Nadal usa sabedoria
Por José Nilton Dalcim
13 de junho de 2018 às 18:38

Com apenas uma semana de prazo para descansar e tentar a adaptação para a grama, disputar o torneio de Queen’s não parecia mesmo a atitude mais saudável para Rafael Nadal. O número 1 do mundo mais uma vez agiu com sabedoria – como no caso das desistências de Indian Wells e Miami – e anunciou nesta quarta-feira que não fará loucuras.

Embora não tenha sido explícito, é bem provável que a desistência tenha relação com o problema no punho esquerdo que o espanhol demonstrou na final de Roland Garros – e que já vinha enfaixado duas partidas antes. A frase usada por Rafa no comunicado foi sintomática: “Preciso escutar o que meu corpo está falando”.

E jogar na grama é um autêntico desafio ao corpo, principalmente nos tempos de hoje. O piso exige antes de tudo que se jogue mais abaixado, o que é terrível para joelhos problemáticos. Depois, o quique irregular e por vezes imprevisto da bola afetam demais punho e cotovelo, já que é muito comum o contato se dar fora do ponto ideal das cordas da raquete. Imagine então a quantidade de vibração que o braço aguenta nas devoluções de um saque a 200 km por hora.

Para os tenistas que batem mais vezes na bola, como Nadal, Novak Djokovic ou Dominic Thiem, a chance de dores nas articulações são bem maiores ao fim do dia. Quem tenta encurtar pontos e preferencialmente ir à rede, corre menor risco.

Enferrujado
A retomada do número 1 para Roger Federer agora independe de Nadal. A curto prazo, o suíço precisa ao menos da final em Stuttgart para tirar os 100 pontos de desvantagem (ficaria 50 à frente) ou do título (150). Rafa está fora de Queen’s e sem chance de marcar pontos, mas isso ainda obriga o suíço a defender o troféu de Halle na semana seguinte, já que o vice soma 200 a menos.

E Federer quase repete o desastre de 2017 em Stuttgart, quando parou diante de Tommy Haas. Desta vez, Mischa Zverev foi uma ameaça real, num jogo um tanto estranho. Como se esperava, o canhoto alemão não deu qualquer ritmo ao suíço, mas Federer teve quatro break-points em games distintos antes de ser quebrado e perder pela primeira vez em seis jogos um set para Mischa.

Aí quase deixou escapar também o primeiro serviço do segundo set. Por fim, a devolução evoluiu, saltou a 4/2, mas não sustentou a vantagem. Altos e baixos tremendos. O terceiro set foi um pouco mais tranquilo, ainda que tenha evitado um break-point quando tinha 4/2.

Federer reconheceu que não mexeu bem as pernas no primeiro set e que ficar três meses afastado do circuito beira o exagero. “É mais tempo do que as férias de fim de ano”, observou. Para sua sorte, Denis Shapovalov saiu inesperadamente do caminho e o próximo adversário será o desconhecido indiano Prajnesh Gunneswaran ou o canhoto Guido Pella.

Mais desistências
Rafa foi seguido por Maria Sharapova. A campeã de Wimbledon de 2004 anunciou desistência do torneio preparatório de Birmingham, alegando necessidade de descanso após as quartas de final de Roland Garros.

Bem mais curiosa foi a atitude de Stan Wawrinka, que abriu mão de disputar Bastad e Gstaad, os ATPs de saibro que acontecem depois de Wimbledon. Agora 263º do ranking, diz estar seguindo orientação médica, ou seja, aquela preocupação com o impacto do saibro sobre a estabilidade do joelho. Stan por enquanto manteve inscrição para Queen’s e Wimbledon, apesar de nunca ter obtido sucesso na grama.


Comentários
  1. Miguel BsB

    Quem fará a final contra Federer? Um jogador cheio de atributos rs e habilidade rs para se jogar na grama… Uma esquerda belíssima e eficiente rs, um grande slice, grande movimentação e trabalho de pernas… Pena que o saque deixa a desejar… rsrs
    Quase 2 metros de pura técnica e habilidade, requisitos fundamentais para ser bem sucedido na grama hehe

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      1. Miguel BsB

        Verdade Dalcim. E só lá, pq o jogo na grama permite que um jogador que só tem um supersaque, e uma direita potente, consiga ir longe, sendo que em outros pisos ele não atinge os mesmos resultados,só isso não é o suficiente. Esse é o meu ponto sobre o jogo na grama… claro que um gênio completo como o Federer domina na grama, como domina em outros pisos mais lentos Tb.

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        1. José Nilton Dalcim

          Sem dúvida que Raonic baseia todo seu jogo n saque, mas veja que ele tem semi na Austrália e no Finals (quadra sintética bem lenta) e até quartas em Roland Garros, sem falar em três vices de Masters 1000 na quadra dura. Abs!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Você demonstra com mais um comentário abalisado que és o verdadeiro Professor. Felizmente já obteve a resposta de suas oportunissimas observações. rsrsrs Abs!

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  2. Sérgio Ribeiro

    Um mês e meio para fazer 37 , e outro Recorde. E no sufoco e de virada. Sorte que Nick Kyrgios insiste em TieBreaks ( o Nono ) , com o maior vencedor neste quesito. O Craque Suíço foi exigido a fundo por outro da novíssima geração. O Caminho mais curto para os Cem era pela Grama. Não sabemos se vai conseguir. Mas faz por merecer. Está Saudável para isso. Para os que o chamaram de ” fujão” depois de 17 participações em Rolanga, o meu Abraço !!!

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  3. Nando

    Jogaço hoje hein…Federer x Kyrgios até agora só fizeram grandes jogos, mesmo q tenham sido só 3 (fora a Laver Cup).
    E Federer bate o próprio recorde, o de mais velho tenista a assumir o N1.

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  4. Luis

    Dalcim Federer volta número 1 bom teste contra Kyrgios pena Australiano não consegue manter concentração pode ir longe em Wimbledon,GO Federer 9

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  5. Luiz Fernando

    Nossa, como Federer está sem sorte, o sorteio do dificílimo torneio de Halle mostrou que seu principal adversário ate a final é o cara q recentemente perdeu do… Istomin kkkk, depois as chaves do Nadal é q são fáceis kkkk!

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    1. Marcos Castillo

      Luiz,
      Não é que a chave está fácil, é que os melhores jogadores no piso (Cilic, Kyrgios, Djokovic, Dimitrov) estão em Londres.
      Thiem e Zverev, bons jogadores na grama tb, só poderiam cruzar com o suíço na semi e na final respectivamente, o que se concretizou com o sorteio.
      A chave baba que o Nadal pegou nos últimos dois anos em RG não tiram o mérito de seus títulos, ele teria sido campeão com qualquer chave na minha opinião.
      Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Ele vai jogar Quenn’s , André. E se inscreveu em Duplas com STANIMAL. Como Murray também vai jogar , vai ser uma festa !!! Abs!

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    2. Sérgio Ribeiro

      A Gabi deveria ler as besteiras que você escreve sempre. O N 144 vindo do quali e que mandou o então N 1 do mundo nas Oitavas de Wimbledon 2014, para casa , é esse Tenista que você está desdenhando. E ele tinha apenas 19 anos. No momento e’ Top 21. Quem será que abusa da arrogância ? Abs!

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  6. Sandra

    Dalcim, me perdoa caso você não ache minha pergunta pertinente, mas como estamos em uma copa do mundo, e estava vendo Cristiano Ronaldo ontem e nesse momento estou vendo Messi, Eles passam o Federer, em atletas mais bem pagos do mundo????

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  7. Sérgio Ribeiro

    Bem , segundo a grande maioria dos Tenistas Halle e’ bem mais rápida que Queen’s e Wimbledon . Hoje o Craque afirmou categoricamente ( Fonte: Bola Amarela ) que Stuttgart 2018 está muito rápida . Realmente Raonic e Kyrgios deitaram e rolaram nos Aces , e tiveram poucos Break Points contra Berdych e Lopez . Federer vai ter que abrir sua caixa de ferramentas se quiser o N 1. O Australiano está acompanhado da mamãe e parece focado. Ambos já estão com ritmo. Promessa de outro jogo nos detalhes. Em Hertogenbosh também não sobrou ” saibristas” . F Verdasco ressuscitou B. Tomic que veio do quali . E Gasquet bateu Tsitsipas em dois TieBreaks. E a Band que tem diretos sobre os ATP 250 , prometeu pra amanhã a reprise do glorioso do Catar… É mole ou quer mais ? Abs!

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  8. Robson Couto

    Boa noite Dalcim,
    Em relação a preparação para Wimbledon, existe alguma vantagem entre jogar em Halle ou Queen’s, ou as condições são as mesmas?

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  9. André

    E esse jogo entre Kyrgios e Federer amanhã heim, Dalcim?
    Jogo de semifinal de 250 que vale o número 1.
    Não é todo dia que se vê isso.
    Taí um jogo realmente perigoso pra o suíço.
    Ele disse em entrevista que sentiu dores nas costas e glúteos na primeira rodada. Vc acha que pode ser alguma coisa no nervo ciático?
    Pergunto isso porque sofro da mesma coisa.

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho bem natural depois de uma longa parada e ainda mais numa quadra de grama. Agora, é um jogo duríssimo para o Federer desde é claro que Kyrgios jogue em alto padrão.

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  10. Sérgio Ribeiro

    Que coisa. Na hora de voltar merecidamente ao N 1 , quem aparece no ATP 250 de Stuttgart ? O da Next Gen que em três partidas ( contando a Laver Cup ) , nada menos que SETE Tiebreaks. O Garoto que chorou na Final da Laver ( deve ter aprendido com o Craque ) , deve estar doidinho pra aprontar. Só existe uma saída para o Craque Suíço. Chamar urgente o Pessanha pra torcer por Nick Kyrgios. Caso contrário, Rafa Nadal já pode comprar a famosa Picanha rsrsrs ABS!

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  11. Luiz Fernando

    Federer venceu como esperado, esse hermano não é especialista em piso nenhum, mas venceu com mais dificuldades do q eu imaginava, pois esperava algo tipo duplo 61 ou 62. Amanhã terá uma partida mais difícil…

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  12. José Eduardo Pessanha

    LF, é verdade. Federer tinha chance de quebrar esse recorde de sets seguidos num mesmo piso. Agora, já era. Entretanto, esse recorde é um recorde factível de ser quebrado um dia por outro tenista. É bem mais fácil quebrar esse recorde do que vencer 11 vezes em RG, por exemplo.
    Abs

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  13. João

    Dalcim, bom dia.

    Já que está falando do Nadal, uma curiosidade, em finais de torneios no saibro apenas 4 homens venceram Nadal, são eles: Federer (2x), Djoko (2x), Andy Murray e pasmem…Horacio Zeballos!! Confirma!?

    Achei interessante. Vi Zeballos jogar o Brasil Open, parece ser um cara simpático.

    Abs

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    1. José Nilton Dalcim

      Essa vitória di Zeballos foi no Chile quando Nadal retornsva de longa parada. Semana seguinte em Sáo Paulo Rafa levou sufoco do Feijão.

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    2. Vítor Barsotti

      Rapaz, legal essa informação.

      Curioso notar que Federer (2009), Djoko (2011) e Murray (2015) venceram Nadal em finais do Masters 1000 de Madri, mostrando que num saibro mais rápido dá pra competir com o espanhol (de vez em quando).

      Ah, só corrige aí, Djoko venceu 4x Nadal em finais no saibro, aliás em todos os Masters: MC 2013, Madri 2011 e Roma 2011/2014.

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  14. Spencer Santos

    “Nadal usa sabedoria” para alcançar a 6ª final e o 3º título em Wimbledon. Ele que é, sem dúvida, o mais versátil tenista da história dentre os maiores vencedores do tênis, conforme os números mostram irrefutavelmente, já que venceu 6 slams em quadras rápidas e 11 slams em quadras lentas, o que dá a relação 35,29%/64,71. Comparando com os seus principais rivais, é covardia, pois Federer tem apenas 1 título em quadras lentas 5%/95% e Djokovic também tem apenas 1 título em quadras lentas 8,33%/91,67%. Sampras é limitadíssimo somente às quadras rápidas. Não preciso nem escrever que é infinitamente mais difícil para a mente e o corpo vencer nas quadras lentas que nas quadras rápidas. Fato. Saudações Nadalistas Xiitas a todos! 🙂

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    1. Sérgio Ribeiro

      Some tanto tempo pra postar Isso ???? Que matemática Pornô e’ essa Spencer ( Scanners!!!) Kkkkkkkkk Esqueçamos a ridícula padronização que foi anterior a 2004. Colocar Sampras , Federer e Novak no mesmo balaio de maus vencedores em piso lento ? Somente existe um RG por ano. Mesmo assim o Suíço tem mais títulos no Saibro que o Espanhol na Grama e etc… rsrsrs ABS!

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Versatilidade em algum nível é lógico ele tem, como todo grande campeão…

      Mas de jeito nenhum ele é o mais versátil.

      Se quase todos os títulos de major dele foram no saibro, e se nunca ganhou nenhum Finals, como pode ser o mais versátil?

      Aliás, sem a padronização da velocidade dos pisos, eu acho que Nadal teria muitos problemas.

      Até o Djoko é mais versátil do que o Nadal…

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    3. José Eduardo Pessanha

      Caro Spencer, Federer tem 20 GS em quadras lentas. Todos os GS do século XXI foram disputados em quadras lentas.
      Tanto Nadal quanto Djokovic seriam muito menos tenistas se fossem profissionais nos anos 80 e 90.
      Abs

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    4. Chileno

      Essa provavelmente é a única forma de fazer o Nadal parecer mais versátil que Federer (separando os pisos em lentos/rápidos). Rafa é muitas coisas: um multicampeão, o maior especialista da história do tênis, o rei do saibro, na minha opinião sem dúvida um dos 3 maiores da história do esporte… mas mais versátil que Federer? Não consigo concordar. Nadal tem 6 Slams fora do seu piso predileto (sem dúvida um número muito bom e respeitável), enquanto Federer tem assombrosos 12. Tirando todos os títulos de Wimbledon do suíço, ainda sobra a mesma quantidade de títulos do Djokovic. O maestro suíço tem ao menos 5 títulos em 3 dos 4 Slams. Nadal tem 3 títulos no segundo Slam que venceu mais vezes. Pra mim, Federer é bem mais versátil.

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    5. Marcos Castillo

      Spencer, esse é o tipo de comentário de fanático que dá gosto de ler.
      É bem humorado, não ofende ninguém e, por incrível que pareça, acha uma “brecha na lei” para sustentar seu argumento.
      Por mais comentários como este no blog.
      Abs!

      * a internet caiu, talvez este meu comentário vá duas vezes…

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    6. Nando

      Vdd Spencer…as quadras estavam rapidíssimas qnd Federer e cotonete ganharam seus USO e AO né?????
      Volte a dormir, rapaz kkkkkkkkk (brincadeira hein, rsrs)

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  15. Rafael

    Apenas uma última observação, pra não ficar mal-entendido. Apesar de ser verdade o que disse sobre o instagram da Bia, foi um mau exemplo. Que ela mantenha todos os seus patrocinadores, porque uma guerreira como ela precisa e merece, já que vive em um país onde nada se consegue sem o enorme esforço individual, a despeito de todas as limitações.

    Por isso eu digo, brasileiros tiram leite de pedra.

    Perdão ao Dalcim e a todos por flodar esta pasta com tantos posts, não gosto que façam e não costumo fazer isso.

    Responder
  16. Marcos Castillo

    Oooo Rafael…
    Vc recentemente colocou tão bem que as alfinetadas entre dois ilustres participantes do blog estavam desagradáveis, o que concordo, mas está indo para o mesmo caminho com o Bruno Souza…
    Cara, vcs dois escrevem coisas legais, tem pontos de vista diferentes e tudo bem, kct!
    Se nem Federer e Nadal são unanimidade, imagine o Verdasco rs
    Abraços aos citados!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Não sou de tomar lados.

      Se bem que nessa, eu concordo quase que na integralidade com o Rafael.

      O Bruno Souza conseguiu bater o recorde anual da chatisse…

      Aquele post dele sobre o Dalai Lama foi “pakabá”.

      kkkkk

      Responder
    2. Rafael

      Você tem toda a razão, Marcos. É óbvio que as coisas que escrevi defendendo Verdasco refletem uma opinião parcial, de quem teve uma certa convivência com o mesmo, e não são baseadas na realidade fática.

      Sobre minha memória, sempre preferi pagar micos do que pesquisar no Google (a não ser para meu trabalho, é claro, onde não posso me dar ao luxo de errar).

      Sobre a NextGen, das duas uma: ou estou realmente sendo duro demais ou é inútil remar contra a maré de uma enorme engrenagem posta em funcionamento para vender ideias que (ainda) não se tornaram realidade.

      Seja lá o que for, certo ou errado, sou autêntico, e disso não me arrependo. Falo o que penso, apaixonadamente, e compro brigas que nem são minhas, se achar que há algo errado – inclusive e principalmente FORA da internet.

      Porém, como: 1) este espaço não é meu, 2) devo respeito do dono do blog, pelo respeito com que ele sempre me tratou e 3) esse respeito é extensivo aos frequentadores, que não são obrigados a presenciar certas discussões, vou dar um tempo, até porque ando estressado com algumas coisas, e ninguém tem nada a ver com isso.

      Assim, aproveito para me desculpar com o Bruno Souza, que foi a pessoa que me chamou de burro com mais elegância até hoje (algo como disfunção/déficit de compreensão, não lembro). Sinceramente, sorri ao ler. Admiro gente inteligente.

      Abs a todos.

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      1. Fernando Pauli

        E olha que existe a possibilidade de Nadal nem ir para WB, pois se ele não estiver com as mínimas condições, passar vergonha é que ele não vai. Abs!

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    1. Márcio dos Santos

      Caramba, estão postando com o meu nome.

      Já vi acontecer outras vezes com outros colegas do blog.

      Emfim, nesse caso, confirmo, não duvido que Nadal ganhe Wimbledom.

      Não duvido de Nadal.

      Responder
  17. Mário Cesar Rodrigues

    Boa noite.ao Bruno que disse que Thiem iria ser campeão em RG.e apostava.como não honrou a palavra normal a turma dos games e dos Federistas.eu tenho palavra e aposto que se Rafa jogar WB ele irá ser campeão. Aposto com qualquer um desde que tenha palavra.meu Email Mário.cesar69@yahoo.com.

    Responder
    1. Bruno

      Quando foi que eu disse que eu apostaria com vc?
      E outra ,mais respeito ao dizer a quem vc nem conhece ,que não tenho palavra.
      Vc é um desses valentões da internet,lembro bem vc ameacando as meninas lindas aqui do blog.
      Se liga machão virtual.

      Responder
    2. Renato

      Jogos e apostas, para mim, é coisa de gente que não tem o que fazer. Mas você dizer que Nadal vai ganhar Wimbledon é uma boa piada. Melhor que a do papagaio.

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  18. Gabi

    Sérgio Ribeiro,

    ué, só porque não concordei com vc quer dizer que não entendo nada de nada?!
    Existe um nome para esse tipo de argumento que diminui o interlocutor (in)diretamente, não? Esqueci.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Até você , meu anjo ? Fiz apenas uma brincadeira. Desde já peço desculpas. Somente você conseguiu fazer o LF mandar muito bem !!! Bjs

      Responder
      1. Gabi

        Sérgio Ribeiro,

        ahhhh tá, foi uma brincadeira?
        Qdo a gente escreve tem disso né, não vem o tom de voz junto.
        Tá desculpado, claro!
        Queria ter a paciência e o saco do Luiz Fernando e do Rodrigo S. Cruz…

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Gabi,

      O primeiro erro que acomete “pseudo-entendidos” em qualquer matéria é a necessidade de auto-afirmação.

      O segundo, é desqualificar a pessoa, e não o argumento dela.

      Não por acaso, o nosso amigo em questão se utiliza dos dois expedientes…

      (rs)

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Guri, se elogiar o Craque Suíço no retorno ao N 1 juro que conto pra sua mamãe que você o chamou de ” fujão” várias vezes kkkkkkkk Abs!

        Responder
      2. Gabi

        Rodrigo S. Cruz e Luiz Fernando,

        pois é! Eu já sabia o que vcs passavam, mas agora entendo muito mais rsrs.
        Um dos motivos pelos quais frequentamos o blog é justamente o debate com argumentos, mas nem todos estão dispostos a isso!

        Responder
    3. Luiz Fernando

      Ele deveria seguir o postado pelo homônimo, q disse que as opiniões divergentes deveriam ser respeitadas. Quem sabe eles não se encontram e firmam um entendimento a respeito…

      Responder
  19. Bruno Souza

    Apenas informo que o gancho utilizado para fundamentação de toda uma “opinião” de um dos entendedores deste espaço encontra-se equivocado, pois o citado tenista espanhol foi derrotado por Dudi Sela e não Guido Pella. Vejo que a memória também não é um dos seus fortes. Mas o que esperar de quem vive no fantástico mundo de Verdasco, o Grande e do Finals mais difícil que Grand Slam.

    Responder
  20. Kelly

    Chamar o Nadal de passador? Nunca! Um tenista tendo a bola repleta de top spin, cheia de efeito, associada a enorme capacidade de adaptação que ele possui pra reverter e vencer uma partida, independente dos demais golpes geniais que executa em quadra, jamais poderia receber esse adjetivo. Quanto a alfinetada oportuna, foi digna de sua inteligência acima da média.

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  21. Rodrigo Barboza

    Nadal é um baloeiro, passador de bolas, sim! Um tenista com golpes plasticamente medíocres. Mas está entre os maiores da história atrás de Sampras, Laver, Djokovic, Federer, Connors e Borg.
    Eu realmente espero que ele seja um atleta limpo, que não faça uso de substâncias dopantes como muitos suspeitam.

    Responder
  22. Márcio Souza

    Nadal finalmente tomou a decisão correta em descansar o corpo depois de mais uma dura temporada no saibro.
    Finalmente o espanhol se deu conta de que não tem mais 20 anos e emendar torneios um atras do outro em diferentes pisos e sentindo dores não é mais aceitavel para quem quer prolongar um pouco mais a carreira. O proprio Nadal deu uma declaração a tempos atrás dizendo que com 32 anos ja estaria aposentado, portanto como ele percebeu que ainda consegue jogar em alto nivel e brigar pelos grandes torneios, foi uma decisão acertada pular Queens e se preparar melhor e descansar para Wimbledon, ainda mais por ter sentido o punho na final de RG.

    Quanto a Federer esse segundo jogo dele amanhã contra o indiano que eliminou Shapovalov deve servir para ele tirar a ferrugem do tempo que ele ficou parado e faze lo chegar nas semi de sabado bem melhor preparado para enfrentar o vencedor de Kyrgios x Lopez, no jogo que vale de novo o numero 1 e portanto ele precisaria chegar melhor preparado.

    No mais, vejo uma galera aqui do Blog brigando por coisas cada vez mais bestas, o que torna as discussões ainda mais sem fundamentos.

    Ainda bem que Federer esta de novo no circuito, vencendo e proximo novamente de retomar a ponta do ranking.
    Com a Era das Trevas no saibro esse ano finalmente encerrada (agora só em Monte Carlo no ano que vem) podemos apreciar o GOAT em açao, jogando, vencendo e levantando canecos rumo ao 100º.

    Boa semana a todos!

    Responder
  23. Renato

    Concordo com o Ernesto, os oito títulos de Roger em Wimbledon são mais importantes que os 11 de Nadal no saibro. Estamos falando do maior slam de todos. Objeto de desejo da maioria dos tenistas.
    Repito as palavras do grande Ivan Lendl: “Trocaria todos os meus títulos em Roland Garros por um em Wimbledon”. O próprio mestres Dalcim falou que Ivan foi bem sério.
    Alguns podem pensar que é besteira, mas creio que muitos fariam o mesmo. Cada um na sua.

    Responder
  24. Rafael

    A avidez da ATP, da crítica esportiva tenística, a ganância dos patrocinadores – daqui a pouco vão patrocinar os filhos que Federer ainda não teve – com seus slogans mirabolantes e transmitindo a falsa ideia de que esses garotos, que praticamente nada conquistaram, são super heróis, faz muito mais mal do que bem ao futuro dos mesmos. Eleva a pressão a enésima potência e provoca frustrações – neles, que, como Kyrgios, não correspondem, apesar do evidente talento – em Zverev, de quem se cobra desempenhos consistentes em Grand Slams; traz críticas sobre fundamentos que eles teriam muito que trabalhar ainda – o forehand do Chung Hyeon (sim, é o nome dele, tal como na Coreia, ao invés de Hyeon Chung) e muitos outros.

    Ah, mas a pressão existe em tudo na vida.

    Sim, mas pressão é uma coisa, faz parte do mundo moderno. Colocar expectativas irrealistas em quem vc nem ao menos sabe se vai poder corresponder, como fizeram, mal comparando, com Barrichello, o “novo” Senna, só fo$$ com a vida da pessoa. Rubens foi um piloto MUITO bom, e teria sido melhor se não tivesse que calçar os sapatos de um “semideus”.

    O “Novo Pelé”, o “novo Jordan”, o “baby Federer”…..

    *este post complementa a ideia do anterior.

    Responder
  25. Rafael

    Vejam vocês,

    Outro dia eu estava aqui sendo doutrinado por um expert do blog sobre a desimportância da vitória de Verdasco sobre Nadal no AO de 2106. Para reforçar seu argumento, o expert colocou que tinha sido tão circunstancial que já na rodada seguinte Verdasco perdeu para Guido Pella.

    Pois bem. Esse mesmo expert defendia os nomes da next gen das críticas e ironias, como a que eu iniciei neste espaço falando de danoninho, marra, mimo e que tais.

    Chegando ao ponto: Poderíamos ter tido a oportunidade de ver o que Shapovalov, tido como um dos futuros expoentes do esporte, poderia fazer diante do limitado – de acordo com o que se infere do posicionamento do expert – Guido Pella, na SEGUNDA rodada (não é final) de Stuttgart.

    Mas não teremos. Porque Shapovalov conseguiu perder na PRIMEIRA rodada para algum indiano de quem, com todo o respeito, se já ouvi falar não me lembro.

    Guido Pella, o inexpressivo, continua no torneio. Mas o caso não é o expert ou seus redundantes, vazios e infundados argumentos,. O caso é essa tese; enquanto alguns podem achar que há de ter paciência, eu acho que eles tem de demonstrar resultados.

    POR QUE Shapovalov passou a ser considerado um prodígio em potencial? O que ele CONQUISTOU?

    Responder
    1. Ronildo

      Eu concordo com você em alguns pontos Rafael. Porém os resultados de Shapovalov diante de tenistas renomados e seu ranking é impressionante para a idade.

      Responder
    2. Renato

      Porque ele tem apenas 19 anos, está no top30, tem duas semi-finais em masters 1000 em pisos diferentes, além de ter Vitória em cima de Nadal, Delpo e outros. Se pra você não é nada, pra mim é considerável.

      Responder
      1. Rafael

        Veja, não é para mim que não significa nada. A lista que eu publiquei indica as idades que cada tenista tinha quando ganhou seu 1o. SLAM (na era aberta).

        E não havia essa massificação de propaganda, despersonalização do indivíduo – na Adidas, todos os patrocinados estão “Here to Create”. O cidadão ia lá e escrevia sua história, não tinha uma história “em potencial” previamente escrita para ele. Não havia instagramização, onde o coitado(a) TEM que por a hashtag do patrocinador.

        Nos instagrams de Bia Haddad Maia e Thomaz Bellucci, normalmente o texto em hashtags supera o conteúdo do texto que a pessoa tem para contar. E não é só no deles. No da Carol Wozniacki, idem. No da Ana Ivanovic, um belo exemplo, depois que aposentou então parei até de seguir, parece blogueira fashionista.

        Sabem o que isso me lembra? Parece uma modernização do querido marqueteiro Maguila, cuja lista de “agradecimentos”, se deixassem, durava mais que suas lutas em si.

        Como o título que Shakespeare deu a uma peça sua que virou até filme, “Much Ado About Nothing” . E o NOTHING não são esses meninos, é toda essa urgência em fazer deles o próximo produto – lucrativo.

        Responder
    3. Bruno Macedo

      “POR QUE Shapovalov passou a ser considerado um prodígio em potencial? O que ele CONQUISTOU?”

      Resposta: ele tem 19 anos (fez em abril) e tá na posição 23 do mundo. Se vc acha isso pouco, eu acho uma super conquista. E acho q indica que ele é um grande talento.

      O problema é q a mídia e os empresários do tênis desejam criar um novo Federer ou um novo Nadal. Essa luta objetivando criar um novo gênio faz com q exista essa grande pressão sobre os novos jogadores. A pergunta de 1 milhão de reais é: Quem irá conseguir se igualar ou superar o Federer. Todos fazem suas aposta, daí garotos que ainda não conseguiram títulos relevantes acabam sendo promovidos a “grandes e perigosos adversários” de Federer, Nadal e Djokovic, mas, na verdade, não são. Ainda não são.

      Responder
    4. Rafael

      Agora, às 22:26h, me ocorreu de pesquisar uma coisa, e paguei um mico, pq o ponto de impacto do meu argumento seria o possível reencontro que não aconteceria, entre Shapovalov s Guido Pella. Só que o cidadão a quem eu queria me referir era o Dudi Sela. Paguei um micão, mas a ideia central do meu argumento continua.

      Fora a sempre importante opinião do expert, cuja correção eu já li, também vi algumas respostas sobre os feitos de Shapovalov, todas na linha de o quanto ela já fez pela pouca idade que tem.

      Neste link da gloriosa wikipedia, há as indicações dos nomes de Bjorn Borg (19), https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Grand_Slam_singles_champions_in_Open_Era_with_age_of_first_title, Mats Wilander (17), Boris Becker (17), Stefan Edberg (19), Michael Chang (17), Pete Sampras (19), Rafael Nadal (19).

      Os nos. indicam a idade que cada um desses tinha quando conquistou seu primeiro SLAM, tomando como base a idade de Shapovalov. Leiam até a idade do fantástico Thiem e Zverev, e vejam como a lista aumenta.

      Eu não havia perguntado o que Sapovalov podia conquistar. Ele, como os outros, pode conquistar o mundo.

      Apenas não fez o suficiente ainda – e nem os outros – para ser tão endeusado.

      E penso que esse endeusamento – que vem acompanhado de uma pressão monstruosa – não faz bem a nenhum deles.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Rafael , você está cansado de saber que o mais jovem N 1 da Era Profissional aos 20, foi Leyton Hewitt vencendo o USOPEN 2001 batendo Pete Sampras dentro de casa na Final. De quebra levou o FINALS ( Com GUGA e Agassi presentes ) .Rafa Nadal já afirmou que se inspirou no Australiano e seu jeitão de ir em todas , e mandar o famoso Come On de frente para o Oponente . O Big Four e as Cirurgias foram impiedosos com o rapaz. Alguns do Nex Gen que ainda não venceram SLAM, mas obtiveram vitórias importantes sobre os mesmos, me parecem tão ou mais promissores que Hewitt. A conferir.Abs!

        Responder
        1. Alice

          Eu também confio nisso, Sérgio. De que os jovens que começaram a deslanchar no circuito nos últimos dois anos, podem conseguir ter uma carreira mais promissora que o australiano ex-número #1 do mundo, Hewitt.

          Responder
  26. Renato

    Viana, quanta ignorância!

    Na grama o jogador tem que ter um ótimo slice, um ótimo voleio, fazer chip and charge e ter ótima devolução. Saque??? É o fundamento mais difícil do esporte e precisa ser treinado a exaustão. O tenista tem que ser muito técnico e habilidoso pra jogar na grama. Não é a toa que Sampras, Laver e Federer são os maiores no piso.

    Saibro? É só ter bons golpes de base e um excelente preparo físico para se dar bem. Claro, tem tenistas extremamente técnicos que venceram Roland Garros, como Guga, Federer, Stan, Novak e etc

    Responder
    1. Viana

      Ambos pisos exigem habilidade. VC só acha habilidade os recursos utilizados na grama.
      No saibro existem várias facetas além de ser sólido no fundo, aliás, diria q esse os drop shots foram muito bem usados…
      Tanto pra ganhar RG quanto WB tem q jogar muito…
      Claro q existem jogadores que nem são tao técnicos q ganham esses dois torneios… Mas isso é um mérito gigante deles, que se aproveitam de uma arma e vencem caras mais habilidosos…
      Mas a sua ignorância é essa paixonite pelo federer q o faz desprezar todo o resto… ABS.

      Responder
  27. Marcos Castillo

    Apesar de gostar da temporada de saibro, achei esse último Roland Garros um pouco esvaziado de jogos emocionantes e técnicos. Djokovic x Cecchinato foi o melhor de todos, na minha opinião.
    Amanhã, num tão desvalorizado 250 da vida, e nas quartas ainda, promessa de um jogo muito interessante entre Kyrgios e López…vai entender rs

    Responder
  28. Sérgio Ribeiro

    Esse papo de que o Suíço poderia jogar uma penca de ATP 250 e passar Connors , e’ pura ilusão. O de Stuttgart comprova isso. Tirando Pella ( Shapovalov caiu ) , depois Kyrgios ou Lopez ( finalista 2017) e Raoni ( finalista em Wimbledon 2016 ) ou Pouile ( Campeão 2017) ou Berdych, não tem nenhum bobo na superfície. Ou seja, nada garante que leva por ser um da série ATP 250. ABS!

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Tirando Pella , todos os que continuam vivos são Oponentes a altura. Muitas vezes um ATP 250 acaba sendo mais complicado que um ATP 500. Na Época do Norte- Americano havia uma penca de torneios menores ( todos saíram do Calendário ) da WTC , que mais tarde a ATP deu fim. E nestes , André , muitos TOPs não apareciam. Embora isso em nada desmerece Jimbo e sua grande competitividade. Abs!

        Responder
  29. Marcelo Bragatto

    Mestre…

    Lembro que você respondeu a um frequentador do Blog a um tempo atrás sobre o estilo de jogo do Nadal. Não lembro as palavras as quais utilizou, mas entendi algo como ele jogasse de maneira única e eficiente (se não fosse eficiente não teria 17 Slams).

    Alguém no circuito atual ou que já tenha jogado em qualquer época utiliza ou utilizou esse estilo de jogo? (Resumindo, o estilo seria jogar um “balão” na cruzada com muito spin no backhand do adversário. Claro que não é apenas isso, somente utilizando os termos dos Antis-Nadal). Claro que para “copiar” o Nadal seria interessante o jogador ser canhoto, algo que na população é por volta de 10%).

    Não seria interessante treinar um garoto pensando neste modelo de jogo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho muito difícil conseguir repetir esse padrão, Marcelo. Aliás, vimos isso com alguns outros jogadores atípicos, como Borg. Porque existe todo um conjunto de habilidades muito específico, e são essas habilidades que contribuem para a excepcional qualidade do jogo do espanhol.

      Responder
      1. Mike

        Usando o gancho da pergunta do colega acima dalcin, na sua opinião qual jogo é mais dificil então de ser ”copiado” o do federer ou do nadal?

        Responder
          1. José Nilton Dalcim

            O do Federer é difícil de copiar a eficiência, mas seus golpes são bem clássicos. Os de Nadal são bem fora do padrão, incluindo o extremo giro topsping.

  30. Ygor Fonseca

    Dalcim, você não acha que Rafa poderia jogar o atp 250 de Eastbourne (desde que ele esteja sem problemas físicos) até para pegar um ritmo na grama, num torneio teoricamente mais fraco e que já é na inglaterra? Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele mexeu no backhand e isso deu muita confiança a Nadal. Também é possível ver Rafa com algumas outras opções, como a deixadinha. Claro que não posso garantir que isso tenha sido influência direta de Moyá, mas me parece bem provável.

      Responder
  31. Alexandre Maciel

    Me desculpem os Nadalistas, mas na boa, Rafa é absoluto no saibro e em quadras um pouco mais lentas, mas o vimos se atrapalhar todo contra Thiem em condições um pouco mais rápidas (Madrid 2018), imagino que não será diferente na grama. Não acredito que Rafa avance 2 ou três rodadas. Espero estar errado, a conferir !!

    Responder
  32. Marco

    Nadal afirmou não se incomodar quando chamado por alguns de passador de bolas.
    Nao deve se incomodar mesmo, pois 90 % dos que chamam Nadal de passador de bola nunca pegaram em uma raquete e não entendem nada de tênis, mas acham que sim. Já outros 10% já pegaram em uma raquete mas acham que entendem de tênis, embora tb não seja verdade.
    Certamente 40% deste montante sofrem de frustracoes na vida e as depositam como arma de diminuir o próximo por entenderem que não são capazes de se empenharem para superar adversidades em suas vidas particulares da forma como este tenista o faz em sua profissao.
    Quem se supera e luta para sobrepor os obstáculos da vida não consegue deixae de admira-lo,gostando e entendendo ou não de tênis.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Passador de bolas com 17 GS, Golden Slam, 32 M1000, vitória nos 4 pisos, fez de um dos supostos melhores de todos os tempos seu freguês de caderneta, 11 vezes campeão em 3 torneios relevantes…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É…

        Não tem jeito.

        Ele até TENTA, até DISFARÇA.

        Mas no frigir dos ovos, é impossível falar bem do passador-mor de bolas do tênis.

        Do homem que não cansa nunca, sem atacar o homem que ele odeia.

        (palavras dele) Kkkkk

        Bem, só lembrando que o ÚNICO ERRO que o tornou suposto freguês de caderneta, foi a teimosia de enfrentar aquele o monocórdio, unidimensional 15 vezes no seu habitat natural. A saber a lama!

        Também é bom dizer que ganhou as 5 últimas partidas do EMPORCALHADOR do tênis-arte.

        Se continuar nesse ritmo, é capaz da freguesia mudar de nome para o teu completo desespero, já que no saibro o suíço não joga…

        Portanto muito cuidado com o que você diz, meu caro.

        O cobra bem que pode morder o encantador, ou o feitiço se virar contra o feiticeiro…

        Responder
  33. Rubens Leme

    Dalcim, como defende apenas 180 pontos na grama basta chegar às quartas em Wimbledon (somaria 360 pontos) para manter a ponta do ranking, mesmo que Federer vença Stuttgart, Halle e Wimbledon, certo? Neste caso, o espanhol ficaria com 30 pontos a mais.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, mas na verdade até as quartas já são um bom resultado, principalmente porque esses 360 pontos no ranking garantiriam sua volta ao número 1 independente do que Federer fizer em Stuttgart, Halle ou Wimbledon.

      Responder
  34. Bartolomeu

    Eu acho que a tendência, para Nadal e Federer, vai ser essa a partir de agora: enquanto um vai privilegiar o saibro, o outro vai dar preferência à grama, sempre como vistas a alongar a carreira. Acho improvável que eles voltem a se encontrar tanto em Roland Garros como Wimbledon , pois duvido que o suiço volte a jogar no saibro de Paris e, considerando o ranking do momento, em Wimbledon o encontro seria na final, e não acredito que Nadal consiga tal façanha.

    Eu vejo algumas pessoas, aqui, querendo a eliminação no calendário dos torneios de saibro/grama, conforme a preferência de seu jogador de eleição, e é algo triste de se ler. Adoro a temporada de grama, a beleza das quadras nos torneios iniciais, as peculiaridades do piso, e o fato de ser palco principal de alguns dos maiores tenistas que já existiram. Federer, a frente de todos os outros, Sampras, Borg.

    Ao mesmo tempo, quando Guga estava na ativa, lembro de esperar com enorme ansiedade a temporada de saibro, pois sabia que lá não tinha pra ninguém, e me parece um tanto contraditório (para não dizer outra palavra) maldizer um piso que me trouxe tantas alegrias como torcedor.

    Sobre Federer e os seus 37 anos: ele é tão fora da curva que até hoje, com a idade que tem, exige-se dele nada menos do que o absoluto. É uma postura até mais comum entre os seus detratores, que ficam esperando uma derrota para tomá-la como a demonstração de que ele é menor do que os seus números e menor do que os seus rivais. Poxa, o cara está com 37 anos. Eu não me lembro de nenhum outro esportista que, com essa idade, estivesse entre os melhores de sua categoria.

    Responder
    1. Mike

      Assino em baixo bartolomeu, principalmente a parte em que as pessoas odeiam o piso seja grama ou saibro pelo seu dominante sobre ela e a graça está justamente ai na peculiaridade de cada uma, dá uma mexida no circuito e isso é bom pro jogo como um todo

      Responder
  35. neuton

    Oi Dalcim!
    O que se segue não tem haver especificamente com a reportagem, mas gostaria de propor a você um post sobre os efeitos da MP 841/2018 sobre o tênis brasileiro.
    Digo isso, pois a CBT já suspendeu a próxima etapa do brasileiro interclubes, evento que estava sendo considerado como ponto de partida para uma radical mudança no nível de competitividade do tênis brasileiro em sua base de formação.
    Como seu blog tem grande penetração, peço apoio na luta contra esse golpe no esporte brasileiro.
    Abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O assunto é bem complexo, Neuton, Acho que afeta diretamente a CBT, podendo interferir drasticamente no calendário de eventos, mas não creio que prejudicará tantos os clubes no que se refere ao tênis (os esportes olímpicos de alto rendimento certamente sofrerão muito mais). De qualquer forma, a MP é um atentado contra o esporte, mais uma trapalhada desse governo completamente sem rumo que temos. A reação contrária à MP foi muito forte, mas estamos agora nas mãos do Congresso, o que nunca é uma boa coisa.

      Responder
      1. Joao Carlos

        Você é muito lúcido Dalcin. Por isso, mesmo sem me manifestar muitas vezes neste espaço, sempre espero ansiosamente seus proximos textos.
        Um abraço

        Responder
  36. Victor Martins

    Sinceramente, estava na expectativa pra que a temporada de saibro acabasse. É uma temporada que eu acompanho pouco. Ainda mais que o maior de todos não joga. Aí meu interesse diminui mais ainda.
    Agora sim, temporada de grama, vamos com tudo pra TRÍPLICE COROA do Rei Roger. E a retomada do posto de número 1 que lhe é de direito.

    Responder
  37. Ernesto

    Segundo semestre tranquilo para Federer.
    Retorno ao número 1 , campeão em Stuttgart , Halle , e Wimbledon.
    Levará Cincinnati , Us Open , Shangai , Basiléia , e ganhará o 7° Troféu ATP Finals. E de quebra , fechará a sexta temporada como número 1 , igualando Pete Sampras.
    Vale ressaltar que a meu ver , Sampras leva vantagem sobre NADAL exatamente no quesito de semanas como número 1 , ainda que 14 GS contra 17 do Espanhol. Os 7 de Wimbledon compensam os 3 Slams a menos.
    Abraços

    Responder
    1. Paulo Pereira

      Que comentario de um sofasista…. ele nao vai fanhar nenhum desses torneios…. Nadal é muito melhor que Sampras!!!! Empata com Federer, seu eterno fregues e filho!!!

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Aí também é exagero, né?

      Não vejo o Federer ganahndo toda esta PENCA de torneios…

      Acredito que em Wimbledon, a probabilidade dele vencer é bem grande.

      Mas também tem boas chances no US Open e no Finals.

      Nos demais torneios, ele pode correr por fora.

      Mas o que vier, já é muito lucro…

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Eu gosto do Marat porque ele sempre falou o que desse na telha…

      Nunca foi adepto do bom-mocismo.

      É um cara muito autêntico, e de um carisma enorme.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      E nem precisa ,Marcelo. O Talentoso Ex-N1 e ” Rei da Vodka ” é apenas 1 ano mais velho que o Craque. Com a ascensão do Rei da Grama e do Rei do Saibro , saiu de fininho aos 29 em 2009. Não aguentou o 2 x 10 com o Suíço e o 0 x 2 com o Espanhol com direito a Pneu. Uma figura rsrsrs … Abs!

      Responder
    3. Victor Martins

      Não faz frente, por que esses velhinhos são jogadores FORA DE SÉRIE. São poucos na história do tênis que são assim.
      E esses velhinhos são LENDAS ainda em atividade.
      E com a evolução da medicina esportiva, e com a determinação e vontade de vencer que são bem maiores do que os jovens, esse velhinhos vão continuar pintando e bordando. Principalmente o maior de todos. Vida longa ao Rei Roger.

      Responder
  38. Mário Fagundes

    Quem torceu para que Nadal jogasse em Queen´s pra arrebentar de vez o punho, se deu mal. Não competir nesta semana foi uma decisão mais que acertada de Nadal, que pode lhe render bons dividendos na sequência da temporada. Ao mesmo tempo, a cautelosa retirada é uma péssima notícia para os adversários nas próximas competições. O espanhol me parece mais coerente no tocante às escolhas, abrindo mão de alguns torneios para cuidar de iminentes lesões e, assim, consegue preservar bem mais o físico. A meu ver, isso tudo coincide com a entrada de Moyá no time do “touro”. Então, caso o espanhol se mantenha inteiro, não tenho dúvidas de que será um difícil adversário em Wimbledon. E se a sorte grande o ajudar no sorteio como em RG… Hum hum…
    Federer voltou como esperado: lento, preguiçoso, errático. Depois do susto, achou o caminho e venceu de virada. Pra quem ficou três meses parado, ter jogado três sets até que não foi um mau negócio. Mais importante que vencer o torneio ou voltar ao N1 é readquirir ritmo de competição.

    Responder
    1. Renato

      Discordo, Mário. Nadal,em Wimbledon, não é ameaça pra ninguém. É só pintar um Darcis, Rosol, Kyrgios, Muller e Brown no caminho que o esoanhol dará tchau tchau para o torneio.

      Responder
      1. Mário Fagundes

        Renato, SE o “touro” estiver 100% fisicamente e conseguir passar pra segunda semana, será um forte candidato ao título em Wimbledon. E qualquer um desses nomes que vc citou, se tiver num dia bom, pode também eliminar Federer. Isso já aconteceu com o suíço há uns anos, numa segunda rodada, quando foi eliminado por um inexpressivo adversário que jogou no saque-e-voleio. Não lembro o nome do “desinfeliz” que causou esse “acidente tenístico”.

        Responder
  39. Kelly

    Dalcim, ao observar a diferença de estatura entre a Halep e a Muguruza, surgiu a dúvida: qual é a altura ideal de uma tenista? A resposta pode variar de acordo com o piso onde competem?
    Obrigada.

    Responder
  40. Marcelo Reis

    Essas paradas e pulos de torneios são providenciais devido aos corpos de “trintões”. Federer arriscou muito em ficar quase 3 meses sem jogar. Nadal também jogou demais nos últimos dias e precisa se recompor. Vamos ver quem vai se aproveitar disso nesses torneios “menores” antes de WB.

    Responder
  41. Marcel azevedo

    Vi o jogo do Federer, o primeiro serviço funcionou ficou faltando o revés melhorado e trabalhado por Ivan Lubtic, Dalcim vc acha que o Federer é favorito para Winbledon??? e quem seria a real ameaça para ele? abc

    Responder
  42. Adriano Nadal

    Cada bobagem que a gente lê aqui, gente falando que um tenista que jogou 5 finais e tem dois títulos tem medo de sacadores que nunca venceram qualquer título na grama, isso tem apenas um nome: fanatismo.

    Responder
    1. Nando

      Caro “fã com o nome do seu ídolo-mor”, o espanhol de 2011 pra cá, só vem passando vergonha na grama…esse negócio de “ele fez X finais e tem X títulos em WB” não valem de nada pra ele jogar na grama hoje.

      Responder
      1. Márcio Souza

        Hahahahahahahahahahaha

        Essa foi boa Nando, pegou bem na canela kkkkk

        O cara quer falar de fanatismo dos outros mas usa o sobrenome do seu idolo hahahahahahahaha

        É cada sem noção que me aparece kkkk

        Responder
  43. Sérgio Ribeiro

    O Post ao descrever a dificuldade de se atuar na Grama , derruba a teoria do ” enfadonho” dos apreciadores do Maratenis que acontece praticamente toda a Temporada. O toque, a habilidade , o Serviço , a agressividade , imperam sobre o TopSpin alto esperando o erro do Oponente. Para se ter uma ideia Novak e Rafa Nadal venceram apenas 4 Títulos nesta superfície. Ambos permanecem Zerados na rapidíssima Halle ( nem dao mais as caras). E o passador Mor de Recibos ainda não percebeu que Saque-Voleio não e’ mais suficiente para vencer na Grama Sagrada após a ridícula padronização. Ivan o “Terrível” Lendl cansou de afirmar ” troco TODOS os meus de Rolanga ,por um título no Templo do Esporte. Dito isto é óbvio que Rafa e Maria estão certos em resguardar punhos e joelhos . Do mesmo jeito que o Craque Suíço fez bem em fazer ao contrário. Sua presença em Stuttgart já se mostra proveitosa. Na boa, depois da enorme Gira do Saibro não dá para entender esses dois torneios citados nesta superfície pós Wimbledon. Stan que jogue Challengers nas Sintéticas.Abs!

    Responder
    1. Fabricio

      “Derruba a teoria do enfadonho”… Tem gente que prefere o jogo no saibro e tem gente que prefere o jogo na grama. Não existe teoria nisso, existe gosto pessoal, e não queira vc, com esse ar professoral, impor o seu gosto a todos meu caro. Deixe cada um gostar do que quiser. Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Seu comentário e’ uma repetição da Ladainha da ” Turminha” . ” Ele não deixa eu gostar disso ou daquilo com seu jeito professoral” . Fabricio , esse papo ja’ deu. Na boa, não leia os comentários. Mas garanto que o teu Ídolo Maior e Melhor está doido pra encontrar Roger e Rafa no Templo do Esporte. O Cara joga muito no atual Saibro Verde de WIMBLEDON rs Abs!

        Responder
          1. Miguel BsB

            kkkkk Professor foi demais!
            Comentário perfeito Fabrício. Tem uns aqui no blog que acham que sabem td de tênis, e querem passar sermão na opinião de todo mundo.
            Acho que o Professor deveria se juntar com o da Picanha e o do Banquinho, e editar um blog só deles… Um com suas “iluminadas” aulas de tênis, o outro fazendo (e queimando) a carne e o terceiro no seu banquinho cantando no cantinho….kkkkkk

    2. Rafael

      Sérgio, quando vc diz que Rafa e Novak “nem dão mais as caras” em determinado torneio, acho estranho.

      Afinal, quando Federer “não dá mais as caras” no saibro (e faz tempo, frustrando muitos fãs), vc diz que “o velhinho tomou a decisão certa em se poupar”, etc.

      O mesmo peso, a mesma medida, né?

      Sobre Rafa e Novak, eles tem tão pouca habilidade na grama que já ganharam na “grama sagrada” do maior jogador de todos os tempos, Federer, na decisão. Novak, duas vezes, se me lembro.

      Ou Federer já teria a inacreditável marca de 11 títulos em Wimbledon e 23 no geral.

      Acredito que não está nada mal para eles, vc não acha?

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Claro que não . E seguir a Cartilha de Federer ( iniciou a partir de 2016, pós Cirurgia aos 35 ) de montar um Calendário de acordo, só vai torna-los mais competitivos por mais tempo. ” Preciso escutar meu corpo ” . Rafa Nadal pulando Queen’s com o apoio de Moya. Depois da padronização WIMBLEDON não assusta a nenhum dos dois. Rafa sente mais devido a não ter feito a cirurgia nos joelhos. Halle e’ um ponto fora da curva por ser rápida demais. Ambos tiraram fora de seus Calendários. ABS!

        Responder
  44. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,voce poderia explicar porque na grama usa-sse mais o punho,e quais as diferencas para o corpo da grama e saibro(lembro que preparador fisico do feredor falou algo sobre o corpo do federer se sentir melhor na grama em comparacao com o saibro)
    Grande abraco

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se o tenista costuma bater mais spin na bola, ele precisa entrar por baixo de uma bola que já vai quicar baixo, então precisa de muito punho para gerar o spin, Lucas.

      Responder
  45. Renato

    A grama é para os jogadores mais técnicos, habilidosos e completos. O saibro é para os jogadores com mais capacidade física. Simples assim. Eu também não aguento a monotonia de duzentas trocas de bola em um mesmo ponto. A temporada no saibro é entediante.

    O sábio Ivan Lendl disse: “Trocaria TODOS os meus títulos de Roland Garros por UM em Wimbledon”. E foi bem sério no que disse.

    Responder
    1. Santista

      Renato, sua teoria é infundada. Ha vários tenistas de nivel tecnico medíocre que se destacam em quadras de grama unica e exclusivamente por serem grandes sacadores. Não tem nada a ver dizer que especialistas em um tipo de quadra são melhores que em outra. Ta ai o exemplo nos dois maiores tenistas da história: Federer ja foi campeão e fez varias finais em RG, assim como Nadal e bicampeão e ja jogou 5 finais em WB. Seu fanatismo me dá preguiça colega.

      Responder
      1. Viana

        Perfeito, sempre comentários depreciativos pra um lado e bajuladores pra outro.
        Fanatismo besta mesmo!!
        Assino embaixo tudo o q vc disse Santista!

        Responder
    2. Viana

      Besteira!!
      No saibro vc tem q utilizar todos os recursos…
      Os pontos são maiores e pra finalizar vc tem q preparar a jogada.
      Já na grama, basta um bom saque, uma porrada no forehand…

      Isso é desculpa de quem ama o Federer e quer inventar motivo pra desqualificar os títulos do NAdal.
      Cada piso tem sua importância e sua particularidade.
      Pra ganhar em qualquer um tem q jogar demais!
      Aposto que vc já ganhou muitos torneios né???
      Fala como se jogar no saibro fosse para perebas… Sabe nada!!!

      Responder
      1. Marcos Castillo

        Viana,
        Mais uma vez vc vem com essa conversa de quantos torneios ganhou… que saco!
        Se o cara concorda com seu argumento, beleza…se ele discorda, vc alega que ele precisa ser um multicampeão para poder comentar com alguma propriedade.

        Responder
  46. Luiz Fernando

    Dalcim Rafa declarou q as bandagens nos pulsos eram pelo problema da umidade excessiva e não por contusão. Acho improvável haver problemas nos dois braços e ambos estavam protegidos. Agora o cara jogou 25 de 27 partidas possíveis e o achei exausto no fim da final de domingo, além do problema das câimbras. Creio q em W estará presente.

    Responder
    1. Luiz

      Realmente ele disso isso sobre umidade e enfaixou os dois punhos. Mas na final de RG so tinha um punho
      enfaixado. Fora a cãibra. Naquele ponto do jogo achei que ele nitidamente acelerou os pontos.
      Esse lance da umidade achei que foi historia pra boi dormir
      No brasil que ele perde litros de suor nunca usou faixas no punho.

      Responder
  47. Márcio dos Santos

    O torneio de Wimbledon é o mais prestigiado e importante torneio do Tênis.

    A grama sagrada é o onde o Tênis teve sua origem.

    São necessárias horas infindáveis de treino para a execução de um único golpe perfeito que pode matar um jogo.

    Isso é o Tênis, na sua essência.

    Quem joga sabe!

    E temos que ler que um torcedor de blog no brasil tem uma opinião de que na grama o tenis é chato.

    Maldita internet!

    Responder
    1. Miguel BsB

      Eu JOGO rapaz! Quem nunca deve ter segurado uma raquete é vc… Não me interessa que o tênis nasceu na grama e muito menos onde você nasceu. Não gosto do jogo na grama e PONTO! Tá certo?

      Responder
      1. Mário Fagundes

        Miguel BsB, você anda meio estressadinho, hein?! Relaxa, rapaz! Vou cantar uma musiquinha pra você: “Pegue seu banquinho e saia de mansinho…”. Hehehehehehe.

        Responder
        1. Miguel BsB

          Meu comentário acima foi editado pelo blog. Tinha mais coisa pra responder pra esses dois, esse tal de Márcio dos Santos e o que gosta de sentar no banquinho. Em nenhum momento usei palavras de baixo calão.
          Gostaria Dalcim, por gentileza, de entender o critério da censura, dado que estou sendo ofendido desde o post anterior por esse senhor sendo chamado de “torcedorzinho” , menções idiotas sobre inclusão digital, vai se informar etc? Esse tipo de agressividade é permitida? Se for, libera os meus comentários na integra tb, pq conheço esse tipo de covarde, ofende os outros escondidos por trás de um teclado…
          Obrigado

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          1. José Nilton Dalcim

            Quanto a discussão descamba para uma briga pessoal, é preciso interferir, Miguel. Os outros internautas não são obrigados a participar de uma discussão paralela.

        1. Miguel BsB

          Sim Evaldo, sou de Brasília. Jogo normalmente no Minas e na AABB. Tb participo de uma barragem chamada Barragem do Cerrado, em que participam jogadores de td a cidade dos mais diversos níveis.
          Costumo jogar na 1º ou 2ª classes, então creio que, por vc ser iniciante, não seja um confronto apropriado. Mas procure saber sobre as barragens desses clubes que te indiquei e sobre a do Cerrado. Há torneios para tds as classes neles, e vc terá como jogar semanalmente, se quiser.
          Abs

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          1. Mário Fagundes

            Migueeeeelllll, Migueeeeellllll…! hehehehehehehe. Rindo até amanhã aqui. hehehehehehe. Morador de Brasília talvez tenha mesmo algum motivo pra andar mal humorado. Compreendo, Miguel, compreendo. Façamos o seguinte: vamos à aula de tênis do professor Sérgio Ribeiro. No intervalo, comemos churrasco de picanha feito Márcio, lá no cantinho da churrasqueira. E, por favor, não se esqueça de levar o SEU banquinho, ok? hehehehehehehe. Abraços, Miguel!

    2. Luiz Fernando

      Márcio quem gosta de picanha em geral é gente boa kkk, mas nessa vc pisou na bola. Desde quando o jg na grama tem q ser unanimidade? Eu gosto de tênis independentemente do piso, mas a grama é o q eu menos gosto, algo q é um gosto, uma opção pessoal da mesma forma q se escolhe a cor da roupa ou do carro. Menos radicalismo meu caro.

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    3. Rafael

      Mas que coisa feia!!!!!!!

      Que post preconceituoso, amaldiçoando a inclusão digital, que permite que mais pessoas possam dar suas opiniões!

      Que falta de respeito com o colega de blog!

      Ele, como eu e vc, todos temos direito a nossas opiniões!!!

      Na Índia, a VACA é sagrada, em Wimbledon a GRAMA é sagrada!!!!

      Bendita seja a inclusão digital, apesar de, por causa dela, eu “ter” de ler cretinices como as que vc escreveu.

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      1. Márcio

        É parece que tens razão.

        Tentarei ser mais compreensível.

        Algumas opiniões forçam e, no caso, é claramente uma oipnião parcial de um mero torcedor exagerado, típico comportamento de torcida de futebol brasileiro.

        Mas nada com a inclusão digital, de fato.

        Em frente.

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      1. Pieter

        Essa evidente falta de ritmo do Federer poderia ter sido evitada se ele tivesse, ao menos, jogado em Madrid e RG. Decerto que não teria sido favorito em ambos mas, provavelmente, teria tido boas vitórias e ganho preciosos pontos que viriam ajudá-lo a , quem sabe, terminar mais um ano como número um, um feito e tanto aos 37 anos…

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        1. Sérgio Ribeiro

          Madri e Rolanga, Pieter ? Está onde gosta e precisa , a meu ver. Stuttgart, Halle e WIMBLEDON são 2750 pontos. Aos 37, precisa estar saudável para conseguir esse objetivo. Abs!

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  48. Jonatã Lopes

    Dalcim

    Acredita que o Nadal deixaria de jogar Wimbledon?….ele andou falando que a transição para a Grama tem sido mais complicado para ele. Será que para compensar ele atuaria em Hamburgo, duas semanas depois do final de Wimbledon?…será?

    Sobre o Fed, eu acho que ele só vai voltar atuar no Saibro na temporada de despedida, e ainda assim, acho que será somente em RG. Acho que o Suíço joga até o fim de 2019 ou 2020.

    Responder

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