Quantos mais, Nadal?
Por José Nilton Dalcim
10 de junho de 2018 às 19:06

A pergunta que mais me fazem é qual será o limite de Rafael Nadal, não apenas em Roland Garros mas nos Grand Slam. Ele acaba de completar 32 anos e de se recuperar de lesões preocupantes quase seguidas, punho, joelho e recentemente virilha. Nada disso consegue detê-lo. Ao contrário, Rafa se reinventou mais uma vez, como só acontece com os fora de série.

Por que Nadal continua a ganhar, como pode ainda demonstrar tanta soberania no saibro diante de adversários oito ou dez anos mais jovens? Porque ele tem uma arma que vai muito além de qualquer golpe vencedor: a determinação de vencer. Ele não se entrega, e engana-se quem pensa que por conta apenas do atributo físico.

Quando a coisa não caminha da forma planejada, encontra sempre uma alternativa tática. Acredita que pode sair de qualquer buraco e por isso luta o tempo todo. Não há intimidação maior que um adversário possa lhe impor do outro lado da quadra.

Por fim, para mudar planos de ação e o ritmo de uma partida, é preciso uma coleção de golpes: saques variados, capacidade de dar slice ou deixadinhas, subir à rede, arriscar um winner. Desde que Carlos Moyá chegou e o backhand evoluiu, ficou extremamente difícil se achar um buraco para derrubar Nadal, ainda mais no saibro.

Então a resposta é que ainda devemos esperar muita coisa de Rafa, seja em Roland Garros, na grama ou na quadra dura. Claro que tudo depende de ele se manter saudável, de calibrar o calendário, de reconhecer a necessidade de dar pausas para completa recuperação, de evitar determinadas condições de maior risco ao joelho e ao punho. Se seguir o caminho, terá mais três ou quatro temporadas de alta qualidade e muita dentadura para morder tantos troféus.

A final deste domingo retratou um pouco de tudo isso. O tenista em quadra com maior repertório, força mental e visão tática claramente era o que levou o título. Break point? Lá veio uma deixadinha milimétrica. Chance de quebra? Uma devolução profunda cheia de spin. Deslocou o adversário? Avanço à rede. Punho dolorido? Mostre ao adversário que não há medo de bater na bola.

Como disse dois anos atrás, ficarei surpreso se Dominic Thiem um dia não ganhar Roland Garros. Ele é um verdadeiro especialista no piso, gera extraordinária força nos golpes, tem pernas ágeis e mão para variar efeitos na bola. Me lembra muito Andy Murray no que se refere à necessidade de dar um passo por vez rumo a feitos maiores. Em algum momento, o austríaco estará emocionalmente pronto para algo grande.

Curiosidades
Vejam a quantidade de sets perdidos por Nadal em cada um de seus 11 títulos. É assustador:
0: 2008, 2010, 2017
1: 2007, 2012, 2018
2: 2014
3: 2005-06, 2011
4: 2013

Esta foi a terceira vez que Nadal venceu Roland Garros como número 1 do mundo e nunca figurou abaixo de cinco. Eis a lista:
Nº 1, em 2011, 2014, 2018
Nº 2, em 2006-08, 2010, 2012
Nº 4, em 2013, 2017
Nº 5, em 2005

Desde a primeira conquista de Nadal em Roland Garros de 2005, o chamado ‘Big 4’ acumulou 48 dos últimos 53 Grand Slam. Nesse período, Nadal venceu 17 vezes; Federer, 16; Novak Djokovic, 12; e Andy Murray, 3.

Enfim, Halep
Se Nadal manteve seu reinado, Roland Garros assistiu no sábado à redenção de Simona Halep. Vinda de três duras derrotas no terceiro set em finais de Grand Slam, duas delas em Paris, parecia impossível a reação quando Sloane Stephens, com enorme competência, abriu 6/3 e 2/0. Até então a romena tentava de tudo, até mesmo ir à rede, e a norte-americana se mostrava inflexível.

Um único vacilo no entanto abriu a pequena janela e Halep não desperdiçou. Stephens baixou a intensidade repentinamente, perdeu a eficiência na defesa e a paciência nas trocas. A tentativa de ser mais agressiva finalmente deu resultado e Simona encerrou seu pesadelo com domínio total no terceiro set.

Dado também interessante, ela foi a primeira tenista a ganhar um Slam derrotando três outras campeãs (Kerber nas quartas, Muguruza na semi e Stephens na final), algo que não acontecia desde Justine Henin no US Open de 2007 (Serena, Venus e Kuznetsova).

Claro que também cabe a pergunta se haverá outros Slam para Halep e não há motivo para duvidar disso, especialmente nas superfícies mais lentas. A romena no entanto se mostra cada vez mais confortável num jogo mais ofensivo, ainda que o saque seja uma arma frágil, como mostrou no veloz piso australiano em janeiro.

Importante observamos que este foi o sétimo Grand Slam consecutivo com diferentes campeãs, uma sequência que vem desde o US Open de 2016 com Kerber, Serena, Ostapenko, Muguruza, Stephens, Wozniacki e Halep. Dá perfeitamente para Pliskova ou Svitolina sonharem com Wimbledon.


Comentários
  1. Tadeu

    Mestre,

    Djokovic esfriou a cabeça e decidiu por Queen´s e, obviamente, Wimbledon.
    Em Roland Garros, na teoria, a expectativa era para que víssemos ele em uma das semifinais.
    O que esperar dele em Wimbledon que, imagino, ofereça mais dificuldades, como ritmo, o fato de muitas vezes a bola não pegar no centro da raquete, etc?

    Eu ainda o acho meio perdido. Talvez vítima da ansiedade.
    Abcs

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    1. José Nilton Dalcim

      Precisamos esperar sua atuação em Queen’s, ver se ele realmente entra no meio dos 16 cabeças e por fim o que o aguarda no sorteio. De qualquer forma, acho que ele precisa melhorar o saque para ter mais chances.

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  2. Sônia

    Dalcim, vendo aqui o lance da “cãimbra” do espanhol, ele sacando no 30/0, sente e vai para a cadeira e é atendido, pode isso? Já vi tenistas sentirem cãimbras, perderem o game porque o juíz não permitiu que recebessem atendimento, só no intervalo. Beijos.

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  3. Guilherme

    Dalcim,

    Mais uma vez seu post é brilhante e escrito de forma sensacional. Parabéns pela sua capacidade de sintetizar em palavras o que tem foi a campanha de Nadal em Roland Garros. Os amantes do tênis agradecem!

    Sobre a velha comparação do Big Four x Next Gen, eu trago aqui estudos que podem ajudar a explicar a disparidade de desempenho.

    A geração Big Four é toda ela composta por jogadores que nasceram na década de 80, que viveram, portanto, a transição entre a era pré-Internet e a era da Internet propriamente dita.

    Já a geração Next Gen, que não deslanchou e que tem baixa probabilidade de deslanchar nos próximos anos, é a geração dos que nasceram na década de 90, ou seja, daqueles que passaram a infância e a adolescência mergulhados na Internet.

    O que isso quer dizer? Que a geração Next Gen é uma geração que tem dificuldades de manter o foco, de manter a concentração. Enfim, é uma geração cujo uso da Internet comprometeu as habilidades cerebrais. O livro The Shallows, de Nicholas Carr, mostra como a Internet tem prejudicado o cérebro em nível físico, enfraquecendo conexões neurais responsáveis pela memória, pela concentração, e pelo foco.

    Tais conexões são vitais em esportes como o tênis, que exigem muito da mente dos atletas. Como o Big Four nasceu na década de 80, eles ainda tiveram a infância e a adolescência parcialmente preservadas do uso intenso da Internet, o que fez com que eles pudessem conservar habilidades cognitivas essenciais para a prática do tênis, ao contrário da Next Gen, que já nasceu imersa na Internet.

    Bem, essa é minha teoria, e é claro que isso não explica tudo, mas deve explicar uma boa parte da diferença de desempenho entre o Big Four e o Next Gen. A maior diferença que ainda vejo é que os Big Four são todos MUITO acima da média, em termos de técnica, com habilidades e poderes físicos e mentais extraordinários, particularmente o trio Nadal, Federer e Djoko. Mas o papel desempenhado pela Internet ajudou também a distanciar esses gênios das demais gerações subsequentes.

    Abraços, Dalcim!

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    1. Mike

      Muito bem colocado guilherme! ja havia pensado algo parecido! também acredito que há fortemente uma ligação profunda e complexa em relação a isso! e não é só no tênis, pudemos ver isso na música estilos como o rock, em filmes que deram uma caída também, não houve mais um novo leonardo di caprio por exemplo, enfim, não só em relação a conexões neurais que prejudicou, como a questão da ansiedade de estar sempre vendo a vida do outro, a geração nadal/federer/djokovic/murray não cresceu vendo a vida dos outros em redes sociais, por assim dizer.

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  4. Daniel Lancia

    Boa noite, Dalcim! Não pude assistir a cerimônia de premiação do masculino de Roland Garros, você teria algum link para indicar??? Muito obrigado!!!

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  5. Renato

    Federer tem Shapovalov no caminho. Bom tomar cuidado, pois o canadense tem título juvenil de Wimbledon. Boas chances de eliminação precoce.

    E de maneira alguma Federer é tão favorito na grama quanto Nadal no saibro. Uma porque os números mostram. Outra porque tem mais jogadores capacitados na grama do que no saibro. A concorrência é maior. Ainda precisa levar em conta que a grama dos dias de hoje facilita a vida dos jogadores de base, lenta como está.

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  6. Ronildo

    Eu não acredito que Rafael Nadal vai ganhar outro slam. Não é que eu queira ser polêmico! Talvez nem o Federer ganhe mais um, afinal ele possui 37 anos. Essa partida do Federer contre o Zverev mais velho é muita complicada, Micha Zverev jogou bem até no saibro, imagina então na grama!
    Porém, quanto ao Nadal, as coisas mudam muito rapidamente de um ano para outro no tênis e os tenistas mais jovens também evoluem rapidamente. A tendência para RG 2019 é que Thiem esteja mais afiado e Nadal naturalmente mais desgastado, sem falar na evolução de outros tenistas como foi dito antes.
    Para mim Nadal pára definitivamente nos 17 slans.

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  7. Pole Rafael

    Acredito que o único jogador capaz de derrotar o Nadal em RG, seria o Djoko de 2011.. As vezes me pergunto o que aconteceria se o Federer tivesse perdido aquele jogo.. Nadal x Djoko na final..
    Mas como eles não se enfrentaram lá, nunca saberemos.. Rs
    E vcs o que acham?

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  8. Fernando Pauli Neto

    Sônia!
    Agora você já pode voltar ao blog, pois a temporada do barro já acabou. Começa gora a temporada áurea do tênis.
    Abs!

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  9. Fernando Pauli Neto

    Serena detém o recorde absoluto de longevidade ( diferença de anos entre a primeira e última conquista ) de vitórias no mesmo GS, que no caso é no US Open 1999 – 2014, quinze anos. Federer já tem 14 anos em WB, podendo alcançar essa marca agora em WB 2018. Nadal agora chega a 13 anos em RG. Se Serena vencer esse próximo US Open, ela eleva seu recorde para 19 anos, quase 2 décadas. Alguém duvida?
    Já a longevidade entre o primeiro GS e o último, não importando em qual GS, no feminino também é de Serena, US Open/1999 e AO/2017 ( 16 anos e 4 meses ). Já no masculino também é de Federer, WB/2003 e AO/2018 ( 14 anos e 6 meses ). Já que Serena, Federer e Nadal ainda estão em atividade, qual deles irá ficar em definitivo com esses recordes?

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  10. Renato

    Me chamou a atenção um duelo que teve hoje, em Stuttgart, entre os alemães Struf, 25 anos, 65 do ranking e Molleker, 17 anos, 300 e pouco do ranking com Vitória do mais novo. O garoto fez 26 aces, enquanto o mais velho fez 23, ou seja, a grama alemã deve estar bem rápida.

    Legal que Novak vai jogar em Queens. Não resta dúvida alguma que ele será “o favorito” para vencer o torneio. Não sei se Nadal vai longe, mas se tiver o confronto entre os dois, Nole será amplo favorito.

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    1. Sônia

      O sérvio já está com “sangue nos olhos”, mas está faltando “pernas” (vai entender isso). Se ele recuperar essas “pernas” até WB, tornará favoritaço ao troféu. Beijos.

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  11. Fernando

    Imagino a cabeça do Djko. Antes da lesão, ele com 12, Nadal 14 e Federer 17 Slams. reinava absoluto inclusive com Nadal e Federer em baixa. E qdo volta de lesão, um tem 20, quase o dobro, e o outro 17, praticamente 1/3 a mais. Djoko precisa levar mais 6, metade do que já ganhou até agora para ultrapassar Nadal. Ou seja, ficou praticamente impossível para o Djoko se juntar ao mesmo degrau que os dois. Sérvio deve vir babando ano que vem. Alguém discorda?

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  12. Stefanie Santos

    Dalcim, uma pergunta que acabou de surgir na minha mente e que você pode responder melhor: com a escalação de Carlos Moya poderíamos dizer que este é o melhor Nadal da carreira do Nadal, tecnicamente falando? O backhand foi durante muito tempo uma deficiência que agora foi corrigida pelo novo técnico.

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  13. Marcos Castillo

    Todo ano depois de Roland Garros o papinho é o mesmo, o mesmo blábláblá: Nadal vai superar Federer e etc. Nadal vai ganhar wimbledon.

    O espanhol só vai ganhar em wimbledon ou u.s open se Djokovic ou Federer estiverem de cadeira de rodas. Sem chances! Rafa é grande no saibro, mas não é páreo para os outros dois se os mesmos estiverem em forma. Daqui a pouco a ficha do título no barro cai e a realidade volta.

    5 pauladas seguidas e contando…..Será que a sexta virá em Wimbledon?

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  14. Marcos Castillo

    Dalcim, você disse uma vez que na sua opinião, por ordem, oa maiores da história são Federer, Laver, Borg, Sampras e Nadal. Mudou alguma coisa com o título do espanhol?

    Grato.

    Responder
      1. Marcos Castillo

        Dalcim, não fui o autor destes dois textos em sequência que saíram com meu nome.
        Peço que o comentarista que escreveu por gentileza se identifique.
        Grato.

        Responder
  15. O LÓGICO

    É verdade que o robozinho primogênito do satanás do submundo do tênis, kkkkkk, representante mor do tênis de latrina, kkkkkkk, do tênis brega praticado na LAJE, kkkkkk, a famosa CHATAtrier, kkkkkk, ganhou mais um ROLAND CAGOUS ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Que novidade, não? kkkkkkk Essa atrocidade no tênis continuará a acontecer enquanto o gás do robozinho não acabar, ou os caminhoneiros da Espanha não resolverem fazer uma greve que afete a entrega do AÇAÍ – modificado geneticamente – na casa do UNIDIMENSIONAL KKKKKKKK

    Ainda bem que o efeito colateral dessa tragédia pouco afetou os demais slams. Claro, como o tênis dele é realmente medíocre, sua logística das cavernas não se adapta aos demais pisos kkkkkkkkkk A mecânica do seu tênis, sem plástica e beleza, produz um verdadeiro estupro tenístico quando aplicado a W, AO e USO. O bom é sabermos que o mesmo, salvo exceções eivadas de desconfianças, se torna sempre motivo de riso e chacota quando acaba a temporada da LAJE kkkkkkkkkkkkkkkkkkk E nesse momento as Nazedéticas somem kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      (quote) “Essa atrocidade no tênis continuará a acontecer enquanto o gás do robozinho não acabar, ou os caminhoneiros da Espanha não resolverem fazer uma greve que afete a entrega do AÇAÍ – modificado geneticamente – na casa do UNIDIMENSIONAL”.

      HAHAHAHAHAHAHAHA

      HAHAHAHAHAHAHAHA

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    2. Welington

      Algumas previsões:

      1) A BAILARINA apanhará muito esse ano, simulará uma lesão qualquer e vai se aposentar ano que vem com seus 20 slams (9 deles conquistados até 2006, quando não tinha concorrentes de peso, à exceção de AGASSI em fim de carreira (praticamente de muletas) e NADAL ainda engatinhando;
      2) NADAL continuará reinando absoluto no saibro por mais uns 05 anos. Vai ganhar RG mais umas três vezes (11 vezes é eneacampeão, 14 vezes é o que?), e ainda vai beliscar mais uns dois slams (pode ser até no PASTO de Wimbledon);
      3) o MONSTRO se aposentará em 2023 com 22 torneios de GS (conquistados na RAÇA e com concorrência de fato) e mais alguns recordes (torneios MASTERS 1000, inclusive)

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  16. Renato

    Nem de longe Nadal é o mais talentoso dos tenistas. Ele faz muita força pra jogar. Não é a toa que ele precisa ter físico de lutador de M.M.A pra dar bordoadas na bola. Fognini, Federer, Kyrgios, Novak e mais alguns tem muito mais talento que o espanhol. Mas eu admito, Nadal hoje está voleando muito bem. Melhorou demais.

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  17. Philipi Fio

    Assim como no ano passado, esta temporada de saibro continuou com o Nadal repetindo o mais do mesmo de sempre, conseguindo defender mais de 4 mil pontos. Realmente isso torna o esporte muito enfadonho e eu entendo perfeitamente aqueles que desejaram campeões diferentes para o bem do esporte. Como tudo ficou igual ao que era e nada mudou, acredito que o desejo por algo novo continue mais vivo do que nunca para esta temporada de grama e que os torneios sejam vencidos por jogadores diferentes.

    Como este é o ano de aposentadoria do Federer e do Nadal, nada mais justo do que essa diferença de 3 GS entre os dois em favor do suíço. E não adianta dizer que estou louco já que o espanhol acabou de conquistar o 11º RG.

    É só lembrar a temporada de 2010 do Nadal que venceu RG, WB e US em sequência (título de GS em 3 pisos distintos, algo inédito no masculino) e muitos acreditaram naquela ocasião que 2011 seria barbada e ele ultrapassaria o número de GS do Federer. Aí vcs sabem o que o Djokovic fez com ele né.

    E podemos lembrar também de 2016 quando o sérvio enfim venceu RG e se consagrou como o primeiro homem (depois de Rod Laver em 1969, ou seja, quase meio século depois) detentor dos 4 títulos de GS em sequência. O pensamento foi muito parecido e as projeções mais do que positivas eram que ele fecharia o Grand Slam daquele ano e repetiria Laver (1962 e 1969). Era apenas uma questão de tempo até ele passar Nadal e Federer em números de GS. Mas não foi isso que aconteceu.

    O tennis é um esporte muito dinâmico assim como a vida. Não dá pra cravar que o suíço ou o espanhol ganhará mais algum GS, mas também não dá pra duvidar. O que eu vejo é que os moleques enfim chegaram e estão acreditando cada vez mais. É só questão de tempo até que essa ideia esteja realmente madura. E quando isso acontecer, não haverá mais espaço pra esses gênios do tennis.

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    1. Alice

      Que análise maravilhosa, Philipi. Parabéns!!! Gostei muito de quando disseste que não dá pra cravar nem pra duvidar desses grandes tenistas, pois isso faz parte do dinamismo do esporte tênis.

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  18. Fernando Vieira

    Rafael Nadal: o melhor jogador da história do tênis. Campeão do AO, bicampeão de Wimbledon, tricampeão do US Open, unodecacampeão de RG, duas medalhas de ouro olímpico, maior vencedor dos torneios Masters 1000… E continua…

    Bravo, Rafa!

    Responder
  19. Diego Augsten

    Dalcim, faço parte da maioria (que desfruta deliciada dos seus posts e até dos comentários) e que escreve muito raramente… então, nessas raras oportunidades não podemos deixar de iniciar agradecendo e o parabenizando pelo belíssimo trabalho!
    Hoje vou comentar algo que os críticos do Thiem parecem não notar: jogando contra Nadal numa final de RG se correr o bicho pega e se ficar o bicho come! Nas bolas que Thiem arriscou (e o grosso dos erros não foram bizarros, foram erros “com chance” de acerto, de winner) era estratégico ter feito mesmo, afinal, seria mais esperto seguir trocando bolas com o melhor trocador do circuito? Assim como forçar o primeiro saque… seria melhor aliviar e deixar o melhor devolvedor e trocador de bola do saibro entrar nos pontos? Lógico que depois que não entrou fica fácil dizer que tinha que fazer diferente, mas na hora h não vi erro crasso no plano. Inclusive após a “contusão”, ele, diferente do que dizem os críticos, tentou sim alongar os pontos, tanto que ele devolveu (e acabou errando) dois saques apenas com bloqueio, não foram erros buscando encurtar pontos ou winners de devolução… jogo de tênis é equação multifatorial e complexa, Dalcim traduziu de forma magistral um dos principais ítens: a arma mais aguda de Thiem não surtia efeito contra o canhoto (o ataque de forehand inside in out). Somado ao primeiro saque descalibrado e a quem estava do outro lado e a volúpia com que jogava, queriam o quê? Milagre? hehe
    Não quero desencorajar as opiniões (pelo contrário!), mas do jeito que foi colocado (por uma minoria) pareceu que Thiem não levou o caneco porque não quis… (era só sacar melhor, era só não “dar” o décimo game, era só não baixar a intensidade nos sets, era só alongar os pontos depois da lesão… puxa gente, é jogo de tênis, não parece mas são 2 humanos que estão ali e o título foi conquistado muito mais no mérito de um do que no demérito do outro)
    Abraço aos meus irmãos na paixão pelo esporte!

    Responder
  20. José Eduardo Pessanha

    Mestre,
    Acho que o Tsitsipas será o novo rei do saibro. Quando? Só Deus sabe. SuperesTHIEMado? Jamais será campeão de Grand Slam.
    Abs

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Nem discuto mais. Ainda mais que o Conterrâneo é da velha guarda do Blog. Mas que me lembra aqueles anos a fio das ladainhas idênticas sobre Andy Murray ,isto lembra. O renegado do BigFour , acabou com décadas de Seca dos Britânicos em Wimbledon , Bi-Olimpico, FINALS, e N 1 do Mundo. E Thiem tem apenas 24 anos… ABS!

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Sérgio,
        Thiem e Kyrgios devem ser cornetados. Thiem, por seu baixo desempenho em jogos “grandes” no saibro. Kyrgios, por não aproveitar sua genialidade para dominar o circuito. O australiano já era pra estar nadando de braçadas no topo do ranking.
        Abs

        Responder
  21. RICARDO CAMPINAS

    Fora do saibro Nadal tem 6 Slams, é muita coisa, só pra comparar Agassi tem 8 no total. Eu acho que Nadal vai se tornar o maior de todos os tempos, pois vai ultrapassar Federer em GS. Um exemplo de força, vontade e deteminação, um, atleta que não parou de evoluir em toda sua carreira, saque, backhand, voleio…..melhorou tudo, e vem sempre buscando melhorar mais.

    Um FENÔMENIO esse cara chamado Rafael Nadal !!!

    Responder
    1. Renato

      Se ele passar Federer no número de slam, não necessariamente ele será o maior da história. Federer é mais popular, mais técnico tem seis finals e muito mais semanas na liderança do ranking. Eu acho que ele não vai passar Roger em slam.

      Responder
    2. Nando

      Ricardo, tem algo além dos números, q fazem Federer o melhor…beleza de jogo, técnica, espetáculo, improvisos, arsenal de jogadas e outras coisas.
      Mas claro q cada um tem seu critério né? A única coisa q não podemos negar: o espanhol é o maior saibrista de tds os tempos, e dificilmente será superado.

      Responder
  22. Marcelo Bragatto

    Meste,

    Vendo as estatísticas de sets perdidos pelo Nadal nas conquistas de RG me veio uma curiosidade. Nesta campanha, acho que podemos dizer que o Touro Miúra ficou em apuros apenas nas quartas de finais contra o Diego. Ouço nas transmissões que quando o jogo é interrompido, os jogadores podem entrar em contato com seu staff.

    Supondo que o Tenis mudasse as regras e permitisse que os jogadores tivessem acesso aos seus treinadores e até mesmo as estatísticas do jogo durante as partidas, qual seria sua opinião sobre isso? (Acha que poderia melhorar a qualidade dos jogos?)

    Forte abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele também teve algum apuro contra o Bolelli, que abriu 6-3 no tiebreak do segundo set e poderia ter empatado. Aliás, nos dois casos houve paralisação dos jogos e pudemos ver como o treinador pode influenciar. Nadal mudou completamente sua postura tática nos reinícios. Acho sim que um contato maior com o treinador alteraria muita coisa que acontecesse na quadra, Marcelo, mas não concordo com essa interferência.

      Responder
  23. Ernesto

    A meu ver, e para o maior número de analistas, o Federer é o maior de todos os tempos. Ponto.
    Mas admiro o Nadal, por ser batalhador. Outro ponto que admiro no espanhol, são os posicionamentos “não politicamente corretos”. Recentemente, ele opinou que homem tenista deve ter maior salário que mulher, colocando parâmetros de “produtividade”, como maior público e publicidade; na sua afirmação inteligente por sinal, disse que modelos femininas ganham maior que modelos masculinos, pelo fato das modelos femininas atraírem maior visibilidade. Achei que Nadal foi muito coerente com suas colocações, sem se intimidar com o “politicamente correto” atualmente.
    Achei que as posições de Federer e Hamilton quanto a acharem Serena a maior tenista de todos os tempos são um tanto “marqueteiras”, pelo fato de Margaret Court possuir 24 Grand Slams; será que Margaret Court está sendo preterida por ter se tornado “cristã”, e não concordar com homossexualidade?? Não duvido nadinha!
    Abraços

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Serena é a maior vencedora da Era Profissional . Court venceu uma penca na era Amadora quando ninguém ia ao AOPEN. Então ,foi a melhor de sua Época. A Norte-Americana até pela Longevidade ( pegou várias gerações ) é por muitos considerada a melhor pouco a frente de Martina Navratilova. Tudo é sempre Subjetivo. ABS!

      Responder
  24. Renato

    Não existe nada, absolutamente nada que faça alguém colocar Nadal como um dos favoritos para vencer Wimbledon. Faz sete anos que o espanhol vem passando vexame atrás de vexame com campanhas medíocres na grama sagrada. E digo com ABSOLUTA certeza: Seria mais fácil Federer chegar a final de Roland Garros do que Nadal chegar a final de Wimbledon.

    Dalcim colocou Federer, Novak, Nadal(discordo totalmente), Cilic, Raonic e Kyrgios como favoritos para vencer Wimbledon o que mostra que, há muito mais concorrência na grama do que no saibro. Mais jogadores aptos a jogar bem no piso Verde do que na terra. Fato!

    Responder
    1. Stefanie Santos

      Não acho que tenha havido tantos maus jogadores em RG. O problema é que os que enfrentaram Nadal nada puderam fazer. É só observar a campanha do Cecchinato. Minha única decepção foi o 10º game da final. Esperava uma emoção maior no final daquele set.

      Responder
  25. Paulo F.

    Que Nadal dê um pouco de crédito ao Cecchinato também.
    Não digo que Djokovic ganharia de Nadal, muito pelo contrário, dado o contexto atual dos mesmos.
    Mas a absoluta certeza que tenho é que, com Djokovic teríamos ao menos um pouco de disputa, não um mero e entediante protocolo no lugar de uma final de GS.

    Responder
  26. Luiz Fernando

    Qualquer adversário contra o Federer na grama, “EU ACREDITO” kkkk, só p mostrar o quão ridículas são algumas postagens feitas aqui…

    Responder
    1. Nando

      Seu ídolo maior da sua vida ganha RG pela 11° vez, e ao invés de enaltecer e comemorar isso, vc continua despejando o seu característico RANCOR…é mto difícil pra vc comentar sem falar as mesmas ladainhas, sempre com o intuito de ironizar os federistas.
      Pq vc não faz o mesmo com Mário César ou com alguns torcedores do djokovic? Vcs têm rabo preso é? Torcida “co-irmã” ?
      Cresça rapaz, o tempo tá passando…

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Devolvo a pergunta, pq vc não faz o mesmo com seus amiguinhos, inclusive com os vivem alardeando doping p explicar os resultados? Vc é tão infantil q eu nem deveria responder, mas como sempre foi educado…

        Responder
    1. Fernando Pauli

      Giçon a final de RG 2005 foi em 05/06/2005 ( domingo ) e Nadal nasceu em 03/06/1986, portanto entrou no torneio com 18 anos e no dia da final estava com seus 19 anos, recém completados no dia da SF sexta 03/06/2005. Abs!

      Responder
      1. Fernando Pauli Neto

        Pessanha
        É sério que esse Giçon é o MC da farmácia? Meu Deus, como pode ser tão tapado?
        Sim, observando a caligrafia, sem pontuação e acentuação errada é ele mesmo!

        Responder
  27. Chileno

    É impossível não admirar a força e eficiência de Nadal em RG. 11 títulos! Impressionante! Lá o cara é invencível. Se tiver saúde, provavelmente vence mais uns 2 ou 3 lá com um pé nas costas.

    E finalmente a Halep desencantou! Torci muito por ela. Grande mérito dela ter sido perseverante e não abaixar a cabeça quando perdeu o primeiro set e tomou quebra no começo do segundo. Achei bonito como a Stephens cumprimentou a romena junto à rede depois do jogo.

    Sorriso genuíno no rosto, um abraço… coisa rara de se ver no circuito, especialmente depois de uma final dura como aquela. Me lembrou o Djokovic.

    Responder
  28. leonardo de castro

    Prezado Dalcim

    Leio todos os seus post e acompanho diariamente o site. Entretanto, raramente comento por não ter muito paciência com essa discussão Nadal/Federer. Acaba ficando muito enfadonho e repetitivo os comentários.
    Apesar disso, notei um fato que me levou a querer comentar. Na cerimônia de premiação, com a homenagem ao Ken Rosewall, percebi porque não dá para falar em “melhor de todos os tempos”. Pelos poucos flashes dos jogos, percebe-se que era um esporte totalmente diferente, bem mais lento, tornando-se impossível comparar. Usando-se de metáfora, não tem como comparar laranjas com maças e falar que uma é melhor que a outra.

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    1. Deiner Cesar Pádua Toledo

      Federer é excepcional até nisso. Acabou com a discussão improdutiva de melhor de todos os tempos. Como, se não foi o melhor nem no tempo dele. Pode ter mais capacidade técnica e outras qualidades tenisticas… e mais como comparar epocas distintas com velocidade de bola, tamanho e qualidade de raquetes e o principal: pós Sampras houve a homogeneização/padronização de todos os pisos para haver trocas de bola e não só saque e voleio, que deixou de atrair o público.

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  29. Viana

    Dalcim, mais uma vez texto brilhante!
    Ressaltou as grandes qualidades do Nadal que muitos se negam a aceitar!
    Ele é muito habilidoso!! Tem uma grande quantidade de armas e uma visão de jogo que é uma das melhores do circuito, se não a melhor.
    Uma Federer perguntado sobre os forehands do circuito, qual o melhor. Ele, com sua genialidade, respondeu ser difícil falar, pq todos citavam Del Potro ou outros, mas o do Nadal é o q menos precisava se posicionar para bater…
    Quanto ao Nadal… gênio!!! Vai bater os GS do Federer? Impossível saber, o Federer ainda joga e bem, o Nadal precisa estar saudável… são muitas variáveis!
    Thiem tentou de tudo! Não acho q jogou muito bem, mas covarde não foi!
    Um grande erro, foi forçar demais o primeiro saque. Ele estava tentando ser mais agressivo que o normal, sacando a 220 km/h, mas não entrava nada. Depois mudou, mas o maior devolvedor da história do saibro não sentiu aperto.
    Viva Nadal!!!

    Wimbledon vem aí e lembranças de jogos memoráveis já surgem, como as finais de Federer e Nadal… será?? Acho difícil pq o Nadal está meio cansado agora, mas… duvidar do Nadal não é um bom negócio!

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  30. Antônio

    É um fenômeno da terra batida, simplesmente o tenista mais dominante sobre um determinado piso que esse esporte já viu. Por este motivo, deve terminar a carreira com mais slams que o professor, pois é 5 anos mais jovem e não tem quem o vença no saibro. Só não conseguirá tal feito se voltar a ter problemas físicos.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, não concordo. Por vezes monótono, porque são muitos jogando no mesmo estilo, mas existem partidas espetaculares, lances incríveis, jogadores com notável capacidade atlética. E entre os novatos, também.

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  31. Spencer Santos

    Lendo dia após dia os comentários para os textos do Dalcim, mudei de ideia: espero que Nadal e Federer não parem de jogar. As coisas demorarão a ter algum sentido ou importância após eles encerrarem as carreiras. 🙂

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    1. José Nilton Dalcim

      Mas aí não tem graça, Christian… rsrs… Apenas dois jogadores o levaram ao quinto set (Isner e Djokovic) e Rafa tem 100% de aproveitamento.

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  32. Mário Fagundes

    Quando comecei a trafegar por aqui o que mais se apostava era no fim de carreira de Nadal por volta dos 28 anos. E lembro também de uma postagem de Dalcim cravando Nadal encerrando a carreira com 14 slans. E arrisco a afirmar que nem Tio Toni acreditava nesses feitos espetaculares. O fato é que todos erraram, até mesmo os que torcem pelo espanhol. Mas lembro também de um post de Paulo Cleto, de 2013, após Nadal conquistar seu 25º master 1000: “Tanto com tão pouco”. Nadal é isso. Já faz bastante tempo que deixei de duvidar sobre sua capacidade de vencer, de alguma forma, mesmo nas mais adversas situações. Não reconhecer suas qualidades é idiotice. Parabéns aos nobres torcedores do “Rei do saibro”. Aproveitem o momento, pois daqui em diante vem a temporada de grama. O tênis-arte retorna pra felicidade da maciça maioria dos frequentadores do espaço. Federer a caminho do 21º GS. Alguém duvida?

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    1. Luiz Fernando

      Mário duvidar de Federer na grama seria o mesmo q duvidar de Nadal no saibro, ou seja, seria como apostar contra a lógica. O detalhe é q isso tem q ser confirmado na quadra…

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    2. Renan Vinicius

      Tenis arte? Pelo amor de Deus, a grama é o piso mais chato e entediante de todos. O saibro é muito mais interessante, bem mais rallys

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    3. Sônia

      Mário, a questão não é duvidar mas a competitividade é muito maior, não há comparação, sem contar o interesse dos tenistas, todos querem participar, Wimbledon é o sonho deles, Wimbledon é “O SLAM”. Minha opinião, será um desafio e tanto para o Federer, muito complicado, na torcida. Beijos.

      Responder
  33. Alexandre

    Dalcim, excelente texto!
    Duas perguntas, em post logo após A.Oa você acabou escrevendo “nunca duvide de RF”e depois a baixo mesma coisa de Nadal, lembra?
    Mesmo depois disso você não esta surpreso que em 2018, só se falam neles?
    Acho que quase todo mundo não acreditava na manutenção do N1 do Nadal depois de RG, eu não, seria um feito memorável, você era um deles, apesar do”nunca duvide”? haha

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    1. José Nilton Dalcim

      Quando falamos de jogadores fora de série, temos de considerar a possibilidade de eles fazerem coisas extraordinárias o tempo todo. Também é preciso avaliar o momento do circuito, Alexandre, em que Federer e Nadal perderam justamente seus dois mais diretos adversários, sem falar na recente cirurgia do Wawrinka. Claro que eles não tem nada a ver com isso, cumprem seu papel com maestria.

      Responder
  34. Eduardo

    Dalcim, foi a 1 vez que vi o Nadal Jogando ao vivo. Estou longe de ser entendido no esporte, mas o que mais me impressionou foram sua atitude, técnica e a visão do jogo. É formidável como ele “enxerga” o que está acontecendo na partida como se a estivesse vendo da arquibancada…Vendo ao vivo, pude perceber vários detalhes, como por exemplo: No game do 4/5 ele percebeu rapidamente que atmosfera era de “fecha Nadal”, então ele só colocou a bola em quadra, sem forçar absolutamente nada, sabendo que o Thiem se enrolaria todo. Por vezes ele percebia que o Thiem estava acertando tudo com a direita, e aí era só bola no BH. Em outras, o contrário . A esquerda estava firme, e os erros estavam na direita, aí ele forçava com o BH dele na cruzada. Me pareceu que houve oportunidades nas quais ele até encurtou um pouco de propósito no meio da quadra, para forçar os erros do Thiem. As deixadinhas você descreveu com perfeição, ele via com maestria quando Thiem estava mais afastado, e as utilizava depois de pontos nos quais meteu bolas profundas, confundindo demais a cabeça do austríaco. Quando ele estava na frente e ganhando mais pontos em sequência, começava a bater tudo com força e com bolas de grande risco, varias paralelas, acertando tudo…isso deixava o Thiem completamente frustrado e fazia crescer a impressão nele de que “não dá mesmo para ganhar do cara aqui”. Eu (e o Nadal tb, lógico) olhava a reação do austríaco abrindo os braços, balançando a cabeça, virando pro Staff dele, e via que ele estava entregue. Até no final do jogo, quando o tempo começou a esfriar e ventar, ameaçando chuva, via o Nadal com isso no radar, olhando pro céu para ver se iria mesmo chover…enfim, ele é um técnico dentro da quadra. Mas além dessa visão fabulosa do jogo, Nadal tem muita técnica. Ao vivo vemos como ele executa perfeitamente os golpes…FH curto, FH profundo, com força, com spin, BH cruzado, na paralela, deixadinhas, bolas de defesa quando Thiem começava a entrar na quadra, os slices dele são fabulosos, todos rápidos e de baixa altura…e ele usava todo esse arsenal nos momentos certos…Para mim foi impressionante, confesso q não entendo algumas pessoas diminuírem sua qualidade achando que ele só sabe bater balão em BH do adversário. Além disso, Fiquei com a teoria de que ele se cansa pouco porque sua técnica compensa a força que ele precisaria. E a atitude é outro capítulo à parte; ele parece um “assassino”, colocando muita pressão no adversário. Após ver esse jogo lá ao vivo Realmente acho que está para nascer ainda alguém que vá ganhar dele por lá. Vi o pessoal comentando que o Thiem arregou e jogou mal, mas minha impressão foi de que o Nadal é que não deixa o cara jogar bem e crescer. Desculpe o longo texto, mas foi realmente uma experiência única vê-lo ao vivo no momento em que ele mais põe à prova toda sua qualidade.

    Responder
    1. André Barcellos

      Legal, Eduardo. Mas acho que como vc viu e foi capaz de perceber todas essas nuances, isso faz de você um entendido desse esporte sim!

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Menos, né…

      Isso daí é exagero.

      Deixar o Nadal solto como o Thiem fez, dá nisso.

      O espanhol usa a costumeira tática de EMPURRAR BÊBADO na ladeira…

      Já tinha visto o Thiem devastado mentalmente, e foi só apertando o cara cada vez mais.

      Claro, que é inegável que é preciso competência para isso.

      Mas todos os jogos que o Nadal ganha é assim:

      Luta por todos os pontos, mesmo que o placar esteja tipo 6/1 e 5/0, pra ele…

      Responder
      1. Sônia

        Rodrigo, acabei de ver os melhores momentos no youtube, realmente voce tem razão, o austríaco errou demais, acho que não o chamarei mais de mito rsrs. A propósito, ele não tirou proveito da pseudo “cãimbra” do adversário porque ele tem um tremendo “fair play”. Isso me fez lembrar da contusão do Nishikori num torneio em Madri e de como os tenistas são muuuuito diferentes. Beijos.

        Responder
    3. Jose Alexandre

      Obrigado por compartilhar. Realmente é um fenômeno que dificilmente surgirá novamente. E tenho dó de quem menospreza, porque tá deixando uma ótima oportunidade de se sentir mais leve abandonando o orgulho (como eu fiz).

      Responder
    4. José Eduardo Pessanha

      Parabéns pelo comentário. E parabéns pela atenção. Esses detalhes existem mesmo num jogo de tênis. Nesse ponto, a experiência de um jogador ajuda demais.
      Abs

      Responder
  35. Alice

    Eu esqueci, mas vale a pena ser ressaltado um dado…interessante.
    Thiem alcançou sua 1º final de RG em sua 5º participação no Major Parisiense. Os mega campeões, Federer (Campeão de RG-2009) e Djokovic (Campeão de RG-2016) ‘só’ atingiram sua 1º final em Paris em sua 8º participação e como bem sabemos os dois campeões também perderam a sua final estreante no Grand Slam francês para o maior acionista de RG…rsrs!

    Eu tô dizendo, não botem a culpa no Thiem! Quem tem que pagar a conta é quem adquiriu o débito (título), pois se continuar assim a conta só sobe e não para (haha), Nadal já não paga mais nem em 10 vezes, deve estar recalculando as contas pra ver se é possível o pagamento em 12… 😛

    Responder
  36. Ricardo - DF

    Nadal é realmente fenomenal. Não é apenas pelo físico, naturalmente, mas o físico é determinante. Lembram quando ele estava mal ? Ouvíamos o choro dos Narks da vida, dizendo que ele estava jogando muito longe da linha de base, que as bolas ficavam curtas, etc. etc. E agora ? Está jogando a uns 10 m atrás da linha da base, e de lá mesmo dispara winners. Voltou a chegar em todas as bolas, jogando com uma intensidade sobrehumana. Deve gastar 3x mais calorias que um jogador normal, pela velocidade e potência que desenvolve durante o jogo. E ainda assim não cansa…
    Pobre Thiem, muito difícil enfrentar um jogador com superpoderes.

    Responder
  37. Fernando Pauli

    Ao término desse RG 2018 vencido por Nadal, completa-se 60 GS desde o primeiro vencido por Federer em WB 2003, há 15 anos atrás. Sendo que desses 60, 49 ( 81,7% ) foram vencidos por apenas 3 tenistas ( Federer , Nadal e Djoko ). Os outros 11 por sete tenistas diferentes com quatro ainda em atividade. Desses sete, cinco ( Roddik, Gáudio, Safim, Delpo e Cilic ) venceram um cada um e os outros dois ( Murray e Wawrinka) 3 cada um.
    Pensando em um BIG five a porcentagem sobe para 91,7% ( 55 de 60), ou seja 92% dos GS dos últimos 15 anos ficaram nas mãos de apenas cinco tenistas, um assombro!
    Comparando com os 15 anos antes de Federer ganhar seu primeiro, ou seja de WB 1988 até RG 2003, desses 60 GS o Big five da época ganharam 34 GS, ou seja 21 a menos (56,7%).
    Se Djoko melhorar o seu mental e voltar a ser realmente competitivo, e Federer não se aposentar ao final do ano, arrisco a dizer que esse ano e o ano que vem ou seja os próximos 6 GS ainda continuarão nas mãos deles.

    Responder
    1. Alice

      Muito bem dito e analisado, Fernando. Também não duvido de mais nada que o Big Four ainda possa alcançar no circuito. Tendo em vista que nesse momento o único que eu vejo com capacidade de tentar equilibrar o circuito num futuro próximo é o Zverev, pra mim, ele tem praticamente tudo…é só uma questão de tempo. O que deve pesar para o alemão é toda a experiência e consolidação que os integrantes desse quarteto (Djokovic, Federer, Nadal e Murray) tem e conseguem aplicar como nenhum dos outros conseguem! É muito difícil você ser um jovem tenista de 21 anos e competir contra Campeões que continuam esticando seus “auges” mesmo após seus 30 anos…

      Responder
  38. Fernando Pauli

    Analisando a performance dos quatro maiores vencedores de GS da era profissional, até antes de completarem 26 anos:
    Federer venceu 11, sendo o primeiro com 21 anos. ( 55% do total )
    Nadal venceu 10, sendo o primeiro com 19 anos, ( 58,8% do total )
    Sampras venceu 09, sendo o primeiro com 20 anos. ( 64,3% do total )
    Djoko venceu 06, sendo o primeiro com 20 anos. ( 50 % do total ).
    Nadal com 32 anos, Djoko com 31, Federer com 36 para 37 continuam em atividade e Sampras parou com 31 anos.
    A nova geração que começa a despontar no tênis com seus 19 a 23 anos, devem esperar ainda um pouco mais para começar a beliscar os GS, visto que esses três monstros ainda estão em atividade. É por isso que Safin anda indignado com essa nova geração. Ao que tudo indica os próximos GS desse ano devem ficar entre esses três e os do ano que vem não devem ser muito diferentes.
    Parabéns aos nadalistas do blog. A briga pelo número um até ao final do ano entre Federer e Nadal esquentou de vez, visto que ambos defendem ainda um GS até o final do ano e cada um já ganhou um esse ano do mesmo jeito do ano passado. Será que alguém irá meter a colher nessa disputa até ao fim do ano? A conferir!
    Abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, você tocou no ponto certo. Ele teria realmente que adaptar seu estilo, mais ou menos como Federer foi obrigado a fazer, fortalecendo o jogo de base. Sampras jogava muito bem no fundo, se mexia bem, mas o tênis de hoje exigiria consistência. Acredito que ele faria um ótimo papel.

      Responder
  39. Suely Abreu

    ……….Boa noite gente aquele tal do Mário César em um comentário disse a tática que o Rafael nadal iria fazer não iria dar ângulos para o Austriaco,iria bater no meio sempre e este cara conhece Obrigado Mário.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Kkkkkkkkk
      Virou Suely agora Mário Cezar? Rs
      Cara, já te dei uma dica: quando for postar com outro nome, pede para outra pessoa escrever pra vc. Seu texto é inconfundível!
      Na verdade, não para não, continue! Eu dou várias gargalhadas qd vejo isso rs
      Abraços!

      Responder
      1. Nando

        Kkkkkkkkkkkk e não é a 1° vez q ele faz isso aki hein…acostumado a passar recibo, quer ser imortalizado como o “GOAT dos recibos” kkkkkkk

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Esse foi exatamente o comentário que fiz na Vitória de Thiem sobre Rafa em Madri. E que o Austríaco não repetiu em Paris. Nadal cansou de dar Winners dos dois lados nesta Final, Suely . ABS!

      Responder
    3. Fernando Pauli

      Suely ou Mário Cesar, sua pontuação em um texto é inconfundível, pois não há vírgula ou ponto, não há espaçamento entre a pontuação e o texto e tb não há acentuação nas palavras. Uma abominação à escrita correta e mínima, que todos deveriam ter ou pelo menos tentar alcançar. Mais uma vez fica a dica.

      Responder
  40. Stefanie Santos

    Querido Dalcim, tudo bem?

    Não quero colocar pulga na orelha de ninguém, mas como não tenho a sua experiência com o tênis (a minha é só jogar mesmo e vê na TV) resolvi tentar tirar minha dúvida com você:

    1º set – jogo parelho, com Thiem demonstrando qualidade em manter o nível do jogo e confirmando seu saque pela primeira vez com mais tranquilidade no 8º game, empatando a parcial em 4. Já no 10º game, quando estava tudo sendo encaminhado para o tiebreak, ele faz um game de saque (in)digna de amador, sem nenhum motivo aparente, visto que o Nadal não forçou de modo algum seus erros naquele game.

    Então quero saber de você se há alguma possibilidade de um jogo de tênis de qualquer nível, principalmente os de grande valor histórico, ser comprado de qualquer forma, talvez por um dos patrocinadores de determinado tenista?

    Apesar de ser apaixonada pelo Nadal, sou ainda mais pelo tênis e fiquei totalmente frustrada com a forma pela qual terminou o set inicial que na minha opinião deveria ter sido decidida com certa dose de emoção no tiebreak.

    Obrigada!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acredito nessa hipótese. Era bem natural que o Thiem se sentisse pressionado nos games importantes, ainda mais ao final do primeiro set, que a princípio todo mundo sabia fundamental para ele ter chances na partida. Acho que nenhum patrocinador pode comprar uma deixadinha milimétrica, um forehand a 150 km/h, uma bola jogada lá na linha após defesa impossível.

      Responder
      1. Stefanie Santos

        Pensei pelo lado do Thiem. Ele pareceu totalmente comprado (ou vendido) naquele 10º game. Ainda não me sai da cabeça como jogar daquela forma depois de todo o equilíbrio do set.

        Responder
      2. Sônia

        Dalcim, voce como profissional sempre dará uma opinião isenta, mas concordo com ela. Vários torneios, vários, presenciamos atitudes de tenistas estranhíssimas em games “decisivos”, tremenda palhaçada. Esse último game que ela citou do Thiem no primeiro set, só confirma isso. Depois que comecei a entender essa palhaçada, nunca mais me envolvi emocionalmente, nunca mais. É muita grana envolvida, muita grana, há muito tempo deixou de ser esporte. Beijos.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Puxa, essa é uma visão completamente deturpada do tênis, Sônia. Pensar em ‘entrega’ de jogo nesse nível que estamos falando me parece muito sem sentido.

          Responder
          1. Miguel BsB

            Pois é Mestre. Gostaria de entender essa lógica que leva pessoas a desconfiarem que um tenista profissional top 10, já milionário, em busca da conquista de seu 1 grand slam, batendo uma lenda, conquista que levará sua carreira a um outro patamar, entregará o jogo….meu Deus! Acho que é muita má vontade pra reconhecer os méritos de um e as falhas, humanas e normais, do outro.
            Se a questão for puramente pecuniária, vms fazer um simples cálculo: dizem que, ao vencer um slam, o tenista deverá receber até 10x mais em patrocínios etc o valor da premiação. Se a de RG foi de 2,2 milhões de euros, o valor de compra do Thiem deveria ser superior a 22 milhoezinhos de euros… Não faz sentido msm, ele já ganharia muito dinheiro sendo campeão, fora a importância e o prestígio decorrentes do título.

  41. André Barcellos

    Nadal merece. Porque conhece os caminhos do saibro como ninguém. E muito mais ainda os caminhos da Philippe Chartrier.
    Agora, não acho que ele consiga chegar aos 20 GS do Federer.
    Era o que se dizia há 5 anos. Faltavam 3 pra Nadal empatar. E faltam os mesmos 3.
    Por varias motivos. Mas nao é impossível.
    Tem que combinar com o suíço para ele parar de ganhar também.
    Será que Nadal será longevo como o suíço? Será que seguirá competitivo fora do saibro?
    Ainda que se mantenha sem lesões, perda de velocidade é mais evidente quando não da pra cobrir ao quadra com a movimentação sui generis do espanhol, com open stance dos dois lados.

    Responder
    1. Welington

      Primeiro, se considerarmos a mesma longevidade esportiva para ambos, NADAL jogará mais cinco anos após FEDERER parar. Segundo, é muito provável que NADAL ainda reine absoluto no saibro por mais alguns anos (não vejo ninguém no circuito apto a fazer frente a ele). Terceiro, a obstinação do espanhol é algo surreal. Considerando tudo isso, acho que sim, NADAL conseguirá bater a quantidade de GS de FEDERER.

      Responder
  42. Leonardo Rodrigues

    Nadal nao esta se reinventando. Ta ganhando os mesmos torneios de sempre. O cara nao se cansa nao hein? Queria ver ganhar wimbledon ou australian open ou o masters de miami.

    Responder
    1. Conrado

      O Master 1000 de Miami parece uma maldição para o Nadal, perdeu as 5 finais que chegou, inclusive aquela virada espetacular que levou em 2005.

      Responder
    1. Feminista

      e em quadra ela não é?
      O pior é que não é somente culpa de vcs, homens, que só gostam de mulher produzida. tem mulher que faz isso mesmo, se produz o tempo todo. Tenho até uma amiga que qdo dorme com alguém acorda mais cedo para se arrumar para o cara não ver ela ao natural.

      Responder
      1. João ando

        Feminista. Vc le pensamentos…mas por acaso vc esta ruim como mae Dinah pois a simona halep e uma gracinha embora nunca tenha dito isso .pois sou fa incondicional da Elina svitolina

        Responder
  43. João ando

    Entao… isso quer dizer que nadal iguals ou supera Roger…pois não sei se se Roger ganha wb esse ano….está 17/20…se Nadal ganhar mais cinco vezes rg vai a 22…será que Roger ganha mais 3x wb….?

    Responder
    1. Fernando Pauli

      Guilherme Martins Souza cravou 6/4 6/3 e 6/2 junto com outros quatro, porém colocou o tempo de 2h e 35 min, o mais perto de 2h e 42min do jogo.

      Responder
  44. Mike

    Se o Nadal vai ficar com o titulo de maior de todos os tempos eu não sei, mas que ele vai passar o Federer em gs, isso ele vai, DALCIM, minha pergunta é um pouco complexa mas espero me fazer entender: porque é que o Nadal é bem mais subestimado que o Federer, no sentido de que quando o Federer ainda tinha uns 11,12 grand slams as pessoas ja diziam que ele era o maior de todos os tempos e que ia disparar mais ainda na ponta pra ser o melhor ,já o Nadal com 17 grand slams, as pessoas ainda tem dificuldades de colocarem muitas vezes ate na frente do Sampras! basta lembrar que ate um ano e meio atras( começo de 2017) o Federer tinha 17 grand slams e as pessoas há tempos ja o consideravam o melhor da historia, mesmo numero do Nadal agora, então minha pergunta é: porque o Nadal talvez ate passando o Federer em grand slams as pessoas vão ter tanta dificuldade de admiti-lo como maior da história e com o Federer lá em meados de 2008( terminou o ano com 13 GS) ja era considerado o maior?

    Ps: sei que não é so titulo de GS que é levado em conta pra o critério de maior da historia, mas teoricamente é o principal, o Federer sempre disse que era o principal recorde que ele queria quebrar e bater o Sampras e se matou até conseguir.

    Responder
      1. Mike

        entendo dalcim, mas realmente acho um tanto estranho, algumas pessoas ate dizerem que o nadal está apenas no top 10 da historia, enquanto que o federer quando tinha menos GS que o sampras ja era quase unanimidade de ser o maior, não era nem top 5, era o MAIOR com menos GS que sampras. abraços e obrigado pela resposta!

        Responder
        1. André Barcellos

          Mike, a pergunta não foi para mim, mas acho que posso falar o que acho.
          É que o Nadal, apesar de um tremendo lutador e talentoso, aplicado etc…, não desperta o mesmo
          fascínio como o suíço faz quando joga.
          Seja pela movimentação, seja pela execução limpa dos golpes ou pelas jogadas de efeito.
          É uma talento superlativo que se traduziu em muitos números superlativos.
          Nadal tem um jogo eficiente e poderoso. É um gênio.
          Mas Federer parece desde sempre um predestinado, mesmo antes de seu quinto slam, por exemplo.
          Quando vc vê um jogo perfeito do suíço (o que hoje em dia é mais raro), fica a impressão de assombro, de que ninguém consegue bater tão perfeito.

          Responder
          1. Mike

            Entendi andré, bem colocado o seu ponto de vista, me mostrou um pouco do outro lado, acho que pode ter um pouco disso mesmo. Mas de qualquer forma, quer seja o nadal ou djokovic, ou o proprio federer se manter o recorde, quem ficar com um numero de slams bem expressivo é quem deve levar esse titulo de melhor da historia, a diferença é que na minha opinião, o nadal e o djokovic, teriam que abrir uma diferença enorme de GS tipo uns 5, pras pessoas aceitarem mais, o federer se ele ficar com um Gs de diferença só do nadal ou do djokovic, ja leva de boa o titulo.

          2. Sérgio Ribeiro

            Concordo que atualmente e’ raro André. Mas fique de olho nesta mini Temporada de Grama. A Cartola já sera’ aberta em Stuttgart. Chegou cedo , e sem ” mui amigo” Roqueiro para atrapalhar rsrsrs Abs!

    1. benjamim botão

      Caro chorão, Federer só é reconhecido pela forma que é pelo carisma e pela plasticidade em seu jogo. Não existe número me meça esses atributos, ou se desenvolve, ou não desenvolve. O carisma é algo que não se compra, nem pede para ter, é alo que o indivíduo trabalha e desenvolve ao longo dos anos. Devo lê, lembrar que o Federer que vimos no começo da carreira jamais seria eleito o melhor da história por causa do seu temperamento, mesmo se tivesse atingido as mesmas marcas de hoje. Nole teve essa choradeira anos atrás quando ganhou de TV numa final de GPS, onde ele fez cara de descotente porque o público aplaudiu mais o TV do que ele, mesmo ele tendo sido o vencedor… patético…. Detalhe: tô nem aí pro Federer, só acho que as pessoas reclamam sem entender o contexto das coisas.

      Responder
      1. Mike

        Caro intrometido e ignorante( Benjamin) primeiramente a pergunta nem foi para você, mas não há mal nenhum em responde-la agora cuidado como se refere a mim, não usei termo ANTES que desrespeitasse ninguem, então não vou aceitar comigo, faça como seus colegas que também responderam a minha colocação, mas foram extremamente educados, mas vamos lá: o carisma pode ajudar, mas resultado é resultado amigo e você como cego que é, não vê que nadal tem milhoes de pessoas que veem que tem carisma, basta ir nas redes sociais, ele ta pal a pal com o federer ou até passa em algumas, se fosse só carisma, o guga seria considerado maior em RG porque o povo ama ele lá, mas não tem como ele ser considerado o MAIOR só com 3 titulos, se existe alguém com 11 titulos e que babaquice dizer: federer não seria considerado melhor da historia se tivesse temperamento de antes,o cara com 20 gs e 300 e poucas semanas como numero 1 ainda iam bota ainda o sampras como maior? só na cabeça de louco.

        ps: não sou torcedor nem de federer, nadal ou djokovic,amo o tenis em geral, então não me venha querer botar nesse bolo de discurssão de fanboy, minha colocação foi puramente baseado nos numeros, o djokovic por exemplo se passar federer e nadal em gs também merecia o mesmo status.

        Responder
    2. Henrique Shibata

      Na minha humilde opinião, creio que Nadal seja indiscutivelmente o maior saibrista da história do tênis, mas excluindo o saibro seu currículo cai bem (mas continua ser impressionante). Já Federer, vai bem em todos os pisos, inclusive saibro, pois só não conquistou mais RGs pois é contemporâneo do maior saibrista da história.

      Responder
      1. Mike

        Henrrique, obrigado por responder também, mas então: se formos inverter em NÚMEROS o federer ganhou pouco no saibro com pouscos masters 1000 e ”apenas” um roland garros, então a grosso modo, ele seria ”ruim” no saibro, o que é uma pegadinha pois sabemos que ele não é, mas essa logica tambem ter que ser aplicada com o nadal pois ele chegou em 5 finais de wimbledon( oposto do saibro) ganhou duas e uma delas sobre o rei da grama numa final, 4 finais do us open, ganhando 3, duas delas sobre o djokovic o rei da quadra rápida, e 4 finais nos Aua ganhando uma, sobre o mesmo federer. um cara como murray que tem o tenis agressivo e joga bem na quadra rapida e grama, tem menos titulos que o nadal, mesmo que tire todos os roland garros dele. e outro exemplo em GS: se tirar os Australian open do djokvic, ele fica com 6 Gs, mesmo tanto do nadal sem RG, se tirar os 7 titulos da grama do sampras, ele fica com 7 Gs e nadal tem 6 Gs fora de rg, então vou dizer que tanto sampras quanto djokovic so ganham na grama e outro so nos australian open, o que é uma pegadinha, fora que o nadal ainda deve ampliar esses 6gs fora de roland garros. então, entendi seu ponto de vista de que ele ganhou muito no saibro, mas fora dela ele ganhou Gs derrotando os maiores nas finais.

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    3. Alice

      Eu só ressaltaria a questão do domínio no circuito inteiro, uma coisa que o suíço conseguiu fazer com muito mais maestria que o espanhol. Afinal, Federer conseguiu o maior números de semanas consecutivas como número #1 do mundo, num período de quase 5 anos sem ninguém o tirar do topo, 237 semanas. Isso já deixa bem claro o quão superior ele conseguiu ser em relação aos outros grandes que passaram um pouco antes (era profissional). Pra ser uma ideia, o segundo nessa baita estatística de dominância, é o Connors com 160 semanas. Fora que o suíço terminou 5 temporadas como número #1 do mundo na década passada, enquanto Nadal e Djokovic só conseguiram chegar a 4 temporadas nessa década. Isso pra mim, contou muito. Porque ele estava a destronar o melhor currículo anterior da era profissional, que era de Pete Sampras…que possuía essa alcunha de “maior” pelos seus números (14 Majors / 6 temporadas como número #1 e 286 semanas como o melhor do mundo). Portanto, pra mim, fica realmente difícil colocar o Rafa e Djoko nessa “competição” de G.o.a.t., pois ele vieram após uma nova quebra e estão jogando com o tenista que simplesmente está com esses maiores números, se acontecer de um dia (difícil) um dos dos conseguir superar esses números do suíço, com certeza, acredito que o Federer não será tão unânime assim nas discussões, principalmente, se não conseguir virar esse retrospecto “negativo” que ele tem contra seus dois maiores rivais.

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      1. Mike

        Essa questão do numero 1 e das semanas consecutivas que você colocou é bem válida alice, realmente isso conta muito de fato. Mas se formos ver a questão é um pouco mais complexa que isso , pois um cara como borg(109 semanas) tinha muito menos semanas como numero 1 que McENROE(170 semanas) mas o borg ficou pra historia como muito maior que ele, o Connors(268 semanas) e o lendl( 270 semanas) tem mais do dobro de semanas como numero 1 que o Borg(109 semanas), mas antes do federer e nadal aparecer, a briga quem era o maior era pete sampras, bjon borg e laver. O proprio djokovic tem bem mais de 40 semanas na frente do nadal, mas ninguem ainda o coloca na frente do nadal, mesmo supostamente ele tendo ”dominado” mais, então chego a conclusão que o numero 1 e a consecutividade é mega importante como vc falou, mas tenistas com menos da metade de semanas com numero 1 que o outro se sagram mais e geralmente é pela quantidade de grand slam, nadal tem mais grand slam que djokovic, borg mais do que connors, lendl e mcenroe. A questão é: federer e sampras conseguiram cada um na sua época juntar os dois recordes: Grand slams e semanas como numero 1, mas aí volto a repetir, se nadal quebrar o recordes de GS, mais não o de semanas de numero 1, na lógica que citei que quantidade de Gs valem mais, ele deveria se sagrar como o maior de todos, mas como ele ainda não conseguiu nenhum dos dois recordes, portanto ele AINDA não pode entrar na briga como o maior de todos.

        Ps( não estou me dirigindo a vc alice e sim a geral): Não estou discutindo carisma de jogador, gosto, plasticidade, técnica ou qualquer coisa do gênero e sim RESULTADO e números como: quantidade de Gs E semanas como numero 1

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  45. Tulio

    Dalcin, tamanha a dominância do big four no circuito, que eles têm mais títulos que os EUA na era aberta, agora um recado para o Lógico. Vc não tinha anunciado a aposentadoria do Nadal?

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  46. Paulo

    Concordo com o texto. Desde sempre defendo que o fator principal que diferencia o Nadal de todos os demais tenistas é a gana de vencer.
    Querer, todos querem.
    Querer muito, alguns querem.
    O que acontece é que Nadal vai além. Ele luta por cada vitória como quem luta pela própria sobrevivência.
    Além do que tem o DNA dos mega campeões.
    Estas são as razões pelas quais é o tenista que mais gera sentimentos no circuito (amor de quem torce por ele e o mais profundo ódio dos demais). Na realidade é o único tenista que quando joga ninguém fica neutro ou indiferente.
    Por isto, quando parar, gerará uma lacuna quase impossível de preencher.
    Vamos RAFA!!

    Responder
    1. Arthur

      A melhor definição da gana do Nadal pela vitória, Paulo, vem do seu xará Paulo Cleto:
      Nadal vai na bola como um operário vai atrás de um prato de arroz com feijão.
      Não tem vontade maior que essa.

      Um abraço

      Responder
  47. João Pedro Mariotti

    Como torcedor do Federer já passei por maus momentos por causa do Nadal, mas que jogador é esse cara, um dos únicos que me faz torcer por ele quando não é contra o Maestro.
    Vida longa ao Touro, o tênis precisa dele.

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  48. Ernesto

    No quadro estatístico de Grand Slams , favor corrigir os seguintes detalhes :
    1. Vermelho para os 6 AO de Federer , por estar empatado com outros dois maiores vencedores.
    2. Retirar o vermelho para os 7 WB de Sampras , pois o recorde são os 8 de Federer.

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  49. Renan Oliveira

    Ahh Nadal, as vezes me custa crer que vc realmente é um ser humano. De acordo com a biografia, Rafa foi criado e transformado para ser um campeão. Desde cedo aprendeu lidar com situações dificeis, como lesões, derrotas, familia rigida… e tudo isso o transformou nesta Lenda viva, apenas comparado a Roger Federer.
    Sobre o jogo, Thiem era o único adversário capaz de incomodar o Rei, com seu Spin de direita e de esquerda, bem agressivo, o austriaco conseguiu equilibrar as ações no primeiro set. No entanto, logo o espanhol percebeu que atacar o Backhand minava o adversário e seu poder de fogo. e foi assim que o jogo logo foi tomando seu destino inevitável…Nadal agora acende a briga pelo maior recorde do tênis: Nro de GS, além de deixar Djokovic bem distante com 12
    De fato, Federer e Nadal são os maiores da história.

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  50. Alice

    Para aqueles que não só admiram o atleta Nadal, como também torce para o tenista espanhol, deixo essa mensagem do Thiem:

    “Se você ganha um Grand Slam onze vezes é algo excepcional e surpreendente. Você precisa ter, penso eu, habilidades e talento extraordinários, além de muito profissionalismo para conseguir isso” – Dominic Thiem (Vice-Campeão de RG-2018).

    Sem mais, apenas.

    Responder
      1. Alice

        Realmente, é patético aos 24 anos:
        Ter terminado a temporada de 23 anos como número #5 na maior categoria de tênis do mundo (ATP)…
        Possuir títulos em todos os pisos da atualidade (grama, saibro e dura).
        Colecionar 10 títulos de ATP e mais de 200 vitórias, isso que o austríaco nem chegou aos 30, que já está surgindo como os novos “25” no tênis, digo, podendo esticar seu período de “auge” (grandes conquistas/feitos)…
        E sem dúvidas, muito ‘cagão’…
        Afinal, ele está entre os 3 tenistas que mais somaram pontos nos últimos dois anos., o que já mostra o quão consistente é sobre a superfície. Pensando nessa linha, o austríaco deve ser um retrocesso, já que conseguiu chegar antes em uma final de RG do que Novak Djokovic, que alcançou a sua primeira final em Paris com 25 anos, ou melhor, ele deve ser tão “cagão” quanto o enormíssimo Roger Federer que chegou na sua primeira final em Paris com a mesma idade do Thiem e assim como o austríaco, naquela época, não teve capacidade de ganhar de Rafael Nadal no seu quintal…
        Dói mesmo imaginar, como podes, não? Djokovic, Federer e Wawrinka, todos campeões de Roland Garros…que juntos tiveram 7, isso mesmo, SETE oportunidades de derrotar o espanhol em finais de RG e pasmem…não conseguiram, porque logo ele, Dominic Thiem teria que conseguir esse feito (que nenhum outro tenista conseguiu fazer em 11 ocasiões) de derrotar Rafael Nadal em uma final de RG e isso logo em sua primeira final…

        Realmente, mais um “amarelado” que surge em Paris…talvez tenhamos mesmo que rever de quem é essa conta toda aí, porque só há um tenista capaz de pagar esses 11 títulos de RG e com certeza não seria o Thiem, o pagador dessa conta…rs!

        😉

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Alice,

          O Thiem foi patético nesse jogo de ontem…

          O que não significa dizer que seja um ótimo tenista no geral.

          O Federer foi mais patético ainda, quando perdeu de 6/0 pro Nadal em RG…

          Mesmo assim, é o melhor de todos os tempos.

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      2. Antônio

        Rodrigo, também sou fã do Federer pelo seu estilo de jogo, mas não há como negar que o espanhol é um fenômeno. Fora os 11 títulos que conquistou em Roland Garros, há também outros 6 slams em outros pisos, inclusive Wimbledon de 2008 e Australian Open 2009 vencidos contra o professor. Claro que o jogo mais baseado na defesa e a mania estranha de receber o saque a 5 metros da linha de base são coisas discutíveis, mas não podemos negar que somos privilegiados por vermos 2 caras tão grandes nesse esporte e que fazem tão bem ao tênis, cada um do seu jeito. Se o Thiem foi arregão, o que dizer do Roddick contra o GOAT? rsrsrs

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  51. Marcelo-Jacacity

    Em primeiro lugar, lamentos pela despedida de Maria Esther Bueno. Apenas pude alguns lances raros dela, porém, a magnitude dos títulos fala por si só.

    Nadal, falar o quê? O cara é um tenista fenomenal e atemporal. Não vou dizer que vai ganhar mais tantos Slams, pois, fiz isso com o Djokovic, pós conquista de RG, e olha o que aconteceu…

    Halep, merecia demais! Finalmente!
    Mas eu tinha certeza que a Stephens iria fechar em 2 sets. Como pode o jogo ter virado tão rapidamente. Incrível.

    Por fim, em 5 sets no saibro, só Djokovic para atormentar Nadal.
    Pode colocar Zverev + Thiem contra o espanhol que adiantará nada.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Quantas Finas Novak venceu do Touro em RG , Marcelo. Ao contrário, jogou 7 partidas e perdeu 6 , por la’. O maior freguês do Espanhol em Rolanga. Os que você citou possuem apenas 21 e 24 anos. Incrível como vocês repetem a mesma ladainha em qualquer assunto. Abs!

      Responder
  52. Arthur

    Só um adendo, Dalcim, pra mostrar o quão ingênua (pra não dizer ridícula) foi a atitude do Thiem nessa final.
    Perdendo de 2×0, metade do 3º set, Nadal chama o fisioterapeuta. Claramente mostra incômodo na mão esquerda, que é justamente a que ele usa pra bater na bola. Era óbvio que, nessas condições, quanto mais o jogo se alongasse, melhor tenderia a ser pro Thiem. O que fazer, então?
    Botar a bola em jogo de qualquer jeito e tentar esticar os pontos ao máximo, pra ver se o desgaste cobraria o preço da mão do espanhol.
    Mas aí vai o Thiem e me faz o quê?
    Erra umas três devoluções, tenta mais uns trocentos winners pra fora (ENF) e deixa o Nadal só devolver do fundo até ele mesmo errar.
    Com adversários assim, Nadal vai ganhar mais uns 8 RG e só pára – invicto – aos 40, porque não vai mais ter espaço pra colocar réplicas da Copa dos Mosqueteiros na estante.

    Um abraço.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Perfeita análise!

      Foi EXATAMENTE isso que eu achei também.

      Thiem , muito burro!

      Vendo o Nadal incomodado, fez foi apressar mais ainda os pontos e jogar tudo que era bola pra fora!

      Responder
      1. Marcelo Monteiro

        Concordo, mas só três perguntinhas básicas: como alongar o ponto contra um jogador que parece uma parede ? um jogador que devolve todas as bolas com peso e com spin e que parece não cansar nunca ?

        Responder
  53. José Eduardo Pessanha

    Meu filho tem 27. E eu continuo correndo 100 km por semana. Teu problema e’ derrubar o Espanhol. Se o Tênis estivesse em primeiro lugar não chamaria um Finalista de SLAM aos 24 de Superestimado. Faria como o Blogueiro.Abs!

    Respondendo ao Sérgio. Esse papo de SuperesTHIEMado ja´está rolando há mais de 1 ano, não tem nada a ver com o Nadal. Apenas o acho indigno de pisar uma Quadra Central de Grand Slam. E olha que tem uma ala aqui do blog que o acha melhor do que o Zverev. Sem condições, né? A essa altura, Thiem está chapado de Yakult. kk
    Abs

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Eu acho essas defesas chorosas que o Sérgio faz dos “amados” dele, um pé no SACO!

      Pombas, ninguém está dizendo que o Thiem não tenha qualidades.

      Se ele tivesse perdido jogando bem, eu seria o primeiro a defender o cara…

      Mas ele jogou mal, foi patético. Verdade seja dita meu Deus do Céu!

      O Sérgio não consegue entender que tenistas profissionais são figuras públicas.

      E que toda figura pública, em qualquer campo de atuação, sempre será sujeita a críticas.

      Não tem pra onde correr.

      Tá com peninha, leva pra tua casa… (rs)

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Leia o Post, Guri. Novak jogou 7 e perdeu 6. Federer 5 e perdeu 5. Thiem fez duas Semi consecutivas e agora subiu um degrau. Eu afirmei que Rafa Nadal era favorito absoluto ainda em 2018. Daqui pra frente tudo pode ser diferente rs. Abs!

        Responder
      2. José Eduardo Pessanha

        Verdade, Rodrigo. E vamos agora pra temporada de grama. Incrível como o circuito é exigente. Não dá nem pros caras descansarem e já vem outro torneio logo em seguida. E, pra nosso azar, a final de Wimbledon será no mesmo dia da final da Copa. rs
        Abs.

        Responder
  54. Luiz Fernando

    Em primeiro lugar, dizer q Thiem jogou mal é uma sacanagem, embora de fato ele tenha falhado muito nos momentos decisivos, nada absurdo pra quem faz sua primeira final de GS e vê do outro lado da quadra uma lenda viva do esporte. Estou com o Dalcim, esse rapaz é um futuro campeão de RG, mas antes Rafa terá q se aposentar kkk. Creio q Nadal deve pular Queens, deve se preservar, não é mais nenhum menino e hj seu corpo deu claros sinais dos tempos. Em W estará em quadra, sem dúvida. Agora tão espetacular quanto as 11 conquistas em RG, e o q isso significa fica patente na observação de quantos jogadores tem esse número de GS na carreira (está quase empatado com o Djoko, outro monstro sagrado), foi sua reação hj, q demonstra o q esse cara tem de gana, raça, vontade de vencer e paixão pelo esporte. Por fim queria pedir um favor ao Dalcim: se eu venci o “Quem leva RG”, no mínimo sou um dos candidatos fortes, será que poderia receber em lenços kkk? Gostaria de oferecer como lembrança a turminha do “eu acredito” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Eu achei que jogou MUUUITO mal mesmo.

      (rs)

      Poderia ter perdido de modo diferente. Não precisava entregar de bandeja…

      Claro que depois, foi só o Nadal tomar conta do jogo e passar o trator por cima, como de costume.

      Mas aquela perda do primeiro set no 4/5, em que o Nadal não precisou de esforço algum, foi imperdoável…

      A queda de rendimento que se seguiu, também!

      O que será que o SuperesTHIEMado estava pensando?

      Que o Nadal ia começar a errar tudo, a exemplo dele?

      Nem competência para alongar os pontos, quando o oponente sentiu o dedo, o austríaco teve.

      Ironicamente, o ÚNICO adversário digno que o Nadal teve em toda campanha até à final, foi o italiano Simoni Boleli, da primeira rodada.

      E justamente por haver exigido que o espanhol jogasse seu melhor tênis, aquele também foi um jogaço!

      Responder
      1. Eduardo

        Rodrigo. a pior maneira possível de torcer por alguém e tentar, insistentemente , desqualificar os jogos do “adversário”. Já deu essa estória de que o Thiem jogou mal. Tente outra estratégia. Fala que ganhar no saibro não vale, que o que importa é quadra dura. Que saco! Á velha mania de não reconhecer os êxitos de quem não gosta. Queira ou não , Nadal está entre os melhores da história e é um exemplo de atleta. Reconhecer isso não tira nenhum mérito do gênio RF.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Eduardo,

          Eu tô me LIXANDO pro Federer!

          E eu não tenho nada contra o Nadal.

          Saco é já ir concluindo que todo mundo que critica um, precisa adorar o outro…

          Responder
    2. Fernando Pauli

      Cara você cravou com mais quatro pessoas, porém o Guilherme Martins venceu, pois chegou mais perto do tempo real da partida ao colocar 2h e 35 min. Abs!
      Tempo da partida 2h e 47 min.

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  55. Antonio Gabriel

    Dizer o que do RN? Nao torço pra ele e não gosto do estilo dele, mas não há como nao bater palmas pra ele de pé. A sua determinação, força mental e vontade de vencer são coisas impressionantes, tem o dominio total de um piso e já ganhou varios titulos nos outros pisos e vai ganhar muito mais ainda. Agora é impressionante que de 53 GS apenas 4 caras tenham faturado mais de 90% e se e se pensarmos que dos 5 restantes, 3 foram ganhos por um unico tenista, em relação aos GS temos um dominio assombroso. Vamos ver o que os “velhinhos” ainda vão fazer no circuito.

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  56. Jonatã Lopes

    Dalcim

    Kerber já tinha ganho o Australian Open de 2016, o US Open naquele ano foi o seu segundo Slam da carreira. Mas de qualquer forma desde o final do US Open de 2015, tivemos Pennetta (US Open-2015), Kerber (Australian Open-2016), Muguruza (RG-2016), Ostapenko (RG-2017), Stephens (US Open- 2017), Wozniacki (Australian Open 2018) e Halep (RG-2018). Sete campeãs diferentes em menos de 3 anos. Curioso é que Wimbledon não tem sido muito favorável a novas campeãs de Slams. Serena ganhou em 2015/2016, Muguruza em 2017.

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  57. Joaquim Saraiva

    Olá, Dalcim, tudo bem? Espero que sim. Não comentava por aqui já há algum tempo, mas creio que ocasião merece um registro, dada a envergadura do feito, inigualável, em minha opinião. Pois bem. Nadal é um tático astuto e uma vez mais deu mostras disso. Não houve momento em
    que o jogo ameaçasse lhe escapar hoje. Evitou ao máximo dar ângulos, procurando sacar bastante no corpo do adversário. Some-se a isso uma singular força de vontade. O resultado não poderia ser outro. Quanto ao austríaco, não se negue o enorme potencial para um dia vencer no Major francês. Falta-lhe, contudo, a experiência que os anos decerto lhe trarão. Se vencer o espanhol no saibro, estando com a cabeça boa, já é tarefa ingrata, imagine quando se começa a invocar demônios. Thiem revelou fragilidade mental e, com isso, ainda não estar preparado para vencer em RG. A tarefa, conforme eu disse, lhe é palpável. Para finalizar, argumente-se que, embora de Nadal não se possa duvidar, quanto mais os anos passam, menos acredito em um título de Rafael em Wimbledon, pois seu estilo não ameaça tanto na grama, nada obstante seja eficientíssimo na terra batida. Dalcim, grande abraço. Comento pouco, mas sou um leitor assíduo do seu espaço, que está ótimo como sempre.

    Responder
  58. Arthur

    Dalcim sempre elegante nos seus comentários, mas não há como deixar de reconhecer o desempenho patético de Thiem na final.
    Jogo, mesmo, só no 1º set, entregue de forma bisonha com uma sequência impressionante de erros não forçados. Daí pra frente, foi só ladeira abaixo.
    Como eu havia escrito antes, essa nova geração não tem sangue nos olhos. Thiem já tinha se dado por satisfeito por estar na final, como deixou claro na entrevista pós-jogo. Entrar com a cabeça de que “essa não é a minha última final de Slam” é meio caminho andado pra perder. Era pra ter entrado pensando que esta seria sua última chance de ganhar um Slam. Aí, quem sabe, poderia fazer jogo duro com o Nadal.
    De minha parte, continuo achando deprimente esse retorno tardio do duopólio Federer-Nadal. Desde 2017, apenas os dois se revezam ganhando Majors. Isso é bizarro, considerando a idade de ambos.
    Perdoem-me a franqueza, mas acho que estou no modo “Safin-mandando-a-real”. “Jovens” beirando os 25 anos ainda não disseram a que veio. Borg, com 26, se aposentou com 11 Slams. Os mais “Jovens” ganhadores de Major da atualidade são Cilic (1) e Del Potro (1), ambos com 29. Wawrinka (3) já passou dos 30. E todo o resto (uns 250 Slams) são divididos entre Federer, Nadal, Djokovic e Murray.
    Ou a galera mais nova pára de respeitar tanto Federer e Nadal, ou daqui a 10 anos estaremos discutindo as mesmas coisas que discutíamos em 2006.
    É esperar pra ver.

    Um abraço

    Responder
  59. Cesar Valeixo

    Dalcim, qual a sua expectativa pessoal para nadal em Wimbledon? Quartas? Semi? Campeão? E no favoritismo estaria só atrás de federer?

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  60. Bruno Macedo

    Acho que no momento não existe alguém que goste mais de vencer do que o Nadal. Esse cara ama muito o tênis e ama muito vencer!
    Toda vez que torço para o Nadal não ganhar não é pq não gosto dele, pois, na verdade, gosto muito. Ele parece ser um sujeito muito legal, jeito de gente boa, até o sorriso dele demonstra que ele é um cara do bem. Mas eu sou contra a chatice de só uma pessoa vencer, então torço para o Nadal perder. Mas se tem uma pessoa merecedora do sucesso, essa pessoa é o Nadal.
    É sensacional poder assistir Nadal e Federer. Nossos filhos terão inveja de nós! rsrs

    Responder
  61. Isaias

    Thiem poderia ter jogado um bocado melhor, poderia ter trabalhado melhor com o primeiro saque, mais a verdade é que isso pouco adiantaria, talvez ums games a mais e só, Nadal foi monstruoso como de costume, confesso que não me espanto mais com o monstruoso Nadal, quanto a Halep fico feliz por vencer o primeiro Slam, estava torcendo por ela, porém confesso que apesar de ter torcido pra ela vencer o primeiro Slam o jogo dela não me agrada muito, muitas vezes a falta de potencia me deixa incomodado, por ser uma batalhadora espero sinceramente que ela consiga seus objetivos principalmente o de ser uma tenista mais agressiva para ganhar mais slams. Abraço Dalcim

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  62. LOMEU LIMA

    Parabéns ao maior jogador de saibro. Mostrou mais uma vez que reina absoluto no GS francês.
    Pelo menos aqui nesse espaço do tênis, havia muitos idólatras Federistas torcendo contra o N1. Devem estar bastante decepcionados.
    Já postei algumas vezes que não acredito que RAFA ultrapasse o número de GS de FEDERER. Pode até empatar, mas não o vejo superando a marca do suíço.
    Conseguir 11 títulos num mesmo piso é algo ímpar, merece todos os elogios. Muitos usam o chavão que NADAL não tem especialistas no saibro, razão pela qual reina absoluto. Discordo. Federer, Djoko, Wawrinka, por exemplo, são grandes jogadores nessa superfície. Isso sem contar alguns jovens que estão num patamar inferior. Mas vencer o espanhol é tarefa árdua em RG. Só lembrar que SODERLING é mais conhecido por vencer NADAL em 2009 que por algum título que tenha vencido.
    Enfim, a temporada de saibro ratifica NADAL como um dos 5 maiores jogadores de todos os tempos. No meu TOP5 está ao lado de FEDERER, BORG, SAMPRAS e LAVER. Que venha a temporada de grama e a certeza de grandes jogos, quem sabe marcados pelo equilíbrio, o que não tivemos em Paris.
    Dalcim, quem você coloca como grandes adversários de FEDERER em W? DJOKO deve jogar ou vai fazer uma pausa?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ainda não sabemos, Lomeu. Acho que Nadal e Djokovic em forma são adversários de peso. Juntaria aí o Cilic e o Zverev. Talvez Raonic e Kyrgios, se estiverem em forma.

      Responder
  63. Danilo BR

    Dalcim! A cada dia estou mais convencido de que a Next Gen só se tornará realidade quando Nadal e Federer se aposentarem. O resultado de hj foi mais do que previsível… O circuito segue sem novidades, Nadal vencerá Roland Garros mais umas 06 vezes e Federer ganhará Wimbledon mais umas 03. Só o físico e a idade os derrubarão. O circuito masculino tá muito obvio e essa Next Gen é uma piada, como disseram Safin e Fognini. Thiem com 24 anos nunca venceu um torneio importante sequer. Como poderia vencer hj??? Nadal e Federer muito beneficiados com o banzo de Djokovic e o afastamento de Wawrinka. Quanta monotonia… abandonei o jogo hj no final do primeiro set pois o andamento do jogo seria muito previsível a partir dali.

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  64. Felipe Velasquez

    Dalcim, mas que absurdo de números de Slam vencidos por Rafael Nadal, apenas em RG (11 e com possibilidade real de ainda aumentar). É quase a quantidade total de GS vencido por Novak Djokovic! Eu quero fazer uma pergunta: o que houve com o punho esquerdo já no fim da partida? Compromete a participação de Nadal em Wimbledon?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Teremos de esperar alguém falar, mas me pareceu um tipo de cãibra. Ele já vinha jogando com o punho protegido, Felipe. Sim, punho, cotovelo e joelho sofrem muito com a quadra de grama.

      Responder
  65. Sérgio Ribeiro

    Um Post irretocável. Não deixa passar nada em relação as qualidades do grande Campeão e suas melhorias, sem precisar diminuir o desafiante. Ao contrário colocando com clareza todo o seu potencial. Uma leitura obrigatória para os amantes do Tênis , e porquê não para os metidos a engraçadinhos e seus ridículos seguidores , que insistem em menosprezar novos talentos com o intuito claro de diminuir as conquistas do ONZE vezes Campeão de Roland Garros. Abs!

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  66. Miguel BsB

    Enquanto Rafael Nadal estiver bem fisicamente e competitivo, a pior especialização do mundo será a de “especialista no saibro”. Não tem mercado rs
    Não dá pra encarar o cara, Thiem joga muito, principalmente na terra batida, e simplesmente não foi pareo…
    Enquanto Nadal estiver por aí, é melhor tentar se especializar em física quântica, neurocirurgia, astrofísica… No saibro, o mercado é fechado e monopolista.

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  67. Ronildo

    Minhas condolências aos familiares de Maria Esther Bueno. Parabéns ao Dalcim pelas matérias cheias de sensibilidade e conhecimento sobre ela.

    Parabéns à Halep pelo título. Muito merecido. Gosto muito do jogo dela.

    Parabéns ao Nadal pela carreira e mais este título. Estes recordes de Nadal nunca serão batidos. Eu não acredito que outro tenista chegará a ter 11 títulos num slam
    Apesar de ser 3 sets a 0, achei que os pontos foram bem disputados, menos no terceiro set. E acredito que se o juiz não tivesse dado aquele vacilo de ter invertido um ponto que Thiem tinha acabado de sacar para fazer 2 a 2, o que prolongou o game por uns longos minutos, talvez o Thiem tivesse jogado com mais confiança, já que a tarefa lhe pareceria mais fácil. Foi um erro muito estúpido que ocasionou inclusive vaias. Só que as vaias devem ter sido direcionadas para o Thiem, que pode ter sido julgado como “espertinho” pela torcida. Coisas como estas abalam o emocional de esportistas éticos como ele.

    Responder
  68. Marcos RJ

    Acredito que o que acontece atualmente com o tênis feminino (várias atletas ganhando um GS pela primeira vez e alternância de campeões de GS) também vai se repetir muito em breve com o masculino, provavelmente em 2019.
    Basta alguém abrir a porteira (Zverev, Thiem?) e a nova geração vai começar a acredita que pode superar a velha guarda. Por enquanto Federer e Nadal ainda são os guardiões da grama e saibro e a maior oportunidade deve ser mesmo o US open, cuja superfície é mais lenta do que a Austrália. Fica minha expectativa para Alexander ainda em 2018, após essa boa campanha em Paris.
    A conferir.

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  69. Barocos

    De verdade, eu não sei como alguém pode chamar o Nadal de baloeiro. Seu jogo pode não ser tão plástico como o do Federer, mas ainda assim é extremamente eficiente. Em condições normais, ou seja, quando ele não possui nenhuma lesão o incomodando, muito poucos adversários conseguem incomodá-lo. Federer e Djokovic são dos raríssimos que conseguem.

    No mais, continuo na torcida para que o Djokovic ponha a cabeça no lugar e que volte a sacar bem, que o Federer permaneça no circuito por mais alguns anos e que o Murray volte enfim a disputar torneios.

    Uma época de ouro do tênis está, infelizmente, se aproximando do fim.

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  70. Nando

    Parabéns ao espanhol, q só ratificou a alcunha de maior saibrista de tds os tempos…será mto difícil (ou praticamente impossível) alguém alcançar seus feitos na lama seca. 11 títulos em RG.
    Dito isso, vamos lá…com td o respeito q merecem, essa geração q tem 24 anos pra cima, são tds uns FROUXOS e CONFORMADOS. Se contentaram (e se contentam) com a “coadjuvância”, já entram quase q derrotados contra os Bigs…e não fazem nada, absolutamente nada pra mudar tal fato, pois se conformaram com isso.
    Só poupo Zverev, Shapovalov e os outros moleques, pois estes têm mto a evoluir e já provaram q não tem MEDO, de jogar contra esses caras.
    Parabéns aos torcedores do balão.
    E q venha a temporada de grama agora!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa, Nando. Não entendi nada do seu comentário. Thiem já bateu mais Nadal no barro que o próprio Federer. Zverev levou um chocolate de Thiem em Rolanga . O mesmo serve para o Italiano que bateu Novak. E desde quando Federer, Novak, Murray ou Stan venceram Rafa em Final de RG ? O Austríaco jogou mais do que Stan na Final do ano passado. Ou, não ? Abs!

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  71. Nando

    Parabéns ao espanhol, q só ratificou a alcunha de maior saibrista de tds os tempos…será mto difícil (ou praticamente impossível) alguém alcançar seus feitos na lama seca. 11 títulos em RG.
    Dito isso, vamos lá…com td o respeito q merecem, essa geração q tem 24 anos pra cima, são tds uns FROUXOS e CONFORMADOS. Se contentaram (e se contentam) com a “coadjuvância”, já entram quase q derrotados contra os Bigs…e não fazem nada, absolutamente nada pra mudar tal fato, pois se conformaram com isso.
    Só poupo Zverev, Shapovalov e os outros moleques, pois estes têm mto a evoluir e já provaram q não tem MEDO, de jogar contra esses caras.
    Parabéns aos torcedores do balão.
    E q venha a temporada de grama agora.

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  72. AKC

    Creio que com esse título a Halep agora vai dar uma deslanchada. Também acho que o Thiem leva um RG, assim como Zverev algum Slam. E discordo parcialmente do que o Safin disse, não acho que os jovens estão amarelando diante de Federer, Nadal e Djokovic. Em parte isso pode até ser um peso extra sobre a nova geração, mas eu acho mesmo é que esses 3 são fora de série. Não é simplesmente falta de competência da nova geração, é que aqueles 3 são melhores mesmo.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Por que será que Safin com poucos SLAM resolveu se aposentar tão cedo. Terá sido somente a Vodka ? rs Ele encarava Sampras e Agassi em Final de carreira. Quando Federer surgiu em 2001 e depois Nadal ele picou a Mula rs. E quantos SLAM tem Fognini ? Ainda não tirou Set de Federer. Parece mais conversa de bêbados rsrsrs Abs!

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  73. Marcos André

    Acho que existe uma empolgação logo após a conquista de um título, é bom lembrar que desde 2011 o nadal não faz sequer semifinal em Wimbledon e o ano passado no us open pegou uma das chaves mais fáceis da história numa conquista de grand slam, vejo com reservas estas chances do nadal de faturar grand slam, excetuando Roland Garros

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  74. Lucas

    Parabéns ao Nadal, não há como não o admirar , independente de torcer ou não pra ele.Dalcim em seu texto como sempre nos deixa um dado interessante : Nadal ganhou 17 e Federer 16 slams ,podemos dizer simultaneamente,durante o mesmo período ,e por lógica enfrentaram os mesmos caras.Pros que justificam o recorde de slams do Federer na desgastada teoria da entressafra vale só pro suiço e pro espanhol não? É aquela história de encontrar motivos pra diminuir os feitos dos outros..

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  75. Fernando Souza

    Boa noite a todos!

    Dalcim, primeiramente parabéns excepcional texto para variar!

    Mais uma vez esse fenômeno chamado Rafael Nadal, calou minha boca.

    Pensei que dessa vez não iria ganhar, não é que ganhou e ganhou bem.

    Essa vontade de ganhar é uma coisa jamais vista no esporte profissional.

    Não tem como falar que Nadal, não é talentoso!

    Temos que agradecer em viver na mesma época que Federer/Nadal!

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  76. Maurício Luís *

    Misericórdia. 11 títulos de Roland Garros… Se eu fosse da organização do torneio, daria um troféu ‘hors concours’ pro Rafa e deixaria os demais se degladiarem pelo título. E nem dor no punho o deteve desta vez. Aposto como o LÓGICO deve estar, numa hora dessas, com uma bolsa de água quente na testa de tanta dor-de-cabeça. Porém continuo dizendo que não gosto do jogo dele, não importa quantos títulos de RG venha a conseguir. ALIÁS, essa feiúra de jogo bem que combina com a cara dele…
    DOMINIC THIEM – Disse ele que tinha um ‘plano’. Pois sim. Na prática, ficou parecendo aqueles planos ‘infalíveis’ do Cebolinha pra “delotar” a Mônica.

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  77. Oswaldo E Aranha

    Apesar da vitória do Nadal gostaria de fazer outros cometários. Fiquei triste mas gostei do documentário que o SPORTV 3 fez sobre a Maria Ester Bueno, nossa grande e querida tenista, aliás não poderia deixar de ressaltar a performance do Dalcim no referido programa, mostrando sua sensibilidade humana e artística compatível com o momento. Pena que o Band Sport não tenha tido a mesma sensibilidade e, ao invés de ficar repetindo a vitória do Nadal sobre o Del Potro, também não fizesse uma digna de justa homenagem à nossa rainha do tênis.

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  78. Efraim Oliveira

    Eu não dei palpite lá no outro post, mas o que tinha em mente era o seguinte… Nadal vence 3×0 7-5, 6-3, 6-2, em duas 2:30hs. Ao meu ver o Thiem desmoronaria após um duro primeiro set. Mas pelo que vi dos palpites, teve uns cinco que acertaram o placar.

    Tá certo que favoritismo não ganha jogo, mas daí palpitar 3×0 pro Thiem em cima do Nadal em pleno Roland Garros, aí foi o cúmulo do absurdo. Acho mais fácil Nadal aplicar 3×0 na grama em cima do Federer do que o Thiem alcançar essa proeza em Roland Garros.

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  79. Igor

    Dalcim, as chances são grandes de Nadal passar o recorde de Federer em Grand Slam. Isso já é um fato que não se discute.

    Minha pergunta é:

    O que seria mais importante para mensurar o MAIOR de todos os tempos?

    O número de títulos em GS ou mais tempo como número 1 do mundo?

    Abraços

    Responder
  80. Renato

    Nadal atropelou o Thiem. Ponto!

    Agora vem a temporada de grama e, Federer, provavelmente, vai levantar mais um slam.

    Acho um exagero o Mestre dizer que Nadal tem mais três ou quatro anos de tênis em bom nível. Uns dois e olhe lá. Também não vejo motivo algum para pensar que ele tem chances na grama. Vai a Londres á passeio mais uma vez.

    Sim, o espanhol tem chances nas quadras duras. Mas os favoritos sempre serão Federer e Novak se os dois estiverem em boa forma. E tem muitos jogadores em condições de bater o espanhol na grama e no cimento, o que não acontece no saibro.

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  81. Rubens Leme

    Dalcim, o que mais impressiona nesta geração é como eles continuam no augue após os 30 anos, algo impensável, a partir da década de 1980. Fiz um levantamento e tirando o Agassi, que se aposentou com 36 anos, o equatoriano Andrés Goméz com 35, o Lleyton Hewitt, com 35 anos, o Ivan Lendl, com 34 e o Carlos Moyá, com 34 anos (nenhum deles no auge, muito pelo contrário), os outros campeões de Slams antes da era Fedal pararam com as seguintes idades:

    Goran Ivanisevic, 33 anos
    Juan Carlos Ferrero, 32 anos
    Boris Becker, 32 anos
    Thomas Muster, 32 anos
    Mats Wilander, 32 anos
    Pete Sampras, 31 anos
    Michael Chang, 31 anos
    Sergi Bruguera, 31 anos
    Petr Korda, 31 anos
    Stefan Edberg, 30 anos
    Jim Courier, 30 anos
    Pat Rafter, 30 anos
    Marat Safin, 29 anos
    Kafelniov, 28 anos

    Assim, ver Nadal, com 32 e Federer, 36, na ponta do ranking, não apenas é assustador, como algo inédito, na Era Profissional. A pergunta que fica agora é qual o limite destes verdadeiros super homens.

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