Coração embala Laver Cup
Por José Nilton Dalcim
24 de setembro de 2017 às 19:54

A Laver Cup está aprovada como exibição de gala. Não bastassem a presença de Roger Federer e Rafael Nadal, o que por si só já seria suficiente para lotar qualquer ginásio, a seleção de estrelas foi bem feita, o sistema inovador mais ajudou do que confundiu e ficou bem claro o empenho de todos os envolvidos em jogar o melhor que pudessem nos três dias de competição.

Duas cenas resumem muito bem o que foi o evento organizado pela empresa do suíço: a cara de choro de Nick Kyrgios ao perder de Federer em partida muito equilibrada e a comemoração empolgada de Rafa ao final desse jogo decisivo, saltando ao encontro de Roger. O clima foi incrivelmente alegre, cheio de brincadeiras fora da quadra, sem perder jamais o caráter competitivo.

A sacada de colocar Federer e Nadal para disputarem juntos a dupla de sábado se provou brilhante. Ainda que não tenham jogado seu melhor – aliás, nenhum deles chegou perto disso em todo fim de semana -, foi um momento histórico para o tênis. Não eram apenas os líderes do ranking lado a lado, mas dois dos mais ferrenhos adversários da história do esporte, estilos antagônicos em todos os sentidos. Era fácil perceber a diferença na intensidade do espanhol perante a descontração maior do suíço. Ainda assim, foi muito legal ver o sorriso largo de Rafa em meio ao jogo, coisa extremamente rara de se ver no circuito tradicional.

GS

A presença de Bjorn Borg e John McEnroe como capitães dos times selou uma homenagem justíssima a verdadeiros ícones do tênis, e curiosamente também dois rivais do circuito de jogo tão diferente, porém grandes amigos. Juntar Laver com Federer, Nadal, Borg e McEnroe é quase como mixar capítulos espetaculares do tênis em todos os tempos.

A competição se provou muito mais interessante que a IPTL, a Liga Asiática. Não inventou moda, manteve os padrões básicos do calendário e talvez por isso tenha tido bons jogos todos os dias. Está garantida para 2018, mas é difícil se apostar na sua perpetuação, porque sabemos que a presença de Kyrgios, Alexander Zverev, Dominic Thiem e Marin Cilic se deveu muito ao empenho pessoal de Federer e ao compromisso assumido desde logo por Nadal. Sem os dois, talvez o futuro não seja tão promissor.

Bia, vice com louvor
Em sua primeira decisão de nível WTA, Bia Haddad Maia perdeu mas nem de longe decepcionou. Saiu atrás do primeiro set e continuou insistindo no plano tático, até começar a capitalizar os erros do jogo forçado da campeã de Roland Garros e, depois de desperdiçar dois set-points, ainda ganhou o tiebreak, um momento sempre muito emocional no tênis, diante de Jelena Ostapenko. E olha que a top 10 liderou até 4-3.

Aí naturalmente perdeu um pouco da intensidade e isso é geralmente fatal diante desse nível tão alto de adversária. Ostapenko pegou a oportunidade e disparou no placar, não fazendo a menor cerimônia para pedir apoio do público que lotava o estádio. O terceiro set foi uma gangorra incrível, com as duas tendo dificuldade com o saque e jogando bem melhor como devolvedora. Foram sete quebras em dez games, num misto de erros não forçados, ousadia e nervosismo.

Muito animador ver Bia jogando sempre perto da linha de base, tentando não abrir ângulos, e encarando pancadaria. Claro que a força dos golpes de Ostapenko é extraordinário, com difícil defesa quando ela pega em cheio. Falta à brasileira certamente um segundo saque mais intimidador, mas a semana em Seul foi outro grande passo no necessário e paulatino acúmulo de experiências.


Comentários
    1. José Nilton Dalcim

      Depende do piso… rsrs… No saibro, Nadal e Borg… Na grama, Federer e Laver… No sintético, Federer e McEnroe… Puxa, muitas alternativas.

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  1. Rafael

    Eu acredito que Djokovic jogando 100% não precisa nem de 10 anos para quebrar os recordes de Federer.

    O de Slams e Finals, 2 anos bastam.

    Acompanhem:

    Em 2 anos, 8 Slams = 12 + 8 = 20

    Em 2 anos, 2 Finals = Logo….

    Depois ele vai se dedicar a quebrar o recorde de fazer filhos, por enquanto está 2 x 4. Com 2 anos de quíntuplos, ficará 12x 4.

    Para pensar pequeno…..

    hehehehehehe

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  2. Maurício Luís *

    Arthur Ashe, o lendário jogador de Wimbledon, estava morrendo de AIDS, infectado com sangue administrado durante a cirurgia cardíaca em 1983.

    Ele recebeu cartas de seus fãs, uma das quais perguntou:

    “Por que Deus teve que escolher você por uma doença tão horrível?”

    Arthur Ashe respondeu:

    Há muitos anos atrás, cerca de 50 milhões de crianças começaram a jogar tênis, e uma delas era eu.

    Cinco milhões realmente aprenderam a jogar tênis,

    500 000 tornaram-se Tenistas profissionais,

    50 mil chegaram ao circuito,

    5 Mil alcançaram Grandslam,

    50 deles chegaram a Wimbledon,

    4 deles chegaram à semifinal,

    2 deles chegaram à final, e novamente, um deles era eu.

    Quando eu estava comemorando a vitória, com a Taça na mão, não me ocorreu perguntar a Deus ” Porque a mim? “.

    Então, agora que estou com dor, como posso perguntar a Deus, “Por que eu?” .

    A felicidade te mantém doce!

    Os julgamentos te mantém forte!

    As dores te mantêm Humano!

    A falha mantém você humilde !!

    O sucesso mantém você brilhante!

    Mas só a fé, o mantém em pé.

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  3. Renato

    Federer declarou que estava sentindo dor nas costas no U.S Open. Fica a certeza que, se ele estivesse 100%, teria vencido o slam americano, talvez sem ceder sets.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Bom, você bem sabe que isso daí não é verdade.

        Beira até à desonestidade intelectual, de quem não consegue aceitar que seu ídolo perdeu.

        O Nadal tava muito mais inteirão do que o Federer na final da Austrália.

        Dizer que o Nadal perdeu do Federer por causa de físico não é piada, é má-fé.

        Quanto mais o quinto set se alongasse, pior para o suíço e melhor para ele.

        O Federer ganhou do espanhol naquele dia, porque jogou um tênis espetacular, de técnica apuradíssima e arriscando muitas bolas…

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      1. José Viana

        Com todo respeito, discordo!
        É obvio que o Federer é um craque e é difícil ganhar dele mesmo. Mas no USO não vimos limitação nenhuma em seu jogo.
        Craques tb tem dias ruins. E um dos problemas do Federer é a falta de obediência tática.
        No jogo contra o Delpo ele poderia ganhar se mudasse a tática, mas ele preferiu marretar na direita do Delpo e aí perdeu, pq porrada por porrada a bola do Delpo anda mais.
        Porém nada garante que se eles jogassem no outro dia, um Federer mais inspirado não poderia ganhar.
        Tênis como qualquer jogo (aliás, por ser um esporte individual, ainda mais) depende muito da inspiração do dia, tem dias que nada dá certo! E tem dias que tudo dá certo!!
        Esse negócio de que ele ia ganhar… Puro achismo.
        Até pq ele levou uma peia do Delpo que nem deu pro gasto com o Nadal!!!
        Menos fanatismo e mais análise do jogo!! Abs

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        1. Rodrigo S. Cruz

          O que eu escrevi não teve nada de fanatismo.

          Foi a minha opinião.

          E penso que você falou bobagem quando citou que o Delpo ganhou dele, mas levou peia do Nadal, por causa do dia.

          Não foi por isto.

          Todo mundo viu claramente que o Delpo na semi, era um morto-vivo em quadra…

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  4. Pedro

    Dalcim, interessante o que o site divulgou hoje sobre as dores nas costas do Federer. Aliás, quem acompanha o tênis já imaginava que isso estava acontecendo. Ele afirma que só jogará quando estiver bem, mas, pelo jeito isso deve demorar, visto que ele jogou travado na Laver Cup, claramente se poupando e sem tempo de bola. Se ele pensar realmente no físico, deve dar atenção a uns 2 torneios de fim deste ano, sendo o Finals a principal meta.

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    1. Sérgio Ribeiro

      O parceiro assistiu qual Torneio – Exibição ? Até o próprio ( e não Kyrgios ) afirmou que o descanso o fez jogar novamente sem dores. Ao contrário de Montreal e do USOPEN. Declarou também que o N 1 fica em segundo plano pois só jogará quando estiver bem. Daí a Maratona do atual N 1 , nem pensar. Abs !

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  5. Rodrigo S. Cruz

    Bom,

    Esta última declaração de Federer jogou uma pá de cal na esperança de quem queria vê-lo brigar pelo número 1.

    Até que o Djokovic e o Murray voltem, o número 1 ficará mesmo com o Nadal.

    E o Federer confessou o que todo mundo já sabia.

    Ele jogou o US Open com a velha dor nas costas, e por isso tinha poucas chances de vencer o torneio.

    Pra dos melhores, só estando 100% fisicamente.

    E isto ficou evidente na Austrália, Indian Wells e Miami.

    Sobre Wimbledon não dá pra falar muito.

    A chave foi fácil, teve um rival pífio na final, e foi pouco exigido na parte física.

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    1. Anderson Kleiner

      Acho que desejar isso não é necessariamente bom ou ruim, é só uma intenção de longo prazo que ele sabe bem não ser provável de acontecer, exceto se ele não estiver muito preocupado com planos familiares e tal. Talvez seja melhor classificar como “sonho”, em vez de intenção.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Lógico que não!

        Só persegue que tem o mínimo de CHANCE…

        O Djokovic tem 12 Grand Slams.

        Quem mais você vê com jogo, e principalmente idade, pra igualar 19 majors. O Rogerinho?

        (rs)

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        1. Jefe

          Nesse caso, ninguém tem chance nesta geração.
          Mas dizem que tem, desde 2008.
          Mas não tem.
          Os números continuarão sendo 237. 302. 19. 6.
          Só mudam esses número se Ele ganhar algo a mais, ainda.
          Abraço.
          rssss

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    1. Anderson Kleiner

      Eu sempre achei improcedente os tops reclamarem, já que financeiramente não há pra eles o menor problema em fazer um calendário diferenciado, abdicando dos torneios menos interessantes. Alguém que esteja voando na temporada e chegando em todas as finais (5 jogos por semana), alcança rapidamente o top 20 e pode se dar ao luxo de jogar apenas os torneios maiores. Mesmo um Djokovic-2015 pode muito bem montar um calendário somente com Masters e Slams e ter tempo suficiente pra descansar entre um e outro…

      Quem tem o que opinar e reclamar são os “peixes pequenos”, na faixa de 200-50 do ranking, que muitas vezes sofrem pra se manter no World Tour, tendo que disputar qualis e tudo mais (obviamente se o mesmo dinheiro disponível aos tops), perdendo o tempo todo nas primeiras rodadas dos torneios maiores e a cada semana repensar onde vai jogar na semana seguinte. Esses sim sofrem com torneios colados e tal…

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  6. JANAINA M DIAS

    Dalcim, vejo que temos opiniões semelhantes sobre o sucesso dos torneios no futuro: sem FEDERER e NADAL o interesse cai muito e, após eles se aposentarem, os diretores de torneio vão ter que rebolar pra alavancar a venda de ingressos.., principalmente para as primeiras rodadas..
    A incerteza sobre Murray, Djokovic e Wawrinka também pesa sobre o futuro do esporte, pois não se sabe até quando e em que nível irão jogar. O Wawrinka se disse satisfeito e otimista com o resultado de sua cirurgia (há 1 mês e meio atrás), e ansioso pra voltar, é esperar pra ver..
    E torcer para a NextGen se firmar em qualidade técnica, regularidade e carisma para perpetuar a glória do tênis..

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    1. Anderson Kleiner

      Depende mais do carisma pessoal da NextGen do que exatamente do coleção de títulos que eles irão conquistar. Ou melhor dizendo, depende mais de como os executivos organizadores continuarão promovendo a competição. Quando o Big 4 se aposentar (daqui a, sei lá, 5 anos), a NextGen pode muito bem dar o mesmo nível de entretenimento que temos hoje, embora provavelmente não se tornaram imediatamente os quebradores de recordes que são os ídolos atuais.

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      1. JANAINA M DIAS

        Também acho Anderson, que vai depender bem mais do carisma e personalidade do que de títulos e recordes..só que agora acho mais improvável o Big 4 estar jogando daqui a 5 anos..

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  7. Arthur

    Dalcim,

    Infelizmente tenho andado meio sem tempo ultimamente e por isso não tenho comentado muito. Mesmo assim, tenho acompanhado as discussões aqui no Blog.
    Tenho um monte de coisas pra comentar sobre a Laver Cup, mas desde logo gostaria que você me tirasse uma dúvida técnica:
    no jogo de duplas de Nadal e Federer, o espanhol se posicionava do lado esquerdo da quadra e o suíço, do lado direito.
    Assim, ambos cobriam as partes externas da quadra com seus respectivos forehands, deixando o centro a ser coberto com os backhands dos dois.
    Não seria mais lógico o inverso, já que assim haveria mais possibilidade de uso dos forehands, já que grande parte das bolas vem pelo meio da quadra?

    Um abraço.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, seria o lógico se os dois estivessem minimamente entrosados. Como não estavam, cada um optou por jogar na posição que se sentem mais confortáveis, acredito eu.

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    2. LUCIANO BERNAL

      Mostraram a reunião entre Borg, Federer e Nadal para discutirem a tática que utilizariam no jogo. E o Federer falou que se sentia melhor jogando do lado direito. Dai Nadal respondeu que por ele tudo bem.

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  8. Marcio

    Mestre Dalcim!
    Sobre a Martina Hingis, há no circuito feminino ou masculino outro jogador(a) que tenha títulos de SLAM tanto em simples como em duplas e duplas mistas??
    Os títulos dela são sensacionais!
    Abraço.

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  9. Anderson Kleiner

    Já estou aqui me antecipando e imaginando a pesquisa “Melhores do Ano 2017”, heheheheh… Até agora, final de setembro, houve muitas surpresas, como o sucesso absoluto da 1ª Copa Laver, mas o fato do ano e maior surpresa continua sendo, pra mim, sem dúvida a conquista do AO (pela baixa expectativa em torno do #18)… Acho que só uma eventual volta ao topo dop Federer (no Finals contra o Nadal de novo, já pensou?) seria mais incrível.

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  10. Sérgio Ribeiro

    Precisou a Laver Cup para alguns Fanáticos comprovarem o que sempre correu. Uma admiração e respeito mútuo entre umas das maiores rivalidades desse Esporte Espetacular. A diferença e’ que o Destro-Canhoto , 5 anos mais jovem, ganhou seu primeiro SLAM com o outro já próximo ao Auge. E ao longo dessa jornada , nunca faltou o reconhecimento do Suíço de quem era o Rei do Saibro, e do Espanhol e do seu Tio , de quem era o mais completo. Difícil acontecer com Contemporâneos ainda em plena atividade. Novak 3 X 2 fora do Barro e 0 X 2 em Finais no Barro, não é muito diferente de Federer 3 X 2 fora do Barro e 0 X 4 em Finais de SLAM no Barro. Como na primeira ja’ temos 50 Jogos contra 37 da segunda, devido à idade , não parece difícil acertar qual será a maior rivalidade da Era Profissional. A diferença e’ que assim como Sampras X Agassi também com 5 Finais fora do Barro e 34 jogos, jamais atingiram ainda em atividade, o que Rafa e Roger conseguiram . A anos atribuo ao fato de não pertencerem a mesma geração. Parece que o Tempo vem conspirando a favor da minha tese. ABS!

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    1. Fabricio

      Deveria mudar seu nome para Sérgio Ribeiro “Fora do Barro”. Não entendo essa distinção entre “barro” e “fora do barro”, o placar em finais de Grand Slam entre Nadal e Federer é de 6 x 3 pro espanhol. Ponto! Vc sempre tem essa história de “no barro e fora do barro”. O saibro é um dos pisos tradicionais do tênis, assim como a grama. Quando se fala nos títulos de Sampras nunca vi ninguém dizer que “ele tem 14 títulos de Grand Slam mas só 7 fora da grama”. O mesmo se dá com Federer: nunca vi dizerem: ele tem 19 títulos, “mas só 11 fora da grama” ou “só 9 fora do piso duro”. Quanto às finais de Grand Slam entre Federer e Nadal eles jogaram 9 finais: 5 nos pisos favoráveis ao Federer e 4 no piso favorável ao Nadal. Placar 6 x 3. Ponto!

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      1. José Viana

        Fabrício, está correto! Só de se falar barro, nota-se o desprezo pelo saibro… Logo nós brasileiros… (Guga, lembraram?)
        Grand Slam é Grand Slam e ponto final!!!
        Nadal e Federer são gênios.
        Federer tem mais Grand Slans, Nadal ganha no confronto direto!
        Cada um com sua história, e com humildade suficiente para se respeitarem e além disso… se reverenciarem!!!
        Façamos como eles e aproveitemos este momento!!!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa, Caro Viana. Preconceituoso e’ aquele que desconhece que Saibro e Barro, são a mesma superfície. Assim como Grama e Relva. O Comentário deixa bem claro quem é considerado o Rei do Saibro. Agora se o amigo pesquisasse sobre as grandes rivalidades da Era Profissional em Finais de SLAM, veria que BORG X John McEnroe, Sampras X Agassi , Sampras X Becker, Edberg X Todos ( inclusive Lendl ) e Etc … simplesmente nenhuma FINAL aconteceu no tradicional Saibro ou Barro. Se Novak e Federer também não tiveram a oportunidade de disputarem entre si uma Final em Rolanga , em nada diminue a supremacia do Espanhol no Geral sobre ambos . Recalcados e’ que ficam “sentidos” quando se demonstra os números dos confrontos nos diferentes pisos, com o ridículo papo de que um favorece mais ao outro. Esta’ escrito claramente Federer 0 X 4 no Barro frente ao Espanhol. Abs!

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      2. Sergio Ribeiro

        Meu Caro, Fabrício. Pistol Pete Sampras, jamais fez UMA só FINAL no Saibro de Rolanga. Assim como GUGA jamais fez UMA fora do Saibro de Roland Garros. E Agassi fez Duas. E Novak Três. O Craque Suíço fez CINCO. Aceita que dói menos rsrsrs ABS!

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      3. Luiz Fernando

        Perfeito, essas teorias furadas equivalem a expor, se fizermos uma analogia com o futebol, que se A vencer B no seu estadio a relevancia seria uma e se vencer no estadio de B a relevancia seria outra. Desde quando alguém faz esse tipo de analise no futebol, o q conta e o histórico de A vs B. Isso apenas traduz uma realidade: a dificuldade de reconhecer os méritos do adversário e suas conquistas. Tipico do segmento ao qual o humilde SR pertence.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Leia com atenção , L. F. Em momento nenhum qualquer dos Tenistas e’ diminuído em nada. O passador Internacional de Recibo continua em grande forma kkkkkkkkk Abs!

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  11. Eduardo Martins

    As posições das câmeras deste torneio estavam sensacionais e se mostraram bastante inovadoras. Tinham até câmeras na rede. E o desafio também achei bem legal mostrando praticamente um replay do lance até aproximar o zoom na marcação. Deveria ser padronizado para todos os grandes torneios e eventos de tennis, principalmente a cor da quadra que dá um contraste perfeito para a cor amarela da bolinha.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que isso daria uma boa injeção nos torneios de duplas – basta ver o que acontece em Indian Wells, onde eles ganham um cachê maior para disputar duplas.

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      1. André

        Acredito que o Diego tenha se referido à possibilidade de Fedal ganharem das principais duplas do circuito…
        Acredito que se eles treinassem seriam uma ótima dupla. E poderiam ganhar sim dos principais duplistas.
        São foras de série no quesito competitividade e cabeça.

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          1. Geraldo Carvalho

            Dalcim, por hipótese, quem vc recomendaria para formar dupla mista, tanto para Nadal qto para Federer? Abs.

  12. RV

    O que Federer e Nadal mostraram nesses dias de Laver Cup deveria servir de exemplo pra todos nós amantes do tênis. Embora disputem há 13 anos boa parte dos principais títulos do circuito, o respeito, a admiração e (por que não dizer) a amizade estão acima de tudo, deixando claro que entre eles não existe nem uma fagulha sequer dessa rixa que se criou entre os torcedores deles, que agem, de um modo geral, como se estivessem em um estádio de futebol. Tênis é diferente, preferências à parte. Sigamos esse belo exemplo.

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    1. AKC

      Alguns torcedores se projetam em seus ídolos e criam rivalidades imaginárias; enquanto isso, as figuras reais vivem suas vidas e ignoram solenemente o que se passa nas cabeças dos fanáticos.

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  13. Pedro

    Dalcim, pesquisando sobre a Bia Haddad e o problema no ombro, que você citou nos comentários do post passado, achei uma entrevista em que era relatado que a mesma teve duas intervenções no ombro e ainda teve problemas de hérnia de disco. Em relação ao ombro, como você já havia dito, foi decorrente de uma queda, isto é, foi um acidente, mas a situação da hérnia de disco em uma tenista tão nova, achei estranho. Quem não está tendo contato tão próximo com o esporte competitivo, não sabe o que está acontecendo em relação a isso. Temos a ideia que este tipo de lesão (hérnia de disco) só aparece em pessoas de mais idade devido a degeneração, ou então em pessoas não preparadas fisicamente (que não seria o caso de atletas). Isso é muito comum em atletas novos, como o caso dela?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não sou especialista no assunto, Pedro, mas me disseram à época – isso foi dois anos atrás – que não é nada comum um atleta de então 19 anos sofrer com hérnia de disco.

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  14. Luis Correia

    Sobre o nosso queridissimo Bellucci, que inspira milhoes de criancas no Brasil. Em 26/7/2010 assumiu a posicao #21 do ranking da ATP, sua melhor colocacao na carreira, com 1732 pontos. Se na mesma epoca nos anos seguintes tivesse repetido essa pontuacao, poderia ter alcacado a posicao de #16 no mundo em 2012. Raking para 1732 pontos por ano, no final de Julho:

    2010-07-26 – #21 (melhor ranking da carreira de Bellucci)
    2011-07-25 – #19
    2012-07-30 – #16
    2013-07-29 – #22
    2014-07-28 – #17
    2015-07-27 – #19
    2016-07-25 – #21

    Nao eh nada, nao eh nada… nao eh nada mesmo.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A empresa se chama Tennis8. Sim, ninguém jogou de graça. Padrão foram US$ 250 mil, mas obviamente alguns receberam menos (Tiafoe, Verdasco…) e outros bem mais (Nadal) e outros um pouco mais (Zverev, Thiem, Cilic).

      Responder
  15. cesar valeixo

    Dalcio, você tem alguma ideia de quanto era o cache para roger, rafa, zverev no total? falaram que era 250 mil dólares fixos mais um valor de acordo com o ranking…..

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    1. José Nilton Dalcim

      Federer era o dono do evento, então não deve ter recebido além do lucro final. Acredito que Nadal deve ter recebido pelo menos 500 mil euros.

      Responder
  16. O LÓGICO

    Guru, definitivamente Ele voltou kkkkkkkkkkkkkkk
    https://www.youtube.com/watch?v=e0BM1UGHtZo

    Nadalzetes, procurem no youtube alguma coisa similar do Robozinho no mesmo torneio kkkkkkkk
    Aliás, como as jogadas “especiais” do Roger são algo que afeta profundamente a alma de vocês e aviva aquele sentimento interno de “NUNCA SERÃO” kkkkkkkkkk, vão diretamente ao 10 : 44 e vejam a cara do UNIDIMENSIONAL após o Rei ter realizado uma jogada supra terrena kkkkkkkkkk

    Responder
  17. Juninho Fonseca

    Dalcim…deu p perceber algo sobre as costas e o nível de jogo do Federer,ou esses jogos exibições não fornecem essas informações?? parece q o pessoal jogou p valer esse torneio… não?

    Responder
  18. Rodrigo S. Cruz

    O assunto mais badalado aqui foi o abraço do Nadal no Federer.

    Só não entendi o motivo de tanta admiração…

    O Federer SEMPRE mostrou que ele o Nadal apesar de rivais, têm um bom relacionamento.

    Basta pegar as recorrentes entrevistas em que o Federer rasga de elogios, o espanhol.

    Responder
    1. Anderson Kleiner

      É que nunca houve uma demonstração de amizade entre os dois que aparentasse ser espontânea. Elogiar um rival esportivo bem-sucedido é mais do que praxe e não demonstra um carinho especial por ninguém. Ele já fizeram dezenas de ações juntos, mas eram sempre atividades beneficentes ou de patrocínio, uma coisa um pouco roteirizada. Na Laver Cup o abraço foi uma genuína explosão de alegria por ver um companheiro de equipe vencer algo que disputavam juntos. Ali não tinha ranking, nacionalidade, números, rivalidade ou dinheiro ($ bem, quer dizer… eu acho $). Eram um time e a felicidade foi conjunta. Concordo que não foi nada tão emocionante assim, mas dará uma bela imagem pros anais do tênis.

      Responder
    2. Mário Fagundes

      Rodrigo, SEMPRE houve muitas demonstrações de respeito e admiração por parte dos dois. Mas uma coisa é demonstrar isso nas entrevistas; outra, é EXTERNAR esses sentimentos em quadra, defendendo uma mesma equipe, jogando juntos, torcendo um pelo outro, trocando dicas, discutindo táticas, comemorando o título.

      Responder
  19. Lucas Quagliato Narcizo Ribeiro

    Dalcim, realmente o momento da comemoração do Nadal saltando em cima do Federer é histórico, deixando de lado toda aquela enorme rivalidade que foi construída durantes todos esses anos, e deixando evidente que a admiração entre ambos hoje é muito maior que a rivalidade entre eles. Dalcim, no atual momento das carreiras de ambos, é muito difícil que joguem duplas em algum torneio, pois estão no topo do ranking e estão escolhendo a dedo os torneios que disputam, visando não sobrecarregar seus físicos. Mas num futuro próximo, até pela idade de ambos, você acha possível eles disputarem duplas, como por exemplo em um Grand Slam? E se eles se prepararem e treinarem para isso, pelas características e genialidade de cada um, você acha que eles seriam uma dupla fortíssima?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho bem difícil que formdm uma dupla fixa, mas não seria impossível num torneio específico. São dois fora de série mas precisariam se entrosar.

      Responder
  20. Daniel

    Dalcin, tudo bem?

    Você acha que esse formato da Laver Cup, pode inspirar mudanças no formato da Davis? O que você aprova do modelo e que em sua opinião poderia ser aproveitado?

    Lembrando que a Davis começou como um desafio entre britânicos e americanos, que evoluiu para esta grande competição que temos hoje.

    Abs, Daniel

    Responder
      1. Daniel

        Entendi Dalcin, mas nesse formato que você sugere, seriam melhor de três jogos? Duas simples e uma dupla, em 5 sets? Ou mantém -se 5 jogos em três sets?
        Acho que seria bacana mesmo.

        Responder
  21. Natal Assunção

    A relação de Nadal e Federer mostrada na Laver Cup demonstra, no mínimo, o quão rídiculos somos, como fanáticos, ao “brigarmos” entre nós em provocações sobre qual deles é melhor, qual deles tem mais, muitas vezes com rixas e baixarias, acintosamente e sem respeito à opção dos outros. O exemplo mostrado por eles não pode (ou não deve) ficar inócuo, sem provocar mudanças sobre a forma de pensarmos e agirmos.

    Responder
  22. Eduardo Martins

    E não é que a maioria do pessoal daqui gosta também do Rafael Nadal. A implicância só fica forte quando é valendo os recordes quase insuperáveis do Roger Federer. Digo quase insuperáveis, porque do meu ponto de vista, nenhum tenista em atividade tem mais condições de ultrapassá-lo em nenhum quesito. Acho q só daqui uns 50 anos ou mais, com a evolução da medicina esportiva, cordas, raquetes e talvez até algum tipo novo de calçado, é que vão surgir novas ameaças aos recordes do suíço e do espanhol. Parabéns a todos!

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  23. Bolas&grips

    Curtir bastante a Cup Laver, apesar de não ter visto muitos jogos como gostaria. Acompanhando o Tênis a coisa de 08 anos, achei muito divertido ver os jogadores assistindo os jogos e dando pitaco, fazendo festa; e, na maior parte das vezes, de forma muito respeitosa, o quê difere da Davis que, por vezes, abusa de momentos agressivos, lembrando em muito as grosserias do futebol

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  24. Mário Fagundes

    Gostaria de ver Federer e Nadal juntos num futuro breve (em que ambos estarão aposentados), disputando o circuito de duplas. A montanha de dinheiro que essa parceria movimentaria e o grande bem que eles fariam ao esporte é imensurável. Seria espetacular torcedores de Federer e Nadal unidos numa só torcida. rsrsrs. Dalcim, você enxerga alguma possibilidade dessa parceria acontecer?

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    1. Nas entrevistas eles descartaram a possibilidade de jogar Slams juntos, os dois disseram que o foco é em simples e os deixaram claro que não querem jogar duplas depois de aposentar em simples. Creio que só em exibições e torneios pequenos isso poderia acontecer de novo.

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  25. E eu esperava um torneio de exibição de luxo e acabou se tornando uma bela surpresa.
    E a europa, que parecia que ia vencer facilmente, quase teve que jogar o jogo desempate, graças principalmente ao Kyrgios, que se desdobrou para virar contra o Berdych, venceu Nadal nas duplas e ainda quase venceu o Federer no último jogo.

    Hoje o Monteiro venceu a sensação chinesa. Enquanto nossos juvenis estão custando se adaptar ao circuito profissional, esse menino já venceu challenger e ainda ficou perto de vencer o monteiro hoje. Me parece um pouco o estilo do nishikori, gostei de ver

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    1. Sérgio Ribeiro

      E’ que poucos sabiam do regulamento, Caro Luiz. Os pontos nas Vitórias aumentavam nos dias Finais. Isso para manter todos ligados. O ponto fora da curva, não foi nem Kyrgios. Foi a inédita derrota de Rafa Nadal para Isner. E quanto ao comentário do amigo no outro Post anterior sobre o envelhecimento precoce do jogo de BORG e Federer , a meu ver e’ um grande equívoco. Um se aposentou aos 26 e o outro fez ajustes no seu jogo ao longo da carreira. Somente joga aos 36, por encurtar os pontos como queria Edberg, e evitar os Rallis ao máximo com um Backhand agressivo pegando na subida. O que lhe possibilitou mais dois SLAM ao lado de Ljubicic. Abs!

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  26. Renatinho

    Dalcim, eu acho que o torneio acabou tendo uma boa qualidade de tênis. Esse jogo do Federer e Kyrgios foi de ótimo nível. Foi bem exigido ambos os 2 tenistas. Gostou do jogo entre Kyrgios e Federer ?

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  27. Rubens Leme

    Como fã de Borg e dos seus jogos icônicos com João Macarrão, esta foto é tocante. Além disso, reúne 4 dos maiores da história (Borg, Laver, Nadal e Federer). Faltou o Sampras para fechar o top 5, mas Big Mac está entre os 10, talvez na sétima ou oitava posição, pau-a-pau com o Ivan Terrível.

    Concorda, Dalcim?

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      1. Rubens Leme

        Se fosse fazer uma lista com aqueles que jogaram a Era Profissional, além dos cinco citados, do sexto ao décimo, para mim seriam, Djokovic, McEnroe (pela soma de Slams em simples e duplas), Lendl, Connors e Roy Emerson.

        Se incluísse a Era Amadora, precisaria arranjar espaço para Bill Tilden (EUA, 10 Slams), Ken Rosewall (AUS, 8), Fred Perry (GB, 8) e René Lacoste (FRA, 7).

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  28. Hugo

    Federer e cia se inspiraram na Ryder Cup
    Competição de golfe que acontece a cada 2 anos
    E é Europa x EUA e os melhores golfistas do mundo
    fazem questão de participar
    Espírito de equipe e jogos acirrados é sucesso de
    público e mídia
    Tomara que a Laver Cup siga o mesmo caminho
    e tenha vida longa

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    1. José Nilton Dalcim

      Por enquanto, ela está garantida no WTA de Luxemburgo. Acho que não terá muito mais além disso. Top 30 ainda é um salto grande demais, Luís. Será ótimo se ela atingir o top 50.

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  29. José Viana

    O melhor de tudo foi ver q os dois além de serem gênios do esporte sabem a importância do outro para o esporte. Nesse fds os dois se reverenciaram o tempo todo. Ao final, aquela comemoração do Nadal pulando em cima do Federer foi fantástica. Momento único!!!
    Apesar de tanta demonstração de admiração mútua, ainda tem alguns aqui que preferem falar mal dos dois maiores tenistas da história!!
    Viva o tênis!!

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  30. Erick Fioretti

    Caro mestre Dalcim e amigos,

    O seu resumo através das duas imagens destacadas foi cirúrgico, como sempre.

    Para esses caras, quando se escuta o “play” é pra valer. A competição está no sangue, não acha Dalcim?

    Como muitos dos amigos comentaram, a comemoração intensa entre os dois maiores (GS, rivalidade e mídia) que vi jogar foi algo realmente lindo de se ver, pra aqueles que amam o esporte.

    Sobre a Bia, eita menina atrevida! Só tem a crescer!!!

    Grande abraço.

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  31. Bernardo

    quando a WTA vai oferecer serviço oficial de streaming dos torneios? faz mais de 1 ano que a tennistv não passa mais WTA, já anunciaram o início dos serviços várias vezes e nada…

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      1. Pedro

        Pesquisei sobre o assunto, e vi que um brasileiro, fundador da Ambev foi um dos investidores (pelo menos a notícia era de 2016, não sei se mudou algo). O torneio ao meu ver foi um sucesso, por ser mais descontraído que um ATP e mais sério que uma exibição. Valeu a iniciativa, mas como comentei antes, acho muito difícil vingar a longo prazo. Federer ainda está jogando e acho que ele foi fundamental em todo o processo. Pelo que vi na TV, o torneio pareceu ser mais bem organizado do que o próprio Finals, embora tenha grande semelhança em relação ao estádio e etc….

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          O brasileiro em questão é o megaempresário Jorge Paulo Lemann, que foi também um tenista de bom nível e chegou a disputar Copa Davis tanto pela Suíça como pelo Brasil.

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  32. Mário Fagundes

    Federer e Nadal não jogaram o melhor tênis na Laver Cup. Sim, e daí? Gostei muito do torneio, onde houve jogos muito melhores do que quase todo o USOpen. Que bacana ver os dois jogando duplas! Enfim, posso dizer que, um dia, torci para Rafael Nadal. rsrsrs. Como é competitivo esse espanhol! Aquela comemoração emocionante no final de Nadal, pulando em cima de Federer, traduz tudo o que foi o torneio: Histórico!

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    1. Mário Cesar Rodrigues

      È isto o porque tem a maioria dos fãs os que não apreciam o estilo de jogo dele no fundo o admira!então essa briguinha horrivel que existe aqui com gente lá de cima jogando fogo nas entrelinhas querem ver o circo pegar fogo olha o exemplo de camaradagem existente entre Rafa e Federer não pode ser forçado é uma coisa natural!

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  33. Maurício Luís *

    A Bia Maia, além de uma jogadora grande, agora está se tornando uma grande jogadora. Encarou a campeã de Roland Garros, perdeu na negra, mas caiu de pé. Que bom ver o esforço dela dar resultado. Tenho esperança de que ela vá deslanchar ainda mais. E ainda por cima é bonita e graciosa. Sorte do cearense Monteiro!
    Uma observação quanto ao aniversário da segunda batalha dos sexos, entre Jimmy Connors e Martina Navratilova. Respeito e reconheço todo o invejável histórico dela, mas nunca me simpatizei muito com a pessoa, em parte por fazer gestos que considero pouco adequados a uma dama . Como no momento em que fez um ponto, fechou os punhos e juntou os braços ao corpo. Entendo que ela deveria considerar o momento histórico, tudo sendo filmado… Não só ela, mas todas as líderes do ranking deveriam ponderar que são exemplos para gerações futuras.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        A diferença e’ que na original ” Batalha dos Sexos ” , Bily Jean King após a vitória , se transformou num ícone do movimento da igualdade dos sexos , com o advento da WTA e premiações equivalentes. Este entre Navrativola ( Gay assumida ) e com muitas amigas no Circuito inclusive a namoradinha da América , Chris Evert ( ex- Connors ) , chamada de ” Batalha dos Campeões ” , foi mais pelo dinheiro. Jimmy aos 40 , então TOP 84 , provocou a então TOP 5 e deu no que deu. Naquela época , Seles, Steffi e Sabatini dominavam o Circuito e chamavam muito mais atenção que a já titia . Mesmo assim foi um sucesso de audiência devido à grande combatividade de Martina. Acabou recebendo flores de Jimbo e terminou tudo bem ( ambos confessaram que ficaram mais nervosos que disputando SLAM ). Abs!

        Responder
        1. Maurício Luís *

          Grato, Sérgio. Quanto à Martina, não é pela opção sexual dela que não me simpatizo. O que nunca gostei é daqueles trejeitos e gestos. A Amelie Mauresmo, por ex, é também assumida, mas sempre se portou com elegância.

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  34. Márcio Souza

    Salve, salve galera!

    Que pena a Bia não ter conquistado o título hoje, mas fica o aprendizado e a certeza de que essa brasileira ira nos dar muitas alegrias ainda no circuito.

    Quanto a Laver Cup gostei muito do que vi, oa tenistas levaram os jogos a sério e tivemos grandes jogos, com muita disputa e belos duelos, me arrisco a dizer que teve muito mais emoção do que o US Open.

    E a melhor notícia fica por conta do GOAT não ter sentido as costas e apesar de não ter tido atuações magistrais, jogou e correu muito, o que certamente deixa os fãs com esperanças de ve lo atuar saudável e bem preparado para esses torneios de final de temporada e obviamente para buscar o número 1 no Finals.

    A imagem que fica é a de Nadal torcendo muito pelo Federer e no final na explosão de alegria após o ponto final, ver o espanhol se jogando no colo do suíço foi algo totalmente surreal, que momento espetacular presenciamos hoje!

    Não consigo imaginar por exemplo o Cotonete fazendo isso pelo Federer ou pelo Nadal, afinal de contas o NOTA DE 3 REAIS assim como a sua torcida modinha, que cabe num fusquinha, não conseguiriam demonstrar espírito de equipe e ser humilde ao ponto de se emocionar e torcer por alguém que não seja o seu próprio umbigo, como temos vistos em alguns comentários de pseudo torcedores do sérvio aqui.

    Tenho participado pouco por aqui, mas a participação la no grupo do wats é constante e diária, mas não deixo de ler os seus posts Mestre e de prestigia lo.
    Mesmo não comentando com a mesma frequência de antes, acredito que tanto eu como uma infinidade de apreciadores do seu Blog continuaremos sempre acessando aqui o Blog e te acompanhando Mestre.

    Um abraço a todos e uma ótima semana galera!

    Responder
  35. O LÓGICO

    Rapaz, o André chegou primeiro que eu kkkkkkk. Mas na hora que vi a sena horripilante do UNIDEMENSIONAL pulando encima do Fedex, mesmo sabendo que ele tá com problema nas costas, minha alma partiu em duas kkkk e eu pensei: não, não pode ser que o robozinho – primogênito do capeta, é bom que lembremos kkkk – tenha chegado a esse nível de perfídia kkkkkkkk E logo eu lembrei da cena em que o Neymar foi agredido na copa do mundo do Brasil pelo colombiano Zúñiga kkkkk – cenas muito próximas kkkkkkk. Mas essa imagem foi varrida de minha mente pela lembrança do Otelo de Shakespeare kkkkkk, que se fez de amigo e por inveja – frise-se kkkkk – armou pra cima do Mouro levando-o a se matar, após assassinar a Desdémona por acreditar que o havia traído com Kássio.

    Eu acredito até que o L Fraterno da última semana e o M Caridoso desconfiam da real intenção do robozinho das trevas kkkkkkkkkkkkkkkkkk E tudo sob orientação da Nike kkkkkkkkkk

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  36. Carlos Lira

    Dalcim, a minha surpresa foi ver os jogos disputados em níveis elevados e longe da palavra exibição. Arriscaria dizer até que a Laver foi um torneio tecnicamente superior ao USopen, ainda que seja difícil comparar os torneios.

    Responder
  37. Elder

    Boa noite, Dalcim.

    Tá difícil escolher um momento do suíço e do espanhol em 2017, hein? A vitória do Federer na Austrália, La Decima do Nadal em Roland Garros, Wimbledon sem ceder sets do Federer, Fedal juntos em duplas, essa foto histórica dos dois celebrando uma vitória…

    Que ano!

    Responder
  38. Roberto Rocha

    Sensacional essa Laver Cup…reunião histórica de Lendas Vivas…Laver, Borgh, Mac Enroe, Federer, Nadal…
    Jogos bem disputafos e de bom nível…a quadra negra…a iluminação…tudo muito bom. Que venham novas versões desse torneio!

    Responder
    1. André Barcellos

      Não torço pelo Nadal, mas acho que a carreira dele já está além de Sampras.
      Principalmente por ter completado o Grand Slam na carreira e por ter mais títulos de major.
      Claro que falta o Finals ao espanhol, o que é bem relevante, bem como Sampras ter ficado mais tempo como número 1…

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  39. Nando

    Mestre, o q achou dos técnicos? Eu particularmente gostei do McEnroe, mto vibrante e participativo.
    Não vi mto Borg, acho q devido e ele ficar em um ângulo q atrapalha a visão, rsrs.

    E q bom seria se Kyrgios “encarasse” o circuito do mesmo jeito q foi nessa Laver Cup hein?

    Responder
      1. Eduardo Nery

        Dalcim, acho que os organizadores da Laver Cup deveriam pensar em colocar um jogo entre os capitães de cada equipe na próxima edicão. Imagina se além de tudo que vimos de tão legal neste torneio, também tivéssemos visto um jogo entre Borg e McEnroe ? O que te parece?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Os torneios de veteranos já se provaram pouco atrativos, Eduardo. Acho que o público prefere guardar na memória os grandes momentos de seus ídolos em atividade e não ver dois tenistas num jogo muito lento e com mobilidade ruim, que seria o provável de hoje.

          Responder
  40. Sérgio Ribeiro

    Essa foto e’ histórica e emocionante. A metade de TODO o TOP 10 da Era profissional vivos e presentes. Daí todo mundo jogando a Vera. Ao ver o Chefe do Morro prestando atenção nas orientações do BIgMac não contive o riso. E o Craque afirmou que a alegria do Time no Ponto Final o fez lembrar de suas maiores Vitórias. Ficaram todos para a Festa final regada a muita birita. Mas como o Dalcim colocou no Post , parece do tipo quem viu, viu. Um grande barato !!! ABS!

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  41. Luis

    Dalcim legal reunir grandes tenistas da historias e os ainda atuais Federer e Nadal acho que nao foi transmitido torneio seria legal no Sportv por exemplo e os proximos torneios sao valendo rs,tomara que Federer se motive pra ganhar Finals mais uma vez

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          1. José Nilton Dalcim

            Acho que, com Federer e Nadal, talvez Djokovic e Murray, o sucesso ainda está garantido para 2018, Helena.

  42. Marcelo Reis

    Há muito tempo não me divertia com um torneio de equipes! Apesar de ter caráter de exibição, ninguém jogou de brincadeira, todos queriam claramente ganhar! Houve muitos jogos decididos no tiebreak, e uns tantos no 3º set especial, que maravilha! E o Team World tirando sarro estava engraçado demais, enquanto o Team Europe vibrava com garra, mas menos brincalhão!

    Acho que o fato de não termos Novak, Murray, Wawrinka (em boa forma, claro) no Team Europe deixou as coisas muito equilibradas. Mas achei que a disputa do troféu iria para o derradeiro jogo de duplas, não fosse pela nervosismo de Kyrgios.

    Essa ideia do Federer de organizar o torneio com o pessoal foi mesmo formidável! Espero que continue!

    E o jogo de dupla das lendas? Que jogo difícil! Claramente jogar duplas é um outro universo, mas que bom que venceram!

    Por fim, fica a imagem final de Nadal saltando no Federer! Talvez a única da história! Fica para a eternidade, que alegria!

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  43. LAIANE

    Muito contente pelo resultado da Bia, que mais semanas como esta, possam ser constantes. Sobre Laver Cup, acompanhei todas as partidas que pude, gostei demais do torneio, quadra tava maravilhosa, sobre a dupla Fedal , foi incrível, sonho realizado. Agora esperar por Shangai, e desfrutar o final da temporada.

    Responder
  44. Marcelo

    Dalcim, eu achei demais a Laver Cup, e o parecia ser um complicador (sistema de pontos) acabou funcionando muito bem! A dupla Fedal jogando juntos é histórico, e acredito que será lembrado por muitos e muitos anos. Mas sim, tenho uma dúvida: com todas as reclamações sobre calendário, não é um tanto contraditório um evento de exibição, ainda mais neste momento do ano? Um abraço.

    Responder
      1. Fernando Diniz

        Cara, acabei de assistir aos melhores momentos do jogo decisivo e parecia uma disputa extremamente séria! “Come on!” de lá e cá, ao melhor estilho Hewitt…
        O choro do Kyrgios… Ao mesmo tempo que foi bem feito o evento, me parece meio esquisito. Como alguns leitores disseram, é meio contraditória a realização de um evento amistoso em um calendário bem apertado, em que cada vez mais o Big 4 procura se poupar, ainda que Federer, por exemplo, não veja problemas na atual agenda do circuito. Enfim, me surpreendeu o envolvimento competitivo dos caras…
        Qual a sua opinião sobre isso, caro Dalcim? E sobre 2019, você consegue adiantar alguma mudança impactante, além de Roma passar a ter um formato igual, ou parecido, ao de IW e Miami?

        []’s

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não, ainda não se sabe no que a ATP pretende mexer. Surgiu essa informação de que Madri e Roma passariam a 10 dias, mas isso não ajuda muito, só aperta ainda mais o calendário.

          Responder

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