Vem aí um grande Toronto. Mesmo sem Murray.
Por José Nilton Dalcim
3 de agosto de 2018 às 23:23

Andy Murray desistiu duas vezes em menos de duas horas. Primeiro, agradeceu mas recusou o convite para o Masters de Toronto, que começa já na segunda-feira. Logo depois, anunciou que não iria à quadra e tentar semifinal em Washington.

Tudo por conta do excessivo desgaste que sofreu nas três vitórias que teve nesta semana, principalmente a da madrugada de sexta-feira, em que saiu da quadra às 3h locais e sequer segurou o choro. O escocês explicou que o tempo de recuperação seria curto demais. Fez muito bem.

Duas coisas precisam ser ditas. Murray teve boa parte de culpa nessa maratona diante de Marius Copil, deixando escapar o tiebreak do primeiro set em que liderava por 5-0. A outra é a irracionalidade dos organizadores do torneio. Sabedores do período de extrema instabilidade climática, se torna incompreensível iniciar rodadas às 16h locais. Esse foi o principal motivo de Murray e Copil terem entrado tão tarde.

A boa notícia é que Washington se torna o primeiro torneio de peso dominado pela nova geração, já que as semifinais de sábado terão Alexander Zverev x Stefanos Tsitsipas e Alex de Minaur, com grande chance de dar também Andrey Rublev (o jogo contra Denis Kudla foi adiado e será às 13h). Se Rublev confirmar, a média de idade das semifinais será de incríveis 20,3 anos! Mas mesmo com Kudla, mal passa dos 21. Atual campeão, Zverev é o favorito natural ao título, o que preservaria seu terceiro lugar do ranking.

Também nesta sexta, saiu a chave de Toronto com jogos muito promissores já de primeira rodada: Djokovic x Chung, Wawrinka x Kyrgios, Raonic x Goffin, Schwartzman x Edmund, Tiafoe x Cecchinato. E se der a lógica, deveremos ter na segunda rodada Del Potro x Nishikori, Shapovalov x Fognini, Cilic x Coric e Tsitsipas x Thiem. Jogos que poderiam ser final de qualquer ATP.

O número 1 Rafael Nadal tem uma sequência difícil se o piso de Toronto estiver realmente veloz, que prevê duelos com Benoit Paire, Nick Kyrgios, Marin Cilic e na semifinal Delpo ou John Isner. Nada fácil. Do outro lado, Djokovic saiu como cabeça 9 e se deu um pouco melhor. Depois de Chung, pode cruzar com Ebden, Tsitsipas e o atual campeão Zverev. O adversário de semi está mais para Kevin Anderson, a menos que Grigor Dimitrov acorde.

Não está fácil apontar os finalistas. E isso é ótimo.


Comentários
  1. Mario César Rodrigues

    Tem gente falando que Nole vai superar o Rafa este ano poxa o cara teria que ganhar 8 mil pontos possiveis ok Rafa a diferença é 6 mil Rafa defende 3.300 e ainda dizem que Zverev também vai ser número 1 gente então Rafa não vai jogar até o final do ano???o Zverev até parece que não conhece ele.e muito menos o Espanhol.Rafa numero 1 ao fim da temporada!

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  2. Renato

    Não vi o jogo, mas estranhei a facilidade com que Fognini venceu Delpo. Será que foi pra todo isso? O argentino sentiu alguma coisa?

    O resultado do jogo do Zverev é mais do que normal. Atropelou! O australiano é um bom jogador, nada demais! Não tem potencial pra ser top-5.

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    1. José Nilton Dalcim

      Del Potro basicamente jogou apenas no começo do primeiro set. Depois, passou a errar, ficou defensivo e Fognini explorou muito bem isso.

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  3. Luiz Fernando

    No jogo da realidade vs a promessa, venceu a primeira. Zverev venceu sem sustos, com destaque p o BH, excepcional, e p o serviço. O australiano jogou todo o tempo acuado, atrás do placar e sem dúvida sentiu o peso de sua primeira final de um torneio relevante; além disso, seu jogo de rede foi horrível. O alemão/ russo segue agora p o Canadá e se mantiver esse padrão de jogo enfrenta qualquer um.

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  4. Rodrigo S. Cruz

    E o Fognini mostra força…

    Não é qualquer um que atropela o Delpo, como ele fez hoje.

    Mesmo com o argentino possivelmente cansado.

    Será um jogo muito interessante contra o El Shapo, e torço pro italiano avançar e chegar longe.

    Ainda falta no currículo dele um grande título, como um de Masters 1000, por exemplo.

    Um jogador com esse talento merecia…

    Apesar de que numa quadra dura a tarefa é mais difícil.

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  5. Luiz Fernando

    Creio q poucos de nós esperávamos a vitória de Fognini ontem. O resultado fala por si e expõe o quanto a carreira do habilidoso italiano poderia ter sido mais vencedora. É outro nome q pode incomodar qualquer um na gira americana do tênis.

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  6. Marcio

    Bom, devido a má interpretação ou malandragem do Rafael no post anterior, terei que explicar o comentário sobre os comentaristas de blog do Brasil, cuja opinião tentando rebaixar o Federer o Nadal ou o djokovic não teria validade nenhuma naquilo que envolve o Tênis.

    É claro que quando disse os comentaristas de blog do Brasil, me referi a quem comenta nos blogs, mais especificamente àqueles que ficam com essa mania de perseguição sem fundamento aos tenistas citados.

    O Dalcim talvez seja o melhor profissional do Brasil na área de de jornalismo esportivo, então que fique claro que não me referi ao Mestre! Eis o motivo da resposta.

    O menino Rafael parece que está querendo atenção, como voltou ao normal depois q o djokovic voltou a vencer parece agora querer discutir algo com todo mundo.

    Sigamos!

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  7. Sergio Ribeiro

    Os Caras tem 15 anos no Circuito e se enfrentaram apenas pela TERCEIRA vez a nível ATP. E Fabio Fognini está na melhor forma de sua carreira. Mesmo jogando todo dia botou Del Potro pra correr pra frente como ninguém. E abusou de Sacar na direita em vez de no Back do Argentino . E com uma calma impressionante. Deve ter tomado muita Tequila rsrsrs Só falta agora esse maluco já trintão entrar no TOP 10 e calar a minha boca rsrsrs Abs!

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    1. Rodrigo S. Cruz

      O Fognini é um tremendo jogador de tênis, Sérgio.

      Joga com facilidade, e ainda sabe tocar na bola com muita categoria…

      Não consigo entender como você baba ovo do insosso Sasha Zverev, e despreza o italiano.

      O tênis que este pratica é muito, mas muito mais bonito.

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  8. Luciano Pinho Nilo

    Aos companheiros fãs do Federer
    A Nike não quer devolver a marca RF ao Roger.
    Razões jurídicas à parte, que tal boicotar a Nike até que ela devolva suas iniciais ao grande campeão??
    Divulguem!
    Abraços a todos!

    Responder
    1. João ando

      Luciano. A marca rf não pertence a nike. ..São as iniciais do nome de uma pessoa no caso Roger Federer …assim como lpn pertence a vc e jsa a João sawao ando que sou eu.Roger pode muito bem levar seu rf a uniqlo

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      1. Luciano Pinho Nilo

        João
        Devia ser, João. Mas não é. O desenho foi registrado pela Nike, que não quer autorizar o Federer a usar.
        Como disse, juridicamente a Nike tem o direito. Mas nós somos milhões e podemos ajudar o Roger!
        Abraço

        Responder
      2. samuel

        Pelo que foi divulgado ele recebeu dinheiro bem troca, portanto, a marca pertence a Nike.
        Se quiser a marca novamente, tem que devolver o que recebeu, se a Nike aceitar.

        Responder
        1. samuel

          Na realidade a marca pertenceria ao Rodrigo Ferreiro que é mais velho. Ou então a milhares de outros RF, que existem por aí. Portanto…

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    2. Sergio Ribeiro

      Na boa, Luciano. O Craque fez um pacote completo com a empresa. Ele optou em largar em vez de tirar a Grana do bolso. Esta empresa quando aprontou com Sampras e Agassi ( querendo renovar por bem menos com Veteranos ) recebeu o seguinte : Sampras começou a entrar em quadra com a bandeira do USA em cima do logotipo. Acho que Roger pode fazer algo semelhante no Tênis. Agassi se mandou para a rival Adidas. A Nike acabou procurando Pete e pagou o que ele queria. O destino quis que ele se aposentasse antes do fim do contrato. Rapidinho o Craque Suíço resolve essa parada. ABS !

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      1. Paulo

        Não entendi. Que confuso teu argumento. Primeiro fala que o Roger escolheu deixar a nike. Ok. E depois diz que a nike é perversa. Não entendi teu ponto

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    1. José Nilton Dalcim

      Entre os grandes, com certeza. Ele ganhou Londres e parecia que tinha tirado um peso dos ombros e jogaria solto, mas o que vimos foi um tenista ainda mais irregular e pouco confiante.

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  9. Sérgio Ribeiro

    Que coisa. Se Del Potro e Sasha vencerem , o Alemão continua TOP 3 por apenas incríveis 20 pontos. Mas Juan Martín sabe que Zverev defende o Título também em Toronto. Briga boa com todinho e tudo mais rsrs Abs!

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  10. Renato

    Depois do que eu vi em Wimbledon, não ouso mais duvidar de Rafael Nadal em quadras mais rápidas. Temos que admitir que ele jogou muito bem no torneio, praticou o melhor tênis de todos apesar de ter perdido para Novak. Coloco-o como principal favorito em Toronto, com ligeira(mínima mesmo) vantagem sobre Novak.
    Lembrando que os dois protagonizaram um grande jogo por lá em 2013. Um dos melhores(se não o melhor) jogo entre eles já disputado em melhor de três sets.

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    1. Sérgio Ribeiro

      E não da’ pra duvidar mesmo. O Titio Toni não sabia mexer em seu Backhand. Moya depois de ver as melhorias de Federer propôs um Cruzado que virou uma excelente arma de ataque. Fora isso começou a botar a cara na rede para encurtar os pontos. Tem agora armas para pertubar qualquer um nas duras. Se o físico permitir. Abs!

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  11. Vinicius Souza

    Dalcim, o grigor dimitrov joga muito e tem um estilo muito parecido com o federer, mas tem torneios em que ele se impõe e vai muito bem, e outros em que ele vai mal e acaba sendo eliminado cedo demais. Na sua opinião o que falta para o dimitrov deslanchar e conseguir grandes resultados?

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    1. José Nilton Dalcim

      Equilíbrio emocional. Ele deixa escapar muitos jogos em que abre vantagens. Também acho que ele aposta mais do que deveria na sua qualidade atlética e insiste em ser mais defensivo do que ofensivo.

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  12. Emerson

    Dalcim, eu não vi o jogo completo do Murray contra o Copil, mas pelos melhores momentos ele tava subindo a rede muito mais do que o costumeiro. Você acha que isso é uma parte de sua estratégia pra ser mais agressivo no futuro? Se sim, é uma boa tatica? O aproveitamento foi bem inconsistente pra dizer o mínimo

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    1. José Nilton Dalcim

      Murray sempre foi ótimo voleador, pena que não use esse recurso com mais constância. No caso dessa partida, me pareceu um recurso para encurtar os pontos.

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  13. Paulo F.

    Tsitsipas e Shapovalov são dois que estão surgindo que valem a pena a torcida.
    Só que o Afoitovalov tem que se defender melhor, não quebrar tanto a bola, jogar mais uma…

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  14. Paulo F.

    Alexander Zverev “não russo”…
    Hahahahahahahaha !!!
    Ele tem cara de russo, pais e irmão russos, apelido de russo.
    Só tem a nacionalidade alemã mesmo, até russo deve falar mais fluentemente do que alemão.
    Piada.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Como o parceiro demonstra ser um grande apaixonado pelo Esporte , que tal dar um todinho para Misha e Sasha ? Quem sabe eles não assumam de vez que são Russos e desistam de Mônaco de uma vez por todas rs ! Abs!

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    2. Evaldo Medeiros

      Amigo, se o Zverev tem cara de russo ou de ET eu não sei dizer. Só sei que o garotão veio pra estragar a festa dos cachorrões do Big 3.

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    3. José Eduardo Pessanha

      Por acaso ele nasceu na Rússia, Chetnik? Por isso coloquei como “Não russo”, assim como Tsitsipas e Shapovalov.
      Abs

      Responder
      1. Chetnik

        Pessanha, não fui eu que escrevi o comentário…mas como eu fui citado, vou aproveitar e dar o meu pitaco. Eu sempre defendi aqui que o Zverev é “Russo”. Pra mim, a ideia de que um cara sem um pingo de sangue alemão possa ser “alemão” é ridícula. Como o colega falou, os pais são Russos, o irmão é Russo, mas ele é “alemão”? Kkkk. Eu vejo nacionalidade como algo mais do que um espaço geográfico que a sua mãe deu à luz num momento aleatório.

        Como o colega falou, ele tem cara de Russo – o que é óbvio, já que os pais dele são Russos rs. Fenótipo você adquire pela tua genética, não pelo lugar que você nasceu – ele fala Russo melhor do que alemão – na verdade, eu não sei se ele fala Russo melhor do que alemão, mas eu sei que ele foi criado falando Russo.

        Isso posto, INDEPENDENTE DA MINHA OPINIÃO, eu vi uma entrevista esses tempos do Zverev, e ele falou que não se identificava como Russo, falou que se sentia 100% alemão, então se ele fala isso, quem sou eu pra falar o contrário? Se ele se sente alemão, não sou eu que vou dizer que ele é Russo.

        Com certeza, com essa entrevista, ele perdeu a minha torcida, mas isso é outra questão rs.

        Responder
    4. João ando

      Eu tive um tio chamado kazuo sawao .por acaso ele nasceu em Bauru no interior de São Paulo …por acaso ele e um não brasileiro …?sasha e misha sao alemaes… ou alguem tem duvida disso…como pedro Sakamoto e brasileiro e Thomaz Bellucci e brasileiro …não e italiano…e Gustavo Kuerten não é alemao

      Responder
  15. Luiz Fernando

    Também gostaria de agradecer os comentários q o Rafael fez a meu respeito no outro tópico e compartilho da visão dele acerca da maioria absoluta dos comentaristas citados. Expert aqui creio só existe o Dalcim, embora alguns poucos se considerem assim também. Claro q a maioria absoluta dos q postam são torcedores desse ou daquele, o q torna essas postagens passíveis de falta de isenção, mas de um tempo p cá o nível e o clima das postagens melhoraram demais. A bem da verdade creio q o início desse novo momento no blog se deu com a mudança de postura do Renato, algo q eu não acreditava q duraria mas q ele manteve como disse q ocorreria, por gostaria de dar os parabéns a ele. Isso levou a muitos, inclusive eu, a se tornarem mais comedidos nos comentários, o q gerou ganhos a todos, pois houve evolução do fanatismo p algo mais ponderado e, acima de tudo, mais aproveitável de se ler. Me lembro bem de W2013, quando após a eliminação precoce de Rafa houve um festival de provocações estúpidas, devolvidas na mesma moeda na rodada seguinte com a derrota de Federer; já nesse ano, as derrotas de ambos foram acompanhadas de muito menos provocações e as q aconteceram não extrapolaram p a estupidez, como ocorria antes. Tomara q isso se mantenha.

    Responder
    1. Paulo F.

      Renato só deu uma moderada, com relação ao Djokovic principalmente, pois o mesmo novamente foi o fiel da balança na paternidade Nadal-Federer.

      Responder
      1. Renato

        Não. Estou moderando porque tenho vergonha na cara, estava exagerando e me comportando de maneira infantil. E você, quando vai crescer?

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Que memória em L.F. ? Em homenagem a sua mudança de postura não vou relembrar o que acontecia a cada derrota do Suíço em 2013. Até porque vocês resolveram fechar a ” farmácia”. Tiveram que apreciar o Suíço vencer mais 23 ATP , e em vez de se Aposentar indicando Tóquio 2020. Como afirmou Rafael Nadal : ” Nunca vi um Tenista como Federer “. Abs!

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      1. Luiz Fernando

        Quem é vc p criticar alguém, logo vc q vive criticando os demais e reclama quando é criticado. E só lembrando, não era farmácia, era a brincadeira da clínica de Camboriú.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Dificilmente o rapaz vai entender que não concordar não tem nada a ver com criticar. É difícil para quem não assiste quase nenhum jogo perceber as besteiras que Posta. Ainda bem que está revendo seus ridículos conceitos sobre Zverev e o fato de não estar apto para SLAM. A cada dia o Garoto faz calar todos os pseudo Sabichões. Aguarde o USOPEN 2018. Abs!

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      2. Mário Cesar Rodrigues

        Sr por favor tu se acha jogando piadinha indireta mas do q direta para mim.cara sou sistemático vc é como um funcionário que vamos aguentando até chegar a hora de dispensar vc tá dispensado. Seja mais brando vai se sentir melhor é egocêntrico ao extremo.fica a dica.

        Responder
  16. Luiz Fernando

    Quanto a chave de Toronto, em um M1000 não deve haver moleza p ninguém, a não ser q ocorram zebras e mais zebras em sequencia. A chave do Rafa é dura mas bem aceitável, e sinceramente o vejo em totais condições de avançar até as semis, embora tenha q trabalhar, possivelmente muito. Como já exposto pelo Leonardo, Kyrgios se bobear nem entra na quadra ou perde p Wawrinka e não vejo como este possa encarar Nadal na atualidade; Cilic parece ainda estar em lua de mel. Assim, risco maior, teoricamente, viria numa eventual semi frente a Delpo, que em jogos de 3 sets na quadra dura pode encarar qualquer um. No outro lado, uma suposta partida Djoko vs Zverev seria algo imperdível e sem prognósticos…

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  17. Luiz Fernando

    Assisti alguns bons em Washington e observei Zverev em grande momento. O q está andando a bola desse rapaz, em especial no BH, é algo impressionante. Tanto no jogo contra o irmão quanto ontem contra o japa a diferença da velocidade de suas bolas frente aos outros era notória, o q sugere q de fato suas atuações pífias em GS só podem ser explicadas por algo fora da quadra, algum tipo de bloqueio mental nesses momentos, o que tende a desaparecer com o acúmulo de experiência. Não vejo quem possa enfrenta-lo na capital americana e ele será um favorito nos 2 M1000 q se aproximam. Murray foi outro q protagonizou momentos emocionantes, ontem cedo vi a cena do choro após sua vitória, o q p mim teve um significado claro: ele de fato esteve próximo de ter q encerrar a carreira! Sua atitude ao abandonar o torneio e pular Toronto significa q está bem consciente de suas limitações físicas momentâneas e creio q a curto/médio prazos estará de volta na luta pelos principais torneios.

    Responder
  18. Adriano Miura

    Que piada, Tstsipas, Chung e Ebden já ganharam o que até hoje? Enfrentar promessas em Masters 1000 é muito mais fácil que enfrentar jogadores rodados e com títulos de peso. Delpo é campeão de Slam e Masters, Cilic idem, Isner venceu Masters esse ano e ainda tem o Wawrinka que pode despachar o Kyrgios.

    Responder
  19. Carlos Henrique

    Dalcim, em que prateleira de maiores de todos os tempos você coloca o Murray? Top 30, 25, 20, 15, 10? Apesar dos números de slams menor que alguns dos maiores expoent4s desse esporte, penso que o contexto em que os tenistas deve estar inserido. Assim, sendo contemporâneos de três lendas, contribui para aumentar de patamar suas conquistas. O que acha? Ou os números devem ser analisados com frieza?
    Outra questão, gostou do cabelo do Fognini? rsrs
    Forte abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, não consigo pensar nesse patamar, mas acho que top 30 é certo. Não é apenas uma questão de títulos de Slam, mas de finais importantes, a conquista do Finals, a liderança do ranking, o raro biolímpico… É uma carreira sólida.

      Responder
  20. Chetnik

    kkkkkk, essa choradeira do Murray, por vencer umas quartas de um torneio 500, imagina quando/se ele vencer um GS…mas só pra constar, porque eu sei que tem um pessoal que aproveita qualquer oportunidade pra me defenestrar, eu não tô fazendo pouco ou zoando o Murray. Achei uma cena bonita, até me emocionei, levemente. Mostrou que tem um coração enorme e uma cabeça de campeão. Só espero que o choro não tenha a ver com ter sentido dor. Normal que esteja cansado e tenha escolhido abandonar o torneio. Espero que mantenha a evolução, faz muita falta ao circuito.

    Responder
  21. João ando

    Estava na cara que o Andy não ia coneguie chegar até as rodadas finais…mancando e se continuar assim nao dura muito tempo.infelizmente

    Responder
  22. Joaquim Fernandes

    No meu caso, simplesmente discordar do Dalcim já entra na categoria das fantasmagorias.
    Com veemência, já passa para a das “nem pensar”.
    Se a argumentação do Leonardo não viesse em frente a um conteúdo de autoria do Dalcim, e eu a tivesse lido solta, minha tendência seria tanto ver da mesma forma, como fazer coro com ele.
    Quem sabe lerei aqui o contra-argumento que me esclareça devidamente?

    Responder
  23. Sérgio Ribeiro

    Não chega nem a um mês aquele papo Orquestrado de Todinhos e Danoninhos, e eis que a Next Gen manda um monte de Ex-Top 10 pra Casa ( incluindo Isner o dono da mesma ) , num torneio de grande porte. O que jogou o Grego Tsitsipas foi brincadeira. Goffin não viu a cor da bolinha. Ou seja, Rafa Nadal que viu alguns MASTERS 1000 escaparem pra essa Turma a bem pouco tempo, não estava exagerando tanto. Acredito que algum deles pode pintar na Final de Toronto. A conferir ! Abs !

    Responder
      1. Rafael

        Exato, Pessanha. Já que a next gen só vai se estabelecer quando os maiores jogadores da era aberta aposentarem, tem mais é que passar o carro na geração perdida – Goffin é um dos símbolos, muito limitado. É o que temos pra hoje.

        Zverev parece que radicalizou e mudou pra Taff-Man E. Agora o bicho pega.

        E Martin Klizan ganhou o 6o, ATP da carreira, segundo o tenisbrasil.

        Alguns dias atrás, esqueci de comentar com meu caro Sérgio Ribeiro sobre a MAIOR vitória de Monteiro em sua carreira, derrotando o GRANDE Verdasco, rsrsrsrsrs

        Responder
        1. Sergio Ribeiro

          Na boa, Rafael. O Grande Verdasco está desculpado. Ele agora somente quer saber da Gata morena que eu vi aqui no RioOpen 2018 rsrsrs. Bom, já Zverev, seguiu o seu conselho e fez uma dieta pra Super Poderes kkkkkkk Abs!

          Responder
  24. Leonardo

    Discordo veementemente da chave do Nadal estar mais difícil. Na do Djokovic só o Zverev já deixa a chave bem mais difícil… E ainda tem o Anderson que vem tendo ótimos resultados desde o ano passado. Tsisipas melhorando a cada dia… E claro, o ótimo Chung na estréia.
    Já a do Nadal, Kyrgios é ótimo, mas vem de abandonos, talvez perca antes. Delpo ainda não recuperou o tênis do primeiro trimestre. Cilic instável, com eliminação precoce em Wb. Talvez o Isner seja o mais perigoso pelo momento.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E eu discordo de você…

      O Delpo vem com muita vontade e está de olho no ATP Finals.

      Benoit Paire é um jogador imprevisível. Pois tem talento e pode surpreender.

      O Kyrgios é bem capaz de enlouquecer o Nadal com seu saque, e vale dizer que ele costuma crescer muito quando enfrenta o espanhol…

      já o Isner atravessa seu melhor momento, depois de chegar longe em um Grand Slam.

      Responder
      1. Leronardo

        É bem capaz que todos esses “favoritos” caiam antes de enfrentar o Rafa. Os dois que estão em melhor momento são: Isner e Del Potro, que duelarão antes do Rafa. Os dois também não costumam ir bem em grandes sequências de jogos e ambos tem jogado bastante. Paire é instável de mais para machucar a regularidade do Nadal. Não deve fazer mais que 4, 5 games.

        Responder

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