Nadal

    Rafa 5 x 3 Novak

    Dalcim, concorda?

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Kkkkk

        Pior que é, viu.

        O Djokovic deveria se sentir um privilegiado, por perder tão poucas vezes.

        Porque no dia em que começar a perder demais, mesmo sem problemas físicos, terá um AVC em quadra…

        Responder
        1. Chileno

          Não sei se acho o drop do Nadal melhor do que o do Djoko. Acho que prefiro um pouquinho o do sérvio. Mas sei lá. O espanhol quase nunca usa esse golpe.

          Responder
  35. André Barcellos

    Cara, a meu ver as possibilidades são reais de Federer chegar a uma final invicto ou simplesmente perder todos os jogos na fase de grupos.
    Hoje em dia a gente nunca sabe como o suíço vai jogar.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Acho que a leitura que você faz é equivocada, André…

      Nos torneios em que jogou claramente mal, o Federer sentia um incômodo físico.

      Não tinha se recuperado 100% daquele machucado na mão. Tinha perdido a confiança no saque e no forehand.

      Mas, o desempenho dele em Paris mostra que ele pretende levar o Finals bem à sério.

      Até por haver dito que ganhar em Londres era um dos seus principais objetivos da temporada…

      Responder
  36. EU

    Hehehe….GURI…u plobrema du robozin num era nu zuelho?….i agora é nu turnuzelu?…mutreta …vissse….hehehe. o Rafaelz8vski cuncora cumigu….hehehe

    Responder
  37. Chileno

    Noss… Isner é de lascar! Detesto ver jogo dele. O problema não é ele sacar demais. O problema é que ele só faz isso. Cara é praticamente incapaz de tentar algum rally, winner de backhand da linha de base… sei lá. É só cravada no saque, e tentar ganhar algum game de saque do oponente em que o cara entregue 2 ou 3 pontos de graça, porque por mérito, ele mesmo não ganha nenhum.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      É um dos tenistas com o jogo mais aborrecido e monótono do circuito.

      Confesso que é dose assistir os do Raonic também.

      Mas o Isner, é ainda pior do que ele.

      Responder
  38. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,
    Foi noticiado que o Brasil escolheu uma bola lenta para o confronto contra a Bélgica pela Davis em Uberlândia. Curiosidade, você sabe qual seria a marca e o modelo?

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      E aproveitando o ensejo, sei que não é o assunto não tema do post.
      Mas vai uma fácil pra você: se o confronto pela Davis fosse esse mês quais singlistas do Brasil você convocaria para enfrentar o time belga?

      Responder
  39. Carlo

    Dalcim, na sua opinião qual o impacto que o momento do tênis, com três dos maiores jogadores da história jogando ao mesmo tempo tem na motivação da nova geração? Vc acha que é mais positivo, no sentido de estimula-lós a chegar tão longe, ou frustrante, já que dificulta muito chegar ao topo?

    Responder
      1. Carlo

        Entendo que motiva, minha dúvida era se a extrema dificuldade de atingir o número um não teria um peso maior do que a motivação. Quando o jogador está perto de chegar ao número um ele se esforça mais do que de costume, concorda?

        Responder
    1. Gabi

      Carlo,

      é mais ou menos como li no face, “…mire-se no teu ídolo ate que ele se torne teu concorrente…”.
      E se está no face é porque é verdade rsrsrs.

      Responder
  40. Daniel

    Acho que em algum momento o Federer terá mais dificuldades de vencer jogos no Finals, onde só tem jogador bom, na teoria. Por mais que ele seja gênio, 37 anos é muita coisa é nenhum jogo do Finals é fácil.

    Eu não dou como barbada não… acho que todos os adversários do Federer terão suas chances, e serão maiores do que seriam a alguns anos atrás…

    Mas tomara que o suíço consiga ganhar o torneio…torcida não vai faltar rs.

    Responder
    1. Paulo F.

      Concordaria, se o próprio Federer não tivesse te desmentido em Paris, onde teve uma campanha e atuações excelentes, perdendo no detalhe para o próximo número 1.

      Responder
  41. Sandra

    Dalcim, como vai?? Não se pode duvidar de Nadal , mas vc não acha que por melhor que sejam as recuperações , não cheg a uma época , nem digo nem idade, que não dá mais para se recuperar?..

    Responder
  42. DANILO AFONSO

    Faltam 87 semanas para DJOKOVIC torna-se recordista de semanas como n. 01 do ranking (311 semanas), mais precisamente em 06/07/2020.

    Fiz essa mesma “brincadeira” de 2014 a 2016 e não deu muito certo. Djokovic perdeu o foco e depois se lesionou….kkk
    Mas agora vai !!!

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Danilo,
      Para com essas previsões!!! Não faço mais isso também, não dá sorte. rs
      Até já fiz várias contas aqui e objetivos a serem anotados pelo Djokovic. Mas prefiro não escrever aqui… superstição! hehehe.
      Um feito incrível atingido há pouco é ter igualado Federer e Connors ao terminar como líder do ranking no fim do ano pela 5a vez.

      Responder
  43. Marcelo-Jacacity

    Fala Sérgio Ribeiro,
    Ué, depende somente dos novatos. Ou não, pois o Big-3 é fora de série, e os demais trintões ainda estão acima dos jovens. Que a molecada coloque a sexta marcha, quiçá a sétima.
    Isso acontecerá, mas sinceramente, vai demorar. Nem em semis nos Slams eles conseguem chegar! O Thiem chegou finalmente à decisão de Roland Garros mas já era a hora, afinal já possui 25 anos.
    Cadê a Next-Gen sendo campeã de Major com 19, 20 e 21 anos?
    E é evidente que devido à carreira do pessoal do circuito estar se alongando mais, criou-se uma dificuldade muito grande aos tenistas que estão despontando.
    A vida é difícil, o garoto olha a chave do Slam e toda hora tem que enfrentar esses caras experimentados como o Fognini (31 anos), Murray (31), Monfils (32) Gasquet (32), Anderson (32), Wawrinka (33), Isner (33), Simon (33), Verdasco (34), Seppi (34), Kohlschreiber (35), Lopez (37)…

    Isso sem contar o Big-3 idoso.

    Antigamente de todos esses caras, uns 80% já estariam aposentados.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Onde assino, Marcelo ? Mas depois dos citados por mim, tivemos Sampras, Agassi, GUGA, Safin, Hewitt…. Mantendo um nivel muito alto. Posso estar errado , mas somente Novak me parece em condições de tocar o barco a médio prazo. Estou louco para o amigo estar certo nas suas previsões. Grande Abraço !!!

      Responder
  44. Nando

    Mestre, eu estava lendo sobre a monucleose q Federer teve em 2008 (ela teve início em dezembro de 2007)…e parece q ele estava mal mesmo, até março. Jogou doente o AO (ainda conseguiu chegar na semi) e em Dubai.
    Daí pra frente ele estava curado e 100%.
    Procede?

    Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        A mononucleose simplesmente impediu que Roger Federer alcançasse a marca de DEZENOVE finais de GS consecutivas. A primeira sequência foi de WB 2005 ao US Open 2007 (10 finais seguidas) e a segunda foi de RG 2008 ao AUS Open 2010 (8 finais seguidas). Faltou justamente alcançar essa final do AUS Open 2008 para emendar essas sequências. Um monstro esse tal de Rogério. Uma pena ele ter perdido dois Grand Slams certos de ganhar (AUS Open e WB 2008) por não ter tido um ano normal, com uma pré temporada ajustada, devido à mononucleose.
        Abs

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Conjecturas e mais conjecturas. Quantos GS Rafa teria sem as contusões q marcaram sua carreira? E Djoko sem os problemas recentes q teve? Essas suposições não servem pra nada a não ser alimentar os fanatismos. melhor nos determos na análise dos fatos reais e não no q poderia ter acontecido “SE isso ou aquilo” tivesse ocorrido… Abs.

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          Para mim, humildemente, quem impediu Federer de chegar à final, foi Novak Djokovic.
          Naquele dia ele não perderia para ninguém. Tanto foi que futurou o título em seguida, contra um inspirado e talentoso Tsonga, que acabara de derrotar Rafael Nadal.

          Responder
        3. Valmir

          Federer pegou mononucleose de tanto beijo que os seus fãs do blog nele tascaram.

          Pois é… sempre tem… mononucleose… costas… joelho… mão… mas se ganha, não tem nadica.
          Os adversários sempre ganharam devido a algum problema que ele teve.

          Falaram que a derrota na semi do Australian de 2008 foi devido à mononucleose… as de 2011 e 2016 também ???

          Responder
        1. Chetnik

          Não sei nem se é isso, Luiz É que esse pessoal é doido demais, Pensam no Federer dia e noite…dae post sobre o Finals 2018, e sobre o que eles pensam? Mononucleose do Federer em 2008 – DOIS MIL E OITO.

          É uma obsessão doentia. Imagina o que seria da vida deles sem o Federer.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Pois é. Quando se diz que A venceu B pois foi felizardo porque B estava combalido naquele dia, não é desmerecer A, sei mais de nada.

          2. Nando

            Haha vc q é o doente do grupo, Chetnik (ou seria Lola, Leo Gavio, Louzada???). Pq vc sumiu qnd djokovic estava na merda? Isso só mostra q vc ama o sérvio, e não o esporte chamado tênis.
            Eu fiz uma pergunta ao Dalcim, vc leu a resposta dele? Ou acha q ele é fanático tbm?
            Um cara q chama seu ídolo de “macho-alfa” nem deveria ser levado em consideração kkkkkkkk, mas acho q te deixam comentar devido ao “sistema de cotas pra fanáticos q acham os outroa fanáticos” kkkkkkkk

  45. Jonas

    Djokovic é muito favorito pra levar mais um título, talvez Federer inspirado como foi em Paris arranque alguns games do Sérvio.

    Kevin Anderson tem boas chances de passar em primeiro do grupo, a segunda vaga fica com Federer tranquilamente, não vejo Nishikori e Thiem fazendo nada demais.

    Responder
  46. Bruno

    A CHAVE DO FEDERER É MOLEZA COM NISHIKORI QUE NÃO GANHA DE NINGUEM E THIEM……POREM É MELHOR PARA O DJOKO COM CHAVE MAIS DIFICIL, PORQUE SE PASSAR EM 1 O QUE DEVE ACONTECER O FEDERER VAI TER UM 2 COLOCADO DIFICILIMO….CONCORDA…..NÃO É VERDADE

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Discordo que o Kei não ganhe de ninguém…

      No grupo dele, o japonês só não ganha do Federer!

      Aliás, há de se respeitar esse cara que já é melhor tenista japonês da história.

      Principalmente pela competência que mostrou nessa reta final, classificando-se pro Finals.

      E se o Nadal não tivesse desistido, o Isner teria perdido a vaga justamente pro Nishikori…

      Responder
      1. Bruno

        DALCIM PODERIA ME INFORMAR SE O NISHIKORI JÁ GANHOU ALGUM GRAND SLANS OU MASTER 1000 OU FINALS OU MEDALHA OLIMPICA OU COPA DAVIS OU OUTROS, PORQUE EU NÃO ENTENDO NADA DE TENIS E ME PARECE QUE VOCE É COBRÃO……MUITO OBRIGADO

        Responder
        1. Miguel BsB

          Não sou o Dalcim (longe disso) mas vou ajudá-lo e responder sua pergunta: o japonês só foi vice (tipo um Vasco da Gama) : vice do USopen 2014, vice em Masters 1000, se não me engano em Madrid, nunca ganhou a davis, e medalha de bronze nos jogos do Rio 16.abs!

          Responder
  47. Pedro

    Dalcim,

    Sobre o Next Gen, algumas alterações foram boas, como a ausência dos juízes de linha, não pelo fato deles em si, mas porque erram. O jogo fica mais dinâmico e justo. A situação dos jogadores mesmos pegarem a toalha. A comunicação com treinadores (como é feita?). Os jogadores tem acesso às estatísticas em tempo real? Outras eu não achei legal, como a movimentação permanente nas arquibancadas, a ausência do let, o ponto sem vantagem no iguais, os sets com 4 games.

    Responder
      1. eu

        Há uma coisa que não entendo no pensamento de grande parte dos conservadores. Por que eles se sentem no direito de restringir o que eu e meus filhos lemos e vemos? Receio que haja algo de patológico aí.

        Responder
      2. Pedro

        Bem radical. Pelo seu pensamento estaríamos em Wimbledon ainda com todo mundo de calça comprida branca. Modernização e evolução são inevitáveis, lógico que não sendo radical. Algumas mudanças são inevitáveis em poucos anos, assim como o relógio colocado no US Open.

        Responder
          1. João ando

            Eu. Acho importante as mudanças. Ter o juiz eletrônico e importante. O toalheiro tb ja que a função dos boleiros e dar a bola para o sacador…acabar com a vantagem tb .o técnico na quadra tb faz sentido.o let não faz sentido ja que a rede e um bloqueio então a bola passabdo o jogo tem que continuar como e no volei .outra que eu colocaria em prática e um saque so no tênis profissional .

    1. Jonas

      Claro que é. No entanto, o suíço tem diversos “buracos” em seu jogo, por isso mesmo vem tomando surra atrás de surra pro Djokovic desde 2011.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Mas é muito cinismo mesmo…

          O Nadal perdeu os 5 últimos jogos pro Federer, 4 deles em 2017. Ou seja, um dia desses…

          Mas você fala como se fosse o contrário.

          Responder
          1. Jonas

            O que eu disse foi claro. Desde 2011 Federer vem perdendo diversas vezes para Novak e Nadal.

            O Nadal já vencia os embates com Federer com frequência muito antes e continuou. Sim, Federer venceu os últimos confrontos com o espanhol, o que não altera o que eu disse.

      1. Sérgio Ribeiro

        E claro que Novak não tem nenhum. Conseguiu perder NOVE FINAIS de SLAM, com direito a DUAS pra Murray e DUAS pra Wawrinka. Como o amigo é um Expert, os ” buracos

        Responder
      2. José Eduardo Pessanha

        Cara, pense pelo lado positivo: se Federer tivesse um backhand de duas mãos, teria uns 15 GS a mais. Dê graças a Deus por ele usar um backhand simples. kkk
        Com relação ao Djoko não ter buracos em seu jogo, era só colocá-lo pra jogar nos anos 80 e 90. Ele e Nadal passariam fome ali. Seriam uma espécie de SuperesTHIEMado se jogassem naquela época.
        Abs

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Gostaria de entender a fixação em desmerecer méritos de quem realmente os tem.
          SE Federer jogasse de duas mãos com a esquerda, talvez ele tivesse 200 GS a mais… ou nenhum. A grande vantagem do SE é que vale para os dois lados.
          Outro ponto, Djokovic e Nadal são jogadores do século XXI, então por que tentar enfiar os caras em lugares que não os cabe, bem como colocar Borg para jogar hoje?
          É um exercício de elocubração tendencioso impressionante.

          Responder
        2. Jonas

          O mesmo vale para o contrário então.
          Se Djokovic tivesse saque, voleio e smash melhores Federer e Nadal não teriam chances. Djokovic se tornou um jogado mais completo que os 2 a partir de 2011, imagine se estivesse este nível desde 2008.

          Responder
        3. Rafael

          O Djoko falou o óbvio ululante. E vai falar mais, e continuar ganhando de Federer.

          Alinhais, como diria o Chico Bento, na Internet, a rivalidade Nadole já é maior (de acordo com TORCEDORES DO NADAL, vejam só) que o Fedal.

          Sobre Federer, técnica não se discute, é o que mais tem. Sobre o que se faz com as armas que tem, aí o tempo dirá, como vem dizendo.

          Responder
        4. Barocos

          Advinhação agora é fato? Mãe Dináh ao contrário, prevendo um passado que não existiu?

          Você pode não gostar do Nadal e do Djokovic porquê os dois tem um retrospecto positivo em cima do seu tenista favorito (que, diga-se de passagem, é realmente espetacular), mas daí a ventilar esta sandice? Federer, Nadal e Djokovic são, muito provavelmente, os 3 maiores jogadores da história (note bem, com “hi”) do tênis, basta ver as estatísticas dos ganhadores de torneios quando a competição entre eles realmente começou. Antes do Nadal e do Djokovic ascenderem, Roger reinava absoluto, após os dois despontarem a coisa toda ficou muito mais equilibrada e, não entrando no mérito de quem ganhou e porquê, o fato é que os dois passaram a ganhar muito mais torneios importantes que o Federer a partir 2010/2011, exceção à temporada de 2017, quando Djokovic se ausentou boa parte do ano e continuou tendo problemas no início da temporada de 2018. Claro, Federer e Nadal não tem nada a ver com isto.

          Quanto ao Djokovic perder para o Murray ou para o Wawrinka em 4 finais de slam:
          – French Open 2015: Wawrinka despachou antes o Federer nas quartas de final;
          – US Open 2012: Federer parou no Berdich nas quartas de final;
          – Wimbledon 2013: Sergiy Stakhovsky despachou o Federer na segunda rodada;

          Se você quer realmente utilizar argumentos baseados em estatísticas ao invés do brasileiríssimo “achômetro”, então estas devem dizer alguma coisa para você (vitórias/disputas de finais de simples de nível ATP – eficiência):
          – Nadal
          * Total: 80/116 – 68,97%
          * Grand-slam: 17/24 – 70,83 %
          * Master 1000: 33/49 – 67,35%
          – Djokovic
          * Total: 72/104 – 69,23%
          * Grand-slam: 14/23 – 60,87 %
          * Master 1000: 32/47 – 68,09%
          Federer
          * Total: 99/151 – 65,56%
          * Grand-slam: 29/30 – 66,67 %
          * Master 1000: 27/48 – 56,25%

          O que se nota com este números? Djokovic é mais eficiente em finais no geral, Nadal em Grand-slams e Federer tem um eficiência menor que a dos outros dois tanto no geral quanto, principalmente, em Masters 1000.

          E, por favor, não use a carta de idade pois Federer teve tanto vantagem ao enfrentar os 2 quando estes ainda eram jogadores imaturos quanto desvantagem nos últimos anos quando a idade passou a pesar.

          Aliás, olhando pelo lado das contusões, ACHO que o Nadal foi o mais prejudicado como um todo mas, é claro, eu precisaria dar uma olhada nos períodos de contusões e na gravidade das mesmas para poder utilizar um outro critério que não o “achômetro”.

          Para não restar dúvida, embora torça para o Djokovic, tenho muita admiração pelo belo tênis do Federer, como não poderia deixar de ser para todos que tenham admiração por este esporte e não se deixem dominar pelo fanatismo.

          Quanto a ser o tal GOAT, acho que nem depois dos 3 se aposentaram será possível ter uma afirmação cabal, são muitas diferenças entre os 3 e muitos critérios subjetivos envolvidos para que se construa um argumento crível que favoreça quaisquer um deles.

          No mais, apreciando o jogo destes fenomenais atletas enquanto o tempo não estraga a festa.

          Responder
          1. Gildokosn

            Desde o primeiro título de Slam do Nadal, Federer ganhou 16, e desde o primeiro Slam de Djokovic, Federer ganhou 8, se não me enganei nas contas. Ou seja ele continuou ganhando muito mesmo com os 2 na disputa.
            Ta faltando o Finals ali na sua estatística, que é mais importante de que qualquer Master 1000, aliás por falar em Masters 1000… como faz diferença não existirem Masters 1000 sobre a grama hein rsrs
            Eu sei que é especulação, mas não difícil imaginar que os números de Federer nesse torneio seriam outros.

          2. Luiz Fabriciano

            Não sei se dou os parabéns, ou simplesmente guardo para mim no meu acervo de preciosidades.
            Números, fatos etc incontestáveis.

          1. José Nilton Dalcim

            Não existe estatística, mas é consenso entre os treinadores que o backhand de duas mãos é mais eficiente.

          2. João ando

            Dalcim .eu bati com duas maos e com uma mao …com duas maos tem que chegar certo na bola ..com uma mao aparentemente e mais fácil de bater…pelo menos na minha época os professores falavam isso …e todos da minha época com 13/14 anos ..com 18 batiam com uma mão. …

      1. Rodrigo S. Cruz

        Não adianta distorcer os meus dizeres, campeão…

        O que eu falei foi que algumas “noletes” são tanto ou mais arrogantes que a pior das “federetes”.

        (fato este que aliás, você sabe bem, mas finge não saber…)

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Vc tem sua opinião, na minha a arrogância e prepotência das federetes ainda é incomparável, embora não se possa negar q alguns torcedores do Djoko estejam se esforçando no desenvolvimento do tema…

          Responder
  48. Viana

    E muita gente disse q o Rafa estava mentindo sobre o abdômem…
    QUem já jogou qualquer esporte sabe q podemos nos machucar a qualquer momento, até no banheiro como Federer, sem ironia!
    O cara sentiu mesmo! E tomou a decisão correta. Se jogasse “baleado” provavelmente iria perder e ainda agravaria as lesões!
    Uma pena, mas ano q vem ele volta com tudo!
    E nesse fim de ano um baita Finals!!
    Mas como Rodrigo disse… preferia uns nomes novos aí!
    Kachanov, Fognini, Coric… acho q eles poderiam dar uma apimentada nesse Finals, quem sabe ano q vem!

    Se o Thiem estiver bem pode dar arrocho em qualquer um.
    Zverev tb, apesar de achar q essa temporada já acabou pra ele.
    Cilic é sempre duro.
    MAs o q queremos? Federer e Djoko! Em outra final épica!!!
    Viva o tênis!

    Responder
  49. Luiz Fernando

    Rafa deve ter sido submetido à cirurgia pouco invasiva, de restabelecimento rápido, sem dúvida estará apto a jogar em Brisbane, e em condições normais, o q não aconteceria nesse Finals, no qual ele entraria sem condições de competir de igual p igual. Há males q vem p bem.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Um carocinho (cisto) no tornozelo, com anestesia local (bem no local mesmo), meia hora de procedimento. Uma boa proteção e pode ir à fisioterapia.
      Simples assim, rsss.

      Responder
  50. Marcelo-Jacacity

    Nadal tomou a decisão mais sábia. Infelizmente o Big-3 não estará no Finals.
    O importante é estar 100% no AusOpen.
    Tomara que ano que vem tenhamos de volta Murray e Wawrinka no esplendor da forma física e técnica.
    Com os 5 voando mais Cilic, Anderson e Nishikori duvido que o pessoal da NextGen possa fazer muito barulho. Porém, a molecada está chegando, mas acho que vencer Major, somente a partir de 2020 com a queda definitiva do Big-3 e dos demais trintões.

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Pensando melhor, por mais que os jovens comecem a fazer mais graça nos Majors, creio que os “chefões” continuem dando as cartas até 2022 tranquilamente.
      O fim do triunvirato ainda está longe. Vida longa aos reis!

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      1. Marcelo-Jacacity

        Em tese o primeiro a sair de cena, será o Federer. Mas do jeito que as coisas estão caminhando não duvido nenhum pouco que ele até vá jogar até os quarenta anos.
        Nadal e Djokovic vão estar no circuito até os trinta e cinco anos, fácil. Talvez o espanhol pare antes do sérvio.

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    2. Sérgio Ribeiro

      O ideal é que Khachanov, Zverev, Tsitsipas, Medvedev, Shapovalov, Thiem… Jamais vingassem , né caríssimo Marcelo ? Assim o ” preferido” de cada um se perpetuaria no Olimpo. Se me permite de : Connors, Vilas , Borg ,Big Mac nos seus Auges, surgiram Lendl , Edberg, Becker, Wilander e era fantástico para o Esporte e o público adorava. Teve espaço pra todo mundo. Acredito que já passou da hora de revermos conceitos. Ao menos, a meu ver. O Suíço somente melhorou após o surgimento do precoce Rafa Nadal. Assim como Novak e Murray se viraram nos trinta rsrsrs. Abs!

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  51. Luiz Fernando

    Seja por qual via for, comemoro a ausência de Rafa do Finals, pois seria uma temeridade ir a um torneio exigente como esse sem estar em plenas condições. Voltará em janeiro aí em condições de igualdade com todos. Qualquer final do torneio q não reúna Djoko e Federer, com amplo favoritismo do sérvio, já q essa quadra é mais lenta q a de Paris, será uma zebra imensa.

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  52. Gustavo de Almeida

    Sou Federista de carteirinha e gostei da chave
    Pra mim, o grupo do Djoko está mais duro e vejo Cilic com sangue nos olhos e Zverev, mesmo esgotado, pode tirar a última gota de estamina.
    Contudo, não dúvido dum duelo Fed x Djoko na semi, pois acho q Cilic será o primeiro do grupo.
    Vejamos…

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    1. Sérgio Ribeiro

      O mesmo o parceiro afirmou ano passado com a presença do ” limitadíssimo” Goffin no FINALS . Acabou que o próprio tirou o Craque da Final. Vira essa boca pra lá , caríssimo Pessanha.rsrsrs Abs!

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  53. Alexandre G.

    “Zverev se diz esgotado”…Ahm?? Que?? Esgotado? De que?? Com 21 anos?? Esgotado estou eu aguardando que essa nova geração substitua essa “velharada”.
    Esgotado estou eu esperando que essa nova geração tenha mais ambição e culhão pra brigar por títulos.

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