Djokovic pode mais. Muito mais.
Por José Nilton Dalcim
9 de setembro de 2018 às 23:08

O destino tem preferências curiosas. Quis que Novak Djokovic igualasse os 14 Grand Slam de Pete Sampras com a mesma idade e no mesmo torneio que o mágico norte-americano do saque-voleio. Mas enquanto Pete fez um adeus silencioso e nunca mais encarou o circuito profissional, Nole volta a praticar um tênis de primeiríssima qualidade e de grande vigor físico, deixando a clara impressão de que há muito a ganhar.

Naquele setembro de 2002, Sampras ampliava seu recorde absoluto de troféus de Slam e dava a sensação de que talvez fosse uma marca eterna. Apenas 16 anos depois, está superado com folga por Roger Federer e Rafael Nadal, assiste ao empate de Djokovic e parece uma história distante. O esporte é ao mesmo tempo incrível e cruel.

Com dois títulos e uma quartas de Slam em menos de quatro meses, três troféus de peso e uma final nos últimos cinco torneios, o sérvio dá uma espetacular volta por cima e rouba a cena do tênis masculino, ao mesmo tempo em que vê seus principais adversários cheios de incertezas. Claro que a distância de três Slam para Rafa e de seis para Federer demanda longevidade porque talvez sejam necessárias mais duas ou três temporadas até atingir metas tão ousadas. Dependerá essencialmente de foco e Djoko já afirmou que divide sua vida hoje com outras prioridades.

O tricampeonato no US Open veio com o drama do mal estar climático das primeiras rodadas. Assim que conseguiu se concentrar apenas no tênis, passou pelo cinco adversários seguintes sem perder sets, ampliando freguesias sobre Richard Gasquet, Kei Nishikori e Juan Martin del Potro. A exibição na final deste domingo, à exceção de um ou outro momento em que o saque perdeu precisão, mostrou solidez, apuro tático e opções técnicas, como fica evidente nos 28 pontos que obteve nas 37 subidas à rede.

Esta é a quarta temporada que Djokovic marca dobradinhas. Ele venceu seguidamente Wimbledon e US Open em 2011, 2015 e 2018, tendo faturado Austrália e Roland Garros em 2016. Vale observar que em todos os casos foram pisos distintos, marca de sua versatilidade. Apenas em uma dessas três ocasiões ele não terminou a temporada como líder, superado por Andy Murray no último jogo do ano de 2016. Daí é bom o Touro Miúra colocar os chifres de molho, porque os atuais 1.035 pontos de vantagem no ranking da temporada (eu disse ranking da temporada!) não são tão grandes assim quando temos Xangai, Paris e Londres a completar o calendário.

Quanto a Delpo, duas coisas não ficaram claras para mim: por que decidiu trocar bolas contra Djokovic em todo primeiro set, repetindo tática que havia feito contra Nadal? Era óbvio que levaria desvantagem de pernas ao longo do tempo. Depois, as frases enigmáticas que declarou na véspera que deram a entender a existência de problemas pessoais. Daí talvez as lágrimas ao final de uma partida que nem teve tanta emoção assim. No fundo, escapou de uma derrota muito mais elástica para um adversário superior em tudo.

O nosso campeão
NSeptember 9, 2018 - 2018 US Open Junior Boy's Singles Champion Thiago Seyboth Wild.um de seus piores momentos de toda a era profissional, o tênis brasileiro recebeu um presente dos céus: Thiago Wild, que nasceu sobre o saibro de Marechal Cândido Rondon, conquistou o US Open juvenil com a mistura ideal de competência e garra. Deixou pelo caminho nada menos que o líder do ranking, o taiwanês Chun Tseng, que era o bicho-papão da temporada, com títulos em Roland Garros e Wimbledon e vice na Austrália.

A lista de gente importante a que Wild se igualou neste domingo é impressionante: Andy Roddick, Andy Murray, Jennifer Capriati, Lindsay Davenport e Vika Azarenka também venceram o US Open juvenil antes do estrelado. Aliás, no ano passado quem ergueu foi Felix Auger-Aliassime, um inegável talento.

Como sempre me preocupo em dizer, há um abismo enorme entre o circuito juvenil e o mundo profissional, então recomendo cautela com a cobrança e expectativa em cima de Wild, porque já vimos o triste roteiro que se seguiu à conquista de Tiago Fernandes no Australian Open de 2010, que culminou na sua retirada das quadras. Tal qual Wild, o alagoano era muito promissor, tinha estrutura por trás. E ótima cabeça. Nem assim resistiu. Quando se aperta demais o parafuso, há o perigo de ele espanar.

Mas quero voltar com mais calma e espaço para falar de Wild no próximo post. Por enquanto, parabéns a ele e sua equipe por nos dar a melhor notícia da temporada.


Comentários
  1. Kennys

    Djokovic lesionado nos 3 Slam que Federer ganhou em 2017 e 2018? Na verdade, o Djokovic só teve uma lesão em Wimbledon 2017, onde abandonou, quando perdia o jogo. Sentir dores num esporte como o tênis é normal pois as partidas podendo demorar horas e o desgaste físico é enorme. O próprio sérvio disse no início AO de 2018 que não sentia nada no braço. Quando perdeu para o Chung disse que sentiu alguma coisa, até me fez lembrar alguém. Depois fez uma pequena intervenção cirúrgica, na qual 15 dias depois já estava treinando, ou seja, nada que comprometesse tanto assim. Contando os Slam em que Federer e Nadal tiveram problemas físicos e que o Noleto ganhou, quantos (por essa lógica) poderíamos subtrair ou desmerecer dos títulos do Nole?

    Coerência.

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  2. Fernando C.

    Dalcim,

    os números sobre-humanos que Federer, Nadal e Djokovic apresentam são produto óbvio do talento, técnica, etc… Mas você vê alguma contribuição vinda da maior padronização de pisos? Longe de mim tirar o mérito desses três extra-terrestres, mas o número de conquistas em Slams (por exemplo) tornou-se absurdo frente a outros tenistas do passado que foram geniais também. Federer tem 20 Slams, Connors, Lendl, 8. Não se trata de compará-los ou desmerecer o Big3 (reitero), mas esses números seriam impensáveis em outros tempos em que tivemos também tenistas geniais. Acho emblemáticos os exemplos de Lendl (8 Slams) e o próprio Sampras (14 Slams) que a despeito do esforço jamais venceram Wimbledon e RG, respectivamente.

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    1. José Nilton Dalcim

      Claro que é apenas teoria, mas o próprio Djokovic afirmou recentemente que a padronização dos pisos ajuda muito, porque o tenista não tem de fazer grandes adaptações entre uma semana e outra, muitas vezes nem de um piso para outro. Pode jogar praticamente no mesmo padrão o tempo inteiro. Quando lembramos o enorme esforço que Lendl ou Borg tinham de fazer para mudar totalmente para o saque-voleio ou que Sampras e Becker tinham de realizar para jogar dois passos atrás da linha e bater topspin, acho que é uma abordagem a se pensar, sim, Fernando.

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  3. Kennys

    Dos 3 últimos Slans vencidos pelo Federer o Djokovic jogou os 3 e se lesionou apenas em um (Wimbledon 2017). Caso desconsiderássemos os títulos do Nole poque o Federer não estava bem fisicamente ou porque o Nadal se lesionou, então teríamos que tirar alguns Slans do sérvio. Vamos ter coerência.

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      1. André Barcellos

        Na verdade nos três ele estava ruim mesmo. Ora porque sem ritmo, ora por motivos inexplicáveis.
        Até tirou 6 meses se recuperar de lesão e pra treinar, querendo voltar fazendo a festa, mas não conseguiu.
        Assim como Federer também está inexplicavelmente ruim, para os padrões dele, hoje.
        Se bem que a partir de certa idade é assim, o cara simplesmente não consegue encaixar uma sequência de boas apresentações.

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  4. NELSON LUIS DE CARVALHO FREIRE

    Caro Dalcim
    Te parabenizo pelo texto sobre a final feminina. Muito bom e justo.

    Aproveito pra tentar esclarecer um dúvida que até aparece no seu texto:

    A Serena viu ou não o Coaching? Pra mim, sim, claramente, e explico porque:

    Ela VIU sim o técnico mandar ela ir pra frente, naquele gesto que ele fez com os polegares pra cima. O filme mostra o gesto
    Aí, logo depois de penalizada (1o Warning), ela vai pra cima do Carlos Ramos e diz que o gesto de Thumbs Up é de encorajamento e que ela não trapaceia.
    Epa!!! Como ela sabia que o gesto era de Thumbs Up se o Carlos Ramos não falou nada sobre o gesto pra ela? Epa, Epa, Epa… E o gesto foi claríssimo.
    Pega no coaching, ok!
    Mas daí a tentar virar a mesa jogando a culpa no árbitro e dizer que não trapaceia (cheat)? Isso é falta de caráter
    Já nesse ponto ela tinha cometido um ato grosseiro e malandro.
    Não contente, continuou a vociferar contra o árbitro quase sem parar, com palavras que não me lembro de ter visto homens fazendo ( pode haver, mas nunca vi nada nesse nível)
    E ele até que aguentou muito.
    Antes de chama-lo de ladrão, ele tentou falar e ela: “Don’t talk to me”. Pra mim isso já seria um outro code violation
    Ele ficou quieto e ela o chamou de mentiroso e ladrão
    Ai não dá, né?
    Ela deu um show de arrogância, malandragem e mau comportamento. Imperdoável
    E a WTA e a USAR defenderam… Lastimável

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  5. Gabi

    O Djoko perdeu muito peso (tá pele e osso) mas não perdeu potência!

    Mérito da sua equipe, que fez uma delicada combinação entre dieta (por exemplo, alimentos/suplementos pensados para que haja reposição de glicogênio muscular, o que garante a energia para a próxima sessão de treino, e de proteína de alto valor biológico, para que ocorra a recuperação e reconstrução dos tecidos lesionados) e treinamento (por exemplo, exercícios de alta intensidade como intervalados, tiros e treinos de força).

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  6. Paulo F.

    Respondendo ao Groff:
    Eu sei que é um argumento fraco, foi mais para escancarar a torpe tentativa de ridicularizar o Djokovic por ele ter perdido 04 Slams para Wawrinka e Murray.
    Como se fossem “jogadorezinhos” o suíço e o escocês…
    Já que não se pode perder finais para Wawrinka, então por quê o todo-poderoso Federer não ganhou Monte Carlo (um dos dois grandes títulos que lhe falta) do Wawrinka em 2014 então?

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  7. Robson Couto

    Dalcim,
    Jogadores como Isner e Raonic, que sacam muito atualmente, provavelmente iriam se sobressair antes da maior padronização da velocidade das quadras? Poderiam chegar a ganhar um slam, por exemplo?

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  8. Marcelo-Jacacity

    Pergunta…
    Se você tivesse que ir a uma entrevista importantíssima e pudesse escolher apenas um currículo, qual você escolheria?
    Feitos na carreira:
    A- 1 AusOpen; 11 RG; 2 Wimb; 3 UsOpen; 0 Finals.
    B- 6 AusOpen; 1 RG; 4 Wimb; 3 UsOpen; 5 Finals.

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    1. Alessandro Siqueira

      A se atribuir peso aos títulos, nos termos da pontuação atual prevista pela ATP, os títulos de Djoko o colocariam à frente de Nadal, isso se o recorte ficasse adstrito a slams e finals. Os majors valem 2.000 pontos e o Finals até 1.500. Por essa conta, Nadal teria 34.000 pontos: 17 x 2.000. Djoko, noutro sentido, 35.500 (14 x 2.000 + 5 x 1.500).

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  9. EU

    Hehehe….aindaa beim qui u robozin si laskou…. visse GURI…..EU vivia dizendu qui issu ia acuntecer….hehehe…..tamu juntu na trucida pelu fedex…hehehe

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  10. paulo

    O colega Renato só posta para dizer que o federer é melhor, que na comparação entre os big 3 o federer isso, o federer aquilo. Sempre comparando.
    Vira o disco, cara.

    Responder
    1. Luis

      Antes o “Renato” tava até mais moderado, mas foi só o Djokão voltar a jogar bem que ele começou a liberar seu lado MARQUINHOS
      KKKKKKKKKKKKKKKKKK
      Relaxa que é só zueira, MARQUI… digo “Renato”!!

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    2. Paulo F.

      Hahahahaha !!!
      Pior é o Márcio Souza !!
      Sumiu!
      Deve ter feito picanha na panela, para que não estragasse após tanto tempo no freezer, aguardando fazer churrasco para assistir nos domingos o Federer e o mesmo não colabora mais!
      kkkkkkkkkkkk

      Responder
  11. Renatinho

    Se por um lado na geração antiga tinha uma quantidade maior de ótimos jogadores , por outro lado jogadores como Del Poltro , Nishikori, Tsonga , Cilic , Stan e principalmente Andy Murray provavelmente teriam currículos melhores em outras épocas por não ter o big 3 como adversário. Dalcim, na sua opinião subjetiva o big 3 também é o grupo dos 3 melhores jogadores da história do tênis ?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que sim, Renatinho. Nunca houve um grupo tão forte, jogando simultaneamente, embora em outras épocas também tenhamos grande competitividade.

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  12. samuel

    Prezado Dalcim,

    Essa estória de melhor de todos os tempos serve somente para discussão de bar.
    Na realidade o melhor de todos os tempos sempre será o melhor da atualidade e com o passar do tempo o melhor de hoje certamente deixará de ser o melhor. Ele pode ser mais famoso que o sucessor, mas isso não quer dizer que será o melhor, pois devemos considerar que o esporte está em evolução, ou seja, não está estagnado.
    Por exemplo: o Federer/2017 é muito melhor que o Federer/2006 e o Nadal/2018 é muito melhor que o Nadal/2008, afinal são no mínimo dez anos de evolução e eles não gastaram fortunas com treinadores para ficarem parados no tempo. Compare cada golpe desses jogadores, atualmente os golpes são melhores. Todo mundo fala isso e até os próprios jogadores dizem que estão melhores. Considera-se o auge deles na década passa porque conquistaram mais em relação à atualidade, mas conquistaram mais porque o nível do jogo era inferior.

    Saudações

    Samuel

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    1. Jose Yoh

      O melhor de todos os tempos será sempre conversa de bar mesmo. Por isso todos discutem isso aqui, porque é bem conversa de bar (sem querer depreciar o blog, Dalcim!). Discussão inútil mas divertida.
      Quanto à evolução dos jogadores, eles melhoram na técnica mas pioram no físico então não dá para dizer que o melhor Federer ou Nadal é o de hoje. E só é possível comparar com os jogadores da mesma época, para ver o quanto eram melhores que os outros. Por isso temos tanta controvérsia.

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      1. José Eduardo Pessanha

        Dalcim, Ferrer nunca teve capacidade de ganhar de Federer e Djokovic em Slams. Pelo conjunto da obra, fico com Berdych, que eliminou o Craque em Wimbledon, no US Open e nas Olimpíadas.
        Abs

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  13. DANILO AFONSO

    CHILENO, li sua postagem acerca da comparação do Federer “versão” 2015 e 2017, e também acerca do hipotético embate entre Federer 2017 e Novak 2015. De fato o backhand do suíço estava melhor em 2017, mas talvez esse golpe aprimorado “sumisse” ou caísse a eficiência com a pressão que o estilo de jogo do sérvio impõe aos adversários. Cito como exemplo o ótimo aproveitamento de saque e aces do suíço no decorrer dos torneios contra os outros adversários, mas que na maioria das vezes cai drasticamente quando enfrenta o sérvio, tamanho é a pressão das devoluções.

    Mas uma coisa eu tenho certeza, teríamos grandes jogos equilibrados, e acredito que o suíço não teria a mesma “facilidade” em abocanhar os títulos que conquistou em 2017, haja vista que o sérvio competitivo seria normalmente o pior adversários nos Slams que o suíço foi campeão.

    Chelino, é sempre bom deliberar com pessoas como você. Abraço !!!

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Isso que você falou no primeiro parágrafo Danilo, só reforça o que sempre analisei e escrevi sobre os embates envolvendo Federer e Djokovic , de 2011 para cá. Nas finais que Novak Djokovic levou a melhor, sempre pesou para Federer, sua idade – isso no ponto de vista de parte de seus torcedores – mas nos jogos anteriores, em que ele passeava sobre os adversários, o fator idade não entrava na conta.

      Responder
    2. Chileno

      Sem dúvida Danilo. Muito bom debater assim, de forma sadia, ainda que discordando um do outro. O mais provável é que nunca saberemos quem venceria tal embate, mas é divertido imaginar o que ocorreria. Quem sabe o Federer não volta com aquele backhand e preparo físico de 2017 no ano que vem? Hahahaha!

      Abraço!

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  14. Fernando Brack

    Muito precipitado o comentário de Pat Cash sobre Federer, no qual sugere a aposentadoria do suíço. Se é verdade que Federer, como ele próprio declarou, sentiu demais as condições de clima durante o jogo contra Millman, sua derrota teria sido mais circunstancial do que estrutural. Logo, por mais frustrante que tenha sido ser eliminado ali, não haveria razão nenhuma para pensar em pendurar a raquete.

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    1. Jose Yoh

      Pat Cash não se aposentou após ganhar o único Slam da carreira.
      Federer ganhou três dos útimos seis Slams que participou e ainda é o número 2.
      Dos 7 últimos masters que participou, ganhou 3 e foi à final em 6!
      Como esse cara pode sugerir sua aposentadoria??? Só pode ser elbow.
      Se o suíço fosse dar ouvidos a todos que sugerem sua aposentadoria, seriamos privados de vários anos de sua magia…

      Responder
  15. Fernando Brack

    Lamentáveis! Profundamente lamentáveis as reações da WTA e USTA ao Serenagate deste US Open. Agora sim eu acho que o tênis foi manchado. As entidades colocaram os reclamos pessoais de uma estrela, um triste chororô, acima da correta aplicação das regras do esporte, apenas porque foi feita por um homem e porque o mesmo não seria praticado no tênis masculino. Ora, a falha não está no que Carlos Ramos fez, e sim no que os outros árbitros deixam de fazer. As entidades deveriam se preocupar com isso e não em vitimizar Serena e acusar Ramos de sexismo, uma vergonhosa baixaria.

    Responder
    1. AKC

      O que eu achei mais lamentável foi o fato de uma conquista tão especial de uma tenista jovem, que mostrou extrema dignidade em toda situação, ter sido manchada pelo chilique da Serena… A Serena conseguiu estragar o que seria um momento de festa e consagração, o primeiro Slam de uma tenista, sonho de todos que se dedicam a esse esporte! Imperdoável, ainda mais se considerarmos que o chilique poderia ter alterado o resultado da partida, pois a Serena com aquele discurso todo incendiou a torcida. Sorte da Naomi que estava centrada e com o jogo quase encerrado.

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  16. Fernando Brack

    Sampras não parece ser um cara pedante ou egocêntrico, se não a vida pra ele estaria bem difícil. Imaginem que o sujeito que era há alguns anos forte candidato a maior da história do esporte hoje não faz mais parte de qualquer lista dos 5 maiores, lista esta que, curiosamente e para nossa sorte, tem 3 monstros ainda em atividade. A gente precisa parar e pensar um bocado no extraordinário que há neste fato. O Big3 é um verdadeiro assombro.

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    1. Renato

      Não é SÓ isso Brack. É que o big-3 está indo mais longe do que a maioria dos maiores da história foram. Imagine se Borg, Sampras e outros estivessem afim de estender a carreira com dedicação e disciplina como faz Roger? Com certeza teriam muito mais títulos que tem.

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      1. Jose Yoh

        Não acredito que antigamente seria possível esticar muito a carreira. Hoje em dia temos vários fatores que ajudam os tenistas a manter o físico: grana, medicina, técnica, raquetes/cordas, calçados, auxiliares, etc. Por isso é tão necessário relativizar conquistas de outras épocas.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Sei, não. Federer , Nadal e Novak podem ter suplantado Laver, Sampras e Borg. Mas o Norte-Americano continua ali. Ao menos , a meu ver. Abs !

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  17. Mário Fagundes

    Não tenho simpatia por Serena e jamais torci por ela. Em fim de carreira, reincidente em episódios vergonhosos, soberba, mal educada… Tenho dúvidas sobre sua capacidade de agregar outros valores em sua vida. Alguns dias já se passaram e o incidente daquela final ainda repercutem no meio tenístico. Se Serena aprendeu algo positivo com o episódio, que convoque a imprensa para reafirmar o quanto sabe de sua importância para a história do tênis não somente por seus feitos, mas sobretudo pela referência que é para os jovens, que tenha humildade para admitir o erro, que exalte a conquista de Osaka e, por fim, que peça desculpas ao árbitro Carlos Ramos. Esta seria a ATITUDE correta a ser tomada, digna de uma grande campeã.

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    1. Aurélio Passos

      Não deve ser muito fácil agregar outras coisas na vida, quando você sabe que veio ao mundo pirque seu pai, PREMEDITADAMWNTE, falou pra esposa: “Vamos ter mais dois bebês para jogarem tênis e ficarmos todos ricos.”

      Responder
  18. Flávio Barroso

    Dalcim, não tenho visto o árbitro brasileiro Carlos Bernard. Sabe me dizer o porquê dele não estar tão atuante nos últimos torneios????

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele foi arbitrar o challenger da academia do Nadal durante o US Open, Flávio. Acho que ele preferiu ficar na Europa, já que está morando na Itália.

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      1. Naira

        Dalcim, qual a dificuldade em se usar o CNT da Barra? Não poderia se criar um evento do tipo ATP500 ? O problema é a eterna crise econômica ou tem problema político ou ambos? Não se poderia usar como centro de formação de novos talentos? Tem manutenção ou esta abandonado ao Deus dará? Acho um absurdo uma estrutura tão grande mal aproveitada. Voce teria alguma sugestão?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          A manutenção do local é caríssima. A CBT queria pegar o local, mas pediu uma ajuda financeira do Ministério para aguentar o tranco da manutenção, e não conseguiu. Ninguém quer pegar algo do qual já sai com um prejuízo mensal considerável.

          Responder
  19. Luiz Fabriciano

    Mestre, sei que já falei muito hoje e meu último comentário do dia vai diretamente para você: parabéns pela posição no caso Serena Williams.
    Até WTA e USTA a apoiaram (sabe-se lá porque). Vi também outro comentarista de renome e frequente na TV apoia-la também, mas sua análise franca me deixou feliz em ver que a imparcialidade deverá sempre, nesses casos, prevalecer. Serena é um mito vivo do esporte, mas deveria ter aprendido que jogo – que não seja Truco – não se ganha no grito. E é reincidente.
    Não soube interpretar exatamente o que quis dizer com a “mancha” que Serena provocou ao tênis, com sua descompensação psicológica, mas em minha visão mais simplória, ela não conseguiu isso, mesmo que não intencionalmente. A japonesa foi sublime no jogo todo e poderá dizer para seus herdeiros no futuro, que faturou seu primeiro GS em cima de um mito, que fez de tudo, literalmente, para evitar seu feito, mas em vão.
    Então, acho isso um componente a mais para a história de Naomi Osaka.
    No mais, parabéns, mais uma vez.

    Responder
  20. Marcelo-Jacacity

    Dalcim, o que você acha?

    No último programa “Pelas Quadras” da Espn, em um debate sobre qual o tenista do Big-3 seria o mais complicado a ser enfrentado, o Meligeni afirmou que não gostaria de enfrentar o Djokovic, pois:
    Federer, embora, talentoso e imprevisível, possui o backhand que pode ser atacado e às vezes “dá uma viajada no jogo” concedendo uma brecha ao adversário.
    Nadal, embora, seja um atleta estupendo, o espanhol dá ritmo e deixa o adversário jogar e não possui um saque tão bom.
    Já o sérvio não possui buraco em seu jogo, e principalmente a devolução é uma arma devastadora.

    Responder
      1. Cassio

        Dalcim, desculpe me intrometer…

        Brechas todos têm, a discussão girava em torno de quem tem MENOS brechas no seu jogo.

        Me parece claro que do Big 3 o Djokovic é o que tem menos pontos fracos. Não existe uma tática que seja “clara” para derrotá-lo.

        No caso do Federer claramente tem: jogar no BH dele.

        Djokovic tem uma dificuldade ou outra no smash ou jogo de rede, mas são situações do jogo que acontecem muito menos, então são mais difíceis dessas brechas se tornarem vulnerabilidades.

        Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            Dalcim,
            Não transcrevi literalmente o que foi dito pelo Meligeni. Apenas coloquei de maneira geral e a informação talvez não tenha retratado fielmente o que foi falado no programa.
            Sorry.

      1. Luiz Fabriciano

        Nenhum dos três serve para esse exemplo. Roddick, aposentado há mais de 5 anos (se retirou com H2H positivo), conhecido pelo saque. Já vi US Open contra Djokovic que só conseguiu o primeiro ace depois do meio do segundo set. Karlovic vence de 2 x 1 e Kyrgios, quem é mesmo?

        Responder
  21. Luiz Fernando

    Outro fato lamentável é esse suposto boicote dos árbitros a Serena. Pessoalmente nunca gostei dessa moça e sempre torço contra ela, mas as punições já vieram durante a partida e na multa, por sinal irrisória, que ela sofreu. Segue o baile, creio q ela deve ter aprendido a lição e deverá pensar um pouco mais antes de repetir atitudes baixas como no último sábado.

    Responder
    1. neuton

      Aprendeu não. Já xingou e humilhou árbitro de linha em outra oportunidade. Ela joga muito e tal, mas é muito abusada e se julga acima das regras. Precisa tomar uma punição exemplar. Já é experiente o suficiente para saber que se ganha em quadra e não no grito, isso é tênis e não truco.

      Responder
  22. Naira

    Dalcim, tenho algumas dúvidas quanto aos árbitros de tênis
    1- Todos eles são profissionais, i.e., vivem única e exclusivamente do tênis? Tanto os de cadeira quantos os de linha? Isso é mandatório?
    2- Quem contrata os árbitros (ATP, WTA, ITF)? Tanto os de cadeira quantos os de linha?
    3- O contrato é indeterminado, é temporário, é por temporada, é por torneio? Tanto os de cadeira quantos os de linha?
    4- Quem avalia, qualifica, pune, premia os árbitros?
    5- Existe ranking de árbitros?
    De uma forma geral, como funciona este mundo de árbitros de tênis?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Os de cadeira são profissionais, os de linha não necessariamente. Existem várias graduações, conforme o nível eles podem arbitrar um torneio grande ou pequeno. A ATP e WTA mantém alguns árbitros sob contrato permanente, a ITF também. Os juízes de linha são por torneio. Todos são usados conforme a necessidade. As entidades avaliam o desempenho e podem sim afastar algum árbitro. Todos eles passam por exames físicos periódicos. Não, não existe ranking.

      Responder
  23. Luiz Fernando

    Quem é o Pat Cash p pedir aposentadoria de um jogador como Federer? Primeiro, essa é uma decisão q apenas o próprio deverá tomar, possivelmente de comum acordo com a família; “segundamente” (kkkk), um cara q em Janeiro venceu um GS e q no primeiro semestre foi número um provavelmente não está no momento de parar. Esses ex-tenistas devem ter um pouco mais de cuidado em emitir opiniões, ainda quando estas se referem a uma lenda viva do esporte como é o caso…

    Responder
  24. marcocam11

    Olá Dalcim, tenho lido muitos comentários e reportagens sobre o comportamento da Serena na final, mas não vi ninguém levantando a simples questão: jogadores/as podem ofender árbitros a vontade? Fica apenas a punição no jogo? Entendi que chamar um juiz de ladrão é normal, mas ele punir é sexista, racista e sei lá mais o que, porque até Billy Jean King defendeu Serena na ofensa. É isso mesmo, os juízes tem que engolir esse tipo de atitude, sem poder tomar medidas extra-jogos, já que ela exigiu desculpas, mas possivelmente vendo o vídeo, não se desculpou? Inclusive, vi uma reportagem que os ábitros de tênis não tem uma associação, estão nas mãos de tenistas (arrogantes que exigem nunca mais vê-los em seus jogos, Nadal fez isso também) e dos Federações.

    Responder
  25. Maurício Neves

    Boa tarde.

    Tal de Pat Cash, 1 Alan.
    Quer aposentar Federer pois ele perdeu.
    Não está intenso, babando sangue.

    Acho que ele, Pat Cash, está com bilheteira baixa em seus Tennis de exibição e precisa de uma ajuda de peso.

    Dalcim você concorda e aposentaria RF porque ele perdeu o US Open ou outro torneio qualquer?

    Abraços e boa semana

    Responder
    1. AKC

      Contam que o Pat Cash, há uns 15 anos, estava na Espanha visitando um centro de treinamento e falaram pra ele que tinha lá um espanhol que estava arrebentando. O australiano, já aposentado, com seus 30 e poucos, foi então se meter a jogar com aquele jogador que devia ter uns 15 ou 16 anos na época. Resultado? Levou um vareio. Quem era? Vocês já sabem.

      Responder
  26. Luis Alves

    Apesar do texto um pouco longo, concordo totalmente com a Naira.
    Serena com certeza já sofreu por ser mulher e negra em um país machista e racista, mas isso não lhe dá o direito de fazer o que fez.
    Um grande “Viva!” para a grande campeã Naomi.

    Responder
    1. neuton

      Se sofreu não foi por ser mulher e/ou negra, foi por ser arrogante, prepotente e espertalhona. Joga muito e é forte igual a um homem (bomba? nunca se provou). Se não tivesse esse tipo de xilique, poderia ao fim do jogo expor seu motivos e buscar justiça. Mas o que fez foi inadmissível.
      Naomi também é mulher e negra, não estou vendo nenhuma postagem comentando algo a não ser o excelente tênis que jogou.

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        1. Gildokosn

          Pow Arthur pega leve rsrs
          A comparação não é nem minha, o mundo do futebol que a faz nos últimos 10 anos. Eu particularmente sei muito bem que Messi é um gênio e Cristiano é só um ótimo jogador bem preparado física e psicologicamente.
          No caso Jordan/LeBron também penso o mesmo, porém alguns especialistas da área ja começam a comparar.

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      1. Gildokosn

        Como a maioria dos teus comentários aqui esse também é de muito mau gosto.
        É lógico que Messi é um gênio e bem melhor que o Cristiano. Mas daí a chamar o cara de empurrador de bola e comparar com o Tulio?!
        Eu é que digo. Que comparação….

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      2. Marco

        Assim como eu, vc torce para o Djoko, e ainda comenta algo assim? Como faz os torcedores ao querer desqualificar o sérvio, que, tal como o português, é mais completo e tem menos brechas em seu jogo que os outros.
        Ruim heim.

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  27. Alexandre

    A porteira abriu agora a boiada todo vai chegar nos 14 GS do Sampras…Nunca passou pelos piores pesadelos dele..kkkk

    Coitado, acho que o recorde estaria assegurado…por isso que o Federer tem que jogar até os 41, 42 anos.

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  28. Marcelo Gomes

    Dalcim, Djokovic tem 3 finais vencidas contra Nadal e Federer, 5 contra Murray e uma contra Tsonga, Anderson e Del Potro, mas a minha dúvida é o pq de as duas que ele enfrentou o Wawrinka ele perdeu. Tem alguma explicação???

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Em Roland Garros, eu concordo. Já no UsOpen de 2016 o Djokovic estava com inúmeros problemas físicos, e não estava jogando absolumente nada, em queda vertiginosa, não sei como chegou à final. Era para ter caído bem antes.
        O Wawrinka que não é bobo, aproveitou-se, assim como conquistou o título na Austrália em cima do Nadal.
        Faz parte, o tenista não tem culpa se o adversário está lesionado.

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Marcelo, Novak realmente estava bem aquém do tênis apresentado no primeiro semestre de 2016. Ele só chegou na final pq teve uma boa chave e na reta final teve a sorte de adversário abandonando durante o jogo e outro que não lembro o nome não entrou em quadra, além disso teve um jogo nas quartas ou semifinal com o instável Monfils. Chegou na final só com a “camisa”…kkkk

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      2. Carlo

        Dalcim, o stan é um jogador que me intriga. Em plena época do big 4 conseguiu ganhar três slam, o que demostra que talento ele tem de sobra. Por que ele não brilhou mais? Falta de disposição? Falta de alguém para puxar mais seu treino?

        Responder
  29. Renato josef

    Fico chateado pelo Nadal não ter tido condições de enfrentar o delpo em condições normais !!! Seria um bom jogo e creio que essa final seria djoko x Nadal !!! Apesar de ter torcido bastante para o Thiem que poderia ter avançado naquele super jogo , vejo que ele estaria em melhores condições de seguir no evento . Agora Dalcim pergunta que não quer calar , o Thiem vai agora ou não ???????

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  30. Arthur

    Um dado curioso, Dalcim:
    Até 2016, Djokovic era o mais vencedor do AO e o Slam australiano estava para o sérvio como RG está para Rafa e WB para Federer.
    No entanto, com a mudança da velocidade das quadras, Federer ganhou mais 2 títulos e empatou com o Djoko como maior vencedor do AO.
    A dúvida: se Federer permanecer em alto nível, quem será que levará vantagem em um eventual embate em 2019?

    Um abraço.

    Responder
    1. Chileno

      Pra mim, se o Federer retomasse o nível de 2017, ele teria boas chances. Mas se ele jogar como jogou em 2018, acho que o Djokovic seria amplamente favorito.

      Responder
  31. Alison Cordeiro

    Nole comprova o quão espetacular são esses caras do Big3. Quando você pensa que estão acabados, eles ressurgem como uma fênix e seguem monopolizando os títulos dos Grand Slam, deixando escapar um ou outro para um inspirado backhand na paralela, uma direita demolidora ou um lorde britânico em dia de Gaia.

    E não que Delpo não tenha tentado. O argentino lutou, mas com Nole defendendo tudo ele não achou alternativas. Torço para que ele se mantenha competitivo, o circuito só ganha com isso. Para bater Djoko ele precisaria que o sérvio estivesse menos concentrado, e ainda assim precisaria sustentar muitas trocas. Missão difícil para qualquer um.

    Cada vez mais me convenço que o mítico GOAT não passa de ilusão de torcedor. É impossível a qualquer um almejar tal posto, tal a gama de possibilidades que o tênis apresenta como soluções para um jogo. Nole é tremendamente habilidoso, com uma capacidade de contra-ataque que enlouquece o adversário. Federer é técnica em estado puro, fazendo tudo parecer fácil. E Nadal é um atleta soberbo, o gênio do saibro. São três estilos diferentes, antagônicos e complementares. A vitórias flerta com todos eles, e isso se reflete nas disputas intensas que protagonizam.

    Os números mostrarão um pouco desta era mágica que vivemos. A conta dos feitos deles segue aumentando. Haverá limite para esses caras?

    Por ora, Djoko sorri na ribalta. Voltou a ser protagonista. Mereceu o título. Se há três meses havia dúvidas se seria competitivo, agora a dúvida volta a ser como pará-lo. Talvez ligando pro guru voltar a atrapalha-lo…

    Responder
  32. Arthur

    Dalcim,

    Embora o Djokovic tenha ganhado com méritos o US Open, não tem como não ficar triste pelo Del Potro. Depois de tudo que ele passou, certamente o Delpo era um dos tenistas que mais mereciam levantar outra vez uma taça de Slam. E é uma pena principalmente porque tenho a impressão de que talvez tenha sido a última oportunidade dele.
    Quanto ao sérvio, parabéns aos que torcem por ele. Mesmo sendo torcedor do Federer, confesso que a débâcle pela qual ele passava me angustiava um pouco. E, convenhamos, era um tanto bizarro pensar que o Nadal tinha mais taças no USO do que ele.
    Espero, apenas, que o circuito não volte a ser totalmente dominado por ele, como o foi em 2015/2016.

    Um abraço.

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    1. Marcelo-Jacacity

      Lourenço,
      Realmente o Djoko perdeu muitas finais de Slam, para se ter uma ideia;
      Sampras: 14 títulos e 4 vices
      Djokovic; 14 títulos e 9 vices
      Se o sérvio tivesse transformado dois vices em títulos, já estaria em condição bem interessante, mas se não existe…

      Responder
  33. Lourenço

    Outra informação:
    Títulos de GS no período de 2003-2010 ( 8 anos):
    – Federer (16), Nadal (9) e Djokovic (1).
    Títulos de GS no período de 2011-2018 (8 anos):
    – Federer (4), Nadal (8) e Djokovic (13).

    Aí o Djokovic começou a incomodar, kkk

    Responder
  34. Lourenço

    Observem o equilíbrio:
    Títulos mais importantes (GS+ATP Finals+Ouro Olímpico +ATP 1000):
    – Federer(51), Nadal (51) e Djokovic (50).
    Total de títulos (incluindo ATP 500 e ATP 250 – não considerei Taça Davis):
    – Federer (95), Nadal (79) e Djokovic (69).

    Os caras são gênios!!!
    Independente do estilo e rivalidade entre eles…

    Responder
  35. Naira

    Gente acabei de assistir na ESPN no Pelas Quadras e foi comentado essa estória (neste caso é sem h) de sexismo na final feminina do US Open.

    Na minha ingênua ignorância, pensei que a Serena inventou esta estória de sexismo porque o técnico dela tinha feito coatching coisa que os técnicos do masculino também fazem e eles não são punidos, e ela foi.

    Mas, ATENÇÃO, PASMEM, não foi isso não…

    A Serena acusou o árbitro Carlos Ramos, considerado um dos melhores árbitros da ATP, de sexista, porque ela o chamou de ladrão e ele a puniu sendo que os jogadores masculinos também fazem isso e não são punidos (palavras da Serena).

    Análise do Fernando Meligeni: “Se um jogador chama um árbitro de ladrão e o árbitro não faz nada, ele é no mínimo um banana. Chama o Bernardes de ladrão, voce sai do jogo, não perde game.”

    A WTA saiu em defesa da Serena mas o ITF soltou uma nota defendendo o Carlos Ramos.

    Navratilova criticou Serena em artigo no NY Times (http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/61932/Navratilova-critica-Serena-em-artigo-no-NY-Times/ )

    A Serena não admite que houve coatching e acha que chamar o árbitro de ladrão é normal porque jogadores masculinos o fazem; então ela ser punida é sexismo.

    Fico pensando em que mudo a Serena vive. É uma visão totalmente deturpada.

    1- Se jogadores masculinos cometem erro não justifica jogadoras o fazerem.

    2- Nunca vi jogador chamar árbitro de ladrão e não ser punido. Então ela que diga nomes. Quais são os jogadores que chamaram árbitros de ladrões e não foram punidos? Quais são os árbitros que foram chamados de ladrões e não fizeram nada?

    3- Vivemos numa época onde tudo é filmado/gravado e tudo aparece na internet. Por favor alguém me mostre um vídeo de algum evento de tenis onde um jogador(a) tenha ofendido um árbitro e não houve punição.

    4- A WTA defendeu a Serena nesta estória de sexíssimo com relação ao coatching, afirmando que técnicos do masculinos fazem coatching e não são punidos, só que a Serena não admite que houve coatching.

    Aqui cabem algumas considerações:

    a- Se os técnicos no masculino fazem coatching não justifica que os técnicos no feminino o façam. A regra é uma só tanto para o masculino quanto para o feminino, e neste caso os dois devem ser punidos.

    b- A WTA reconhece que houve coatching porém não deveria haver punição porque (na visão da WTA) coatching no masculino não é punido. Como o Carlos Ramos cumpriu a regra no feminino e aplicou a punição, então o árbitro errou e ele é sexista. UM ABSURDO !!!!

    c- A Serena chama o Carlos ramos de sexista porque ela entende que não deveria ser punida por chamá-lo de ladrão. A WTA chama o Carlos Ramos de sexista porque ele aplicou a regra de coatching no feminino. DOIS ABSURDOS !!!!!

    d- A WTA defendeu a Serena não por ser boazinha, na verdade a WTA entrou nesta estória de sexismo, primeiro para proteger sua “maior estrela”, segundo por motivos “próprios” porque nos jogos da WTA é permitido a entrada do técnico durante a partida e a WTA quer forçar a ITF a deixar os técnicos entrarem nos jogos de Grand Slam. (truco que isso algum dia ocorra em Wimbledon).

    Minha opinião:

    Como disse anteriormente em outros comentários, concordo plenamente com o Dalcim, “Se existe a regra, ela tem de ser respeitada e, em caso de infração, punida. Ou então se retire a regra.”.
    No dia que técnico puder passar instrução abertamente para os jogadores acaba com o tênis, porque vamos assistir batalha de técnicos e não de jogadores. Eu sou contra coatching mesmo porque nem todo jogador consegue pagar técnico. Acho horrível jogos da WTA quando o técnico entra em quadra para conversar com a jogadora. O jogador tem que ser capaz de entender o jogo, fazer leitura do jogo do adversário, mudar seu jogo conforme a situação, desenvolver um raciocínio lógico e rápido de agir e reagir. É isso que deixa o jogo de tênis eletrizante. No dia que os técnicos puderem passar informações livremente, os jogadores serão robozinhos sem cérebros com raquetes na mão, e neste dia o tênis morre.

    O treinador da Serena fez coatching (ele confirmou). A Serena viu a sinalização (ela confirmou). Ela disse ser sinal de positivo (falso). Ela mudou a postura dela no segundo set. Minha conclusão: A Serena faltou com a verdade. Ela deveria vir a público e se retratar. Fato é que ela não sabe perder. O verdadeiro campeão o é tanta na vitória quanto na derrota. O Dalcim foi extremamente feliz quando intitulou a sua resenha “O dia em que Serena manchou o tênis”, pois foi exatamente isso o que ela fez. E nós, amantes deste esporte maravilhoso, não podemos concordar com isso.

    A Serena, ao que parece não sabe lidar com pressão, associado ao fato de não saber perder e de ser arrogante. Juntou esses três fatores e deu o que deu. É triste a postura dela ao se dirigir ao árbitro com o dedo em riste, que não é apenas agressivo, prepotente e ditatorial, mas também símbolo da falta de humildade. Algumas pessoas acabam se irritando e apontam com o dedo em riste para o arbitro, como se ele fosse o grande culpado pelos problemas de estar perdendo. Ela tentou usar o “peso do ídolo Serena” e jogando a torcida contra o arbitro, fazendo o caldeirão da Arthur Ashe ferver, aumentando a pressão sobre o árbitro e sobre a Naomi, uma menina de 20 anos, para virar o jogo a seu favor. Ou seja, isso se chama anti-jogo ou popularmente jogo sujo. Mas para sorte do tênis, essa jogada dela não funcionou. A Naomi deu uma aula de humildade a todos. Uma menina centrada, com uma força mental enorme. Nem tomou conhecimento do papelão que a Serena estava fazendo. A Naomi mostrou a verdadeira força de uma campeã com toda a sua humildade.

    A WTA ao apoiar os atos da Serena presta um desserviço ao Tênis, o que é muito triste, porque abre caminho para outros atos tresloucados não só da Serena como de outras tenistas.

    Responder
    1. Marcelo Araújo

      Concordo integralmente com você, Naira. Péssimo exemplo que Serena deu como mãe para sua filha. Por sorte dela, a sua filhinha ainda é muito novinha senão iria se envergonhar com a atitude da mãe.

      Responder
  36. Rubens Leme

    Bom, que eu saiba Djokovic torce pro Milan, que já frequentou a segunda divisão quando do escândalo da loteria, em 1980, mesma época em que me tornei fã do clube, assim como do Tottenham Hostpur, quando a TV Record passou uma final (sabe-se lá o motivo) da Copa da Inglaterra, contra o Manchester City, em 1981.

    Naquela época, o craque do time inglês era o volante argentino Osvaldo “Ossie” Ardiles que ficaria em situação constrangedora quando explodiu a Guerra das Malvinas, pouco tempo depois. Ele ainda ficou no clube (até 1988), já que era um ídolo, mas no ano de 1982 foi emprestado ao PSG, da França.

    Voltando ao sérvio, além do Milan, ele ainda torce pro Estrela Vermelha (que foi campeão europeu em 1991) e pro Benfica.

    Responder
  37. Renato

    Rodrigo e Chileno,

    O Federer de 2017 colocaria Novak no chinelo! É de se lamentar que Novak estava jogando um tênis medíocre e não comparecia para enfrentar Roger.

    Responder
    1. Marco

      Cara, só houve um Federer 2017 por conta da ausência do sérvio.

      O suíço é um gênio, não há o que se falar sobre o talento do mesmo, mas com o sérvio estando saudável ficaria e fica difícil pra ele.
      Veja bem, a principal arma do Federer é o saque, contra o Nadal funciona pq o espanhol devolve saque da arquibancada, já o Djoko devolve da linha, volta mt mais saques, mais rápido e sempre com profundidade, a coisa fica bem difícil para o suíço.
      Outro ponto é que a mudança no backhand (pegando na subida) funciona com o Nadal pq a bola do espanhol demora um certo tempo para chegar (pois vai alta), a do sérvio é reta e mais rápida, o que tira tempo pra bater o back, o que ocasiona erros.

      Enfim, não quer dizer que o suíço não pudesse vencer um Slam desses três que venceu, mas seria bem difícil, entraria como underdog em todos os jogos.

      Responder
      1. Chileno

        Nunca saberemos Marco. E respeito seu ponto de vista. Acho coerente. Mas levando em consideração que o Federer 2015, que era inferior ao Federer 2017, deu algum trabalho para o Djokovic 2015, que era superior ao Djokovic 2018, eu diria que provavelmente o suíço teria condições de igualar ou talvez até superar o sérvio. Mas… o melhor que podemos fazer é imaginar como seria.

        Responder
  38. O JR7

    Alguém já tinha “cantado” que o sérvio era o grande favorito. Isso ficou evidente na apresentação contra o francês Gasquet. Quando Novak começa a acertar aquela paralela pelo lado mais alto da rede é porque a coisa é séria rsrsrs…

    Já falaram muito nos posts passados, mas vale reiterar. O maior feito do Djokovic nessa temporada foi vencer a semifinal de Wimbledon contra um Nadal jogando muito e em plenas condições físicas. Aquela partida foi fundamental; diria que foi a razão para as conquistas mais recentes, em Cincinatti e nesse US Open. O que virá a acontecer nos próximos meses é o “resultado daquele resultado”…

    Vimos quanta confiança a referida vitória rendeu ao sérvio especialmente na direita, que era onde Nole ainda tinha alguma dúvida. O que falar do backhand desse sujeito?
    Ali ele consegue atacar, contratacar e se defender(?) não precisando usar slice; mesmo se a bola estiver baixinha ele consegue tirar uma vencedora. Talvez no circuito só ele consiga ser tão eficiente em algumas situações de jogo.

    Não resta muito o que registar. Torço pelo suíço há muitos anos, mas há que se elogiar as grandes virtudes desse fenomenal campeão que a cada dia sobe mais uns degraus na história do tênis.

    Alguém sugeriu, de forma hipotética, que poderia sair mais um “Nole Slam”, na conquista de quatro Majors em sequência. Sabemos que é difícil de se repetir. Mas, num eventual sucesso penso que já se poderia o colocar no mesmo patamar do suíço, mesmo ainda com a diferença de alguns Slans.

    Abraço cordial a todos!

    Responder
  39. Leonardo Carvalho

    Dalcim, com quantos slams você arrisca dizer que cada um dos três gênios vai encerrar a carreira? Gostaria de saber seu palpite, na lata rsrs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não gosto muito desse jogo de adivinhação, porque o circuito muda a cada momento. Quem preveria as contusões e retiradas simultâneas de Nadal e Federer ou exatamente um ano depois de Djokovic? Isso muda todo o quadro. Mas eu acho que Federer tem potencial para ao menos um, Nadal para três e Djokovic para cinco.

      Responder
      1. Viana

        Com esse palpite ficaria:
        Fedex 21
        Nadal 20
        Djoko 19

        Nesse quadro, qualquer um poderia ser considerado o melhor…
        Fedex teria mais GS
        Nadal título olímpico e mais Masters
        Djoko lideraria o confronto pessoal com os 2

        Genial, argumentos para todos!! E esses 3 merecem isso!!!

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Mas Viana, você considerou o palpite do Mestre apenas em GS e “decretou” o final dos três baseado nisso.
          Mas se Djokovic encerrar com mais 5, imagine quantos Masters seriam ganháveis nesse caminho? Até olimpíadas entra na parada. E o mesmo para os outros também.

          Responder
          1. Viana

            Gente, só uma suposição… tudo pode acontecer…
            Nadal pode passar GS de Fedex, Djoko tb… Fedex disparar!!
            Só fiz um quadro usando as previsões do Dalcim.
            Mas, seria um lindo quadro!! Todos eles teriam argumentos sólidos para falar em grandeza e etc…

  40. David Julio

    Dalcim, me passou pela cabeça uma dúvida sobre coaching. Suponhamos que ontem treinador X, passasse uma info a alguém do Box, ( hipoteticamente a esposa de um jogador) e a mesma por gestos, desse alguma instrução. Dessa forma, seria considerado coaching também?

    Como vários já afirmaram, deixo aqui meu elogio. Seu blog é o melhor do Brasil, presta um excelente trabalho ao tênis!

    Abraços!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, David, deveria ser considerado sim, mas a regra é um tanto omissa quanto a isso. Ela diz que o tenista não pode receber ajuda externa, então eu entendo que qualquer membro de seu time está envolvido nisso. Aliás, essa forma de driblar a instrução já foi muito usada.

      Responder
  41. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,
    Concorda que o slice do Djoko melhorou bastante? Está mais rasante e pesado, incomodando mais os adversários.
    E finalmente o que estava faltou ao sérvio em Wimbledon e Cincinnati, foi utilizado em profusão ontem, idas à rede e ótimos voleios.
    Provavelmente como o você havia salientado em Londres, Djokovic ainda estava sem confiança tendo ficado pregado no fundo.
    E como o Lobatto e o Rodrigo frisaram, o smash do sérvio está mais consistente e assim já está bom. Não precisa ter o smash do Sampras.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele sempre teve um bom slice, Marcelo. Se você olhar Wimbledon de 2015, verá que ele usou bastante e com propriedade. É uma variação excelente. Gostava muito quando o Murray também fazia isso. Quanto ao jogo de rede, Djokovic também sempre teve boa mão. O smash com certeza é seu único ponto falho, embora ontem tenha funcionado à perfeição. Ainda assim, quantos smashes um tenista dá numa partida? Abs!

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Achei que o slice do Djokovic estivesse um pouco melhor. De fato, o smash hoje em dia é ainda mais raro.
        E quanto ao Murray, a variação do escocês, os slices e principalmente os lobs eram muito bons, só falta a ele um mental mais forte, e também uma direita mais contundente.
        Enfim, tomara que o “velho” Andy volte logo.

        Responder
  42. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, quero te dar os parabéns pela tua isenção, pois sendo torcedor do Federer, sabes reconhecer e colocar em evidência os méritos de um grande tenista como o Djokovic, o que muitos dos colegas do blog, pelo fanatismo, não conseguem.

    Responder
      1. Marcelo Araújo

        Perfeito, Dalcim! Como apreciador de tênis que também sou, admiro em primeiro lugar Federer, em segundo lugar Djokovic (quase tanto quantão admiro o suíço) e em terceiro lugar o Nadal (porém bem menos que admiro os outros dois).

        Responder
    1. Sérgio Cipriani

      Nem precisava dizer isso, Osvaldo. Antes de ser torcedor, o Dalcim é jornalista e profissional. Ele sabe separar trabalho de suas preferências pessoais.

      Responder
  43. O LÓGICO

    O sonho acabou Nadalzetes kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    O meu herói está de volta, para o desespero das nadalzetes kkkkkk, porque ele protege os recordes do Rei do Tênis kkkkkkkk E se passar o rei, coisa que duvido muito, a condição de maior da história estará em boas mãos – a de melhor já tem um dono eterno kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Mas na verdade, aprimorando kkkkkkkkk, qualquer um pode ser o maior da história, desde que não seja o filho do primogênito – ele definitivamente não merece kkkkkkkkkkk Só há pouco, passados quinze anos kkkkk, veio apresentar algum manejo no seu jogo que se aproxima da prática do tênis. Ele disse: “Tive alguns problemas durante o torneio. Hoje no 2/2 do primeiro set senti de novo. Disse ao meu box – trio de mariposas kkkkk – imediatamente que tinha sentido algo no joelho. Depois disso só tentei melhorar, mas hoje não foi o dia”. Mas quem viu o primeiro set não percebeu nadinha de modificação no seu jogo até o final do tiebreak. Ele apenas acenou para os três caras-de-pau e jogou o velho migué kkkk. Quando viu que tava nas cordas, AFINOU kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    E ninguém sabe até hoje exatamente qual o problema desse joelhinho de donzela kkkkkk. De todos os tenistas do circuito que se machucaram, tudo ficou-se sabendo: o que era o problema, se operou ou não, tempo de recuperação, etc. Não seria mais uma daquelas paradas obrigatórias determinada para o robozinho, devido as escrachadas vitórias nas duas últimas “maratonas” que antecederam o jogo com o Delpo? Tava dando muita bandeira aquele fôlego nunca visto por atleta algum em qualquer esporte kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk – e aos 32 anos. Eu vou pedir à equipe do CSI – a de Miami – a do Horatio Caine kkkkkkk – para fazer uma perícia no açaí que o príncipe das trevas do tênis consome. Há alguma coisa nebulosa no ar kkkkkkkkkkk

    Não goza da minha admiração, com disse, prefiro, antes, o King Kong, o Godzilla e o Predador kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    CHUPA QUE É DE UVA NADALZETES KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Responder
    1. Marco

      hahahaha
      Esses comentários são engraçados.
      Mas o que resta ao “rei do tênis” é o posto de maior, pois melhor não dá pra ser tendo h2h inferior contra seus dois principais rivais.

      Enfim, o melhor Novak é melhor que o melhor Nadal e o melhor Federer.

      Mas duvido que chegue nos 20.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Esse papo de que o melhor Djokovic é melhor do que o melhor Federer é bem controverso. O Federer de 2006 jantaria o de 2011 e o de 2015 em todos os Slams. Tranquilamente. Com qualquer piso e qualquer bola.
        Como diz aquele ditado, “uma mentira dita mil vezes se torna uma verdade”. Rs
        O que aconteceu com Djokovic é muito simples de explicar. Como ele surgiu muito depois de seus rivais, teve todo o tempo do mundo para desenvolver um jogo baseado nas características de Federer e Nadal.
        Imagina Federer surgindo três anos (ou mais) após seus rivais. Seria constrangedor o domínio que ele teria no circuito.
        E volto a repetir: um Craque e mestre do tênis não pode perder dois Slams pra Wawrinka e dois pra Murray.

        Abs

        Responder
        1. Paulo F.

          Assim como Djokovic é azarado de nunca pegar em finais de Grand Slams babas como Mark Philipoussis, Fernando González, Marcos Baghdatis, Robin Söderling…
          As duas exceções são Kevin Anderson e Tsonga.

          Responder
          1. Groff

            Paulo F., esse argumento, com todo o respeito, é furado. Se os outros não chegaram, é problema exclusivo deles. Fora o Baghdatis, que nunca teve uma carreira compatível com o talento que mostrou no início, todos os outros jogadores que você citou eram realmente muito bons e teriam ganho Slams sem a presença de Federer. Penso especialmente no Feña Gonzales, com a direita mais espetacular que já vi. Coloque aí nessa conta também o russo Davydenko (que, aliás, tem H2H favorável contra o Nadal, pra quem acha que isso importa…). Veja o nível a que o suíço elevou o jogo. Esse é o grande diferencial. O jogo precisou do surgimento não de uma, mas de duas lendas que “correram atrás” de elevar o nível da competição e poder batalhar com o Federer, pois de outra forma o último estaria com mais de 30 Slams tranquilamente. Não por acaso, os três com mais de trinta anos tripudiam sobre o resto do circuito. Admiro a todos os grandes jogadores, mas nenhum elevou o nível de exigência (física, mental e técnica) do jogo como o suíço fez. Tanto que foi alcançado em exigência física (Djokovic é um dos exemplos disso), mental (pelo Nadal especialmente, que é provavelmente o maior competidor que o tênis vai ver), mas não o foi no quesito técnico. Ainda há esse espaço aberto para alguém tentar ocupar, dezessete anos depois do surgimento de RF como ameaça para o circuito. Abraço

          2. Willian Rodrigues

            Eu consideraria apenas uma exceção! Porque Tsonga eliminou ninguém menos que Nadal na semifinal daquele AO 2008. Tava jogando Muito!

          3. Jose Yoh

            Groff, concordo plenamente. O nível era outro porque foi Federer quem obrigou os outros a elevá-lo. Senão ele ganharia tudo nos próximos anos também.

            Quanto à idade, se o chamam de aposentado é porque a diferença de idade é enorme para um atleta.

            Paulo F. : até 2010 o verdadeiro azar do sérvio era enfrentar o suíço no torneio.

      2. Marcelo Araújo

        Discordo, Marco! O melhor Federer (a meu ver o de 2017) ganharia para mim do melhor Djokovic ( a meu ver, o de 2015/2016) . O suiço ganhou algumas partidas do sérvio em 2015 sem estar nem perto do nível que ele estava em 2017…

        Responder
      3. Groff

        Marco, Federer é cinco anos mais velho que Rafa e longos SEIS mais velho que o Djokovic. Pegue os jogadores da mesma faixa etária do suíço e veja o que ele, Federer, fez com a carreira deles, seus contemporâneos. Ainda assim, o Nole só abriu dois jogos de vantagem. Você acha mesmo justa essa estatística?

        Responder
    2. Paulo F.

      O LÓGICO é um oportunista de marca maior – SOME quando Federer é eliminado e sofre com o risco do predador Nadal alcançar sua presa favorita – o cabrito alpino.
      Mas algumas tiradas são ótimas: “Trio de Mariposas”…
      HAHAHAHAHAHA !!!

      Responder
  44. Paulo F.

    Ao invés de se deliciarem e aproveitarem, pois são testemunhas da maior era do tênis, continua a insistência da torcida do maior jogador de todos os tempos em desqualificar os méritos do jogador que venceu o tira-teima dos Grand Slams conquistados pela Tríade neste ano.
    Que pequenez, inversamente proporcional ao talento do tenista pelo qual torcem.

    Responder
  45. sandra

    Dalcim. é claro que torço muito pelo DJokovic, , mas ou ele não sabe jogar com essa garotada, vide Zverev, Tsipas e Kyrgios, ou ele estava em um dia ruim, ou os treis resoveram jogar tudo que sabiam no dia, em que Djokovic perdeu. Qual a sua opinião?

    Responder
  46. Miguel BsB

    Eu, que comecei a assistir tênis em meados dos anos 90, jamais imaginei, quando o ícone Pete Sampras parou, que alguém iria conseguir bater esse seu incrível recorde de Slams, e tb, de semanas na liderança do ranking…Parecia um feito inalcançável, e o colocava num patamar de lenda máxima do esporte. Precisamos lembrar que, atrás dele, em nº de majors, vinha Borg, há muito aposentado, com 11. Gênios do esporte, da década anterior, como o Grande Ivan Lendl, supercampeão, tem 8. Mcenroe 7, Becker e Edberg, 6, se não me engano, e por aí vai…Esses caras, na minha infância, quando ouvia falar de tênis, eram absolutos. Nenhum deles ultrapassou a barreira dos 10 majors disputados.
    Mas, pouco mais de uma década depois, surgem esses 3 fenômenos dizimando recordes anteriores que pareciam inatingíveis.
    Djokovic, na minha opinião, já é maior que Sampras…Acho que não tem mais como tirá-lo do Top 5 de tds os tempos, juntamente com seus contemporâneos. Laver tb entra, então, temos uma vaga pra tentar encaixar Borg ou Sampras…Pessoalmente, fico com Sampras no 5º lugar.

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  47. Flávio Barroso

    Dalcim, parabéns mais uma vez pelo Blog. Como sempre fez uma excelente analise desse embate envolvendo o sérvio Novak e o argentino Del Potro. Novak, sem dúvidas, com mais essa conquista se candidata cada vez mais para se tornar um dos maiores da história. Igualou aos 14 Grand Slams do americano Sampras, porém, Sampras não venceu todos os Grand Slams. Agora o sérvio fica atrás apenas dos 17 de Nadal e dos 20 de Federer. Novak conseguiu feitos que nem mesmo Nadal e Federer conseguiram, que é vencer 4 Grand Slams de forma consecutiva e vencer todos os Masters 1000. É o tenista que mais premiou na história, mais de 119 milhões de dólares. Além de todos esses números, leva ligeira vantagem H2H contra Nadal (27×25) e Federer (24×22). É o quinto tenista que mais liderou o Ranking com 223 semanas, ficando atrás apenas de Federer (310), Sampras (286), Lendl (270) e Connors (268). Com todas essas conquista é inegável que Novak não esteja pelo menos no Top 4 de maiores da história. Concorda Dalcim?

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  48. Rodrigo S. Cruz

    Tem outra coisa.

    Se o Delpo tiver realmente alguma AMBIÇÃO em ganhar outro Major na vida, vai precisar melhorar aquele físico.

    O cara tava praticamente morto na metade do terceiro set.

    Me deu até pena…

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Mas, lento ele sempre vai ser, cara.

        Não há o que fazer quanto a isso…

        Entretanto, pode melhorar a resistência, e não se cansar tanto durante ou no final dos Grand Slams…

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Rodrigo, falando em lentidão, vendo alguns lances entre Serena e Osaka, lembrei-me da velha discussão sobre possíveis embates entre homens e mulheres tenistas. Teve um lance que Serena colocou a bola um pouco mais de inside out e a Osaka, apesar de sua pouca idade, demorou um dia e meio para chegar. Fosse o Nadal, teria chegado, devolvido, pulado a rede e devolvido de novo antes da adversária ter o golpe novamente – exagerei sei disso, mas deixou claro a diferença entre os sexos. E incrível como o jogo feminino é bem menos atraente que o masculino, exceto quando se tem duas beldades em quadra, certo? rsss.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Então, Luis.

            Nem por isso eu deixo de achar técnico e interessante, alguns jogos da chave feminina.

            Se tiver gata jogando, melhor ainda… (rs)

            E de resto, você tem toda razão.

            A diferença da movimentação entre os homens é ABISMAL…

            Praticamente impossível, mesmo um pangaré dentre os homens, perder da grande Serena Williams.

  49. Marcos RJ

    Esse US Open ficou em excelentes mãos! Ficou bem claro depois do problema com o calor e umidade, que Djokovic era o homem a ser batido. Voltou a jogar em altíssimo nível e se conseguir manter o foco (e a saúde) não duvido que passe a régua também no AO e RG 2019, fechando assim seu segundo “Nole Slam”.
    Enquanto isso Naomi vinha sendo a melhor tecnicamente ao longo do torneio com um saque afiado, forehand profundo e bem calibrado e mais importante de tudo, com cabeça no lugar com seus meros 20 anos. Mostrou tudo isso com sobras na semifinal contra Keys quando salvou 13 breakpoints com zero quebras, quando tive certeza que levaria o título, por isso comentei no ultimo post que iria apostar em Naomi e Djokovic.
    E termino com o pensamento do dia: “A rainha está morta! Vida longa a nova rainha!!!” Mas não é uma grande ironia que o nome da vencedora de 23 GS seja justamente… “Serena”?????

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    1. Marco

      Lembrar que até a cobertura do estádio principal ventava mt na quadra central.
      E este fator sempre prejudicou mt o Novak. Obviamente que venta para os dois lados, mas interfere mais no jogo do sérvio do que do espanhol ou suíço.

      A própria semifinal pro Nishikori é um exemplo crasso disso.

      Responder
  50. André Barcellos

    Em tempo, Djoko nunca foi meu jogador preferido. Mas eu gostava de ver quando em estava on fire, distribuindo pancadas de ambos os lados.
    Gostava mais de seu estilo que o de Nadal.
    Mas ultimamente o Nadal vem me agradando mais, mais agressivo e com mais variação, enquanto o sérvio apresenta hoje um tênis-resultado muito chato, exceto sua devolução.
    Quanto ao Federer, é melhor esquecer. Acho que ele até estava reencontrando seu jogo, mas o calor maluco e resistência física o prejudicaram mais que ao Milmamm.
    Ele não tem mais que ganhar nada nem provar nada.
    Talvez ainda faça alguma coisa em quadras rápidas, mas acho improvável. A idade joga contra com mais força agora.
    Já não tem a mesma velocidade há anos, e agora a resistência também está indo pro saco.

    Responder
    1. Rubens

      percebe se que entende pouco de tênis…as pancadas e mudanças de direção estão la como sempre…não assistiu ao jogo contra o nishikory? o problema é que Djokovic é um tenista mestre em estratégia, joga o que precisa conforme o adversário, e disse isso antes do jogo, o que iria fazer contra delpo e fez…e que preferia ganhar o título a jogar bonito.
      contra o delpo ele não poderia distribuir pancadas para todo o lado como fez com nishikory, pois o argentino levaria vantagem com sua potente direita, que o diga Nadal.

      Responder
      1. André Barcellos

        Valeu por me desqualificar antes de tentar refutar o meu argumento.
        É por isso que muitas coisas não funcionam nos diálogos. Aqui ou em qualquer outro lugar .
        Bem, continuo com a mesma opinião. Não é quem já foi.
        Quem enxerga diferente, ok.

        Responder
        1. lEvI sIlvA

          André, meu caro, eu também achava surreal vê-lo distribuindo golpes cirúrgicos de todos os lados do fundo da quadra. Seu BH na paralela e cruzada era tão somente devastador em 2011. Sem dúvida este ano foi o divisor de águas pra Djokovic. Dito isso, como torcedor que sou do sérvio, devo também entender que jamais Novak vai atuar como foi naquele ano. A despeito dos significativos e maiúsculos resultados ao longo daquela temporada, ao fim do ano o vimos acabado. Jogar daquela forma serviu a um propósito, mas como bem sabemos, Nole ainda quer mais…! Se deseja fazer isso e provou-se, ele pode, nada mais sensato que se poupar. Diga-me por favor, o que faria se quisesse estender carreira efeitos no lugar de Novak? Imagino que algo parecido com o que ele vem fazendo, não é mesmo? Abraço!
          ***********
          PS. Não significa que discorde de seu ponto de vista, ok?

          Responder
          1. André Barcellos

            Se quisesse alongar a carreira, na verdade tentaria ser mais agressivo, como ele era em 2011.
            OU com mais subidas à rede.
            Invariavelmente encurta os pontos.
            Creio que aquele ano trouxe a conta pela quantidade de partidas, nem tanto pelo estilo.

  51. Renato

    Tecnicamente não tem como comparar, Federer é muito melhor que Novak. Tem forehand, saque, voleio, slice, drop e smash muito superiores ao sérvio, enquanto Novak tem apenas a devolução e back melhor que o suíço, deixando de lado a capacidade incrível de se defender e a força mental.

    Meu palpite é que o sérvio vencerá mais três ou quatro slam e SÓ! Não da pra fazer previsões, pois ele ficou dois anos sem vencer um major e um ano sem vencer atpzinho. Não sabemos se vai se contundir novamente. É muito dependente do físico.

    Responder
    1. Sérgio Cipriani

      Ele não vence atpzinho porque não disputa esse tipo de torneios, haja visto sua relação torneios de primeira linha/títulos gerais está em 50/69, diferente do suíço que possui 53/98…. Então, se não joga esses torneios mirins, não tem como ganhá-los, não é mesmo?!

      Responder
  52. PIETER

    Dalcim, você também está entre os que acham que o Thiago Wild deverá sair do país caso realmente queira evoluir no tênis e ter uma brilhante carreira profissional? Se sim, para qual país?

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Carreño, Bautista, Garcia-López… jogam melhor na dura do que no saibro, Luiz. Lembre que Murray e Khachanov treinaram muito na Espanha e também não têm o saibro como principal piso. Ou seja, depende de como o treino é conduzido.

          Responder
  53. Renato

    Apesar da baixa popularidade(se comparado a Federer e Nadal), Novak é sim um dos maiores da história, atrás apenas de Federer, Laver e Nadal, com boas possibilidades de ficar a frente do último.

    Responder
  54. André Barcellos

    Parabéns pra Djokovic e tal.
    Não que eu ache que o sérvio voltou ao nível que já ocupou.
    Acho que falta mais…suas bolas não andam como antes.
    Está mais errático.
    Contudo, mesmo assim foi capaz de vencer dois Slams.
    E pra não perder o costume de cutucar, seu retorno não foi triunfal como o de Federer, que ganhou o primeiro Slam após uma parada de 6 meses.
    O sérvio demorou demais.
    Isso prova o quão esforçado é, embora não seja genial.

    Responder
    1. Chetnik

      Kkkk. O Federer passou 6 meses treinando. O Djoko fez uma cirurgia com a temporada em andamento e, poucos meses depois, ganhou 2 GS e o MS que faltava. Mas “não é genial”.

      Responder
      1. André Barcellos

        E Nole passou 2017 fazendo o que?
        Exatamente o que Federer fez em 2016.
        Treinando e se recuperando.
        Voltou na hora errada? Outro fator que prova que não tem o mesmo feeling (genial) do suíço…rs

        Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Caro André, no troféu do US Open 2018 está escrito NOVAK DJOKOVIC.
      No troféu do US Open de …. (nem me lembro) está escrito Roger Federer.
      Em nenhum dos dois tem a palavra “Genial”. Então a equivalência de ambos é a mesma. Ademais, não deveria apenas o “genial” ter seu nome escrito no troféu?

      Responder
  55. Mateus Moura

    Dalcim sabendo que mesmo esses grandes atletas sendo humanos como nós, com medos de perder a confiança ao longo da carreira e etc. Baseando em informações passadas, o Federer desistiu de Roland Garros 2017 alegando ser pesado pra ele. Em um entrevista após o Nadal vencer o Major, o suiço admitiu que não conseguiria encarar o Rafa de qualquer modo. Em 2014 desistiu da final contra Djokovic no atp finals. Em 2015 deixou até a barba crescer pela primeira vez na carreira no Finals, talvez para intimidar o sérvio após perder Wimbledon ( 2014) e Wimbledon e Us Open 2015 pra Novak. Nada me tira da cabeça que o Federer não desistiu contra o Milman, ele na verdade afinou pro Djokovic, sabendo que isso abala muito a confiança para os próximos Majors. O suiço na minha opinião é o mais velhaco nesse sentido das 3 lendas e com certeza viu o Djokovic vencendo o João Sousa mais cedo com um físico excelente. O Federer é um monstro, mas é o que menos aceita derrotas e é nitído na expressão corporal . Pro suiço ter entregado aquele jogo pro Milman evitando um vexame nas quartas contra o sérvio não me seria estranho. Isso na minha opinião bem particular, não chegar nem a ser uma teoria descabida, mas uma hipótese real. O que acha desse episódio Dalcim, sem muro hein rsrs?

    Responder
      1. Mateus Moura

        Não entendi esta questão de lixo Renato, se você está falando de mim ou do que escrevi, tudo bem, respeito a sua opinião, até porque você nem me conhece. Como eu disse é uma opinião muito particular sobre alguém que afina pra outro nos esportes e não vejo nada demais colocar isso em pauta como num papo informal. Na minha opinião o Federer arregou sim pro Djokovic, assim como o próprio Djokovic também fazia se retirando das partidas antes de ser derrotado no começo da carreira em Grands Slams. Isso é minha opinião sendo que no tênis fica menos perceptível. O Neymar afinou várias vezes na Copa, o Messi também e vários outros atletas em outros esportes, seja individual ou coletivo. Vários comentaristas falaram sobre isso na Copa e sobre os grandes jogadores. Não estou sendo desrespeitoso em nenhum um momentos. É uma escolha pessoal do atleta evitar alguns confrontos pra não perder a confiança, assim como seleções já perderam jogos na fase de grupo pra não enfrentar um time mais forte nas oitavas. É NORMAL e é humano. Perdoa se fui ofensivo nos meus comentários mas continuo enxergando dessa forma sendo que é apenas uma OPINIÃO. Valeu e segue o barco!

        Responder
  56. Paolo Rossi Camisa 20 - IL rei di Spagna

    Djokovic é um cara muito subestimado, assim como eu está sempre calando e levando os críticos a loucura.aBS ! rsrs…. kkkkkkk !!!!!!!!!!!!!!!

    Responder
  57. Kelly

    Olá, colegas do Blog! Estou muito interessada em entrar no terreno das apostas on line. Tenho realizado algumas pesquisas pra compreender melhor o funcionamento desse universo, mas, sinto-me muito despreparada, ainda. Por favor, se alguém tiver disponibilidade de me auxiliar, oferecendo-me algumas dicas sobre a dinâmica das apostas, de acordo com a experiência adquirida, contata-me pelo Whatsapp, ok? (19) 98149-9370.

    Mui grata.

    Responder
  58. AKC

    Não sou torcedor do sérvio, mas sou fã dele como tenista e esportista. Torci para o Delpo ontem e sempre quando ele enfrenta Nadal ou Federer, torço contra. Achei terrivelmente entediante seu domínio nos últimos 4 ou 5 anos antes de se contundir – porque ele ganhava tudo! Mas não se pode negar seus incríveis méritos. Considero Nole o tenista mais completo da história – embora não me encante. Me encanta em Federer a beleza dos golpes, sua fluidez e sua agressividade. Me encanta no Nadal sua paixão e sua garra. E Nole? Nole é um tenista que tem, no mínimo, nota 9 em todos os fundamentos do tênis. Federer tem uma esquerda 8. Nadal tem um saque 8. Djoko tem a devolução mais eficiente da história. Sua esquerda é nota 10. Seu saque e forehand, embora não se destaquem pela potência, são fortes, precisos e variados. Taticamente, 10. Fisicamente, 10. Variação, 10. Mental, 10. E o smash? Sim, seu smash é fraco, mas quantos pontos num jogo são decididos por smash? Se há um fundamento que vc pode se dar o luxo de ser fraco, é no smash. Se Djoko se mantiver bem fisicamente, sem lesões, ano que vem recupera o no1 e serão 2 Slams por ano, me média, pelos próximos 4 anos. Se isso me agrada? Não muito, mas quem sou eu como torcedor? O Big 3 é um capítulo à parte da história do tênis e estamos chegando, nos próximos anos, em seus capítulos finais. Quem, ao final, se sagrará o maior de todos os tempos? Ainda não dá para afirmar.

    Responder
    1. DANILO FONTINELLE

      Isso nobre AKC !! Tb não gostava do jogo previsivel de saque e voleio de Sampras. Com poucas trocas de bolas. Mas existe uma diferença muito grande entre não gostar e não reconhecer a eficiência e mérito deste ou aquele tenista.

      Responder
    2. Jose Yoh

      Dois slams por ano nos próximos quatro anos? Acho pouco provável. Ele não conseguiu isso nem no período de 2012-2014, quando ainda estava no seu auge.
      Mas… Djoko é djoko. É bom não apostar contra.

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Belo comentário, nobre colega AKC, e respondendo sua pergunta, a cereja do bolo domingo foi a definição do jogo em um smash, rsss.
      Quem diria hein?

      Responder
  59. Chileno

    Mais um feito espetacular do Djoko! Igualou-se a Sampras com os 14 Slams, e certamente já existem vários motivos para considerá-lo maior que o americano na história do tênis. Não que não existissem motivos suficientes para considerá-lo maior que Pete antes desse título, mas agora cai mais um argumento em favor do americano. Nole novamente se coloca como o principal candidato aos próximo torneios, considerando as dúvidas que novamente pairam sobre Federer e Nadal. O resto do circuito ainda não parece ter grandes condições de desafiar o sérvio.

    Não quis comentar sobre a derrota de Federer antes, porque normalmente durante os Slams a quantidade de posts é acentuada, e muitas vezes o comentário acaba passando batido. Ao contrário dos colegas federistas do blog, não acho que esta derrota do maestro tenha sido tão apocalíptica assim. Ele vinha claramente numa curva descendente em relação ao seu desempenho. Seu nível esteve bastante abaixo do de 2017 e até do de 2015 ao longo de todo o ano. Minha opinião, é a de que o maestro fez uma preparação especial, tanto técnica, quanto física, durante o segundo semestre de 2016, culminando naquele retorno triunfal no AO2017. Em 2018, vimos um Federer mais afobado, lento, irregular e impaciente do que vimos ao longo de todo o ano de 2017. O preparo físico esvaiu, o backhand afiado e sólido sumiu, a impaciência e afobação foram aflorando, e as derrotas apareceram. Mesmo assim, o ano de Roger não foi ruim. Finais em 2 Masters, 1 título de Slam… no fim, a pergunta que paira é: será que Roger, a essa altura da carreira, terá motivação e força de vontade pra novamente se submeter a todo o sacrifício necessário para retomar aquele desempenho espetacular de 2017, e assim, ter condições de desafiar Nole que voltou a um grande nível? A dúvida é bastante pertinente. Pra mim, está bem claro que o Federer 2017 teria plenas condições de desafiar o sérvio.

    Sobre Nadal, voltamos à velha rotina. Desempenho monstruoso do primeiro semestre até o início da temporada de quadras duras, e aí, novamente lesão no joelho recauchutado. Quantas vezes vimos o espanhol dar a volta por cima depois? Inúmeras. Porém, dessa vez há uma diferença considerável. Rafa não é mais um garoto. Com seus 32 anos nas costas, a tendência é que seja cada vez mais complicada a recuperação dessas lesões. Se eu duvido que Nadal voltará a jogar em alto nível? Óbvio que não. Mas eu acho que Rafa precisa fazer mudanças estratégicas tanto no seu jogo, quanto no seu calendário, se quiser estender um pouco mais sua já espetacular carreira. Em Wimbledon, o espanhol demonstrou um jogo muito mais agressivo (e vistoso, na minha opinião). Porém, neste US Open, novamente ele acabou recuando mais e apostando na defesa e regularidade. O joelho reclamou. Daqui pra frente, acho que Rafa deveria mais e mais, passar a tentar jogar agressivamente, ir pras linhas, subir pra rede (o voleio dele é muito bom) e tentar encurtar os pontos, do contrário, o joelho tende a ser um problema cada vez mais sério.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Chileno, vc disse acima a seguinte frase “Pra mim, está bem claro que o Federer 2017 teria plenas condições de desafiar o sérvio.”

      De fato desafiar o Suíço teria condições, agora vencer a maioria dos embates, principalmente em melhor de 5 sets, é outra conversa.

      Muitos torcedores do Federer acham que seu nível 2017 foi superior ao tênis apresentado em 2015 até o Australian Open 2016. Os títulos dão essa falta impressão.

      Federer estava voando em 2015. Se preparou inclusive para jogar a temporada no SAIBRO, temporada na qual fez final em Roma, perdendo para Novak, e semifinal contra o Stan que estava iluminado e foi campeão em Paris. Federer seria número 1 naquele ano.

      2015 – Federer fez 11 finais. Venceu 6 títulos e perdeu 5 títulos justamente para NOVAK (ex.: Wimbledom e USOPEN) .
      2017 – Federer fez 08 finais. Venceu 7 títulos, perdendo apenas uma final em Montreal para Zverev.

      Agora te pergunto: Qual o fator diferencial entre uma temporada e outra ? Resposta: Novak estava ausente, lesionado e/ou desfocado abraçando árvores.

      Façamos o seguinte exercício de imaginação:
      Que roteiro teriamos em 2015 se NOVAK não tivesse jogado aquela temporada ??
      Resposta: FEDERER teria feito uma temporada espetacular, ganho dois Grand Slam e faturado os outros títulos (ROMA, INDIAN WELLS, FINALS) que perdeu para NOVAK, e claro seria número 1 por várias semanas adentrando até 2016.. E olha que não estou considerando a ótima campanha do suíço no Aberto da Austrália de 2016 quando perdeu a semifinal para o sérvio.

      Enfim, não foi mera coincidência FEDERER ter reconquistado o caminho dos grandes feitos em 2017 e início de 2018 justamente quando o seu algoz na quadra dura e grama não estava lá para frustá-lo.

      Mantendo a mesma linha de raciocínio e pra vc não dizer que estou sendo parcial, fã boy, entendo que NOVAK também teve sorte em 2016 quando NADAL se retirou de RG por lesão. Certamente NADAL oferecia muito mais resistência que os outros adversários.

      Responder
      1. André Barcellos

        Acho que tem algum sentido sua argumentação. O próprio suíço declarou em seria mãos difícil com a volta de Andy e Novak (era o que ele achava).
        Mas ressalto que o Djoko de agora também não é o mesmo de 2015. Federer estava voando em 2015, mas Nole estava mais.
        Entretanto ainda assim, acredito que a versão do Federer 17 era superior ao de 2015 em razão do Backhand que estava visivelmente melhor àquela altura.

        Responder
      2. Chileno

        Danilo, concordo que Federer teve uma temporada excelente em 2015, sendo que provavelmente teria vencido 2 Slams, Finals, etc. Mas se analisarmos o tênis jogado, seria uma imensa injustiça não reconhecer a enorme diferença de nível apresentado por ele de 2015 a 2017. Eu vou ressaltar aqui pelo menos 3 diferenças cruciais (existem outras): o backhand, o preparo físico e a devolução.

        Assista qualquer jogo do Federer 2015, e compare a quantidade de winners e ENF no backhand do suíço. Depois faça o mesmo com as partidas do AO, IW e Miami, principalmente. Você vai ver a diferença brutal. O backhand do suíço mudou tanto e fez tanta diferença no AO e em IW, que em Miami, o Nadal tentou atacar o forehand do maestro, depois de ter tido sucesso por 15 anos atacando o backhand do suíço.

        Em 2015, a cartilha entre os jogos de Federer com o Djokovic era bem evidente. Nos primeiros 2 sets do jogo, o suíço dava combate e o duelo era relativamente equilibrado. Do terceiro set em diante, o desempenho do maestro ia caindo, e ele acabava dominado amplamente pelo sérvio. Agora, vai lá e assiste as 3 últimas partidas do Federer no AO. Ele enfrentou Nishikori, Wawrinka e Nadal em sequência, todos em 5 sets. Ele conseguiu jogar mais tênis que o Nadal, que é famoso por ser um dos jogadores de melhor preparo físico e raça no circuito, no quinto set da final. Em 2017 ele estava mais rápido, chegava mais inteiro nas bolas, aguentava mais ralis, chegava mais rápido na rede, etc.

        A devolução também mudou muito. Em 2015, o suíço bloqueava o saque. Ele eventualmente arriscava o SABR, mas 90% ou mais das vezes, ele se contentava em colocar a bola em jogo, e daí tentava brigar pelo ponto depois. Em 2017, o suíço passou a atacar o segundo saque dos adversários, inclusive com o backhand, ganhando pontos fáceis no saque do adversário. Essa eu acho que ele aprendeu com o Nole. Aí você coloca o posicionamento dentro da quadra, pegar os golpes na subida, etc., e verá que o Federer 2017 era sim, MUITO superior ao Federer 2015.

        Em tempo, o Federer 2017 bateu 4 vezes seguidas o Nadal 2017. Será que o Djokovic 2018 é tão superior assim ao Nadal 2017? Vale lembrar ainda, que o Federer 2015, embora tenha perdido os duelos mais importantes com Nole, conseguiu vencê-lo em 3 das 8 vezes em que eles se enfrentaram. Considerando que o Djoko 2015 provavelmente era superior ao Djoko 2018, e, conforme eu já expliquei ao longo do comentário, o Federer 2017 era superior ao Federer 2018, acho razoável supor que o Federer 2017 provavelmente seria capaz de, no mínimo, equilibrar as ações contra o Nole atual.

        Responder
      3. Rodrigo S. Cruz

        Mas em 2015, o backhand do Federer estava uma “draga”.

        O Novak sentiria sim a diferença em 2017, principalmente se tomasse o golpe na paralela…

        Responder
      4. Jose Yoh

        Danilo, muito provavelmente você está certo, mas o que o suíço tem a ver com a falta de foco ou lesões do sérvio? O problema é dele.
        Federer e Nadal também tiveram seus dias de lesões ou qualquer outra desculpa. Nem por isso vamos dizer que o sérvio não ganharia os títulos que ganhou.
        Qualquer um dos três em um dia bom é imbatível. Uma pena que faz tempo que os três não tem dias bons no mesmo torneio. A idade chegou para eles.

        Responder
  60. Tadeu

    Dalcim,

    Se pudesse fazer uma projeção para o sérvio, considerando também o firmamento futuro da nova geração, quantos GS acha que ele ainda poderia abocanhar?

    Em tempo, acha que Nadal tem mais possibilidades de buscar o Federer ou o Djokovic de buscar o Nadal em títulos de GS?

    Grande abraço

    Responder
  61. Luiz Fernando

    Interessante que alguns dos q elogiam agora Djoko postaram no primeiro semestre q ele era da segunda divisão do tenis, kkkkkkkkkk, nada com um dia após o outro kkkkkk…

    Responder
      1. Luiz Fernando

        Mas acho q o Barça e o Real não, times como esses não caem, por isso q o Djoko nunca foi da segunda divisão. Engraçado q o cara foi da segunda divisão num ano q venceu 2 GS, em qual divisão estava Federer em 2013 quando venceu apenas o ATP 250 de Halle?

        Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Ainda bem que eu não disse isso.

      Mas se fôssemos remoer e contabilizar a quantidade de “pérolas” que você já escreveu também.

      Tem essa né…

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Eu me lembrei disso quando o jogo acabou e Djokovic ficou com o troféu.
        Relutei para comentar sobre isso, mas com o assunto vindo à tona, me pergunto se quem afirmou que o sérvio pertencia à segunda divisão do tênis e deveria voltar a jogar em nível Challenger, acredita realmente nisso ou foi só chacota?
        Como poderia um tenista desse nível vencer 2 GS em sequência, e mais de uma vez, ser o único a ter todos os Masters e tal, e tal, e tal…
        Alguém me esclareça, por favor.

        Responder
  62. Rubens Leme

    Parabéns ao WIld, ao Djoko, mas o nome do domingo foi o Deyverson. O homem tá jogando tanta bola que o Mourinho o quer no Man United e está oferecendo um caminhão de dinheiro e mais o Pogba.

    Dá negócio ou precisa colocar um Lukaku como contra-peso aí, Dalcim?

    Responder
  63. Marcelo Calmon

    Dalcim,

    Realmente o Djoko sobrou, tirando uma instabilidade após perder a quebra no 2ºset, teve sempre o jogo sob controle.

    Acho que o Delpo foi um pouco passivo naquele game interminável do 2º set, quando Djoko sacou em 3 x 4, ele teve vários BP e o Djoko jogou com o 2º saque em quase todos, (se não foram em todos) e o argentino não arriscou nenhuma devolução mais ousada.

    Que vexame da Serena !!! Mas acho que já vi jogos masculinos em os jogadores quebram raquetes e não são advertidos.

    Uma curiosidade, todos falam que é difícil fechar um jogo. Também acho isso, pois existe o nervosismo e também por conta que o oponente às vezes arrisca coisas diferentes e se dá bem. Mas o que gostaria de saber se existe uma estatística que comprove que há mais quebras de saque nos games decisivos do que nos outros.
    E parabéns ao Thiago Wild.

    abs

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  64. Douglas Martins

    Dalcim,
    O BH do Djokovic pode ser considerado o melhor ou mais consistente dos anos 2000? Se não, quais estariam a frente ? faço a pergunta pelo fato dele ter uma superioridade muito grande nesse golpe comparado aos seus adversários
    Abraços

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        O backhand do Wawrinka é fantástico e o melhor de uma mão que já vi, tendo superado esquerda incrível do Kuerten.
        Isso posto, mesmo que o Stan desfira winners fenomenais e pra mim a esquerda de uma mão talvez seja o golpe mais bonito do tênis, o revés do Wawrinka não é tão consistente e ainda requer muito tempo de preparação o prejudicando em Wimbledon, por exemplo.
        Já o backhand de duas mãos do Djokovic é magistralmente consistente, parece que o sérvio joga no automático, é um golpe letal no ataque e um escudo de defesa formidável, enfim, é um golpe completo.
        De fato, o sérvio possui a melhor esquerda que já vi.

        Responder
    1. Paulo F.

      Nunca vi um BH na cruzada tão eficiente quanto ao de Djokovic.
      Isso que já não é nem perto daquele golpe devastador que já foi, que só poderia ser comparado ao FH na paralela de Rafael Nadal.

      Responder
  65. Barocos

    É interessante observar o desenrolar da história.

    Há entre 2 e 3 anos atrás alguns fãs do Federer sugeriam que ele deveria se aposentar, que era humilhante vê-lo sucumbir diante do Djokovic. Isto com o Roger disputando finais de torneios importantes. Para nossa sorte, RF não deu a mínima para estes covardes, continuou no circuito e faturou mais 3 títulos de Grand Slam, fora os outros. Nem vou citar o pai do Djokovic, que deve até hoje estar arrependido de ter feito tal sugestão em público (hah, citei !).

    Novak, após um período de teimosia, finalmente capitulou e procurou ajuda profissional de alto nível para um problema que o afetava já havia um bom tempo. Quando da sua volta, em uma entrevista, perguntaram sobre suas expectativas. Respondeu com sinceridade – se RF pôde ter um retorno triunfal, e teve, após seu problema de joelho, ele achava que também poderia conquistar grandes títulos em sua volta. Muitos vieram a público menosprezar as considerações do ND. Que absurdo! Como ousava o sérvio se comparar a RF? Era, para estes simplórios, transparente que RF só conseguiu tal feito em função das suas virtuosas habilidades, coisa que o “maratenista” não possui e, sendo assim, julgavam ser muita pretensão, totalmente infundada, por parte do Djokovic aspirar tais grandes feitos.

    E o Nadal ? Por certo que seu corpo super desenvolvido não lhe permitiria longevidade em um esporte tão desgastante como o tênis. Com seu limitado arsenal de “baloeiro”, seu físico apenas não lhe garantiria disputar grandes títulos, como sugeriram que tinha acontecido no início de sua carreira. As estatísticas raramente mentem.

    Eis que estamos aqui nestes interessantes tempos, discutindo sobre fatos, ao invés de hipóteses.

    Faço questão de deixar registrado aqui o aumento de minha admiração por Djokovic. Diante do amigo e excelente Del Potro, demonstrou um elevado grau de respeito e empatia raramente vistos em eventos deste nível.

    Por fim, tenho esperança que Andy Murray e Stan Wawrinka voltem a ter boas condições físicas e nos encantem novamente com suas qualidades excepcionais.

    Não poderia desejar um “ocaso dos Deuses” mais espetacular do que estamos tendo a privilégio de presenciar.

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    1. Alexandre

      amigo, é de comentários assim que precisamos neste site, e não toda esta “torcida”de futebol que logo após qualquer resultado ruim de um dos 3 deuses do tênis, saem repudiando quem perdeu.Parabéns!

      Responder
    2. Marcão

      Meus cumprimentos pelo comentário, prezado Barocos. Ai daqueles que subestimam o gênio. Para o gênio, o que os pobres mortais tomam por hoje é apenas véspera.

      Responder
  66. ANTONIO GABRIEL

    Impressionante o que jogou NOVAK DJOKOVIC ao longo destas duas semanas, como de costume, começou devagar e depois pegou no tranco, kkk. A despeito daqueles que dizem que sua chave foi fraca, é bom ressaltar que seus maiores adversários ficaram pelo caminho e pelo que jogou acredito que Djoko conseguiria ganhar de todos eles caso os enfrentasse (FEDERER, CILIC E ZVEREV), é claro que cada jogo tem sua dinâmica, mas o sérvio me parece o típico jogador que eleva seu nível a depender do adversário. Dizer que ele vai bater Nadal ou Federer em números de Slam é um pouco de futurologia, pois os dois ainda estão em atividade e podem perfeitamente beliscar GS nos próximos dois ou três anos, acredito também que este abismo de diferença para os novos jogadores deve diminuir gradativamente a partir de 2019, é esperar pra ver o que estes 3 ANORMAISW do tênis ainda vão fazer nestes próximos 2 ou 3 anos (continuo apostando na aposentadoria de RF em 2020 após a olimpíada de Tóquio). Parabens ao DP que jogou muito e poderia ter vencido qualquer um ontem, menos Djokovic claro. Mestre Dalcim, qual sua aposta para o número 1 ao final do ano, Djoko, Federer ou Nadal ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Federer tem chance muito pequena, Antônio. Eu acho que Nadal e Djokovic irão brigar pelo posto no Finals, como aconteceu em 2016 entre Djoko e Murray. E aí a vantagem é do sérvio.

      Responder
  67. Marcelo Monteiro

    Quase não comento aqui, mas gosto de ler as diferentes opiniões dos colegas e só tenho uma coisa a dizer: como é bom assistir ao Federer, ao Nadal, ao Djokovic, ao Wawrinka , ao Murray, ao Delpo, etc. Essa geração do tênis, pelo menos para mim , é espetacular. Vamos curtir, sem desmerecer os tenistas pelos quais não torcemos. Obrigado, Dalcim !!

    Responder
  68. Antônio

    Em qualquer análise que for feita sobre um top 10 na história do tênis em todos os tempos, o nome desse cidadão chamado Novak Djokovic aparecerá, assim como os nomes dos seus grandes rivais Fereder e Nadal. O modo “comedor de fígados” está ligado com tudo e a tendência é que ele volte a dominar o circuito de forma consistente. Quando esse cara está bem física e mentalmente, se torna uma barreira praticamente intransponível. Sou fã do Federer por sua genialidade e maestria em jogar tênis, assim como admiro o espírito vencedor e resiliente do Nadal, mas é necessário respeitar, e muito, esse sérvio. Bom para nós, apreciadores do tênis, por presenciarmos estilos de jogo e personalidades tão diferentes em nossos dias. Vida longa ao Big 3 !!!

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  69. Robson Couto

    Olá Dalcim,
    Ontem quando Djokovic terminou o segundo set sacando, o terceiro set não deveria iniciar com saque do Del Potro? Como funciona essa regra? E o que aconteceu em relação às bolas no segundo set, o jogo de bolas estava incompleto ou os jogadores estavam se referindo ao desgaste excessivo devido aos games longos? Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Você tem duas formas de entender quem saca no primeiro game do set que se segue a um tiebreak: será sacador quem foi devolvedor no primeiro game do set anterior (porque 7+6 = 13) ou será sacador aquele que foi devolvedor no primeiro ponto do tiebreak. Não deu para entender direito, mas aparentemente eles estavam surpresos porque só havia quatro bolas em jogo e já estavam gastas.

      Responder
      1. Marcos RJ

        O público americano cresceu assistindo basebol e não entende que as bolas devem ser devolvidas para a quadra. Eles acham que bola isolada eh igual a homerun. Rssss

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Marcus, aproveitando sua análise e respondendo também à pergunta do colega, nos EUA (qualquer torneio), não é cobrado do público que se devolva a bolinha que foi involuntariamente parar lá, por isso, fazem até festa quando pegam uma.

          Responder
  70. Adriano Pires

    Caros,
    e chega ao fim mais um Grand Slam. Parabéns aos protagonistas de mais uma final emocionante e de alto nível! Como sempre, este é o momento das perguntas “de bar” do tênis masculino: quem é o GOAT? Qual são os 5 maiores tenistas de todos os tempos e em que ordem? Big 3 ou big 4 (ou ainda big 5)?
    É uma discussão inútil, mas, não importa que digamos “impossível comparar épocas” ou “estatísticas não dizem tudo e podem ser manipuladas” ou “impossível avaliar imparcialmente se você é torcedor de um dos atletas envolvidos na discussão”. Isso tudo é verdade, mas, é uma discussão tão legal que é quase impossível fugir! Meus palpites (todos são convidados a, respeitosamente, concordar ou discordar):
    * Roger Federer ainda é o GOAT mas, está tudo indefinido (estatisticamente falando, ele pode perder o posto para os outros 2 integrantes do “trio de ferro”). O que cada um precisa fazer?
    * Roger Federer: permanecer na frente no número total de GS e de semanas como número 1, sem ver o seu h2h contra Nadal e Djokovic descambar ainda mais. Alcançar o Connors no total de títulos e vitórias é um bônus bem-vindo (mas pouco provável).
    * Rafael Nadal: igualar (ou passar) o Federer em GS (se este não ganhar mais nenhum, ganhar mais 3 passa a ser bem factível). Aumentar o número (relativamente baixo) de semanas como número 1 e ganhar o Finals uma vez ajuda no seu “case”. Evitar que o h2h já negativo contra o Djokovic piore.
    * Novak Djokovic: chegou “atrasado” na festa e vai precisar de mais 6 ou 7 GS (não é pouca coisa mesmo embalado como está). Umas semanas a mais como número 1 também não vão fazer mal ao currículo. Números similares (com os outros) de GS e número 1 pode, ao olhar de muitos, garantir o desempate para o sérvio, uma vez que ele tem h2h favorável contra os outros 2 (precisa manter) e só ele tem vitórias em todos os diferentes Masters 1000 e chegou a ser detentor dos 4 GS simultaneamente.
    * Ordem dos 5 maiores de todos os tempos (“as of 10th September 2018”): Federer – Nadal – Laver – Djokovic – Sampras/Borg (empate).
    * Big 3 sem dúvida. Com o fosso para Murray e Wawrinka aumentando, as expressões Big 4 ou Big 5 vão cair cada vez mais em desuso.
    Abraços ao grande Dalcim pelo espetacular e informativo blog e a todos os amantes do Tênis!

    Responder
    1. Sergio Luiz

      Achei muito correto e honesto seu comentário Adriano porque afirma não haver um critério determinante ( e também acho que não há) e que, no entanto, nada impede que torcedores façam suas análises, e as fez de forma bem equilibrada, demonstrando sensatez.
      Por isso, escolhi o seu comentário para fazer uma observação meramente pessoal, de torcedor, sem qualquer pretensão de ter razão ou impor meu pensar.
      Penso que números é muito importante no esporte, mas o esporte vive sobretudo de paixão. Se não houver paixão (responsável por tantas discussões rsrs) , o esporte não sobrevive, não se populariza. E, por ironia, o que mais populariza o esporte são as discussões de quem “é o melhor”.
      Considerando este ingrediente (paixão) indispensável não se pode negar que sempre pesará em qualquer análise feitos ou fatos espetaculares, surpreendentes, inesperados, encantadores, ou simplesmente “magia”.
      Não por outra razão, penso Eu, que o Borg sempre será lembrado como TOP 5, e pouco importa quantos tenistas possam superar seus números, se ele “só” ganhou RG e Wimbledon, etc, o que realmente importa é que Ele foi Mágico! Apaixonante! E pode-se se colocar uma dúzia de adjetivos para descreve-lo.
      Dito isto, Eu, como torcedor de primeiríssima hora do Djoko, quando ele era só um garoto “presunçoso” que dizia que seria #1 (esse “abuso” dele no auge do Federer que me conquistou rsrs), acho que considerando paixão e magia, o Federer leva e sempre levará vantagem. Não bastarão números aos demais!
      É só como penso. Abraços.

      Responder
      1. Adriano Pires

        Obrigado pelo seu comentário Sérgio.
        O seu também foi muito bom; ponderado e bastante lúcido. Não poderia estar mais certo ao falar do componente da paixão e eu concordo plenamente com isso. É o que tinha em mente quando escrevia “estatísticas não dizem tudo…”. Talvez pelo meu lado mais de exatas (formação em economia e finanças é dose, rs), sempre tento colocar os argumentos de uma forma, digamos, mais racional e numérica, mas, é claro que não é pensando em números e em recordes que eu ligo a TV para assistir estes monstros jogarem.
        Quando eu vejo o Federer fazer aquela jogada inesperada e genial, ou, quando vejo o Nadal magicamente transitar da defesa para o ataque mortal, ou ainda, quando vejo o Djokovic se esticar todo para devolver mais aquela bola impossível, eu sempre penso: como eles fazem isso! É tão difícil e, mesmo assim, eles fazem parecer corriqueiro e fácil. É esta sensação de incredulidade e maravilhamento que me faz ver como o Tênis é belo e inspirador. Então, concordo com você. Mas “nas conversar de bar” sempre lanço mão dos números, hehe. Deve ser o hábito…
        Como pequena nota, você foi mais sortudo que eu. Era muito novo para ver o Borg jogar, mas, sei que era um monstro também (ganhar Roland Garros e Wimbledon várias vezes de forma seguida, naquela época em que os pisos não eram padronizados, foi um feito incrível). Comecei a ver do Lendl em diante…
        Abraços.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Prezado Adriano, vou me intrometer no diálogo de vocês e dizer que, admirei muito o que ambos escreveram.
          Realmente não há como deixar de fora números, e o que os três têm, divide, em minha singela opinião, o tênis em duas eras: antes e depois do Big4 – até surgir outra.
          Mas o confrade Sérgio entrou com um componente essencial também para dar sabor ao molho: paixão. O que realmente nos move é a paixão.
          Como ele, sou Djokovista desde o primeiro contato – amor (paixão) à primeira vista. Dos três em destaque, achei no sérvio o cara que eu gostaria de ser. Sangue quente, mas dócil. Exímio trabalhador para melhorar o que viera como talento natural. Detesta perder e compete como uma águia (cujo animal figurou como seu símbolo em vários uniformes no passado), mas reconhece com maestria os méritos adversários. Confesso não saber exatamente o motivo de não me encantar a postura fina e elegante de Federer, que não me inspira autenticidade. Nadal um monstro, em todos os sentidos. É capaz de bater da mesma forma em uma criança, como faz com um adulto.
          Passados exatos 11 anos desde o primeiro jogo que assisti do sérvio, vejo como evoluiu esse cara, tendo isso demonstrado em números. E o melhor, tende a continuar.
          Grande abraço aos dois e essa pergunta final vai ao Mestre Dalcim: como evoluímos como participantes desse maravilhoso Blog nos últimos tempos hein Mestre?

          Responder
  71. MÁRCIO DE ARAÚJO MATOS

    Me parece bem plausível e até provável novos slams para esse monstro. Não me surpreenderia se ele chegasse aos 20 de Federer ou até os ultrapassase. Demonstra que o sérvio, estando sadio, não tem limites. Esperar pra ver.

    Responder
  72. Marcos Paulo Lima de Paula

    Dalcim eu fiz as contas com 31 anos mesma do Djokovic o Federer tinha 17 títulos de GrandSlam depois só ganhou mais 3 vc acha que Djokovic alcança o Federer ? Eu acho que ele no máximo empata abraço

    Responder
  73. neuton

    Acho o maior besteirol essa “briga” de torcedores de Nadal, Federe e Djokovic. Todos são fantásticos jogadores. Nadal tem uma força física incrível, já Djokovic tem um físico não tão forte, mas incrivelmente flexivel e veloz. Federer mais na pancada e no excelente saque. Mentalmente, são jogadores impressionantes.
    Delpo caiu no gosto do povo pela sua resiliência e vontade de vencer.
    Acho que só quem já esteve em quadra, mesmo que de forma amadora, sabe dar o verdadeiro valor a todos esses jogadores e mais: ao Bellucci, Rogerinho, Feijão e tantos outros guerreiros brasileiros que procuram e procuraram lugar ao seu em uma época onde esses fora de série comandam o tênis.
    Ser um atleta profissional originando-se do Brasil não é nada fácil. Que venham os novos brasileiros e que a CBT consiga ter um milionésimo da vontade e da competência das entidades de mesmo nível existentes no USA e na França.

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  74. Nattan Lobatto

    Que sérvio resiliente, show man. Sem sombras de dúvidas elevou esse esporte a outro nível com jogadas cirúrgicas e uma devolução monstruosa e jamais vista, somado isso sua versatilidade, elasticidade, contra ataque e espírito de luta. Com feitos raríssimos (Golden Master, 4 Slam consecutivos, H2H favorável contra as duas lendas Fedal e a temporada de 2015), me arrisco a afirmar que Nole é o jogador mais perigoso e completo a pisar em uma quadra, ontem jogando 85% ganharia de um RF ou RN a 100%, monstro, grande competidor e o maior em qualquer quadra, com qualquer bola, em qualquer circuito, o mais lento de hoje ou o mais veloz de 2006. Tênis pode ser tão complexo quando a capacidade de adaptação de Novakiller de lendas e top’s 10.

    Em tempo: S. Rodrigo, Renato, Pessanha e Cia – Djoko não estava errando nem smash ontem rss

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  75. Fernando Brack

    Cada vez que um dos grandes vence um Slam, o espaço de comentários enche de previsões de que o campeão dominará o circuito pelos meses seguintes. Já aconteceu tanta coisa com esses caras, de bom e de ruim, que fazer qualquer projeção é inútil. Aguardemos o que o futuro reserva a nossos ídolos.

    Responder
  76. Fernando Venezian

    Deve ser infernal jogar contra o Djoko, quando ele está nesse nível. Nole cozinha o mental dos adversários em determinados momentos das partidas. Quando os caras acreditam que dá, o sérvio vai lá e fecha a porta. Isso frustra os caras, deixando os últimos sets sempre mais tranquilo pro Nole.

    Responder
  77. Fernando Brack

    A WTA tomou a decisão de sair em defesa da Serena e, por conseguinte, desprestigiar o árbitro Carlos Ramos, fazendo-lhe uma injusta e grave acusação de sexismo. Considero isso uma vergonha e agora sim acho que o tênis foi manchado, e de forma bastante profunda. Ao português não resta outro caminho a não ser nunca mais apitar jogos do feminino. E Serena, naturalmente, seguirá com seu comportamento por vezes questionável.

    Responder
  78. Fernando Brack

    A essas alturas, até o próprio Pepe Imaz já se convenceu de que só fez atrapalhar a carreira tenística do Djoko. Vai ter que fazer uma revisão completa de seus métodos de trabalho.

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    1. Chetnik

      Por que ele faria? Esses gurus espirituais são todos sociopatas manipuladores. Não tá interessado em rever nada, já que os resultados do “paciente” não interessam. Só querem se dar bem em cima de pessoas fragilizadas emocional e psicologicamente.

      Responder
  79. Paulo F.

    Empatado com o grande Pete Sampras em número de Slams, Djokovic supera-o pelo fato de possuir TODOS eles e sendo o único a ter todos eles em três diferentes superfícies.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Se Djoko jogasse na época do Sampras ou vice-versa, o rendimento de cada um seria menor pela diferença de velocidade das quadras.
      Djoko levaria a desvantagem de não ter a medicina e o preparo físico de hoje.
      Mas, gênios como são, creio que iriam se adaptar às condições da época e teriam bons resultados mesmo assim.

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  80. alessandro sartori

    …E o circuito correndo o risco de cair na “chatice´´ dinovo com o Djokovic no nível matança, a gira asiática é quintal do sérvio e pelo jeito a volta ao topo do ranking ta próxima…

    Responder
  81. Pedro

    Dalcim, em relação ao Novak, vejo que no momento ele está sem adversários, porém, mostra vulnerabilidades que talvez antes, não fossem tão evidentes. Mesmo nestes títulos deste ano, mostrou muita alteração de humor, frustração. Ontem, no game de 20 minutos, quase perdeu. Era evidente a sua falta de confiança no game. Não é mais o mesmo. Embora esteja ganhando. É apenas uma questão de tempo até alguém subir de nível e enfrentá-lo. Não acho que ele será dominante como antes. O estrago em sua parte emocional já foi feito. Acredito muito em um Zverev campeão a partir do ano que vem. Como disse antes, se alguém ultrapassar Federer em Grand Slams, será Nadal. Novak, acredito, ficará entre os grandes, mas, não acho que voltará a ter o domínio. Os novos deverão tomar conta do circuito em no máximo dois anos.

    Responder
    1. Cassio

      Tudo é uma questão de ponto de vista.

      Game de 20 minutos, ambiente hostil, adversário motivado e no seu melhor momento no jogoe o primeiro saque não entrava. Tudo apontava pra ele ser quebrado e não foi.

      Questão de humor é característica dele em rodadas menos importantes. Veja como contra Nishikori e depois Del Potro ele tava tranquilo e frio (na medida do possível).

      As pessoas têm uma imagem que no outro ciclo ele era imbatível em todos os jogos, inclusive os iniciais e isso é mentira. Pra relembrar: um dos seus momentos mais sensacionais (início de 2016) em que ele venceu Nadal, Federer e Murray de forma contundente, ele teve jogos horríveis, um bom exemplo é o contra o Simon com mais de 100 erros não forçados.

      Responder
    2. Jose Yoh

      O fato é que após os 30 anos as lesões ficam cada vez mais frequentes. Se já tinham várias na faixa dos 20-30 anos, imagine agora.
      Sem contar a diferença de reflexos, elasticidade, velocidade e força física com os mais novos.
      É de se admirar que ainda esteja em boa forma.

      Responder
  82. Cassio

    Dalcim, e o Marian Vajda? Ele é muito fera. Aparentemente é o ponto principal da mudança do Djokovic.

    Nole com Vajda teve capacidade de vencer Nadal numa batalha e aquela batalha deu a confiança necessária para que ele voltasse a apresentar o seu melhor tênis e ele apresentando o melhor tênis é quase imbatível. A volta com o Marian iniciou esse processo.

    Sempre achei que o Vajda era mais TREINADOR do que o Boris, mas naquele período de domínio o alemão levava os louros, Vajda parecia até um assistente técnico apenas, eu achava bem injusto.

    Acha o Marian Vajda subestimado?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      De certa forma, sim. Todo mundo sempre o colocou como um bom treinador, mas ele fez bem mais do que isso desta vez, ao recuperar a autoestima de Djokovic.

      Responder
  83. Aurélio Passos

    Antes da piraçào/contusão pós-RG 2016, Djokovic já havia passado Nadal em:
    . Mais premiação;
    . Mais Masters 1000;
    . Head to Head;
    . Percentual de vitórias na carreira.
    . Vitórias sobre o Federer.
    . Semanas na liderança do ranking.

    Perdia em:
    . n. de slams.
    . n. de Copa Davis (isso não conta, comparar times espanhóis com sérvios não dá).
    . medalhas olímpicas.

    Responder
  84. Sérgio Ribeiro

    E confirmou o favoritismo com larga margem de segurança. O Sérvio e sua extraordinária devolução ( sem duvidas a melhor da história) , pode se dar ao luxo de já entrar com uma tática definida. Fazer Del Potro ter que bater se deslocando lateralmente, e investir em cima de um Back ainda sofrível não poderia dar errado. Rafa Nadal em Wimbledon arriscou encurtar os pontos. O Hermano erradamente procurou duelos em trocas. Mesmo Novak cometendo alguns erros , teve chance de compensar com varias subidas à rede. Esta’ num patamar bem acima dos demais inclusive dos garotos da NextGen. Não vai ser o Back de uma mão do Suíço nesta altura do Campeonato e com Rafa Nadal outra vez lesionado , que o caminho ao TOPO será interrompido. Os golpes sempre estiveram ali mesmo, e ele fez por merecer com seu Staff trazê-los de volta. Abs! Ps. Pode um cara tão experiente bater boca com torcedor e expirar o tempo permitido ?

    Responder
  85. Chetnik

    O empurrador de bolas fez mais winners do que o Delpo, sendo que este liderou os aces por 6×1…

    Foi um bom jogo. Não a melhor final de GS que já assisti, mas bom. Delpo tinha que fazer mais com o saque. O Delpo é um jogador ofensivo, mas não é um marreteiro como o Wawrinka, em parte porque o BH não lhe permite atacar o tempo todo e, com isso, fica mais fácil para o Djoko deixar o rally neutro novamente, ou até mesmo transformar defesa em ataque.

    Além do mais, Djoko tá devolvendo melhor do que nunca. Assustador. Ficou devendo um pouco no saque e na esquerda na paralela, que não existiu – não precisou, é verdade.

    O ponto alto ficou para os smashes, kkkk. Inclusive matou o jogo com um, kkkk. Bem, a brincadeira sobre os djokosmashes é válida, é claro, ele fez por merecer, mas qualquer um que o acompanhe minimamente sabe que ele melhorou muito nesse aspecto.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Marreteiro, o Delpo é sim.

      Mas do lado direito…

      Ele já teve um grande backhand no passado também.

      Aliás, tenho certeza que se ele tivesse ainda aquela arma, já teria pelo menos mais uns 3 Majors…

      Já o Wawrinka marreta dos dois lados.

      Pode até não ter a mente tão firme como o Delpo, mas a movimentação é muito melhor.

      O Delpo é muito alto, e ele aquela ” carcaça” de corpo de um lado pro outro, por tantas horas, deve ser muito difícil pra ele…

      E por alguma razão, o Stan respeita demais o Federer, por exemplo.

      É uma pena , pelo TANTO de tênis que o Wawrinka tem…

      Responder
  86. Luis Nascimento

    Impressionante como Djokovic deu a volta por cima após a grave contusão do cotovelo, que o obrigou a operar. Eu não tenho dúvida que o Sérvio brevemente voltará ao posto de número 1 do mundo. Está voando em quadra, porém precisa melhorar um pouco a parte física.

    14 Títulos de Grand Slam igualando-se a Pete Sampras. Agora o objetivo será alcançar Nadal, tarefa difícil, mas não impossível tratando-se do jogador mais completo da história do tênis mundial. Chegar aos 20 títulos de Federer acho quase impossível, porém, dependerá do quanto Djokovic estará fisicamente nos próximos 3 anos, onde disputará 12 G.S.

    Parabéns também para o Delpo, o argentino jogou esse US Open em alto nível, porém teve azar de pegar na final, um Djokovic jogando como nos velhos tempos. Não tenho dúvida que Delpo voltou de vez, e será mais um jogador a tentar ocupar o posto de BIG 4, que no momento está vago.

    Responder
  87. Chetnik

    Cansei de ouvir/ler que o Djoko “é bom, mas não é um Federer/Nadal”. Por isso, não seria capaz de uma retomada no mesmo nível…ta aí. Quanto mais o comparam negativamente com os dois, melhor. Aliás, ter passado a carreira à sombra dos 2 foi ótimo para a carreira do Djoko. É como funciona a cabeça dos Sérvios. Como eu conheço bem as feras, só rio rs.

    Com o histórico bem superior na temporada indoor, e com a lesão do Nadal, o número 1 ao final do ano parece bem próximo. Tem gente que desvaloriza a ponta do ranking, mas eu acho quase tão importante quanto os GS. Acho que o Djoko tem que priorizar aumentar as semanas no topo do ranking.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      O Caveirinha é indigesto mesmo.

      2 Grand Slams seguidos, num curtíssimo espaço de tempo, e com vitórias maiúsculas sobre seus dois arquirrivais.

      Nessa toada, dá até pra sonhar com o recorde de Majors do GOAT suíço.

      Enfim…

      O Djokovic voltou a ser o cara a ser batido.

      E agora será o Federer e o Miúra que precisarão arrumar um jeito de vencê-lo…

      Responder
    2. Marcelo-Jacacity

      Chetnik,
      Dizer que Djokovic não é tão bom quanto Federer e Nadal significa apenas ignorância relacionada à história do tênis.
      E o sérvio voltar a ser n.1 do ranking é importantíssimo, sim, e já visualizável.

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  88. Aguinaldo

    Mestre Dalcin ,
    Como Djokovic já é o 3º maior vencedor de GS, junto com o Sampras, e subindo, já poderíamos considerar que ele é um dos 3 melhores de todos os tempos?
    A ordem seria: Federer, Nadal, Djokovic, Sampras, Rod Laver e Borg?

    Responder
  89. Naira

    https://bolamarela.pt/wilander-o-melhor-djokovic-e-superior-ao-melhor-federer-e-ao-melhor-nadal/

    “” Wilander: «O melhor Djokovic é superior ao melhor Federer e ao melhor Nadal»

    Mats Wilander, sete vezes campeão em torneios do Grand Slam e antigo líder do ranking ATP, confessou aos microfones do Eurosport, onde é comentador, que Novak Djokovic é, ao seu melhor, o jogador de maior qualidade que já viu atuar na sua vida.

    “Novak Djokovic, ao seu melhor nível, é superior ao melhor Rafael Nadal e ao melhor Roger Federer. Desde que chegou à sua primeira final de Grand Slam, em 2007, ele atingiu metade das finais dos Grand Slams seguintes. E ganhou dois terços dessas finais. Ele pode perfeitamente ultrapassar os 20 Grand Slams de Federer”, disparou Wilander.

    O sueco acredita que o sérvio ainda pode melhorar. “Nem sequer acho que ele já esteja com o mesmo nível de 2015 e 2016, o que no seu caso até pode ser bom”. “”.

    Faço minhas as palavras de Mats Wilander…. Até o Nadal disse isso lá trás em 2016, que o Djokovic tinha elevado o nível do tenis a um ponto nunca antes atingido.

    Acompanho tênis a muito tempo e Novak Djokovic no seu auge é superior a qualquer jogador que já vi atuar.
    Por incrível que possa parecer, ele ainda não está no mesmo nível que tinha em 2015/2016. Pode evoluir mais, ele sabe disso. Em sua entrevista ele entre outras coisas afirmou: “Só quero trabalhar duro e seguir evoluindo”
    No jogo de hoje, ele não conseguiu segurar algumas trocas de bolas e errou bolas bobas que ele normalmente não erra, isso significa que ainda está faltando volume de jogo, por mais absurdo que isso possa parecer.
    Quando ele ganhou Wimbledon ele se mostrou surpreso com o nível de jogo que ele apresentou. Ele não esperava atingir este nível naquele momento. Fato é que ninguém sabe se ele vai conseguir atingir aquele nível novamente, nem ele. Na sua entrevista ele disse : “Não gosto de comparar uma temporada com a outra. Minha equipe sabe tudo que passei. Só quero trabalhar duro e seguir evoluindo”. Ou ele duvida que possa alcançar aquele nível novamente ou tá evitando pressão, ou os dois.

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    1. Luis Nascimento

      Concordo plenamente com Wilander. Novak Djokovic em sua plena forma física e técnica, é melhor que Federer, e Nadal, em suas plenas formas físicas e técnicas. Isso ocorreu em 2011 quando os três estavam em pleno auge técnico e físico, e deu Djokovic.

      Acredito que Djokovic ainda aumentará seu nível técnico, até porque, ele melhorará a parte física, e isso aumentará a intensidade do seu jogo, o que melhorará o aspecto técnico. acredito sim numa supremacia do sérvio, nos próximos torneios, e também no próximo ano.

      Responder
      1. Chileno

        Não concordo muito, porque em 2011 o auge do Federer já tinha passado, enquanto o Djoko estava a pleno vapor. O suíço teve o melhor nível ali entre 2005 e 2009, aproximadamente. Daí pra frente ele ainda jogou muito bem entre 2010 e 2012, mas já não era o mesmo de 2006. O Djoko, por outro lado, teve seu auge de 2011 a 2015, aproximadamente. Se eu fosse considerar um período em que ambos jogaram relativamente próximos ao seu melhor nível, provavelmente consideraria de 2010 a 2012, ou algo assim, e mesmo assim, já seria um período melhor pro sérvio.

        O Nadal 2011 sim, estava num nível altíssimo. Ele só perdia pro Djokovic. Ganhava de todos os outros. Não acompanhei tão de perto a carreira do espanhol, mas vendo de fora, tenho a impressão que ele provavelmente estava jogando sim, num nível muito próximo, talvez igual ao de 2010 (quando ganhou praticamente tudo). Enfim… acho que os Nadalistas talvez possam opinar melhor. Mas ele jogou muito naquele ano.

        Sobre a afirmação em si, eu acho bem plausível sim. O melhor Nole provavelmente foi mais imbatível que o melhor Roger e que o melhor Rafa. É divertido imaginar quem sairia vencedor dos seguintes duelos:

        Federer 2006 vs Djokovic 2015
        Federer 2006 vs Djokovic 2011
        Nadal 2010 vs Djokovic 2011 (será que o Nadal 2011 era inferior ao Nadal 2010)?
        Federer 2006 vs Nadal 2013
        Federer 2017 vs Nadal 2010
        Federer 2017 vs Djokovic 2015
        Nadal 2013 vs Djokovic 2011

        E por aí a vai… Hahahaha!

        Responder
      2. Jose Yoh

        O auge da maioria dos tenistas é entre 24-29 anos, é só ver a quantidade de títulos conquistados neste período pelos grandes.
        Federer não estava mais no seu auge.
        Considerando isso, podemos acreditar que Djokovic não está mais no seu auge e nem voltará ao mesmo nível.
        Mas mesmo assim concordo que ninguém em sua melhor forma venceria o melhor do sérvio na maioria dos torneios. Não nas quadras atuais.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Na minha concepção caro José, o auge do atleta se caracteriza pelo período que ele mais vence, ou seja, veremos no final. Wawrinka, por exemplo, em sua ideia, atingiu seu auge depois. Del Potro estava muito bem quando foi campeão em 2009. Está ótimo novamente, qual seria seu auge?
          Grande abraço.

          Responder
          1. Jose Yoh

            Verdade. Mas veja que acima de 30 anos são bem poucos os que conseguem seu auge. Eu não me lembro de nenhum (Wawrinka teve com 29). Tem uns precoces até, mas o auge físico termina lá pelos 30, e o tênis atual é muito físico.
            Sem contar a diferença nas quadras, raquetes, bolas e técnica que mudam muito de uma geração para outra (Federer que o diga).
            Acho que Federer já não estava no seu auge em 2011, e Djoko dificilmente ganhará 4 slams em seguida de novo, então acho que o auge dele já passou.
            Abs.

  90. Jony Marcio Santos

    Dalcim

    Posso até ser lembrado por fazer uma profetada sem tamanho aqui, mas acredito que vamos ver o Wild chegar, em algum ponto de sua carreira, entre os 15 ou 20 melhores do mundo, o que já vai estar de excelente tamanho. Não sei se daqui a dois, cinco ou até dez anos. Se isso acontecer, vou fazer questão de vir aqui rememorar essa previsão. Tomara que ela se concretize.

    Responder
    1. João ando

      Jony. Parece que o dimittov ganhou ha 10 anos o usopen juvenil…na época não vimos o grigor como estava jogando…espero que vc esteja certo …mas se tiver que estourar e nos próximos dois anos…que acho que foi o tempo que nos ouvimos falar do búlgaro. ..

      Responder
    2. neuton

      Tem futuro, se melhorar a cabeça. Hoje já se justa uma estrela. Mais humildade lhe cairá bem. Mas a pouca idade e os hormônios são coisas que passam. Então torçamos.

      Responder
  91. Marcelo-Jacacity

    E a árbitra foi condescendente. Demorou muito para aplicar a advertência para o Djokovic acerca do estouro do relógio. Teria sido a pressão expressa ou velada da USTA pós SerenaGate?

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  92. Márcio Cerqueira

    Dalcim , oq achou do comentário do Wilander ? Vc concorda ? Ele disse q o Djokovic no auge (melhor dele ) é melhor do q Federer e Nadal no auge e q venceria eles ! Concorda ?

    Responder
      1. Darkside

        Eu acho engraçado que só lembram da padronizacões da quadra quando é o Djokovic que ganha.Quando é o Nadal ou Federer nimguem lembra, quando Federer ganhou wimbledon ano passado ou Nadal o usopen ninguem falou em quadras lentas.

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      2. Leo Gavio

        Djokovic é o maior e melhor tenista de todos os tempos.

        O que conta é a relação Temporadas jogadas vs Números Obtidos, por isso não se pode menosprezar Borg e Laver, no caso de Borg ele jogou até os 26 anos, mas como a epoca é muito distante não dá pra comparar com o jogadores atuais. Porém Djokovic vs Federer dá pra fazer uma comparação relativizada.

        E eu discordo do Dalcim quanto a questão da velocidade da quadra e da bola que, nas entrelinhas, entendi que ele sugere que se fosse mais rapido poderia ser mais dificil pro Djokovic.

        Quanto mais rapido melhor pra ele, pro Federer é bom, mas pro Djokovic tambem é bom que isso ocorra.

        “Ah, Cincinatti prova que Djokovic fica em desvantagem…” Cincinatti só prova que Djokovic TAMBEM gosta de velocidade. Se o circuito fosse de mais velocidade, Djokovic iria focar o treinamento pra ajustar o seu jogo à velocidade, pra mim Roland Garros só prova que, apesar de gostar de jogar no saibro, Djokovic se beneficia de mais velocidade.

        Djokovic é o jogador mais rapido do circuito, o arranque dele é 36km/h o do Nadal, por ex, é 30km/h

        Djokovic é rapido e tambem resistente, como ele tem uma fluidez de golpes mais natural do que Nadal ele consegue desenvolver um volume de jogo dominante do saibro ao cimento de cincinatti.

        Por isso concordo com Wilander, o topo do jogo Djokovic bate o topo do jogo do Federer e do Nadal, na maioria das quadras.

        Isso não significa dizer que ele voleia melhor, saca melhor, que tem toques mais bonitos ou que tem um força mental maior, significa dizer que o conjunto de habilidades quando no seu apice, consegue ser devastador mesmo contra o auge do Federer e do Nadal.

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  93. Marcelo-Jacacity

    E empata com o grande Pistol Pete! 14 Majors!
    Sobre o jogo, Djokovic não jogou tão bem assim, a esquerda na paralela sumiu a partir do início do segundo set, assim como o 1º saque, consequentemente a confiança se esvaiu. O que salvou o sérvio foi a excelente defesa, as contundentes devoluções, a frieza mental e disciplina tática.
    Já acerca do Del Potro, o argentino em cinco sets, não aguenta a intensidade de se jogar com jogar o Djokovic. A esquerda do Juan Martin o deixou em situação delicada no transcorrer do jogo, pois ele foi se cansando ao tentar cobrir a esquerda, e se deslocar para golpear a direita em movimento, consequentemente desequilibrado. Dessa forma até a poderosa direta começou a falhar.
    Mesmo se tivesse ganhado o tie-break tenho sérias dúvidas se argentino suportaria fisicamente ficar no jogo por cerca de cinco horas.

    Responder
  94. Marcos Marinho

    A última vez que previram um Djokovic sem obstáculos foi após Roland Garros 2016 (o texto não diz isso). Depois vimos o que aconteceu: derrotas, lesões e um 2017 com os principais rivais brilhando. Fazer previsões após títulos de Grand Slam de Federer, Nadal ou Djokovic é sempre arriscado pq é quase sempre evidente que o campeão surge com a possibilidade de dominar o circuito pelos próximos meses. Vamos jogo a jogo, torneio a torneio. Sem afobação.

    Responder
    1. Cassio

      Eu também não gosto muito dessas previsões de que vai ganhar mais não sei quantos Slams no próximo ano, mas temos que considerar que a situação do Djokovic é bem diferente da de 2016 quando ele entrou na queda.

      Ali ele ficou sob uma pressão muito, muito grande pois faltava Roland Garros e não tinha motivo pra ele não vencer, ele era o melhor jogador do saibro no momento, isso acabou gerando muita pressão, trabalho e cobrança e então, depois que ele venceu, baixou o nível.

      Agora é diferente, ele venceu todos os Masters, todos os Slams, não há mais pressão e também o Djokovic é naturalmente o melhor jogador do circuito (excluindo o saibro, onde ele é o segundo melhor) então as coisas simplesmente vão acontecendo.

      Veja os dois últimos Slams, tirando a batalha contra o Nadal em Wimbledon, os outros jogos ele ganhou ao natural, ganhou simplesmente por ser um melhor tenista. O combo de ser o melhor + estar motivado – pressão pode fazer com que ele vença uma boa quantidade de Slams.

      Responder
    2. Marcelo-Jacacity

      Marcos,
      Eu e quase todo mundo, pós RG-16, achavam que o Djoko continuaria dominando o circuito. Como imaginar a contusão no cotovelo e todos os problemas pessoais/motivação do sérvio que aconteceram depois.
      Por fim, nesse momento não é possível cravar nada. Está tudo aberto e o Big-3 é capaz de tudo e a qualquer momento.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Pura verdade. Nunca duvide de nenhum dos três.
        Todos aqui já apostaram na aposentadoria de cada um e ficaram surpresos com os resultados nos últimos anos.
        Bem, eu mesmo apostava que a carreira do sérvio estava em sérias dificuldades depois de alguns jogos dele no início do ano. E assim foi com Federer e Nadal, pouco tempo antes. Espero que continuem assim, surpreendendo.

        Responder
  95. Emerson

    Boa noite Dalcim,
    Finalizado o último GS de 2018, temos 7 vencedores desses torneios ainda em atividade. Dentre eles, 5 já superaram a barreira dos 30 anos e os 2 restantes (Del Potro e Cilic) atingirão essa idade até o final do corrente mês de setembro. Assim, quando iniciar o mês de outubro, todos os vencedores de Grand Slam estarão com 30 ou mais anos de idade. Alguma vez já aconteceu este fenômeno? Você não acha que as gerações que vieram após esta turma é muito fraca? Quanto tempo será necessário para que outro jogador ganhe um GS? Quem você acha que está mais próximo de alterar essa situação atual?

    Responder
  96. Fernando

    ” Com dois títulos e uma semi de Slam em menos de quatro meses… ”

    Desculpa Dalcim, mas acho que você se enganou. Em Roland Garros, Djokovic perdeu nas quartas de final pro italiano Cecchinato, sendo assim, ele tem 2 títulos e uma quarta de Slam. Aproveito meu post pra fazer uma pergunta: você acha possível, ao final da sua carreira, Djokovic ter mai9s títulos de Slam que Nadal ? Abraços.

    Responder
  97. Rodrigo S. Cruz

    O Djokovic tá jogando muito, e com um vigor físico absurdo.

    Hoje, deu pra ver um Del Potro quase sem soluções…

    No primeiro set, como destacou o Dalcim, cometeu um erro tático ao medir forças com o sérvio nas trocas longas.

    Quando ele abriu aquele 40/ 0 e errou um ponto bobo, eu estava na sala de estar e me lembro ter comentado na hora:

    “Cuidado Delpo, 40/0 não significa NADA pro Djoko. Pois já cansei de ver o Federer obter 40/0 num game, abrir uma janelinha, perder a concentração, e logo depois assistir atônito o sérvio crescer no game e quebrar o saque”.

    Pois não deu outra!

    O Djokovic veio como quem não queria nada, e rapidamente complicou o game fácil do argentino…

    Talvez, o divisor de águas da partida tenha sido aquelas várias chances que o Delpo teve no GAME ETERNO, de quase 20 minutos.

    Porém, como sabido e quase sempre ocorre, o Novak “Chatovic” ENVERGA, mas não quebra!

    Confirmou o serviço, e fechou a porta na cara de Juan Martin.

    Outra coisa que eu achei também foi que o Delpo não sacou suficientemente bem para garantir alguns pontos fáceis e se poupar.

    Ao final do jogo, já devastado mentalmente com a perda de dois sets, notei que o seu GÁS acabara …

    A parte física já parecia comprometida, e vi o argentino ofegante em algunspontos.

    Além de nitidamente atrasado nos deslocamentos laterais…

    Mas o que me deu mias raiva foram aqueles dois forehands do Delpo, no tiebreak, no meio da rede!

    Como custaram caro…

    Bem, em resumo é isso.

    Tanto o Nadal como o Federer terão de se reinventar e elevar mais o nível, se quiserem superar o “Caveirinha”.

    Pois pelo andar da carruagem, ele já pode ser considerado favorito pra todos os proncipais eventos até o fim do ano, incluindo o Finals…

    Responder
  98. Jeremias

    Uma marca muito importante dessa conquista é a seguinte: Djokovic e Federer são os únicos jogadores da história a ter ao menos 3 títulos de GS em três deles( Claro que federer tem 5 em três deles, o que é uma de suas grandes marcas). Isso é algo muitíssimo relevante. Talvez Nadal possa atingir isso se faturar mais um Wimb. Não muito provável, mas não podemos chamar de impossível também.

    Responder
    1. Chileno

      Sem dúvida. Uma marca muito relevante. Interessante ressaltar que Nadal provavelmente teria faturado WB deste ano se tivesse vencido Djokovic, e aquele jogo foi bastante equilibrado. No entanto, o espanhol não costuma ser muito regular por lá.

      Responder
  99. Mateus Moura

    Boa noite á todos sou novo aqui no blog e é meu primeiro de vários comentários com certeza. Dalcim parabéns pela maneira como você escreve sobre tênis e elucida muito bem todo o panorama atual. Sou fanático por tênis e jogo desde 9 anos sendo que tenho 30. Acredito que posso acrescentar em alguns pontos de vista aqui nesse blog. Sou fã do Djokovic número 1 apesar de reconhecer que em números e até mesmo no talento o Federer é de longe melhor. A partir da data de hoje tudo que se foi comentado sobre comparações entre os 2, incluindo é claro Rafael Nadal voltou com tudo. Isso começou quando Djokovic completou o Grand Slam em 2016 em Roland Garros somando 12 torneios desse calibre enquanto Nadal tinha 14 e Federer 17. Da mesma maneira agora surge e surgirá cada vez mais essa discussão, o Djokovic voltou e a conquista de Wimbledon não foi um fato isolado. Não dá pra duvidar de mais nada desses 3 gênios como disse o Meligeni hoje e só nos resta acompanhar. Eu como torcedor assumido do Djoko, fiz umas contas aqui meio loucas de fã. Trabalhando sempre no “se”, o Djokovic pode chegar aos 36 anos como o Federer chegou vencendo mais uns 5 Grand Slams ou mais, vai saber né! Se ele chegar até 2022 ganhando mais 6 Grand Slams empata com Federer com 20, isso se o Suiço não ganhar mais nem um é claro . Não dá pra dizer que o Federer não ganhará mais um Grand Slam e nem que o Nadal não ganhará mais 2 ou 3 Roland Garros. Certamente estamos falando de quem será o melhor de todos os tempos após os 3 encerrarem suas carreiras. O que me deixa contente é que o Sérvio tá na briga de novo! Cada um com o seu favorito e sempre com muito respeito aos torcedores rivais. Tá faltando isso no tênis!

    Responder
  100. Rafael

    Impressionante o quanto que esse sérvio joga. A capacidade de contra atacar e defender é absurda! O Delpi jogou bem, mas teve um adversário sólido demais.
    Mestre, você não acha que a imprensa desmerece o Djoko, dando espaço demais para Federer e Nadal? Se o Djoko não tivesse contundido, você acha que ele teria mais alguns grands slams?
    Parabéns pela cobertura do UsOpen!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que desmereça, mas o coloca num segundo plano diante dos dois ícones. Sim, mas você teria de considerar a mesma hipótese sobre os outros.

      Responder
  101. Evandro Pereira da Silva

    Único a ter todos os M1000
    Único a vencer os 4 GS em sequência
    Um dos poucos a ter H2H favorável contra as lendas Federer/Nadal ( e não estou falando de meia dúzia de jogos, são pelo menos 40 com cada um)

    O cara que não admitir que Novak é um dos maiores da história, é clubista/bairrista!

    Responder
  102. Márcio Cerqueira

    Dalcim entre os 3 maiores da história : ( melhor em cada fundamento ) Federer , Nadal e Djokovic

    Forehand : federer , Backhand : djokovic , saque : federer , voleio : federer , devolução : djokovic , …
    E nos aspectos de Força Mental e Footwork , quem ganha em cada?

    Responder
  103. Willian Rodrigues

    Se não houver contusões graves, em 2019 teremos uma nova temporada dominada pelo sérvio! Jogando nesse nível, é muito difícil derrotá-lo, até mesmo no saibro. Nadal em boa forma e olhe lá… Pode até ser que algum dos garotos da nextgen surpreendam em um ou outro torneio, mas no cômputo geral, creio que Djoko ainda prevalecerá. Viria um “calendar slam” por aí?

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      William,
      Devagar aí. Antes, vamos ver como vai ser o desempenho do sérvio nos Masters restantes e no Finals.
      E vamos ver se após dois anos, o Djokovic, finalmente, voltará a chegar forte no Australian Open para tentar o 7. título.
      No Slam da Oceania teremos um indicativo mais preciso sobre o desempenho do Novak nos Majors vindouros.

      Responder
  104. juliano watanabe

    Dalcim, novatos oscilando muito… Difícil ver Federer e Nadal fazendo frente a Nole, pelo atual momento, nesse final de temporada… Fora os 3, aposta em alguém com força para apimentar o Finals?

    Responder
  105. Miguel BsB

    Em 2008,ou seja, há 10 anos atrás, o top 3 do ranking masculino era formado por 1-Federer 2 – Nadal 3 – Djokovic. O ranking atual de 2018 difere apenas a colocação entre o Espanhol e o Suíço. Incrível o que são esses caras, e, ao mesmo tempo, levanta enormes dúvidas quanto às gerações que competiram com eles nesse período de dominância…
    Muito legal o título do Wild! Espero que seja um prelúdio de uma carreira vitoriosa e de títulos importantes! E, voltando novamente 10 anos no tempo, em seu lugar de campeão juvenil do usopen em 2008 estava Grigor Dimitrov, que, apesar de não ter chegado aonde se esperava, tem uma carreira consolidada e frequente entre os top 10. Quem sabe o brasileiro não atinge esse nível?

    Responder
  106. Sandra

    Djokovic era um bom juvenil??? E outra pergunta , falam tanto em quantos grand slams Federer ganhou ou Nadal , mas até onde eu sei Djokovic não começou a jogar mais tarde?? É claro que ele nunca chegaria a eles

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não fez grande sucesso como juvenil, nunca jogou Wimbledon ou Roland Garros, só fez uma semi na Austrália. Começou no circuito profissional já em 2005.

      Responder
      1. Helena

        Que interessante. Quem dos grandes jogadores também foi um destaque no juvenil? Eu tinha a impressão de que esses feras não se destacam muito no juvenil por queimarem etapas e pularem cedo para o nível profissional.

        Responder
  107. Guilherme

    Cotonete, baloeiro, robozinho e não sei mais o quê. O sérvio em forma e com a cabeça no lugar é quase imbatível. Daqui a pouco irão começar os lamentos da turma do fondue e da paella. Azar deles, Djokovic é o mais completo deles. E já está em terceiro…

    Responder
  108. Mário Cesar Rodrigues

    Nole mereceu.Delpo lutou mas Nole quando tá assimdificil de ser batido.enfim.uma final chata.teve jogos melhores do q a final.mas assim é o esporte eu não posso reclamar de nada.Tomara que Rafa se recupere logo.e Naomi Osaka foi minha salvação.

    Responder

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